Sm Vi: O Poder Do Tempo E Do Espaço

2 Capítulo 2- A Usagi desapareceu???????


Notas iniciais
Aqui começa a verdadeira história obrigada por lerem-a



Mamoru, agora com 26 anos, tinha passado quase três anos a
estudar nos E.U.A. mas nunca deixara de visitar a sua amada, nem deixado de
telefonar a ela de três em três dias pois nunca quereria se separar do seu
eterno amor… Agora estava no primeiro avião que encontrara vaga para o Japão…
Precisava urgentemente de chegar a Tóquio para perceber exactamente o que
aconteceu… Usagi estava desaparecida há duas semanas e pelo que sabe Luna
estava com ela…Não deixara nenhum rasto pois ninguém conseguia encontra-la.



Só soubera há dois dias pois achara estranho a Usagi não
atender nenhuma chamada que ele fizera e quando ligava para casa dela também
não era atendida. Pensara a princípio que tinha mudado de número mas era muito
improvável pois teria avisado. Começara a achar estranho e tentara dias
seguidos tentar chegar à fala com ela mas sempre estava desligado. Então ligara
para Rita uma das melhores amigas dela para saber algo



- Olá Mamoru – dissera atrapalhada Rei quando atendera – O
que fiz para ter a honra de telefonares para mim, principalmente a esta hora?



- Desculpa por ser tão cedo, mas sabes algo da Usako? E que
não consigo falar com ela há dias e estou preocupado – diz esperançado de uma
resposta



- Hãaaaa…. – Dissera tentando ganhar tempo para responder,
teria de inventar alguma desculpa pois assim ele apanharia o primeiro avião
para ali se soubesse a verdade – Está de férias com a Luna numa praia no
litoral deste lindo país que é o Japão… Estamos quase a chegar ao tempo de
exames na faculdade e ela está a recarregar energias!!!



- Tens a certeza? Estás com uma voz esquisita – diz
percebendo a falsidade da afirmação



- Sim, sim, porque haveria de mentir – diz enquanto rezava a
Kami para que ele acreditasse



- E porquê que a família dela também não disse nada?



- Bem… — dizia enquanto bocejava pela quarta vez consecutiva
– Estão com ela, também…ah, ah, ah – rira-se falsamente talvez imitando um
pouco a Minako quando tentava esconder algo – deve-se ter esquecido do
telemóvel. Já sabes como ela é: muito disparatada.



- Quando ela voltar diz-lhe que me telefone urgentemente –
pede-lhe nada convencido da história – Bem…Adeus



E desligara o telefone. Não ficara convencido com a história
que lhe contara Rei era muito estranha mesmo que ela não tivesse levado o
telemóvel teria já telefonado de alguma maneira nem que fosse só para dizer que
não poderia falar nos próximos dias mas, mesmo assim, algo lhe dizia para
continuar á procura de respostas. Olhara para o telemóvel tinha muitas pessoas
para perguntar mas uma viera ao pensamento… Minako … Sabia que se perguntasse
de maneira subtil conseguiria arrancar-lhe a verdade. Ligara para o telemóvel
de Minako e na primeira tentativa não atendera…tentara a segunda quando do
outro lado ouvira uma voz cansada mas que era reconhecível.



- Bom dia – diz Minako numa voz estranhamente esquisita: um
misto de sono e tristeza – Sou eu, a Mina.



- Bom dia, Mina – cumprimentara Mamoru percebendo que ela não
estava bem – O que se passa?



- Nada…só os 13 dias sem dormir juntamente com os estudos,
não dá mesmo – diz, nem percebendo com quem falava



-Não andas a dormir? Isso faz-te mal – dissera percebendo que
isso teria algo a ver com o que queria saber



- Faz-me pior, saber que há quase duas semanas que a Usagi
desapareceu e não conseguir descobrir nada sobre isso.



O Mundo quase desabou nos ombros de Mamoru… Ele raciocinava cada
pedaço da frase dita por Mina… Ela desaparecera… Explicava tudo o que queria
saber, mas agora o seu coração estava apertado e dói-lhe por dentro. Estava ali
sem saber que Usagi tinha desaparecido e pelos vistos mais ou menos desde a
última vez que falara com ela.



- Estou? – Perguntava Mina ainda meia ensonada – Mas…
Afinal…Mamoru! — neste preciso instante olhara para o visor com calma e vira
com quem falava…Acabara de estragar tudo o que prometera às amigas – Bem… Tudo
o que disse…



- Explica o que se passou, não vale a pena mentires – pede já
começando a fica desesperado – Como desapareceu?



- Bem… A Usagi e a Luna desapareceram sem deixar rasto há
quase duas semanas, deixaram o intercomunicador, telemóvel e estão
incontactáveis – Explica tentando fazer um resumo da história – Não deixaram
nada escrito nem uma mensagem…Já está polícia envolvida mas também não encontram
nenhuma explicação.



- Acabei de falar com a Rei e ela inventou-me uma desculpa –
diz irritado mas imensamente desesperado – Porque não me iam dizer?



- A principio nós achamos que não te devíamos chatear com
isto mas começou-se a prolongar e achamos que não devíamos te dizer pois
ficarias tão ou mais preocupado que nós e achámos que terias apanhado o
primeiro avião para aqui. Por isso combinamos não te contar nada até
resolvêssemos isto ou só daqui um tempo quando achássemos que não teríamos
escolha. Desculpa.



Após isto, ele telefonara a todas as companhias aéreas que se
lembrara e só teriam vagas para dois dias depois. Não conseguira dormir nas
últimas noites extremamente preocupado. Deixara para trás o seu curso que só
levaria um mês para acabar, os seus colegas… Não queria saber de mais nada, só
queria estar ao pé da pessoa que sempre amara mas que agora precisava de
descobri-la e para isso nem que tenha de ir até ao fim do mundo atrás dela. O
que se teria passado para ela desaparecer assim? Não era de todo dela
desaparecer assim sem dizer para onde ia… Muito menos sem dizer nada a ele e às
meninas. Algo lhe diz que foi propositado… Teria de acha-la o mais rápido
possível senão não se sentiria bem, estar no estrangeiro e ela provavelmente
precisar de ajuda…



Saíra do avião e caminhara no aeroporto de Tóquio onde mais do
que uma vez despedira-se dela… Fez o check-out e saiu do aeroporto em direcção
ao bairro que tantas recordações lhe dava: Juuban… Chegara e logo o primeiro
sitio que passou, não sabe se foi o destino se foi o seu subconsciente, foi o
recém-reconstruida torre Starlight onde foi invadido de memórias que
primeiramente sempre achou maravilhosas mas agora agridoces por não saber onde
a sua Usako estava e só de pensar nisso o entristecia.



Sabia por onde começar, o sítio onde todas se reuniam: o
templo. Apesar de cansado devido à viagem e dos dias que não dormira queria
saber em pormenor o que se passara verdadeiramente. Quando chegou viu que o
templo continuava igual como sempre e lá estavam todas reunidas como sempre.
Olharam para ele, não se surpreenderam, pois já sabiam que ele viria de
qualquer maneira mesmo que o tentassem impedir.



Todas continuavam iguais mas visivelmente mortas de sono e
cansaço, ele sabia que elas andavam de noite à procura dela e também de dia mas
sabiam que de noite estariam mais à vontade para procurar já que a polícia
suspendia as buscas durante a noite.



-Afinal contam tudo o que se passa? – Pediu a todas mas só
Makoto tivera coragem de começar



- Bem… Estava tudo normal até que um dia ela perguntou-nos se
soubéssemos que algo iria acontecer e que tínhamos de fazer algo que não
gostássemos, se o faríamos? – Começou arrependida por não ter percebido a
mensagem — Nós pusemo-nos a brincar a dizer que ela estava a dizer parvoíces.



- Ela levantou-se e disse-nos que éramos estúpidas e que
nunca mais perguntava-nos nada – continuou Ami contendo as lágrimas – quando
percebemos que ela falava a sério perguntámos à Luna o que ela queria dizer e a
Luna desconversou e foi também para casa. No dia seguinte a Usagi estava ainda
mais estranha e simplesmente estava pensativa e estranha tal como Luna. Quando
fomos para casa dela, ela despediu-se com um adoro-vos para sempre e nós não
ligamos pois as vezes ela faz isso.



- No dia seguinte que era um sábado — continuara Rei vendo
que Ami não conseguia mais – recebemos à noite uma chamada da D. Ikuko a
perguntar por ela e aí fomos tentar acha-la. Depois com o tempo começamos a
fazer ligações e sem a D. Ikuko perceber fomos ao quarto dela e vimos o
intercomunicador totalmente desligado e o telemóvel desligado. Sabemos que,
felizmente, ela levou o medalhão e está com a Luna mas não sabemos mais nada…
Nem motivo, nem uma indicação onde está, nem um “estou bem”.



- Eu também não sei nada – diz Mamoru – afinal passou-se algo
e ela tentou-nos pedir ajuda mas nenhum de nós percebeu. Ela num dia disse-me
uma frase parecida com a vossa mas após eu responder que se fosse preciso faria
algo que não gostava, ela disse-me algo como “Não sabes a importância da tua
resposta. Afinal estou certa.”



- Então algo se passou para ela desaparecer! – Concluiu
Artemis — Mas seja o que for porque que ela nos deixaria sem saber nada?



Mamoru ouvira todos os lugares onde Usagi foi procurada mas
foi algo que ela dissera nessa chamada que o fazia sentir-se culpado: “És o
amor da minha vida. Seja o que for o que acontecer nunca deixar-te-ei de amar.
Espero que nunca desistas de mim e do nosso amor, seja o que for o que acontecer.
Amo-te” Na altura, pensara que fosse uma simples despedida de telefone mas ela
estava a despedir-se e ele não vira isso que era o que lhe deixara mais
irritado.



Após falar com as meninas, ele foi para a sua casa em Tóquio
destrancara a porta e vira que estava bem arrumada e bem limpa, sorrira, afinal
apesar de todo o sofrimento sabia que provavelmente ela deveria estar a pensar
nele e aquela casa teria sido limpa por ela pois apesar de tudo ela chateava-se
com ele com a desarrumação. Sentara-se no sofá após por as malas ao lado e
fechara os olhos relembrando-se de alguns dias deles, do sorriso dela, do
brilho dos olhos dela. Relembrara-se do dia em que ela descobriu que ele iria
para a América verdadeiramente pois nunca a vira tão irritada com ele.



Ele tinha pedido a ela para ir buscar as chaves do carro dele
para irem para um encontro, mas queria contar-lhe algo importante. Ela
aparecera no sítio combinado com a carta, que ele reconhecera que era da
resposta do curso, muito séria o que era raro nela. Não foi preciso palavras
para ele perceber que ela queria uma explicação.



- Desculpa – dissera sabendo que ela lhe iria cobrar por não
ter dito nada



- Quando é que me contavas? – Diz revoltada atirando-lhe com
a carta – Ia ser como da última vez que me contaste um mês antes?



- Desculpa… Eu ia contar-te hoje mas…adiantaste-te – tenta
explicar sabendo que era inútil



- Sim… Se não descobrisse hoje, não me contavas – dizia
irritada.



- Mas Usako… — Começara



- Tu és um idiota – acusara-o irritada



- Espera – tenta mas parara, tivera de agarrar no pulso dela
pois a mão dirigia-se perigosamente da cara dele. Quando olhara para ela, ela
estava vermelha de vontade de chorar…



Acabaram por não dizerem mais nada e se beijarem com
sofreguidão e paixão… O tempo que estariam separados era muito, mas ainda
faltavam 6 meses.



Agora estava ali na sala onde já nada lhe fazia sentido, nada
tinha sentido se não tivesse com ela ao pé dele ou pelo menos a apoia-lo.
Abrira os olhos e olhara em redor do apartamento e algo lhe chamara a atenção:
um envelope branco, com algo escrito, estava sob a sua cama. Foi até lá com um
único pensamento: seria dela? Pegara no envelope que dizia o seu nome. Era a
letra dela… abrira a carta selada com desespero, queria saber se naquela
simples carta explicara algo sobre o seu desaparecimento. Vira pela assinatura
que era dela, o que queria dizer que ela pelo menos passara por ali e que
deixara algo para ele. Começara a ler a carta lentamente sentado na cama para
ver se conseguia absorver cada palavra que estava escrito.



Querido Mamo



Não sei se lerás esta carta quando voltares da América pois
estou certa que voltarás antes quando descobrires o meu desaparecimento, acho
que conheço-te bem.



Para tentar te acalmar, eu e a Luna estamos bem e
precisávamos urgentemente de fugir pois uma pessoa nos disse algo importante e se
nós permanecêssemos aí, nos poríamos em perigo e a vocês também e
principalmente o Universo. Não posso dizer quem nos disse, nem muito menos o
que disse-nos pois há muito em jogo.



Eu sei que devo ter preocupado muito vocês, mas diz às
meninas e ao Artemis que não se preocupem connosco. Agora para ti, meu amor,
amo-te imensamente e vai ser difícil manter-me longe mas sei que só assim
poderei vos salvar. Desculpa tudo o que farei principalmente por não estar ao
pé de ti. Espero que me perdoes e continues a amar-me como sempre amaste-me.



Até ao dia que voltaremos a estar juntos e aí poderei te
abraçar novamente.



Beijos



Usagi Tsukino





Ele lera e relera a carta para ver se tinha percebido tudo:
alguém disse que a sua amada estava em perigo se continuasse ali e ela decidiu
fugir sem dizer nada a eles? Não podia acreditar no que dizia a carta… Nem
parece dela fugir sem dar luta, mas pelo que dá a entender a carta pode até ser
muito grave e daí ser já normal ela ter uma atitude desesperada. Olhara para a
data e surpreendera-se: era de uma semana atrás ou seja ela passara ali após
supostamente ter desaparecido o que lhe dava a impressão que ela não deveria
estar longe dali, mas pelos vistos bem escondida pois as meninas não a encontraram.
Ela não queria que se preocupassem mas ele não conseguia e saíra de casa para
ir ter com as meninas pois elas deveriam de saber o que ele sabe. Juntou-as
todas no templo e elas ficaram pasmadas ao ler a carta. Não era de todo dela
fazer isto.



- Então ela desapareceu de livre vontade? – Perguntava
pasmada Ami ao acabar de ler a carta – É muito estranho.



- Ela queria nos proteger de algo grave – conclui Mako – mas
de quê?



- Algo demasiado grave – Suspira Rei – porque que não nos
disse nada?



- Talvez porque não deveríamos saber – Conclui Mina – Ela
saberia que nós a impediríamos ou a seguiríamos e isso pelos vistos não era
para acontecer. Ela tinha de fugir… até de nós.



- Ela desconfiava de nós? – Perguntava chocada Mako



- Não sei se desconfiava mas deve ser outra coisa – diz
Mamoru tristemente – algo aconteceu e ela não nos quis dizer.



Mais tarde foi dar uma volta por onde normalmente passava
quando estava com ela. Olhara para o céu e estava azul, azul cristalino, atípico
de Abril. Continuava a andar e era como senão houvesse ninguém, queria saber se
ela estava bem. Aquela carta demonstrou que ela poderia estar em perigo e não
queria só ter uma carta para consola-lo. De repente entrou por uma entrada do
parque, onde normalmente a encontrava, mas era uma entrada por onde nunca
entrara, mas tivera uma vontade incontrolável de entrar. Continuara a andar até
chegar ao sítio que sempre estava com ela e viu algo que lhe chamou a atenção:
uma jovem com um lenço a envolver-lhe o cabelo e óculos escuros, olhava para o
rio concentrada como se estivesse envolvida em recordações. Estava vestida com
uma saia lápis preta e uma blusa transparente roxa por cima de um top de alças
brancas e usava sapatos altos mas não com saltos exagerados. Viu-a a tirar os
óculos e a passar as mãos nos olhos como se estivesse a limpar lágrimas. Não
soube o porquê mas ficou a observa-la até que ela levanta-se e começa a
afastar-se e entretanto uma pequena brisa fez sair alguns fios de cabelo do
lenço. Eram loiros e num instante ficou em transe e foi desesperadamente atrás
dela. Virou uma esquina quando já não a viu… Algo nos movimentos dela e algo no
cabelo…um brilho talvez, fizera-o pensar em algo impossível.



Uma semana depois, estavam as meninas numa feira daquelas
onde há uma roda gigante pois como sabiam que Usagi adorava coisas daquelas
lembraram-se de procura-la lá onde ainda não tinham procurado… Apesar de saber
que ela fugira de livre vontade não deixariam de procura-la. Foram caminhando
quando viram uma rapariga de cabelo negro até aos ombros muito conhecida.



- Hotaru – chamaram em conjunto as meninas para a sua amiga –
como estás?



- Olá… meninas – dissera visivelmente atrapalhada – Como
estão?



- Não muito bem – dissera Mina tristemente – ainda não
sabemos nada da Usagi



- Lamento – diz tristemente – Eu soube há duas semanas e
também não sei nada.



- Ouvi dizer que o teu pai voltou a trabalhar como cientista
– Observou Ami



- É verdade – diz Hotaru sorridente



- Octávia… queres ir verificar se a Kaor…? – Perguntara uma
rapariga que parara à frente deles e que Hotaru ficara com uma estranha
expressão de pânico.



— Não nos apresentas?
– Pergunta Rei vendo que não conhecia a elegante rapariga.



- Ah... sim claro. Meninas…esta é a minha tia Serena. Tia,
estas são amigas de longa data – apresentara ficando com expressão de alívio ao
mesmo tempo que a estranha rapariga também respirava de alívio.



- Serena, muito prazer – dissera cumprimentando as meninas.



Serena era loira de um amarelo vivo como o cabelo de Joana,
tinha o cabelo até um pouco abaixo dos ombros super-encaracolado, tinha os
olhos de um azul vivo, usava maquilhagem perfeita e usava saltos altos
elegantes. Usava roupas elegantes como se fosse uma empresária e tinha uma cumplicidade
estranha com Hotaru sendo mais alta que ela.



- Não sabia que tinhas uma tia – Observa Mako



- É irmã mais nova da minha falecida mãe – explicara Hotaru
já na sua atitude normal – estava a viver na Europa mais precisamente em
Portugal. Não vinha ao Japão há anos e agora quer ver tudo e vai passar um
grande período de tempo comigo e com o meu pai.



- Pois é isso – diz elegantemente para elas – Quero
aproveitar o tempo que estou com a minha querida Hotaru. Este país me faz ter
boas recordações.



- Bem… — diz ouvindo o pai dela a chama-las – temos de ir.
Logo que souberem algo da Usagi digam. Adeus



- É um prazer conhece-las – diz num sorriso amável – Adeus.



E vão as duas abraçadas em direcção do carro e viram o
professor Tomoe a falar com elas e elas ficarem com um ar sério e entrarem
dentro do carro.



- Estranhamente amável – exclama Rei ainda surpresa com a
elegância da rapariga – pode parecer estranho mas é como se…



- Já a conhecesses, sim – completa Mina sentindo um estranho
á vontade com aquela rapariga que era tia da amiga



- Era muito elegante! – Exclama Mako – Parecia uma empresária
daquelas que vemos na televisão.



- Bem… continuemos a nossa busca – diz Ami voltando à
realidade – Temos de achar a…



De repente, viram uma confusão no meio da feira onde algo
fazia as pessoas correrem desesperadas em direcção da roda gigante. Viram
pessoas presa na roda e que não conseguiam sair e de repente começou a haver
explosões na maquinaria da roda. Iam ver o que se passava quando viram uma
forma feminina a aparecer… Uma mulher de vermelho, com cabelo vermelho e numa
pose elegante pairava no céu a olhar para as explosões com um sorriso
triunfante. Todas reconheceram a mulher, era uma das suas antigas inimigas, que
nunca pensariam que voltaria.



- Kaorinite! – Exclamaram ao vê-la a pairar no céu.

Notas finais
E assim acaba o capitulo espero que mandem reviews.