Skywalker : Amor e Ódio
36 Uma missão Diplomática parte 4
Notas iniciais
Padmé estava muito nervosa e preocupada com a amiga. Sabé não é normal, não pode ser. O que ela havia feito foi muito além do que Padmé pediu.
Felizmente a culpada por tudo o que aconteceu não demorou a ser encontrada por Anakin e Obi Wan.
E eles a encontraram no Escritório se gabando de o quão bem a batalha havia ido, e claramente ignorando todos os corpos no chão do seu próprio povo.
Assim que a lâmina foi segurada em seu pescoço a Rainha Serah encarou os olhos de Mestre Kenobi sem medo e dizendo:
—Pensei que toda vida fosse sagrada para os Jedis.
Anakin disse numa calma alarmante:
—Sim, mas todos devemos fazer coisas que não gostamos em busca da paz.
A Rainha se alarmou e Obi Wan perguntou:
—Queremos saber exatamente o que está acontecendo aqui. Se Hapes se juntou a Dooku e por que tentou matar todos nós.
Sem opção Serah respondeu:
—Queríamos que as nossas fronteiras estivessem fechadas. Não queremos estar envolvidos na sua política ou na sua guerra, e o Vice rei Gunray nos ofereceu uma rápida e eficiente ruptura das Rotas Comerciais em troca da vida da Senadora Amidala.
Era verdade mas ainda tinha algo que Obi Wan não entendia. Porque a obsessão dela por Sabé se ela estava fora do acordo.
Ele pergunta:
—E porque você se aproximou tanto da assistente da Senadora se não fazia parte do acordo?
Serah reponde:
—Fazia parte do acordo, mas estava mais para detalhe. Foi um pedido de Conde Dooku, ele queria que eu conquistasse a confiança da Sabé, e a convencesse a ficar aqui, para logo depois entrega-la para ele.
Obi Wan pergunta confuso:
—Por que Dooku quer Sabé morta?
Ela responde:
—Bem Dooku não a quer morta, ele disse que se eu não a mantivesse ilesa durante a batalha, não haveria nenhum acordo. Dooku a quer viva, isto eu tenho certeza.
Com certeza tinha algo que os Jedis não sabiam, mas deu para compreender que Gunray queria Amidala morta e Dooku quer Sabé viva.
Mas a pergunta sem resposta é por que?
Não sabendo o que pensar Anakin volta ao foco principal perguntando:
—Então você não está junto com os Separatistas?
Serah responde como se fosse óbvio:
—Claro que não.
Anakin pergunta:
—Então porque não fechou as suas fronteiras de uma maneira legal? Por que pôr a vida da Senadora Amidala em risco?
Serah deu um dos seus olhares arrogantes e orgulhosos, no que era tão boa e respondeu da mesma forma:
—Eu sou uma líder, sempre tomarei a melhor opção em nome do meu povo. A Federação do Comércio ofereceu uma solução livre de problemas.
Obi Wan diz incrédulo:
—Em nome do seu povo? Você não percebeu quantas pessoas estão mortas nas mãos dos seus novos aliados?
A Rainha não perdeu a razão e retrucou:
—Há sempre efeitos colaterais indesejáveis para se conseguir o melhor para o Planeta. Agora vejo que meu plano deu certo e sua Senadora já está nas mãos dos Separatistas e em breve a Assistente dela, estará também.
Nesse momento Anakin teve vontade de cala-la para sempre usando o sabre de luz. Mas controlou porque sabia que não havia necessidade para isso, afinal Padmé está a salvo.
Anakin diz:
—Sinto te informar Vossa Alteza mas Padmé e Sabé estão a salvo com o Príncipe Morish.
Ele nem percebeu que havia chamado sua esposa de Padmé, por causa da raiva que sentia da Rainha, mas Obi Wan percebeu.
Serah diz fazendo uma careta:
—Então meu filho é mais fraco do que eu pensei. E será capturado junto com elas.
Anakin diz com mais raiva ainda:
—Aposto que está rindo de todos nós agora. Sabe o que é realmente engraçado? Você ainda não percebeu que Hapes é da República e que você será presa por alta traição quando chegarmos a Coruscant.
A Rainha engoliu em seco finalmente descobrindo no que ela havia se metido e Obi Wan ficou preocupado com a raiva presente na voz de Anakin quando ele enfrentou a futura Ex- Rainha Serah.
Os Jedis levaram à Rainha para onde o lugar onde marcaram de encontrar Padmé e Sabé. E Felizmente para todos a Rainha traidora passou o caminho todo calada.
Padmé chegou correndo para perto dos Jedis e gritando desesperada:
—Obi Wan, Anakin. Eles levaram Sabé.
Obi Wan perguntou:
—Oque?
Padmé responde ainda nervosa:
—Ela se ofereceu como eu, vocês tem que ajuda-las, eles a matarão.
Anakin a tranquiliza:
—Não. Dooku vai perceber e ele a quer viva, sabe se lá por que.
A Afirmação deu certo e tranquilizou Padmé, mas não o suficiente.
E Obi Wan pergunta para Padmé:
—Eu vou atrás dela, será que existe alguma maneira que eu possa rastreá-la?
Foi aí que Padmé lembrou do quanto Sabé reclamava dos acessórios para cabelo, mas não podia troca-los porque tinham um rastreador embutido.
Ela responde:
—Deve haver um chip rastreador nos acessórios de cabelo que ela está usando, é fácil seguir o sinal.
Anakin pergunta:
—Para onde você está indo? Devemos proteger Sabé e não sua assistente.
Obi Wan explica seu pensamento:
—Anakin pense nisso, porque Dooku quer tanto Sabé viva, alguma coisa ele está tramando. E a única maneira de descobrir é indo resgata-la.
Anakin diz:
—Bom plano. Eu vou ficar aqui e proteger A Senadora. Que a Força esteja com você.
Obi Wan se afastou e encontrou o príncipe Morish no meio do caminho, então perguntou:
—Você não deveria estar com a sua mãe?
Morish responde:
—Estou tentando evita-la o máximo possível. Aliás eu vou com você resgatar Sabé.
Obi Wan se lembrava da ofensa dele diretamente a Sabé, algumas horas atrás por isso estranhou o interesse repentino do Príncipe em sua amiga e se ele fosse igual a mãe, não o deixaria chegar a um metro de Sabé.
O Porquê?
Sabé era diferente da maioria das fêmeas da galáxia, por isso era tão especial e Obi Wan sentia que tinha que protegê-la de que qualquer perigo em que ela se colocasse (O que é bem difícil porque a mesma adora se meter em situações perigosas).
Por alguma razão ele se sentia como um irmão mais velho para Sabé, Não entendia o porquê, simplesmente tinha essa sensação, talvez tivesse ligada à sensação que ele tinha de que Sabé era muito parecida com o seu falecido mestre Qui Gonn, tinha até a mesma alergia dele.
Ele precisava admitir para si mesmo que Sabé o deixava confuso. A sua semelhança com Mestre Jinn era gritante para ele. Os olhos dela, agora ele conseguia reconhecer, era de Qui Gonn.
Seria possível Sab ser filha dele? Isso explicaria a sensação de irmão mais velho que ele tinha sobre ela.
Mas não, ele convenceu a si mesmo que não. Qui Gonn foi o Jedi mais rebelde que já existiu na Ordem Jedi, mas nunca quebraria uma regra séria como essa.
E ele se lembrava o quanto Sabé foi implicante com ele quando se conheceram, nesse aspecto ela não se parecia com Qui Gonn.
De repente uma voz o tira do seu devaneio:
—Mestre Kenobi, nós temos que resgatar Sabé antes que a levem para o outro lado da galáxia.
Era a voz de Morish.
Obi Wan concordou e os dois começaram a seguir caminho com o Mestre Jedi mantenho os olhos bem abertos quanto ao Príncipe Morish
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Sabé vestida como a Rainha Amidala olhou através da rampa de desembarque: A paisagem era apenas um deserto com incontáveis dunas de areia.
Ela estava cansada de ficar presa no navio precisava respirar, estava começando a se sentir sufocada pelo calor feito em Tatooine e o quanto ficava insuportável dentro da nave.
Caminhar sempre foi o seu passatempo preferido, pois assim ela conseguia pensar e isso ela não conseguia fazer dentro da nave com um padawan Jedi insuportável que sempre a contradizia.
—Espero que Vossa Majestade não esteja pensando em fugir escondida pelas dunas do deserto.
Ela se virou e encontrou a última pessoa da galáxia que ela queria ver: Obi Wan Kenobi, o padawan Jedi insuportável que sempre ficava a vigiando.
Ela se virou irritada e Obi Wan disse percebendo:
—Precisa se acalmar, ficar nervosa a essa altura não irá ajudar em nada.
“Me acalmar?” Sabé pensou.
Como ela poderia se acalmar? Ela se preocupa com a segurança de Padmé neste estranho planeta deserto. Ela teme por seu povo em Naboo. Ela odeia estar presa, indefesa e isolada neste navio aleijado, interpretando o papel de Rainha, enquanto o arrogante jovem Jedi educadamente, mas resolutamente ignora suas decisões.
A verdadeira Rainha seria capaz de lidar com Kenobi diplomaticamente, pensa Sabé. Padmé provavelmente seria capaz de encorajá-lo a fazer exatamente o que ela queria. Sabé é muito teimosa para tentar. Hoje, quando ele ordenou que ela não respondesse à mensagem de emergência de Naboo, tinha tomado um tremendo esforço para não gritar com ele, e ela tinha tirado sangue de seus lábios ao segurar uma resposta sarcástica.
Ela diz tentando se acalmar:
—Pode acreditar Padawan Kenobi. Eu estou tudo menos calma.
Obi Wan diz num tom que na época Sabé julgou arrogante mas na verdade não era:
—Talvez devesse confiar no julgamento dos mais experientes em tais assuntos, a não ser que você acredite que Naboo não precisa mais da ajuda dos Jedi, ou do Senado?
Sabé sabia o quanto o Senado era corrupto assim como o Chanceler Valorum, então disse:
—Você realmente acredita nisso? Eu não sabia que inocência era uma caracterista Jedi. Ou talvez seja porque você seja só um aprendiz.
Ele retruca:
—E eu não sabia que petulância era uma característica real, ou talvez seja só você.
Ela começa a se afastar irritada, até escutar a voz dele dizer:
—Posso entender a sua ansiedade, a sua lealdade, o seu medo, mas você deve confiar em nós para ajudá-lo, a raiva não ajudará a resolver essa situação.
Ela se virou e não conseguiu resistir a dizer:
—Não estou gostando da linha desse questionamento. E não presuma me aconselhar Jedi.
Sabé se vira para entrar na nave mas na hora, tropeça numa parte do maldito vestido longo da Rainha Amidala e sente duas mãos a segurarem antes mesmo dela fazer contato direto com o chão.
Havia sido Obi Wan Kenobi, o homem com quem ela tanto implica que a segurou. E ela não gostou nem um pouco.
‘É difícil odiá-lo quando ele tem olhos azuis tão bonitos” Sabé pensou. (Recado da Autora: Deem um desconto tá, Sabé só tinha 16 anos na época e Obi Wan tinha 24 anos)
O momento foi curto, mas a sensação durou. Ele a estava segurando em seus braços e por alguma razão ela se sentia segura lá.
Obi Wan a colocou de volta em pé e Sabé repreendeu a si mesma por estar agindo como uma adolescente apaixonada pelo seu protetor Jedi.
Ela o agradeceu e saiu correndo o mais rápido possível. Porque depois daquilo ela não conseguia nem pensar em como discutir com o padawan Kenobi novamente. Oque era bem raro porque Sabé era muito inteligente, tinha uma língua afiada e adorava discutir.
Sabé acordou sem saber onde estava, e em que planeta estava. Se lembrava claramente do sonho, do sonho não de uma lembrança que ela não se lembrava totalmente, só da briga, o resto estava tudo em branco até agora.
Ela não sabia porque sua mente havia bloqueado a lembrança de Obi Wan a segurando para ela não cair, talvez devesse ser uma barreira de autossuficiência para que Sabé não se apaixonasse por que quem não poderia.
Assim era mais fácil de conviver. Mas agora a lembrança estava completa novamente, e ela tinha medo do que significava, porque Sabé se lembrou bem do que sentiu naquele dia na nave da Rainha e o que pode significar no presente.
Ela resolveu deixar o assunto para outra hora porque ainda não havia descoberto onde estava, tudo o que sabia é que estava completamente escuro. Era muito provável que estava numa cela.
Mas Sabé não estava amarrada, amordaçada ou no chão. Ela se mexeu e percebeu que estava dormindo numa cama confortável e a sala em que estava era grande demais para ser uma cela.
De repente a porta se abriu e a luz ambiente acendeu mostrando a Sabé que ela estava num quarto e a pessoa que entrou pela porta: Era um humano velho com vestes negras, sua aparência bateu como Darth Tyrannus, mais conhecido como o líder separatista Conde Dooku.
E Infelizmente não estava sozinho, estava com o Vice rei Nute Gunray que a reconheceu e disse:
—Espera, eu já te vi antes. Você me enganou.
Sabé disse sorrindo:
—E funcionou perfeitamente, não foi? Mas como você sabe que eu sou realmente Sabé.
Ela continua tentando confundi-los:
—Eu posso ser uma farsante ou a sósia pode ter uma sósia. Ou talvez eu possa ser a verdadeira Senadora Amidala, este tempo todo.
Gunray ficou confuso e Dooku retrucou irritado com a sua tentativa de confundi-lo:
—Chega, você é Sabé. Achou mesmo que eu não reconheceria a filha bastarda do meu antigo aprendiz?
Sabé ficou confusa com aquilo, mas não iria demonstrar fraqueza diante de Gunray, e ela sabia que Lordes Sith mentem o tempo todo.
Gunray pergunta finalmente;
—Você poderia nos dar o paradeiro da Senadora Amidala?
Sabé ficou muito aliviada em saber que não haviam capturado Padmé e decidiu irritar Gunray mais um pouco. De alguma forma Dooku a queria viva, então não havia perigo em irritar o vice rei.
Ela diz fingindo pensar:
—Bem eu poderia, mas eu realmente não quero.
Ela de repente sentiu Dooku tentar sondar sua mente. Uma tentativa fracassada porque Sabé era muitas coisas, fraca de espirito e de mente não era uma delas.
Ela se levanta da cama e diz irritada:
—Olha Dooku, você está discutindo assuntos comigo e não com Gunray, por isso se você quer saber de alguma coisa: Mande esse imbecil esperar lá fora.
Nem um dos dois mexeu um músculo e Sabé disse firme como uma Senadora:
—É assim que eu faço negócios com interrogadores indesejáveis. Agora se você puder me mostrar o caminho para minha cela, ou melhor para a porta.
Dooku responde:
—Primeiro Eu ainda não terminei com você e Segundo: Você não tem uma cela, só esse quarto e deveria ser grata por eu não te jogar no andar das celas junto com os outros insetos.
Pela primeira vez em anos Sabé não tinha uma resposta para um insulto na ponta da língua e o que ele disse sobre ela ser a filha bastarda de um aprendiz de Dooku não saía de sua cabeça.
Dooku diz para Gunray:
—Espera lá fora, eu tenho que ter uma conversa com ela.
Nute Gunray saiu a contragosto e Sabé finalmente perguntou:
—Você conhecia o meu pai?
Ele responde:
—Obi Wan não lhe contou, mas eu era o mestre do seu pai, então você pode imaginar a minha decepção quando eu descobrir que Qui Gonn havia se apaixonado, tendo sido nomeado Cavaleiro Jedi recentemente e tomado Obi Wan como seu padawan.
O Choque foi enorme para Sabé. Mestre Jinn era o seu pai?
O Jedi que ela viu morrer na batalha de Theed e que sempre admirou (ao contrário do seu padawan, que ela desprezava incialmente).
Ela não tinha palavras para descrever o quanto estava chocada com isso. Mas talvez seja uma mentira, afinal Lordes Siths mentem o tempo todo. Mas mesmo com risco de não ser verdade, ela queria saber mais o que com certeza não sairia de graça.
Valia a pena o risco.
Ela pergunta:
—E a minha mãe?
Ele responde:
—Eu a matei logo depois que você nasceu. Esse foi o meu primeiro passo para o Lado Sombrio da Força então imagine o desespero do seu pai ao saber que fui eu que a matei. Depois disso ele escondeu você, até pouco tempo eu não sabia aonde. Mas é você a filha biológica do meu falecido aprendiz, não leve isso como elogio porque afinal você é apenas uma infração que Qui Gonn Jinn cometeu.
“Ótimo agora além de filha bastarda de um Jedi, eu sou uma infração” Ela pensou e começou a fazer mais perguntas, só que Dooku a interrompeu:
—Chega de respostas de graça. È uma troca, você me diz onde está a Senadora Amidala e eu respondo todas as suas perguntas.
Era simplesmente ridículo, ele achar que a vida de Padmé valia algumas respostas.
Sabé diz:
—Eu prefiro passar o resto da minha vida aqui, do que dizer onde A Senadora está.
Ele diz:
—Ele diz:
—Cuidada pequena, não se esqueça de você ainda é a minha prisioneira. E a minha curiosidade em relação á você tem limites.
Sabé diz quase gritando:
—Está perdendo o seu tempo, eu não vou falar nada.
Dooku diz saindo:
—È claro que não, mas veremos se algumas horas trancada aqui no escuro, te fazem falar.
Ele saiu e desligou a luz ambiente. Sabé tentou correr até a porta, mas estava trancada.
Ela sentou na cama novamente e refletiu tudo o que Conde Dooku disse sobre Qui Gonn.
Sabé nem pensava nele como pai, era impossível pensar nele em outra coisa que não seja o Mestre Jedi que a ajudou na Invasão da Federação do Comércio.
Ela se levantou e escutou um barulho no piso do quarto, se agachou lentamente e tirou a tabua do piso sem muita dificuldade usando seus instintos apesar do escuro. Não podia ver o que tinha dentro, então colocou a mão lá dentro e encontrou e sentiu um objeto no formato de um cilindro, e sentiu um botão de ativação.
Um sabre de luz, só poderia ser isso.
Ela pegou o sabre ainda sem jeito, afinal nunca havia segurado um. E ele a chamou, só não sabia o porquê?
Pressionou o botão de ativação e a lâmina verde ganhou vida. Dooku com certeza não esperava que ela achasse a arma. Mas isso não a impressionava, era típico de todos subestimarem Sabé.
Sabé se aproximou da porta para corta-la com o sabre de luz, mas algo lhe dizia para não fazer isso de forma alguma.
E quando ela se aproximou da porta com a iluminação verde do sabre, ela entendeu: A porta era feita do metal mais forte e resistente do universo, o mesmo material que era feita a espada que ela usou na batalha em Hapes.
Ou seja se Sabé tentasse cortar a porta com o sabre de luz, não só não cortaria como dispararia um alarme estragando sua tentativa de fuga.
Ela precisava pensar em outra solução e rápido. Foi aí que ela viu um respirador de ar semiaberto.
Ela o abriu e deu direto do outro lado da porta, o problema era que o respirador de ar era muito pequeno, só uma criança conseguiria passar por ele e olhe lá. Felizmente os controles da porta ficavam baixos o suficiente para Sabé conseguir destruí-lo com o sabre de luz.
E ela fez, com um golpe certeiro Sabé jogou o sabre de luz aceso do outro lado em cima dos controles, inevitavelmente os destruindo e liberando a porta.
Assim que a porta se abriu ela pegou o sabre do chão e começou a correr tentando ao máximo não ser percebida por nenhum dos milhares droids vigilantes que andavam nos corredores.
“Com certeza Será uma Fuga Difícil” Sabé pensou e estava certa.
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