Slytherin Blood

9 Chapter Eight - Amigos, Trio e Detenção


Notas iniciais
Heey!! Primeiro, muito obrigada pelos reviews e Caty, obrigada pela recomendação! Esses dois caps. estão saindo hoje porque nos sentimos muito gratas em ver o número de visualizações, acompanhamentos, reviews, leitores, favoritos e a recomendação! Embora, é claro, mais reviews dos leitores fantasmas sejam bem vindos, mas vou parar de falar sobre isso nesta breve - ou nem tanto - notinha. Boa leitura! Xoxo^^ Link dos personagens: https://drive.google.com/file/d/1dZADG55rS2zSuPBrMJxxN2Ddy-wrQEOY/view?usp=sharing (Atualizado, 2017)

As aulas passavam rápidas.

Luize apresentou-nos Thomas Black, amigo dela desde o primeiro ano.

Thomas azarava todo mundo e colocava a culpa no primeiro paspalho que aparecece, mas era inteligente, determinado e totalmente leal a Luize e a quem quer que conquistasse sua confiança. Creio que sua coragem o tenha colocado na Grifinória.

Os Cullen continuavam tentando contato, mas era só Jasper que conseguia alguma coisa.

—Porque você ainda dá bola pro loiro emo? — Dylan perguntou

—Porque ainda tenho esperança.

—De quê? -Emma entrou na conversa

—Trazê-lo pra cá.

—Pra cá?

—É. Nosso lado.

—Ah. — ambos assentiram e pequenos sorrisos se formaram em seus lábios.

Há pouco tempo Emma havia dito que sabia que éramos Comensais, que sabia que eu era filha do Lord das Trevas — eu diria a meu pai e a mãe dela seria castigada se ela não tivesse sido clara que sempre pretendera seguir os passos dos pais.

Sendo assim Emma, Ellie, Dylan, Susan e os outros já haviam recebido a Marca.

Usando um Legilimens eu havia descoberto passagens secretas que o Potter utilizava e assim de dois em dois fui levando meus novos amigos para a Dedos de Mel onde aparatávamos na mansão e eles ganhavam a Marca. Voltávamos para a escola e algumas noites depois mais dois iam. Em um mês todos já eram Comensais -inclusive Luize e Thomas.

Papai ficou muito orgulhoso, afinal eu conseguira novos Comensais e em tão pouco tempo.

Dumbledore parecia desconfiar de algo, pois o trio e/ou os Cullen estavam sempre rondando. Luize havia dito que na noite em que recebera a Marca os três estavam na sala comunal quando ela e Thomas voltaram e assustaram-se quando os dois entraram, olhando-os desconfiados. No dia seguinte Hermione puxou conversa com ela e tentou saber o que ela fazia fora da cama naquele horário.

—O que você fazia fora da torre? -Hermione baixou a cabeça corada, e em seguida a ergueu empinando o nariz.

Então Luize completou:

— Eu estava com o Thomas.

—Ah -respondeu e foi a deixa, porque logo em seguida Rony a chamou e ela saiu correndo dizendo um tchau por sobre o ombro.

O dia estava ensolarado, e assim nenhum dos Cullen estava por ali, embora muitos alunos estivessem aproveitando o domingo fora das paredes do castelo.

Eu entrei para a equipe de quadribol, e os jogos começariam na próxima semana.

A festa de Hallowen já acontecera, obviamente, e eu dancei com todos os meninos do grupo, porém Draco coroou a noite.

Nossa relação é... estranha. Somos primos perante os olhos deles, mas relações amorosas e até casamentos entre primos são comuns no mundo bruxo então nem é tão estranho para eles, mas...Bem.

Quanto aos meus sentimentos, são meio confusos. Eu sei que me sinto atraída, seus beijos me deixam com ardente luxúria, gosto de estar com ele e o defenderia se fosse preciso -embora algo me diga que seu orgulho poderia atrapalhar isso — eu consigo entender o que ele faz e pensa melhor do que pude entender qualquer outra pessoa, mas não sei se estou realmente apaixonada, e não sei se posso dizer que o amo, afinal, amor não é pra se brincar.

Já aprendi muito com isso.

Emma acabou se tornando minha melhor amiga, e ela costuma dizer que Pansy só não está no lugar dela porque sempre quis Draco e eu cheguei roubando sua chance de tê-lo.

—Hey Belsy! -Luize cumprimentou vindo com mais duas meninas. Seus cabelos loiros brilhavam ao sol, ela usava um short jeans e uma blusa de malha preta com mangas compridas, pois assim escondia a marca. Felizmente, havia outras garotas com blusas e isso não causava estranheza- só nosso grupo usando blusas com mangas.

—Hey Luize. -Sorri levemente e arqueei a sobrancelha indagando com o olhar.

—Essas são Kate Mason e Charlotte Patt elas são primas. As conheci ano passado quando acabamos ficando no mesmo vagão

—Olá.

—Oi. -Responderam juntas.

—Elas são da Lufa-Lufa e estão no nosso ano.

—Temos aulas juntas certo? -Indaguei.

—Sim. Feitiços Avançados. -A loira respondeu.

—Vocês não tem nada a ver.

—Fisicamente, talvez não. — A morena...Kate respondeu. Ela era mais alta e tinha mais curvas que a prima além de ter um ar mais provocante. — Mas pensamos quase do mesmo jeito. Só que ela é a sádica. -Kate riu desviando de um jorro de faíscas vermelhas que Charlotte fez sair de sua varinha. -Ah, morri de medo Charlie! — Charlotte a encarou e meneou a cabeça.

—Querem sentar-se? -Convidei e elas assentiram juntado-se a nós.

Meus amigos olharam-me indagadores. Afinal, sabiam que eu só falava realmente com quem eu sentia ter potencial.

Alguns minutos depois um garoto do segundo ano chegou correndo e entregou um bilhete para Kate que ficou séria na hora.

— Tenho que ir Charlie. O velho babão está me chamando de novo.

—Mas, o que você fez dessa vez?

—Nada. Vai ver ele quer implicar de novo sobre aquilo...

—Ah. Vai lá.

Kate acenou para nós e saiu indo em direção as portas do castelo.

—Velho babão? -Dylan perguntou confuso.

—Dumbledore. Ele vive nos chamando ao escritório dele.

—Por que? -Perguntei curiosa.

—Porque meu tio era Comensal, só que ele morreu num duelo com alguém lá da Ordem idiota do velho. Ela só tinha o tio Dave, uma vez que a tia Betty morreu em Azkaban só porque usou um Avada num trouxa que tentou matar Kate. Aí ela veio morar com a minha família, fomos criadas como irmãs. O velhote sabe do nosso tio, porque ele o conhecia e no dia em que morreu a pessoa que o derrotou tirou a máscara dele. Eu e Kate tiramos boas notas, fazemos travessuras e as vezes respondemos um professor ou outro. Já fomos pegas matando aula, e ele pega no nosso pé, acha que podemos saber o que meu tio queria. O que ele não entende é que éramos criancinhas! Nunca saberemos o que meu tio queria tentando invadir a sede deles. Meus pais não sabem, e eles foram neutros na guerra. Tio Dave tinha um diário e Kate o herdou, mas as anotações acabam alguns dias antes da morte dele. Dumbledore quer o diário, mas Kate jurou nunca entregar. Semana passada ela burlou a aula para ficar com um garoto, mas se ele descobriu já devia tê-la chamado!

Sorri internamente fazendo uma dancinha da vitória. Meu faro não falha.

—O que você acha sobre os Comensais?

—Acho que deviam estar certos uma vez que Tio Dave nunca foi precipitado em tomar decisões. Saibam que só contei a história porque Kate nunca disse para que eu guardasse segredo de todos. Eu sei lá, confiei em vocês e espero que guardem segredo.

—Querida, isso todos nós fazemos quando algo é importante. -Emma disse e eu sorri assentindo.

—Lufanos são fiéis, certo?

—Sim.

—Em quem está sua fidelidade?

—Na Kate. Assim como a dela em mim. E ambas somos fiéis ao tio Dave. Somos fiéis ao que pensamos, não mudamos nossas opiniões quando nos apegamos a elas seriamente. -Tomou ar -Eu gosto de ajudar as pessoas, mas espero que não mexam comigo, porque só tolero até um certo ponto. E para mim o que é justo, é justo. Dumbledore não é justo. O ministério não é justo. Se pra ter justiça, preciso confiar nos que os outros não confiam, eu confiarei.

—É, você tem razão.

Ela suspirou.

—É estranho estar aqui com vocês.

—Porquê? -Ellie perguntou.

—Bom, ver um Sonserino com um Corvino, ainda vai. Ver um Sonserino com um Corvino e um Grifino já é estranho. Mas ver um Sonserino com esses e ainda um Lufano, aí sim, é realmente muito estranho. A maioria julga os Lufanos como os da casa mais idiota.

Alguns riram.

—Detesto concordar, mas é mesmo. Mas não é porque vocês não tem tanto destaque que não significa que não podem fazer coisas importantes, não significa que todos são tapados. -Falei e ela sorriu no final.

—Ora, ora, você realmente é diferente!

—Viu, eu disse que ninguém ia te azarar e xingar de lufana tapada. -Luize disse e Charlie riu.

—Talvez, se você realmente emanasse idiotice… -Draco falou e todos riram.

Katie já tinha voltado e estávamos brincando com feijãozinhos mágicos e alguns feitiços inofensivos, vez ou outra azarando alguém que passava quando o trio andou até onde estávamos.

—Oi. — Ignoramos.

—Olá. -Hermione tentou de novo.

—Que é? — Katie jogou quando vimos que eles não sairiam dali.

—É.. -Ela suspirou e olhou para Harry que encarava meus dedos da mão esquerda entrelaçados nos cabelos de Draco que estava com a cabeça em meu colo e a varinha que eu batucava na coxa com a direita.

—Os Cullen querem falar com você. -Ela disse para mim e a encarei.

—Problema deles.

Ignorei-os.

—Pediram que… -Interrompi-a me endireitando e fazendo Draco sentar (e pegar a mão que antes estava em seus cabelos)

—Você agora é uma Coruja, Granger? — Thomas perguntou e ela o olhou e lentamente baixou os olhos para o leão em suas vestes e suspirou.

—Isabella, por favor, nos acompanhe. -Harry intercedeu e ergui a sobrancelha.

—O quê Potter? O Sr. Raio na Testa que trapaceia com as poções quer que eu os acompanhe?

Ele congelou no lugar e por um momento Hermione o olhou como se dissesse “Eu avisei”

—Me diga Cenoura Weasley, porque eu deveria ir com vocês?

—Porque… Ei! Não me chame de Cenoura!

—Ela te chama do jeito que quiser Traidor de Sangue. — Pansy cuspiu e ele a olhou indignado.

—Ora, os Cullen sabem que enviar vocês três até nosso grupo é suicídio pra vocês, então por favor, retirem-se.

—Mas, eles querem falar com você!

—Fodam-se os Cullen! Se quiserem falar comigo que venham! Ou a poção que estão tomando não impede que brilhem ao sol?

Os três ficaram paralisados me encarando e então Hermione tentou.

—Poção? Como assim? -Meu grupo riu, mas logo voltaram a encarar o trio.

—Ah, não se faça de boba Rata de Biblioteca! — Emma lançou e os olhos de Hermione marejaram.

—Não a chame assim! -Weasley e Potter gritaram e sacaram as varinhas. Logo eu estava em pé com a varinha no peito do Potter e todos se levantaram.

—Saiam daqui. -Falei entredentes.

—Não. Vocês não tem o direito de nos insultar. — Nessa altura muitos alunos se aproximavam. — Ser esnobe não te trará benefício algum!

—Está insultando minha Izzye? -Draco apontou a varinha para a garganta de Potter.

O minha não passou despercebido, mas ninguém de nosso grupo demonstrou surpresa.

Nossa Izzye, Draco. -Emma corrigiu.

—Sentem-se vocês. Baixem as varinhas. -Me encararam e menearam a cabeça. -Agora. -Ainda resistiram então tranquilamente dei as costas ao trio e repeti. -Baixem as varinhas. — A firmeza em meu olhar os fez baixar, mesmo a contragosto. -Draco. -Suspirei vendo-o apontar a varinha para Potter. -Drake. — Coloquei a mão em seu braço e ele me olhou.

—Isabella…

—Por favor. Não se preocupe. — Encostei os lábios em sua orelha — Não tenho medo deles. -Me olhou por mais um momento e dessa vez, envolvi minha mão ao redor da sua e tirei a varinha dele. Seus olhos mostravam que não estava gostando daquilo, mas ele não mandava nas próprias ações.

Suspirou e nesse momento ouvimos a azaração do Wasley.

Idiota. — Resmunguei. Todos se assustaram e ficaram a postos, mas eu tinha sido mais esperta. Ao nosso redor havia um escudo e no momento em que a azaração o encontrou voltou para o Weasley. -Nunca me subestime. -Potter me encarava assustado enquanto a Granger tentava reverter o feitiço.

—Faça parar! -Ela gritou para mim. -Por favor. O que você fez?

—Eu? Nada. Ele se azarou.

—Não! Seu escudo! Como foi que potencializou a azaração?

—Não interessa. — Sorri enquanto saía dali com meus amigos.

—Srta. Priden. -Suspirei quando ouvi a voz de Dumbledore.

Que é?

Os que observavam me olharam chocados.

—E vocês? O que estão olhando? -Desviaram o olhar.

—O que está acontecendo aqui Srta. Priden?

—Pergunte ao seu querido trio dourado. O Weasley foi quem nos azarou.

—Então porque ele é o único no chão?

—Porque foi idiota o suficiente para pensar que eu era idiota para virar as costas sem um escudo ao nosso redor. Simples. O feitiço voltou para ele. Se duvidar, bem, tem muitos alunos que viram o que aconteceu e tenho certeza de que vão relatar a verdade. -Lancei um olhar carregado aos que ainda olhavam e engoliram em seco.

—Porque o Sr. Weasley a azarou?

—Porque chamei a Rata de Biblioteca Granger de Rata de Biblioteca. — Katie disse e me assustei por um momento. Ela não tinha dito isso.

—E porquê?

—Porque estavam enchendo o saco! -Draco exclamou e Dumbledore nos encarou.

—Dá pra parar com o interrogatório? Vai me mandar pra detenção ou não? -Inquiri e o velhote suspirou.

—Harry, Hermione, levem Sr. Weasley até Madame Ponfrey. -Os dois assentiram e apoiaram Rony que tinha o corpo todo inchado e da cor de seus cabelos. Cenoura. Eu ri.

—Do que está rindo Srta.?

—Do Cenourinha. -Falei e todos riram.

—Srta. Mason, Srta. Priden, Sr. Malfoy, me acompanhem.

—Porquê? Se eles forem vamos todos! -Emma exclamou e Dumbledore a encarou.

— Não. Vocês não vão conosco. Sem assumir culpa. — Falei e se encolheram.

—Mas, Izzye…

—Relaxa! -Exclamei e ri. — Vamos.

Dumbledore andou a nossa frente, e eu sabia que nossos amigos estavam nos seguindo para dentro do castelo.

—Katie, porque fez isso? -Perguntei e ela deu de ombros.

—Tenho de ser leal a alguém não tenho? -Devolveu e piscou.

—Ele já pega muito no seu pé.

—E daí? Vocês aceitaram a mim e a Charlie. O que eu poderia fazer?

Sorri e pegando sua mão a apertei gentilmente. Draco sorriu de canto e entrelaçou seus dedos nos meus.

—Bem vinda. -Sussurrei enquanto seguíamos o Diretor.

—Srta. Mason, o que fazia com eles? -Inquiriu assim que chegamos a sua sala.

—São meus amigos.

—Até ontem não eram. — A olhou de esguelha

—Hoje são. — Lançou a ele um olhar gélido.

—Certo. O que aconteceu lá embaixo?

—Seu querido trio foi servir de coruja e passar um recadinho dos Cullen para mim. Neguei-me a ir junto com eles e então…

—Eu insultei a Granger. Ela estava pegando no pé. -Katie interrompeu.

—O Weasley fez a azaração idiota, pensando na hora em que o chamamos de Cenoura, suponho. -Draco completou.

—E o feitiço se voltou contra ele. Fim.

—Srta. Mason, detenção. Quero que limpe sua sala comunal.

—O quê? Aaah, não. Virei Elfo Doméstico?

—Então, me dê o diário.

Ela gargalhou.

—Sinto muito, tenta da próxima vez. Não. Eu limpo a sala comunal.

Dumbledore suspirou.

—Srta. Priden, quero que ajude os Cullen com os feitiços que eles tem tido dificuldade.

—O QUÊ? -Draco exclamou. -Ela não vai não. Nem pensar. Eu faço isso. Izzye não vai ficar perto deles. Nem pense nisso velhote!

—Sr. Malfoy! Sente-se! Menos 5 pontos para a Sonserina! Respeito.

Ele continuava em pé, seu rosto estava vermelho.

—Drake. -Pousei a mão em seu abdômen e ele me olhou. -Senta. — Peguei sua mão e o puxei até que sentasse. Em seguida sentei em seu colo. Ele tremia de raiva.

—Srta. Priden, queira voltar a seu lugar. — Dumbledore disse após olhar a cena por alguns instantes. Draco passava a mão em minhas costas e eu acariciava seus cabelos sentindo-o relaxar. Pouco me importava que o velho estivesse vendo o controle que eu podia assumir sobre o Malfoy durão.

—Ah, deixe os dois. -Katie murmurou e ele a ignorou.

—Srta. Priden. -Suspirei e voltei a meu lugar deixando que Draco pegasse minha mão.

—Sr. Malfoy irá ajudar a Srta. Priden.

Draco o ignorou.

—Podemos sair agora?

—Na verdade Srta. tenho algumas perguntas…

—Creio que podem esperar. Ou quer que eu faça as minhas? Como, por exemplo, quem fez a poção Kannadiana aos Cullen?

Ele me olhou em choque.

— Do que está falando?

—Não nos façamos de bobos, sim? -Sorri e levantei. -Até mais ver Professor.

—Duas aulas por semana Srta. Priden. Por quatro semanas.

Assenti e nós saímos da sala.

— Espero que o trio tenha detenção também. -Katie disse a nós antes de sairmos e em um dos quadros o diretor Sonserino cochichou com a diretora ao lado e os cochichos foram passando até chegar aos ouvidos de Dumbledore.

—Eles terão. — O velhote suspirou e a gargula fechou a passagem.

No corredor, todos os nossos amigos esperavam.

— E aí?

—Katie! Porque fez isso?

—Como eu disse a Izzye, tenho de ser leal a alguém, e vocês nos acolheram como se fossemos amigos de longa data.

—Detenção para os três?

—Sim. Katie vai limpar o salão comunal da Lufa Lufa. — Respondi.

—E vocês?

—Aulinhas para os Cullen. — Respondi com nojo e Draco cerrou os punhos.

—Vai ser interessante. — Lucca falou e Ellie riu.

Interessante?— Sarcástica, meneou a cabeça.

—Bem, vamos esquecer isso. Tenho cartas a responder.

—Vamos voltar para o jardim, o dia está tão bonito! -Ellie exclamou.

Todos concordaram em voltar, menos Draco. As meninas me olharam maliciosas e revirei os olhos.

Estávamos no fim do corredor quando os Cullen apareceram.

—Bella? — Ignorei e continuamos andando.

Drake me puxou, fazendo com que nossos corpos se colassem, seu braço ao meu redor possesivamente.

Continua...

Notas finais
Eu sei, isso é maldade. Parece aquela hora em que a emissora corta a cena do filme neh? < Entrei no clima > Bye guys!