Notas iniciais
Eu espero que gostem e não se esqueçam de comentar o que acharam, por que assim nos incentiva a postar os outros capítulos. Por favor comentem.

Eram 09h30min da manhã em Holanda estava nevando — coisa que eu adoro — coloquei meu, sobretudo, meia-calça e meu all-star branco e tudo já estava pronto.

— Está com fome? — Disse olhando para meu pai sentado aguardado ansiosamente.

— Não, só quero chegar logo — Disse meu pai olhando fixo para uma direção.

— Teodor, você não comeu nada até agora, desde que nós saímos de casa. — exclamei.

— Quando sentir fome aviso você pequena. — Disse Teodor com um sorriso.

Eu sorri e fiquei pensando como seria a nova casa. Como seriam os costumes dos britânicos. Meus pensamentos foram interrompidos com o barulho do avião chagando ao aeroporto.

— Vamos filha, já anunciarão nosso voo.

Só olhei para ele sorri, ajudei-o a se levanta porque ele estava bem fraco.

— Pai eu vou liga para sua mãe...

— Sua avó, Sophia! — Disse Teodor olhando para mim.

— Tanto faz, vou ligar para informar sua situação. — Exclamei pegando o celular e discando o número.

Os pais do meu pai não são muito familiares, eles nunca aceitarão meu pai ter casado com uma holandesa e você já imagina como é a crise das famílias — ODEIO ISSO.

—Alô — Uma voz rouca do outro lado da linha falou.

— Eu poderia falar com a Lorelai?

— É a própria! — Disse a mulher com a voz doce.

— É a Sophia eu gostaria de lhe informa sobre meu pai seu filho. – exclamei.

— Ah! Oi querida como está seu pai?

— Nós estamos indo visitar vocês, meu pai está doente e precisa de um tratamento correto!

— Claro meu bem podem vir, sabem a que horas que vocês vão chegar?

— Mais ou Menos daqui dois dias!

— Ok minha querida vou esperar vocês!

— Beijos e até!

— Até querida!

Meu pai estava me esperando para embarcar e chegar a uma cidade que fica no norte da Inglaterra.

Entramos no avião ajudei meu pai coloquei meu fone de ouvido escutando minha banda favorita Evanescence — My Immortal.

Passarão se os dias, as horas e os minutos e enfim chegamos a New York.

Quando estava descendo do avião para minha surpresa os pais do meu pai estava lá nos esperando.

Meu pai logo de longe os avistou e abriu um sorriso no canto da boca.

— Meu filho! Quanto tempo. — Disse Lorelai chorando de alegria.

— Mãe também estava com saudades. — Disse Teodor abraçando Lorelai.

— Filho você voltou para sua casa! — Disse Roby.

— Vamos pai preciso de um chá quente e de uma cama confortável. — Teodor disse rindo.

— Vamos meu amor vamos logo!

Todos estavam felizes por se reencontrarem, mas até que perceberão que eu estava ali.

— Calma mãe não vai cumprimentar Sophia?

Ela me olhou de cima a baixo com cara de nojo de desprezo.

— E é claro Sop...

— Sophia. — Disse apertando sua mão.

— Olá minha querida. — Disse com um sorriso falso em seu rosto.

Eu apenas sorri para não fazer feio, tinha que pagar de boa moça.

— Então todos apresentados agora vamos. — Disse Roby.

Andamos mais ou menos uma hora até poder chegar à casa dos meus avós — JURA QUE EU OS CHAMEI DE MEUS AVÓS AFF — continuando...

Roby parou o carro em frente à casa e todos nós descemos.

Olhei para a casa e fiquei imaginando se eu poderia ser feliz ali, mas era pouco provável.

Entrei e já perguntei aonde ficava meu quarto e logo eles apontarão para um quarto no fundo do corredor.

Abri a porta do quarto já jogando minha mala na cama e indo direto para o banheiro, estava exausta e precisava fica sozinha por alguns minutos.

Comecei novamente a perceber que eu estava muito quente, e isso estava me deixando louca e com um pouco de medo. Eu poderia sair na neve sem casaco algum que não sentiria frio e isso me assustava ainda mais.

Fiquei olhando um pouco no espelho, fechei os olhos e sai de lá antes que eu começasse a pirar.

Abri minha mala peguei um short agarrado e uma blusa do Evanescence e fui em direção à sala.

Chegando lá vi meu pai chorando me fazendo ficar preocupada.

— Não posso ficar longe dela. — Ouvi Teodor dizendo entre lágrimas.

— Ela precisa de estrutura, de estudo. — Lorelai falou.

— Posso saber o que esta acontecendo aqui? Ou é reunião de pais para filho? — Falei sendo irônica.

— Você vai para um internato na Califórnia! — Roby disse olhando para mim.

Paralisei naquele momento, senti minha pulsação ficar mais forte, meu corpo começou a esquentar mais, parecia um vulcão querendo explodir, fechei meus olhos e respirei fundo pensando em como seria esse internato, pessoas novas, amizades novas e o principal fica longe do meu pai.

Não tive escolha e arrumei minha mala, fui em direção ao táxi que já me esperava na frente da casa. Não olhei para trás e mantive cabeça erguida — ACHO QUE ESSE ORGULHO PUXOU, ADMITO, PARA OS BRITÂNICOS — Senti uma mão me segurar e olhei para meu pai — Odeio despedidas.

— Promete que não vai esquecer-se do seu pai e sempre vai manter contado?

—Claro pai, te amo muito viu! — Disse dando um abraço forte no meu pai e um beijo em seu rosto

— Também Te amo pequena.

Montei no táxi e fui para o aeroporto peguei o voo e fui para meu destino Califórnia.

* * *

Chegando lá peguei outro táxi do aeroporto e entreguei para o motorista o endereço do internato. Depois de meia hora cheguei ao meu destino. Desci do táxi peguei minha mala e fiquei parada na frente observando, a única coisa que veio em minha cabeça foi à imagem da minha mãe. Fui interrompida por uma mulher baixa meio morena e com os cabelos curtos:

—Olá meu nome é Catarina Bookeys!

—Oi sou Sophia Red.

—Ah você é a aluna nova vem vou te levar para o seu quarto e depois mais tarde teremos algumas apresentações no pátio.

Catarina me levou para um quarto com o numero 15 me deixou na frente da porta e saiu dizendo tchau.

Entrei e logo vi uma garota de cabelos negros e olhos azuis que por sinal era muito bonita.

Notas finais
Espero que tenham gostado desse capitulo, e não se esqueçam de comentar com o que vocês acharam e o que vocês acham que devíamos mudar. Tem muita coisa por vir ainda, como podem ver a ação nem começou, mas espero que tenham gostado. Opiniões são bem vindas bjo até o próximo capitulo.