Smiles Amid Tears
14 Acidente.
Notas iniciais
Boooa leitura!
[...]
Eu... eu não devia ter ficado com ele, com outro cara... estou confusa e... e eu tenho que voltar pra casa, minha casa...
Mas, mas o quê é essa luz branca? Eu não entendo... eu...
[...]
– Doutor, quando ela vai acordar? – escutei de longe uma voz que me era familiar.
– Olha senhora, eu não sei exatamente quando... mas, olhe. Ela acabou de acordar.
– Querida, você está bem? – minha mãe chegou perto de mim e me questionou. Não entendi bem o sentido da pergunta... até eu olhar em volta de mim e ver uma salinha fechada, um suporte de soro e um daqueles aparelhos de hospital que mede a frequência cardíaca.
– Mãe, o que aconteceu? – me desesperei ao perceber que estava em um quarto de hospital, com meu braço e perna direitos estavam engessados.
– O táxi que você pegou foi atingido por outro carro do lado direito, que era onde você tava, não foi muito grave, você só quebrou um braço e uma perna, poderia ter sido bem pior...
– Quem é você? – minha mãe perguntou sem saber que era a pessoa que entrou no quarto onde estava.
– Sou Lucas. Eu tava com a Bella quando ela pegou o taxi. Foi de repente quanto ela tomou o carro. Peguei logo o próximo táxi que vinha depois do dela. Quando o acidente aconteceu, coincidentemente o carro em que eu estava ficava bem atrás do dela e eu vi o acidente todo. Meu táxi também bateu, mas eu só machuquei a testa. – ele apontou pra um curativo na testa dele.
– Então você é o idiota que ficou com a minha filha a noite. O que você fez com ela, imbecil? – meu pai praticamente avançou em Lucas, mas minha mãe o segurou.
– Calma, querido, não vale a pena.
– Calma, Peter. Sua filha estava muito bem comigo. Não se preocupe. – Lucas sorriu sarcasticamente para meu pai.
– Seu bastardo! – meu pai desferiu um soco contra Lucas, que não reagiu. Só passou a mão pela boca que escorria um filete de sangue.
– Calmem senhores! Estamos num hospital. – afirmou o doutor responsável por mim.
– Pode descontar Peter. Mas quando ela souber você vai sofrer junto. Até. – ele se despediu e se retirou do quarto.
– Desgraçado. – meu pai cerrou os punhos e depois olhou pra mim, com uma expressão indecifrável.
– Querido, como aquele garoto sabia seu nome?
– Me desculpem, vocês têm que sair. Ela precisa descansar.
– Tudo bem doutor. – eles assentiram e saíram do quarto.
[...]
Notas finais
xoxo,
thesexycrazy.
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