Slytherin Blood

16 Chapter Fifteen - Ah, ele decidiu conversar!


Notas iniciais
Bem, o coro de aleluias já pode começar. Não? Tudo bem. UM MUITO OBRIGADA BEEEM GRANDÃO PARA A ALICE MALFOY SALVATORE JACKSON!! Se você sentiu falta de cenas cômicas na fic, bem, a intenção não é ser cômica, mas a Alice, uma pessoa que é muito trolladora, ajudou bastante deixando a cena mais engraçada. Muita criatividade com o lepo lepo. ~É, isso mesmo, ela conseguiu por esse barulho que chamam de música no meio da história. Enfim, VALEU ALICE! E MUITO obrigada pelos reviews ^^ AAAAh, não tenho nada contra Jeová, nem contra quem faz oferendas... Reclamações com a Alice tá? u.u E tenho tudo contra a música, maaaas, se você gosta -acho difícil, mas néh? - por favor, não sinta-se MUITO ofendido. Não foi a intenção! Boa leitura pessoas lindas! *Dipsomaníaco, quer saber o que é? Pesquise, eu também não sabia! Só pra avisar, é só mais uma "frescura" do português. Pra que ter 200 palavras com o mesmo significado? Me diz?

A temporada de Quadribol tinha começado, a Sonserina não tinha jogado ainda, portanto, ninguém sabia ainda que eu era a jogadora.

A Lufa lufa perdera para a Corvinal e o próximo jogo seria entre Corvinal e Sonserina, depois, grifinória e lufa lufa, e os vencedores disputariam.

Arrumei minhas vestes e saí do quarto.

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–Bom dia Izzye!

–Oi. — Draco deu um selinho de leve em meus lábios e franziu a testa.

–Tudo bem?

–TÔ ÓTIMA, PORQUE NÃO ESTARIA? -Gritei. Ele me olhou, estranhando e dei de ombros.

–Bom dia Isabelinha! — Dylan cumprimentou.

–Bom dia pra quem? — Perguntei sentando em meu lugar habitual e ele se encolheu-Aliás...Me chame de ''Isabelinha'' de novo- Disse fazendo aspas com os dedos- E você não vai ter filhos jamais -Terminei com um sorriso falso.

–Nossa que bicho de mordeu? -Perguntou Lucca, sério,eles estão me deixando com a paciência do tamanho de um rato, e eu não gosto de ratos.

–Nenhum, mas você pode acabar conhecendo as presas de Dusk caso continue com a boca aberta. — Disparei para Lucca e ele e Dylan trocaram olhares com Draco.

–Bom dia pessoas lindas do meu divo coração.- Emma exclamou sentando ao meu lado.

–Oi cabeça katchupizada. -Respondi, mas os meninos estavam distraídos e não disseram nada.

–EU DISSE BOM DIA! Ninguém vai responder? É assim que as coisas são?-Furiosa, bateu o copo na mesa-Ah seus filhos de umas quengas parideiras- Uou,essa deve ter ofendido.

–Bom dia Princesa, deseja que eu me curve a seus pés? -Perguntei irônica.

–É, temos que nos curvar? Beijar teus pés? Bom dia Vossa Alteza. — Susan que até então estava em silêncio absoluto emendou.

–Não, não precisam se curvar,muito menos beijar meus pés, eca, mas um pouco de respeito a alguém a quem se dizem amigas seria realmente bom!

–Aaah, eu respondi bom dia! Deveria ficar irritada com esses brutamontes idiotas aqui! — Apontei para os garotos e eles ficaram tensos.

–Oow, desde quando somos idiotas?-Perguntou Draco

–Desde sempre, HOMENS são idiotas, insensíveis, arrogantes...-Começou Emma

–Estúpidos, implicantes e se acham superiores! — Toda a raiva se voltou para eles que não entendiam nada do que estava acontecendo.

–Mas o que é que…

–CALE A BOCA! -Exclamamos todas em uníssono e cada uma pegando um muffin de chocolate de cima da mesa marchamos refeitório afora, irritadas.

–Garotas! -Zabini esbarrou conosco.

–Saia da frente!-Falei irritada,porra,eu vou ter um filho,tá doendo demais.

Pansy, que estava ao lado dele enrugou o nariz.

–Qual é a de vocês? Mal amadas é?-Ela perguntou debochada.

–Aaah Pansy, a única mal amada é você sua Cara de Cavalo! -Ellie exclamou e Pansy ergueu os punhos na direção do queixo e começou a dar pulos,pra frente e pra trás.

–Aaaah, vai atacar agora amiguinha? Vai partir pra ignorância? Vem pra briga maninha. -Que bom,briga logo de manhã, weeeeeeeeeeeee.

–O que vocês estão fazendo? -Goyle, que estava um pouco atrás perguntou confuso.

–Nada que te interesse seu idiota. — Passamos por ele e fomos pisando duro até a passagem para o Salão Comunal.

Me joguei em uma poltrona e suspirei. Mordi meu muffin.

–Meus pés estão me matando e o dia mal começou. — Susan reclamou jogando a cabeça para trás.

–Seus pés? Queridinha, minhas costas estão como se eu tivesse carregado um caminhão! — Emma assinalou levando a mão até as costas.

–Aah parem de reclamar,parece que o diabo está dançando lepo lepo dentro da minha barriga. -Bufei. — Vamos para a aula mais chata do Universo.

–EDT?

–É, o que mais seria? — Perguntei sarcástica e Susan se encolheu.

–Uou, esquentadinha.-Disse Emma se levantando.

–Olha quem fala, cabeça de fogo.

–Porque vocês não gastam a energia descontando nos garotos? -Pansy chegou de rompante e perguntou.

–SAI DEMÔNIO,VOLTA PRO MAR OFERENDA, XÔ JEOVÁ-Gritei, qual é?!, ela me assustou.

–O quê?-Perguntou Susan franzindo a testa.

–Nada não,mas Pança, fala aí...porque descontar a raiva nos meninos?-Perguntei com os olhos brilhando

–São uns idiotas. Ficam dizendo que garotas são estranhas,espera...QUEM É PANÇA?-Gritou ela colocando as mãos na cintura.

–Agora que percebeu que são idiotas? -Perguntou Emma. -Pança?

–Ha-ha. — Olhou séria.- Vamos sair logo daqui. Ah, seu jornal Emma. — Jogou o jornal no colo da ruiva que o abriu entusiasmada.

–O que você tanto olha nos jornais todos os dias?-Perguntei

–Pistas.-Respondeu ela sem tirar os olhos do jornal.

–De quê? -Perguntou Susan,adoro um interrogatório!

–Coisas.

–Você é estranha. -Disse...PANÇA HAHAHA.

–Todas somos. Agora, podemos ir?

Bufei e levantei.

Cólica maldita.

Encontramos os garotos já na sala de aula e eles nos olhavam de canto.

–Tudo bem? -Draco perguntou quando sentei ao seu lado e depois de jogar a bolsa no chão me curvei sobre a mesa.

–Não, porque estaria?

–O que foi?

–Tá doendoooo. -Fiz biquinho

–Onde?

–Não interessa. -Percebi que se retesou. — Foi mal Drake. É só que…

–TPM? -AH NÃO,ELE NÃO DISSE ISSO.

–Eu. Não. Estou. De. T.P.M! -Exclamei entredentes e ele se calou.

Algum tempo depois, Esme já havia começado a aula e eu continuava naquela posição. Uma mão pairando sobre o baixo ventre, a outra em cima da mesa, brincando entediada com a varinha.

–Srta Priden, endireite-se em seu assento por favor. -Esme pediu e bufei.

–Dane-se você e sua família de dipsomaníacos -Não faço ideia do que isso significa,mas soou bem.

–Srta Priden, não entendi o que disse. -É claro que ela tinha entendido,ela não é idiota...Tá,ela é idiota. Mas não podia dar tanto sinal assim.

–O problema é seu baranga.

–Queira endireitar-se.

–Não tô afim. Porque não vai encher o saco de outra pessoa? -Indaguei girando a varinha na mesa.

–Ao menos olhe para mim. E eu não “encho o saco” de ninguém.

–ENCHE SIM,O DO SEU MARIDO-nossa, A EMMA DISSE MESMO ISSO? HAHAHA.

–Só me deixe em paz. Estou quieta na porra da sua aula não estou?

–Srta. Priden! Não admito esse tipo de palavreado em minha sala de aula!

–Foda-se o que você admite ou não! Porra, você nunca teve um dia ruim na vida? Estava quieta, sem incomodar ninguém, não fiz nenhuma piada, nenhuma troça, não tinha te respondido nenhuma vez, não fiz nadinha. Nem abri o livro, mas isso é porque eu sou preguiçosa. Se eu pudesse não estaria nessa aula idiota te ouvindo falar sobre trouxas sendo que sei como são, não estaria na sala de aula, ouvindo seus discursos de amor por eles. Não sei porque não segue sua natureza! Se seguisse não exaltaria os trouxas a não ser para falar sobre o sangue deles, então, faça um favor a mim, a si mesma, e a todos aqui, NÃO fale comigo, NÃO olhe pra mim e NÃO mencione meu nome nessa sua boca nojenta e cheia de baratas, porque minha filha...seu bafo é insuportável.

O vaso de vidro que estava em cima da mesa dela trincou quando cerrei os punhos e fechei os olhos respirando fundo. Senti a mão de Draco em meu cabelo e depois em minha testa.

–Você está quente.

–Dane-se.

Dane-se é o caralho.

–É normal Drake.- Disse me encolhendo, ai minha barriga,tem um funkeiro dentro dela dançando beijinho no ombro.

–Não é não. — Ele tirou a mão de minha testa e olhou para Esme.-Professora, vou levá-la a enfermaria.

–Porque deveria deixar?

–Porque ela está queimando.– Ele se levantou e pegando nossas bolsas puxou minha manga.

–Sai Drake. Me deixa aqui com a minha inútil vida. -Claro que eu estou fazendo drama,eu não quero me mover,dói.

–Não.Você vai a enfermaria. -Fez com que eu erguesse o corpo e pegou minha mão a puxando para que eu levantasse.

Bufei e fingi que ia desmaiar,só pra ele me levar no colo.

–Vai mesmo me levar para a enfermaria? — Perguntei em um sussurro,me ajeitando melhor no colo daquela coisa seduzente que estava me levando para aquele inferno chamado ''ENFERMARIA'', posso até ouvir os trovões quando alguém menciona essa palavra.

–Ou vai pra lá ou vai visitar Dumbledore mais uma vez. O que aconteceu com você hoje? Com todas vocês?

–Estou com cólica Draco. Eu costumo ter um pouco de febre quando a dor é forte. Ainda está suportável, não precisava me tirar de lá.

–Está brincando? Você odeia a aula dela.

–Odeio a enfermaria também.

Ele riu, NÃO RIA DA MINHA DESGRAÇA FDP.

–Então é isso? Não gosta de médicos?

–Odeio médicos,odeio branco.

–Bem, não temos escolha. Ela vai perguntar se aparecemos por lá, e se disserem que não teremos que levar um papo com Snape, ou Dumbledore.

Bufei.

Chegando a enfermaria Draco disse que eu estava queimando em febre e Carlisle se ofereceu para cuidar de mim.

–Já passou. Sério.

–O que está sentindo? -perguntou com um sorriso.

–Cólicas. Só. Tem um tylenol, atroveran, dipirona? Qualquer coisa serve.

–E a febre?

–Ora, não é nada. Me dê qualquer coisa, ou não dê nada. Inútil.

Carlisle não tentou falar comigo.

Saímos da enfermaria e fomos até o pátio esperar pela próxima aula.

Bem, eu fui até o pátio. Draco foi até a Sala Precisa. Tenho que parar de usar “nós” o tempo inteiro. Coisa idiota.

Sentei-me em uma mureta e apoiei as costas no pilar enguendo os pés e fechando os olhos, minutos depois, senti uma leve brisa e a presença de alguém ao meu lado.

Ergui os olhos vagarosamente e encarei os olhos claros.

–Oi.

–Olá. — Respondi e voltei a apoiar a cabeça despreocupadamente no pilar. Encolhi as pernas dando espaço.

–Está tudo bem?

–Aham.

–Na sala…

–Não foi nada.

–Entendo.

–O que faz fora dela?

–Bem, afinal não sou aluno mesmo não é?

–Tem razão. E Então, o que quer?

–Direta.

–Não há motivos para não ser.

–Andei pensando, e acho que já quero ouvir o que tem a dizer.

–O que tenho a dizer? Qual parte?

–Bem… Tudo.

–Não aqui. -Olhei discretamente ao redor. Pensei ter visto um movimento no canto do pátio e azarei o local. Sem ver nada, dei de ombros. Peguei um papel de dentro da bolsa.

“Vá até nosso salão comunal. De lá, siga, discretamente o corredor feminino. Virá até meu quarto. Conte até 10 depois que o som de meus passos se esvair.”

Ele pegou o papel e antes mesmo que o lesse levantei e virei as costas.

Cheguei ao salão comunal e só havia uma garota estudando no canto da sala, peguei uma bala no vidro em cima da mesa e a desembrulhei.

Era de hortelã, mas explodia na boca e chiava. Fazia cócegas e ri levemente enquanto andava até meu quarto.

Deixei a porta entreaberta e liberei Dusk que acomodou-se em meu colo.

Contei até cinco e ele apareceu.

Notas finais
Eu sei, I'm bad. Or not. Whatever! Quem a está seguindo até o quarto?