Slytherin Blood

5 Chapter Four - Malfoy?


Notas iniciais
N/CS: Nem demorei... kk, no próximo cap. ela vai pra Hogwarts! Draco is the best! N/EH: Nada a declarar. CS is a angel *-*

Ao acordar, fiquei ainda um tempo refletindo...

Passaram-se quase dois meses, as aulas começariam em breve, minha vida mudara total e radicalmente.

Eu tinha poderes que iam além do conhecido e por isso todos estavam em busca de mais informações, para que me ajudassem.

Aprendi magias que muitos bruxos não sabiam, uma vez que não eram ensinadas na escola. A cada dia, sentia mais raiva de Dumbledore e todos os bruxos estúpidos que apoiaram a ideia idiota de viver em comunhão com os trouxas.

Sabíamos que, devido a ter em meu sangue poder da linhagem Real de Avalon eu tinha a Visão, e havia a linhagem de transformagos de meu lado materno; O que me fazia ter a capacidade de assumir outras formas físicas.

Todo poder e dom que possuía, podia ser controlado por mim, e isso era ótimo.

Havia matado uma pessoa, e estranhamente , ou não, sentia-me indiferente à isso. Já não era um livro aberto, vestindo uma máscara, controlando meus sentimentos e feições como uma Grã-Sacerdotisa. Nutria também um desprezo profundo pelos Cullen, e bem, praticamente todos os purpurinas.

Já tinha um plano, em Hogwarts, faria amigos de casas diferentes e assim, conquistaria Comensais para adicionar às nossas linhas. Sabia que o Comensal filho de Lucio e Narcisa, Draco, tinha a missão de matar Dumbledore, e que, essa missão fora dada antes que eu aparecesse, mas eu fazia questão de ter o palco para mim quando fosse a hora de matar o velho.

Suspirei e balancei a cabeça resolvendo aprontar-me, uma vez que teria um treinamento com Belatrix e Lúcio, e depois conheceria o tal Draco.

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Entrei no salão já preparada, Belatrix era instável, se íamos treinar, ela pegaria pesado, e Lúcio não ficava atrás.

–Bom dia Lúcio, Trix, Narcisa, Sev. –Falei ao passar por eles.

–Bom dia – desejaram em uníssono

–Bom dia papai.- Sorri ao parar a sua frente com uma leve reverência.

–Bom dia querida. –Respondeu sorrindo e ouvi um ofego de susto.

Segui o som e meus olhos encontraram um rapaz alto, magro, mas forte, cabelos louros, olhos azuis cinzentos. Draco possivelmente.

–Olá. – Cantarolei e ri quando ele corou levemente.

–Este é Draco Malfoy. – Meu pai disse com um olhar divertido. –Esta é Isabella, minha filha. –Encarou Draco, que pareceu despertar do transe.

–Muito prazer Milady. –Disse pegando minha mão e depositando um leve beijo sobre ela.

Ouvi o risinho de Trix.

Virei-me empunhando a varinha e dizendo um Protego antes que seu Tarantallegra me atingisse.

Tarantallegra? Sério? –Lúcio zombou e completou me olhando –Estupefaça!

Desviei e disparei:

Expelliarmus! Estupefaça! Petrifucus Totallis! –Sua varinha voou para um lado e ele para o outro. –Um já foooi –Ri distraindo-me.

Sectusempra! –Trix gritou, e não fui rápida o suficiente, ganhando um corte no braço.

Merda.

Criei um escudo ao meu redor e em meu braço lancei um Vulnera Sanentur e em seguida um Episkey e estava intacta.

Fuzilando-a com o olhar empunhei firmemente a varinha.

Incarcerous! – Enquanto as amarras a prenderam tive uma ideia. –Rictussempra. – Sori maldosa e disse –Pimple Jinx! –Fazendo aparecer muitas espinhas em seu rosto.

A gargalhada de meu pai ecoou e a um sinal Narcisa e Sev foram ajudar Lucio e Trix.

Mal havia levantado ela começou a xingar.

–Oh, Trix, relax! –Ri e com um aceno as espinhas que Sev não conseguiu tirar sumiram.

–Meu rosto está intacto?

–Sim.

–Estão tá. Mas quero revanche.

–Depois.

Olhei para meu pai que sorria e então para Draco que parecia impressionado em como terminei rapidamente com seu pai e Belatrix.

–Como você...Como ela...?

–Ela não é uma simples bruxa, é descendente de Merlin. Isso lhe confere poderes a mais.

Sorri para o louro que pareceu impressionado.

Conversamos por um tempo, repassamos as histórias e subi para arrumar meu malão. Eu iria para a casa dos Malfoy, uma vez que no domingo iríamos até a King Cross.

–Ah papai, queria tanto ficar! Passamos tão pouco tempo juntos!

–Eu sei minha querida, mas é necessário que vá. Não se preocupe, nos veremos em breve.

–Tchau pai. –Abracei-o e ele retribuiu. Afaguei a cabeça de Nagini e desci as escadas até o hall onde os Malfoy me esperavam. Lucio pegou meu malão e então, eu, Draco e Narcisa demos as mãos, sendo que Narcisa segurou sua mão livre e aparatamos para a mansão dos Malfoy.

~~~~

Ao chegar em meu aposento na mansão Malfoy ( em frente ao de Draco) Dusk desenrolou-se de mim, indo enrodilhar-se na grande cama no centro do quarto.

–Obrigada... tio e tia, gostei muito do quarto. –Eles riram ao ouvirem ser chamados de tios e sorri entrando no aposento.

Arrumei minhas coisas, pois meu pai disse que deveria deixar alguns pertences na casa dos Malfoy, e deixei separada a roupa que vestiria até a chegada a escola.

Havia acabado de lavar-me e vestir-me quando ouvi alguém na porta.

–Pode entrar. -Falei pegando Dusk da cama e a acariciando.

–An...Hum...-Era Draco. -Minha mãe disse que o jantar está pronto.

–Ah, claro, entre só vou colocar um calçado. -Sorri e ele retribuiu, fazendo com que eu prendesse a respiração por um momento. Uou...que sorriso foi esse?

Pisquei balançando a cabeça e pegando da cômoda uma sapatilha vermelha que havia acabado de guardar.

–Prontinho. -Falei para Draco e encarei Dusk em seguida — Voccê querr ir até a sssala de jantaarr?

–Não minha sssenhora, obrigadoo. Masss gosstaria de caççar alguma coisssa no bossque.

–Pode ir. Minha janela essstará aberta.

–Até maisss ver milady.

Observei-o rastejar até a janela e desaparecer na escuridão.

–Hum.. Onde sua cobra foi?

–Seu nome é Dusk. É macho. Foi caçar.

–Acho impressionante a capacidade de falar com as cobras.

–É divertido, bem, foi meio estranho a primeira vez que me vi entendendo o que Nagini dizia e respondendo a ela. É meio subsconsciente, entende?

–Acho que sim.

Chegamos a sala de jantar e Narcisa e Lúcio estavam sentados nos esperando, mas ergueram-se assim que apareci.

–Ora, dispensem toda essa pompa. Estão em sua própria casa, e se são meus tios, creio que sejamos meio íntimos, não? -Ri e com um gesto sentei-me em frente a Draco, ao lado de Narcisa. -Acho que deveria ser eu a levantar-me!

–Oh não Bellsy, vamos dispensar qualquer formalidade! -Titia disse rindo também enquanto servia-me um copo de rum de groselha vermelha.

–Obrigada. -Servi-me de um pastelão de rins, boulabaisse, costeletas de carneiro e pudim de arroz, tudo em pequenas quantidades, mas deliciosos.

Como sobremesa deliciei-me com um pedaço de pudim de chocolate.

Após o jantar desejei-lhes boa noite e retirei-me.

~~~~~~~~~

Estava me vestindo quando ouvi meu nome ser chamado.

Olhei para a porta e enquanto terminava de deslizar o vestido por meu corpo disse:

–Um momento. -Andei até a porta e abri-a. -Bom dia Draco.

–Bom dia Mila... Isabella.

–Pode me chamar de Izzye. Afinal nos conhecemos a anos, precisamos pelo menos passar a ideia de intimidade. Nada de Milady aqui.

–Ok. Eu..hum... gostaria de saber se quer acompanhar-me até o Beco Diagonal, esqueci de comprar um dos livros e não passei na Madame Malkin.

–Claro, vou sim. Poderia subir o zíper por favor? — Virei revelando minhas costas nuas.

–Ãnn, claro. -Ouvi-o prender a respiração quando tocou minha pele na base de minha coluna e uma corrente elétrica fluiu entre nós. Parou por uma ínfima fração de segundo e voltou a subir o zíper.

–Obrigada. -Falei e peguei um sobretudo verde água vestindo-o em seguida.

Calcei uma de minhas botas preferidas e bati o cabelo.

Draco acompanhava meus movimentos quase que hipnotizado e quando nossos olhares se cruzaram acabei presa a eles e sustentamos o olhar um do outro por um tempo que pareceu indefinidamente longo e só foi interrompido por Dusk que sibilara em seu sono, assustando-nos.

Limpei a garganta.

–Estou pronta. -Falei pegando alguns galeões e colocando-os no bolso do sobretudo junto de minha varinha.

–Vamos então.

–E seus pais?

–Meu pai disse que não havia problemas em irmos, contanto que voltassemos antes do almoço e não nos envolvessemos em confusão. -Revirou os olhos -Hunfh.

–Sabe aparatar?

–Sei. — Senti que um "lógico que sei" fora reprimido e sorri.

Estavamos no último degrau da escada quando um vislumbre da Visão fez-me tropeçar.

Tão rápido quanto veio, se foi, e me vi amparada por Draco.

Então, a consciência de que estávamos muito próximos despertou algo semi adormecido em mim e quando nossos olhares se cruzaram um capturou o outro...

Minha mão espalmada sobre seu toráx firme, sua mão em minha cintura instintivamente. Em certo momento notei que o aperto estava mais forte que o necessário, mas a essa altura, eu já poderia ter tirado minhas mãos de seu peito e ombro, mas só o que fiz foi segurar-me mais a ele enquanto seus lábios aproximavam-se dos meus. Seus olhos pareciam mais escuros e uma energia intensa nos envolvia.

Nossos lábios se tocaram e fiquei surpresa em ver como se moldavam e encaixavam, a suavidade dos lábios em contraste com a urgência que surgiu entre nós quando pediu passagem e a dei; Nossas línguas travavam uma batalha intensa e separamos nossos lábios arfando, afrouxei o aperto em seus ombros, deixei cair minha mão enquanto ele liberava minha cintura lentamente.

Senti a conhecida sensação de formigação de quando o rosto começa a corar, e reprimi-a vendo-o fazer o mesmo.

–Bem, acho que não vai mais cair...

–É, não vou.

Soltou-me totalmente e relutante estendeu a mão.

–Vamos?

Assenti enquanto ele erguia a varinha e aparatávamos.

Abri os olhos e estávamos próximos a Floreios e Borrões, onde compramos o livro que faltava, e decidi procurar por algum livro para distrair-me em Hogwarts.

–Alguma dica?

–Não, na verdade não leio muito. Tipo, quase nunca.

–Tudo bem, entendi. Vou dar uma olhada nas prateleiras.

–Espero aqui.

Estava olhando alguns títulos de livros sobre história, vendo quais eu já tinha quando uma garota esbarrou em mim.

Ela tinha o cabelo castanho claro assim como os olhos, sua pele era clara e ela carregava alguns livros que caíram.

–Ah, oi desculpe.

–Tudo bem.

Ela pegou os livros e levantou-se ruborizada.

–Foi mal.

–Tudo bem. –Repeti

–Então... Eu acho que nunca te vi. De qual casa é?

–Nunca me viu mesmo. Não sou de nenhuma, fui educada em casa.

–Ah. Mas, então... porque está com essa lista? –Perguntou apontando a lista de Draco que estava em minhas mãos.

–Boa observação. Vou estudar em Hogwarts esse ano, mas a lista não é minha, já comprei meus materiais.

–Ah.

–Tem alguma indicação? –Apontei para os livros.

–Já leu A História Revelada de Avalon?

–Eu tenho em casa.

–Hogwarts Pelos Ministros? É a impressão de cada um dos Ministros que tivemos sobre Hogwarts.

–Não li, mas se o Fudge escreveu aí, prefiro ficar longe.

Ela riu assentindo e apontou mais alguns títulos.

Acabei pegando um sobre a história das fadas, mais por distração do que informação e despedi-me da garota cujo nome nem perguntei e andei até a seção de livros obscuros.

Foi passando a mão pelos títulos que ouvi a voz de Draco.

–Bem Izzye, já escolheu os livros que queria?

–Já sim, aqui não há muitos que eu já não tenha. –Ri e ele sorriu.

–Vamos então? Precisamos ir a Madame Malkin.

–Vamos. –Paguei o livro e fomos em direção a loja.

–Ora, ora, se não é o jovem Malfoy! Seja bem vindo! Vejo que tem companhia rapaz, quem é a bela moça? -Perguntou a alfaiate com um sorriso enorme e curiosidade paupável.

–Olá Madame Malkin. Essa é Isabella Priden. Minha mãe já encomendou as vestes dela, mas viemos, pois preciso de uns ajustes na minha. Aqui está. -Estendeu um pacote com suas vestes e Madame mandou que as colocasse para que pudesse ajustar.

A velha falou o tempo inteiro e Draco ria toda vez que eu bufava, suspirava ou revirava os olhos. Uma eternidade depois ela parou de fazer ajustes na roupa dele e foi até os fundos da loja trazendo um pacote embrulhado em uma espécie de sacola dourada.

–Aqui estão suas vestes mocinha. Gostaria de verificá-las e fazer ajustes se necessário? Afinal, a Sra. Malfoy apenas trouxe suas medidas!

–Não é necessário. Se for preciso eu as ajusto. — Esperei enquanto Draco pagava e Madame Malkin embalava suas vestes e respirei aliviada quando saímos da loja.

–Mais um minuto lá dentro e eu mandava um silencio eterno naquela velha tagarela intrometida! Ela sempre foi assim?

Draco riu.

–Sempre.

–E você nunca mandou um sectusempra na língua dela? Como? -Ele riu de novo enquando apontava para uma lojinha de sorvetes.

–Que tal um sorvete?

–Okay.

Comprei um sorvete de chocolate com calda de abóbora e Draco comprou um de limão com calda de abóbora também. Sentamo-nos num banco sob a sombra de um carvalho que parecia que ia cair a qualquer momento.

–Acho que vou chamá-lo de Drake, posso?

–Hum, pode. Quer dizer, só você pode ok? E... porque?

–Ok. Porquê? Você acha que se nos conhecessemos a anos eu te chamaria de Draco o tempo todo?

–Hum, não. Acho que não.

–Então, tá. Devíamos voltar para a casa.

–É. — Estavamos prestes a dar as mãos para aparatar quando Draco fixou o olhar num ponto e fez uma careta de nojo.

–O que foi? -Perguntei procurando o motivo e vi três jovens, dois garotos e uma garota. -Eu vi aquela garota na loja, ela estava olhando os livros.

–Claro que estava, é uma rata de biblioteca sangue ruim! Que se acha melhor que todos os outros bruxos e bruxas.

–Devo pensar que aqueles são...?

–O trio dourado. -Praticamente cuspiu as palavras. -O ruivo é o Rony Wesley traidor de sangue, a garota é a Hermione Sangue Ruim Granger e o moreno...

–Harry Potter. -Completei com voz gélida e encarei o garoto responsável por dissipar a essência de meu pai e obrigá-lo a assumir a forma ofídica. Uma brisa soprou e a franja que caia sob sua testa ergueu-se mostrando a marca em forma de raio que o fez conhecido.

–Isso. -Draco completou me olhando por um momento.

Os três estavam rindo de alguma coisa quando Hermione olhou para onde estávamos.

Ela sorriu para mim, mas o sorriso apagou-se ao ver Draco ao meu lado.

–Vamos embora. -Falei e pegando sua mão e sacando a varinha aparatei.

~~~~~~~~~

Não falamos nada sobre o trio ou sobre o beijo, e depois de almoçarmos e eu dar a Narcisa um discurso sobre a chatice de Madame Malkin e a falta de opções de livros na Floreios e Borrões, duelei com Draco, e embora ele fosse bom, eu era melhor.

–Ganhei.

–De novo. Sério, não gosto disso.

–Eu sei. Mas eu acho uma delícia ganhar e ganhar de novo! -Ri de sua expressão e ele aproveitou minha distração.

Tarantallegra! — Olhei-o indignada quando minhas pernas começaram a mover-se com vontade própria.

–Drake seu maldito!

–Quem ri por último ri melhor Izzye!

Finite Incantatem! -Ordenei e soltei um gemido quando caí de bunda no chão frio.

Ele ainda ria quando sorri malévolamente.

Locomotor mortis. — Ele caiu, as pernas paralisadas e me olhou estreitando os olhos.

–O que você...

Vingardiun Leviosa! — Falei e ele flutuou até parar bem a minha frente. -Quem está rindo agora? Finite Incantatem.

Seus movimentos voltaram e parou de flutuar. Nos encaramos por alguns minutos, ambos com a varinha em punho.

Abafiato. -Ele sussurrou. — Temo que haja algo melhor a se fazer do que rir. -Falou, os lábios a centímetros dos meus.

–E o que seria ? -Me fiz de desentendida e ele sorriu malicioso.

–Isso. -Agarrou-me pela cintura e seus lábios tomaram os meus, sua língua pedindo passagem de maneira nada gentil. E eu não estava nem ligando com a falta de gentileza. Empurrou-nos até a parede e seu corpo pressionou o meu, a mão indo até o laço de meu cabelo e o desatando, fazendo os fios negros cascatearem. Uma de minhas mãos foi até seu cabelo e o puxei para mim, enquanto nossas línguas batalhavam.

Meu corpo estava quente, e meus pensamentos enevoados.

O que estávamos fazendo? Merlin! Como ele beijava bem! Por todos os hipogrifos de Howarts! Se me sentia assim com o beijo dele, como me sentiria se...

Um ruflar de asas e o pio de uma coruja assustou-nos e separamo-nos ofegantes. Seus olhos estavam escuros, o cabelo bagunçado e seus lábios estavam avermelhados por meu batom.

Ajeitei meu cabelo prendendo-o novamente e desfiz o feitiço. Tirei o batom de seus lábios e sorri levemente. Ele andou até a coruja que pousara sobre o braço da poltrona e tirou o pergaminho enrolado de dentro da bolsinha e a coruja voou janela afora.

Ele leu e depois passou-a a mim.

“Nada me fica oculto”

L.V "

Notas finais
Roupas:http://bimg1.mlstatic.com/lindo-vestido-preto-balada-regata-tam-g_MLB-F-3874846958_022013.jpg http://garotabacana.loja2.com.br/img/e267c853608cf3f81d38af0194e1f363.jpg http://static.assimsefaz.com.br/images/3/61/669/259631/2/159366/img.jpg N/CS: Postado... kkk Lord V. sempre atento... Draco is hot! kkkk se eu soubesse falar/escrever inglês, faria algum sentido... se bem que eu não faço sentido... N/EH: Tá indo bem com os Draco is hot, Draco is the best, Draco is beautiful, Draco is wonderful...Okay, acho que acrescentei alguns adjetivos.... shsuashaush Garotas doidas u.u N/CS: Reviews? Recomendações? Qualquer coisa pra nos fazer feliz? kkk