Slytherin Blood
27 Chapter Twenty Four - Agora eu tenho certeza!
Notas iniciais
Segui a tal de Alícia de perto enquanto os garotos lançavam balaços incessantes na direção de Angelina e Gina substituta de Cátia, que ainda estava no St.Mungus.
Ela dando uma guinada para tentar me bloquear distraiu-se olhando para trás e Flint aproveitou para roubar-lhe a goles. Ri enquanto passava por ela indo para mais perto do gol. Um balaço veio em minha direção e baixei a cabeça dando um tranco e me elevando mais no céu. Flint atirou a goles para a baliza que estava a minha esquerda, mas o Weasley foi rápido.
Droga! -Exclamei enquanto descia e roubava a goles da Wasley mais nova.
Atirei a goles, mas o garoto Weasley a apanhou.
Weasley idiota.
Não sei se a primeira jogadora da Sonserina está indo tão bem assim! Talvez uma mulher tenha sido o erro!
Cale a boca idiota, há mulheres no seu time! -Devolvi para o batedor. Ele gruniu.
Goyle lançou um balaço na direção de Alicia que quase foi atingida, mas com o desvio que fez girou um pouco antes de parar.
Consegui a goles novamente e marquei o primeiro ponto. Empatamos.
Algumas manobras depois, um encontrão com Gina e um balaço assassino Flint marcou outro ponto, e assim que a goles voltou, Vaisey que havia esbarrado sem querer com Alicia não, Angelina, ah, tanto faz marcou outro ponto.
Estavamos alguns pontos a frente, mas se o Potter pegasse o pomo eles venceriam.
Aah, mas não vão mesmo!
Voei em direção a Gina como se fosse bater de frente e quando se assustou guinei para o lado quase atingindo Alícia que também se assustou e com a distração Gina derrubou a goles. Mergulhei para pegá-la e Goyle lançou um balaço em Angelina quando ela tentou me alcançar. Subi num rompante, noventa graus. Sentia minhas vestes ondulando e lancei a goles na direção contrária a que estava indo, num lançamento de sorte. Weasley não pegou. Ele recuperou a goles e a lançou do outro lado para que Angelina a pegasse, mas Flint interceptou pegando primeiro e lançando para Vaisey que lançou para mim e marquei outro ponto.
Acho que a Srta. Priden não quer perder não minha gente, olha só isso. E por Merlin que trabalho em equipe foi esse? Sonserina está de parabéns com esse passa repassa!
Sorri de canto e revirei os olhos.
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Estava ficando cansada daquilo. A todo momento um balaço vinha em minha direção. Podia ver Goyle e Crabb transpirando enquanto tentavam desviar os balaços, mas mesmo assim eles continuavam vindo e vindo. Não conseguia marcar mais pontos, da última vez que tentei quase tive a cabeça amassada e agora só desviava e desviava de novo enquanto os garotos tentavam marcar pontos. O problema é que se distraíam olhando para mim, ou para os balaços.
Estava ficando irritada também.
A grifinória já tinha conseguido se aproximar de nós e se não marcássemos mais pontos iríamos perder.
Isabella! Direita!
Não olhe para mim porra! -Gritei desviando quando Flint perdeu a chance de novo.
Mas os balaços!
Não interessa, marca logo! Ouviu Vaisey? Peguem a porcaria de goles!
Os dois vacilaram por um momento e então voltaram a se concentrar em pegar a goles.
Olhei para cima e Draco estava me olhando.
O pomo Malfoy! FOCA NO POMO! -Gritei enquanto desviava um balaço com um pouco de esforço. A magia neles era forte e um simples aceno não era eficiente.
Ele fez uma careta enquanto voltava o olhar a procura do pomo.
Alícia marcou um ponto e aquilo me irritou mais.
Juntei energia, construí um escudo e me lancei em direção a goles. Uma pancada.
Senti-a no meu escudo, mas continuei, ziguezagueando entre as garotas da grifinória.
Outra. Foi mais forte e franzi a testa.
Peguei a goles.
Outra. Percebi que os balaços estavam procurando alguma falha no escudo.
Quem enfeitiçou essas porcarias?
Quando lancei a bola novamente outra pancada, a mais forte delas me desequilibrou e o lançamento não foi tão bem sucedido quanto eu gostaria. Weasley teve tempo de aparar a goles.
Droga.
O baque do último balaço rompeu minhas defesas e rosnei brava enquanto me pendurava na vassoura pelas mãos.
Ooow, olhem lá! Os balaços não estavam atingindo-a, provavelmente ela foi esperta e fez algum escudo, ou alguém fez por ela, mas o que aconteceu? Esse balaço quase a derrubou! Segura firme Isabella!
Ri apesar da circunstância e balancei meu corpo tomando impulso e atirei a perna direita por sob o cabo da vassoura.
É isso aí! — O garoto fritou e passei o olhar pelas arquibancadas tempo suficiente para ver o brilho de uma varinha sumir.
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Olhei para cima e vi Draco furioso cortando a frente do Potter enquanto se lançava em busca do pomo.
Suspirei aliviada por ver que sua fúria o mantinha atrás do objetivo.
Flint marcou um ponto e ri.
Meu riso sumiu quando vi um balaço indo em direção a Draco. Ele desviou, mas bateu em Potter que estava tentando parear com ele.
O garoto de desequilibrou e por um momento todos prenderam a respiração. Recuperou o equilíbrio, mas seu rosto estava vermelho e seus olhos furiosos fitaram Draco. Desviei o olhar para pegar a goles da mão de Alícia, e lancei-a para Vaisey. Quando olhei novamente para cima Harry estava albarroando com Draco e o fez cair.
Não!Gritei vendo a vassoura de Drake voar e o corpo dele cair.
O mundo pareceu desligar ao meu redor, ou girar em câmera lenta. As arquibancadas estava embaçadas, os gritos pareciam vir através de gelatina e tudo se desenrolava em dois planos distintos.
Apparatio! — Exclamei fixando meu olhar nele e seu corpo deu um tranco descendo mais devagar. — Tardus! Gritei de novo e a velocidade diminuiu.
Vi que os professores estavam alvoroçados e os alunos também, mas era como se estivesse num sonho e tudo se desfocasse a partir da imagem central: Drake.
Olhei enraivecida para Potter.
Maneat Inaequales. Murmurei e o garoto me olhou por um segundo antes de desequilibrar-se. Tentava voltar ao controle, mas a cada vez que tentava equilibrar-se pior ficava. — Ceciderit! Exclamei novamente e Harry comeceu a cair.
Voltei a atenção para o corpo de Draco que ainda caia, devagar, mas não o suficiente. Tentei diminuir mais, mas algo me impedia, deixando-me frustrada.
Ouvi os gritos dos alunos e vi Dumbledore aparando a caida de Harry, mas lutei contra acelerando enquanto o velho tentava diminuir. Queria que Potter se espalhasse no chão como uma mancha branca e vermelha, mas então como um clic percebi que Draco estava chegando ao chão mais rápido agora.
Minha última tentativa.
Bushelelezi. Esperava que fosse suave o suficiente para que sua cabeça não batesse muito forte.
Mergulhei na direção do chão.
Accio Vassoura. — A vassoura de Draco voltou e quando cheguei ao chão ela estava ao lado da minha.
Drake! -Exclamei ajoelhando-me ao seu lado. Sua cabeça tinha um corte, mas não era muito profundo e o braço estava quebrado pelo que parecia olhando seu ângulo, mas ele estava vivo.
Izzye.
Drake Está doendo muito?
Tentou menear a cabeça, mas o movimento o fez gemer baixinho e meu olhos arderam.
Você vai ficar bem.
Não precisava ter feito isso.
Isso o quê?
Eu sei o que fez.
Olhei-o intensamente.até que a Madame Hooch nos separou.
Jogo, jogo. Ele não para sem o pomo ser apanhado!
Mas... Treinadora! Os dois apanhadores estão no chão! — Alícia exclamou apontando. Olhei para o outro lado. Potter estava bem pior. Sua perna estava dobrada em um angulo esquisito, o braço também. Sua cabeça tinha um galo enorme e um filete de sangue escorria de entre os cabelos. Sorri. Nesse momento meu olhar se cruzou com o de Hermione que me olhava de testa franzida. Ela meneou a cabeça e se ajoelhou ao lado de Harry murmurando qualquer coisa. A pele dele estava ainda mais pálida que a de Draco e seus lábios tremeram, mas som nenhum saiu.
Termine o jogo.Sussurrou.
Terminarei por você.Sussurei de volta.
Gina gritou quando os olhos do Potter se fecharam e todos se alarmaram..
O Potter morreu?
Harry!
Harry Potter morreu!
Não morreu não seu imbecíl!
Saiam, saiam!
Deem espaço! Está vivo. Sim. Vamos. Enfermaria. Enfermaria. — Madame Pomfrey que havia acabado de chegar espantou os alunos e deu sinal a Carlisle. — Pode levá-lo? Não quero levitar o garoto assim.
É claro. Emmett! — Emmett saiu do canto e correu até Carlisle. — Pegue o outro garoto. Vamos levá-los a enfermaria.
O Malfoy?
É.
Ele bufou mais quando foi pegar Draco ele gruniu.
Izzye. — A unica coisa que disse.
Emmett. Não o pegue. -Falei e Emmett recuou. — Ele não quer isso.
Olhei para o cachecol verde de um dos garotos que estavam ali.
Ei. Me dê seu cachecol. -Ele tirou o cachecol e me entregou.
Transfigurei-o e uma maca verde esmeralda estava em seu lugar.
Snape estava ali e acenei para ele.
Levitei Draco colocando-o na maca.
Professor, estou sem varinha. Poderia?
Snape assentiu enquanto levitava a maca e saía do campo seguido por Carlisle que carregava Harry.
Vamos, vamos. Nada de aglomeração. O jogo tem que continuar!
Mas...
É o que diz as regras, a tradição, a magia. Grifinória, quem apanhará?
Eu sou a apanhadora reserva. — A Weasley mais nova falou dando um passo a frente.
Ótimo Srta. Weasley. Sonserina?
Todos eram corpulentos demais para serem apanhadores. Quer dizer, Betchley, o goleiro era menos encorpado, mas era lento para ser apanhador.
Priden? -Flint chamou e olhei para ele. Assenti.
Eu serei a apanhadora. — Falei e Madame Hooch ficou satisfeita.
Voltem aos seus assentos! Jogadores Já!
Nos lançamos ao ar.
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Os garotos estavam dando duro abaixo de nós. Gina me olhava com ódio e eu devolvia na mesma intensidade. Avistei o brilho dourado do pomo e percebi que Gina estava olhando para o irmão.
Eu podia pegá-lo.
Num átimo mergulhei e quando os espectadores perceberam e gritaram já estava bem longe da Weasley. A ruiva parou de olhar para o irmão e desceu atrás de mim.
Acelerei enquanto perseguia o brilho dourado.
Ela costurou por baixo de mim e rosnei mudando de direção fiz um arco enquanto descia a frente dela. Lancei-me a frente, podia ver as asinhas do pomo e estiquei a mão.
Foi quando o maldito balaço me vez desviar.
A ruivinha riu enquanto continuava a perseguir o pomo, mas rodei ao seu redor deixando-a desorientada. Perscrutei o ar ao meu redor até localizar o pomo. Estava parado perto da arquibancada. Guinei enquanto focalizava na bolinha travessa.
A garota vestida de vermelho da cabeça aos pés se encolheu quando fui em sua direção, mas então o pomo se deslocou e amaldiçoei mudando o trajeto. A praga Weasley continuava atrás de mim e fiz uma manobra indo para o lado contrário e depois descrevendo uma parábola chegando ao lugar pretendido antes dela que ficara confusa com meu movimento na direção contrária e me seguira,mas não fora rápida o suficiente para acompanhar a parábola.
Gargalhei quando senti a frieza da bolinha dourada, as asas se debatendo até que se acalmassem. Gritei subindo e fazendo um looping enquanto os Sonserinos gritavam, aplaudiam e faziam troça dos Grifinos.
Meu time vibrou e embora antes de tudo a Grifinória tenha estado perto próxima a nós, seus pontos não foram suficientes.
Ri quando os garotos me cercaram sorrindo e descendo entreguei o pomo a Madame Hooch.
Saí do campo deixando que comemorassem e corri entre os alunos costurando até chegar ao castelo.
Izzye! -Ouvi a voz de Emma e olhei para trás.-Espere!
Não posso! Desculpe! — Algo em meus olhos devia tê-la alertado porquê parou de correr atrás de mim. Subi correndo as escadarias e parecia uma louca suponho, enquanto tentava chegar a enfermaria.
-
Abri as portas num rompante e ignorei Madame Pomfrey e Carlisle.
O jogo terminou, é isso? Quem venceu?
Está sedado. Não terminamos de curar...
Puxei a cortina ao redor do leito de Draco.
Abaffiato.
Drake. — Sussurrei olhando seu rosto pálido. Havia uma faixa ao redor de sua cabeça, mas não dava muitas voltas e isso era bom. Significava que não era tão grave. Seu braço estava enfaixado também, mas havia pequenas gotículas de suor ao redor de sua tez, e seus cabelos estavam úmidos. -Oh meu Deus. — Murmurei enquanto pousava a cabeça ao seu lado, segurando sua mão. — Ainda bem que está vivo. — Suspirei e beijei sua face repetidamente e então depositei um beijo cálido sob seus lábios pálidos.
Deixei que as lágrimas viessem, mas chorei baixinho não querendo acordá-lo.
Não sei quanto tempo fiquei ali, mas senti um toque leve, mas firme em minha mão. Ergui os olhos e Draco estava olhando para mim.
Izzye.
Ergueu a mão secando minhas lágrimas e sorriu.
Oh Drake. — Sorri. — Como se sente?
Melhor agora. Obrigado.
Pelo quê?
Por ter impedido que só sobrassem meus miolos no campo de Quadribol.
Como sabe que fiz isso? E nem prestei para fazer direito. Olha aí. Você nessa cama idiota.
Ei. Olhe para mim. -Parei de olhar o lençol da cama estreita. — Eu vi. Enquanto caía só podia procurar seu olhar. Eu sabia que estava tentando me salvar. Podia ver seus lábios se movendo, e seus olhos estavam fixos em mim. Eu podia sentir sua presença. Foi horrível o momento em que olhou para o Potter, pois eu parecia cair mais rápido e não podia ver seus olhos.
Desculpe-me.
Não se desculpe. Izzye eu...
Eu não podia deixar que caísse. Não aguentaria vê-lo transformar-se em geleia lá embaixo. Não podia. Simplesmente não! Não poderia...Viver sem você, Drake eu eu senti. Naquele átimo de segundo, o desespero me tomou, a solidão, a dor. Era como se algo se rasgasse diante da perspectiva de perdê-lo. Eu É difícil dizer. Demorei para perceber. Ou não. Só não tinha coragem. Eu fui medrosa. Não acredito nisso. Você não tem ideia, não sabe me desculpe eu Draco. Eu -Seu olhar estava fixo no meu, seus olhos brilhavam, sua mão segurava a minha.
Eu te amo Draco Malfoy. Agora tenho certeza disso. Eu te amo.
Lágrimas escorriam por meu rosto e molhavam o lençol.
Percebi que lágrimas rolavam por sua face.
Sei o quanto é difícil falar Quer dizer, nem tanto. Para mim. Eu Desde aquele dia, o dia em que fomos apresentados, o dia que fomos ao Beco Diagonal, nosso primeiro dia, nossa noite Eu soube que não podia escapar de você no momento em que a vi entrar no salão, altiva, nobre, linda, poderosa. Eu te amo Isabella Riddle. Tenho certeza disso. Eu te amo.
Inclinei-me em sua direção e ele segurou meus cabelos quando beijei-lhe. Foi um beijo terno, lento, carinhoso, angustiado, aliviado, triste, feliz, cheio de significado, cheio de amor.
Rimos quando nossos lábios se separaram depois do que pareceu um infinito voltamos a nos beijar até sermos interrompidos pelo barulho de passos e vozes adentrando na enfermaria.
Isabella!
Izzye!
Malfoy?
Silêncio!
Harry. Onde
Alunos, silêncio!
Abri a cortina tirando o abafiatto e vi os rostos de Emma, Pansy, Ellie, Kate, Dylan e todos os outros. Atrás deles Luna, Neville alguns outros grifinos, os Cullen e Charlie. Ela olhou longamente para mim e acenou levemente com a cabeça na direção de Draco. Sorri assentindo e ela suspirou de alívio.
Como ele está?
Vicê chorou?
Draco ele
Malfoy
Ele está bem. Está acordado. — Sorri passando a mão pela trança parcialmente desfeita tentando por os fios rebeldes no lugar.
Que bom!
E você?
Ganhamos hem!
Ganhamos? — Draco perguntou e virei-me.
Sim Drake. Ganhamos.
Como?
Ela não contou? Caara, a Izzye ficou no seu lugar, fez umas parábolas, uns giros, umas curvas, uns trancos, umas disparadas, um looping e charám! Pomo de ouro!
Draco sorriu batendo um High Five com os garotos.
Peguei a vassoura que havia jogado no chão e a endireitei ao lado da cama.
Todos falaram alguma coisa e então Madame Pomfrey começou a por todo mundo para fora.
Você também Senhorita Priden! Vamos, vamos.
Descanse Drake. Eu volto.
Vá, vá menina.
Peguei a vassoura e beijei-o antes de sair rindo do rosto vermelho da enfermeira.
Hermione estava ao lado da cama do Potter, mas vi quando Madame Pomfrey foi em sua direção também dizendo que precisava sair.
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