Sin City
15 Alguns sorrisos escondem as maiores falsidades
Notas iniciais
Sim! Capitulo novo em plena noite fria de sabado....rsrs
E eu só posso dizer que estou muuuuuito feliz, já que a fic teve mais uma recomendação!!! Naomi-chan, sua fofa! Muito obrigada viu!? E muito obrigada também a todos que deixaram seus preciosos reviews, adorei gente!
Bom o cap de hoje tem um pouquinho de tudo e de todos.
Então boa leitura, espero que gostem, porque eu já falei demais hoje...rsrs
Antes de ir ao bar onde seria a tal comemoração, Rukia desceu até o cassino para dar um "tchau" a um certo ruivo, que encontrava-se sentado proximo ao balcão do bar conversando com aquele conhecido homem de cabelos vermelhos que ela já nem lembrava mais o nome. Caminhava a passos lentos na direção do jovem Kurosaki vislumbrando toda a beleza e charme daquele homem, que a essa altura já tinha o paletó preto já aberto e um pouco desalinhado e a gravata afrouxada. E não demorou muito para os olhos dele perceberem a bela mulher vestida casualmente com uma calça preta justissima, uma regata branca e com seus saltos altos vindo em sua direção. Era para ele impossivel não admirar descaradamente tamanha beleza, que chamou a atenção de praticamente toda a massa masculina do local, inclusive do seu amigo Renji, que cutucava seu braço sem parar.
_ Já vai? — perguntou enlaçando logo sua cintura e a trazendo para perto de si
_ Já, passei só para falar um tchau. — colou os labios nos deles, passando uma das mãos até a nuca do ruivo. E aqueles labios pareciam ter uma magnetismo natural, pois separa-los era tarefa muito dificil. E foi assim com muito custo, e depois de pigarrear muito que Renji, conseguiu a atenção para si.
_ Foi mal Renji. — disse se separando os labios dos da morena e rindo debochado para o amigo.
_ Me desculpe e boa noite senhor....é.... — Rukia levou uma das mãos ao queixo, forçando sua mente a lembrar o nome daquele homem.
_ Abarai Renji. — com um sorriso forçado se apresentou novamente.
_ Ah claro, Sr. Abarai. Eu já estou de saída, como eu disse passei só para falar tchau. — sorriu para o jovem tatuado e voltou seu olhar para Ichigo.
_ Divirta-se. — disse e mais uma vez tomou os labios da baixinha.
Renji que obsevava a cena, apenas revirara os olhos. Assim se despediram e Rukia foi em direção a saida. E claro que mais uma vez o ruivo não pode deixar de admirar aquela bela visão, agora de um angulo diferente.
_ Cacete Ichigo, que cara de panaca é essa? — deu um tapa nas costas do amigo que quase caiu do banco.
_ Quem está com cara de panaca aqui, seu otário? — indagou se ajeitando novamente.
_ Você, né seu babaca! Olha só, está até com brilho na boca. — apontou e começou a gargalhar.
O ruivo tocou a ponta dos dedos nos labios e olhou logo em seguida, percebendo que o tatuado tinha razão. _ A foda-se, não tô nem aí pra isso. — disse parecendo não se importar e não fazendo questão nenhuma de limpar os labios.
_ Xi....tá apaixonado. — debochou e fitou o amigo que arregalava os olhos. _ E ela tá apaixonada por você. Que coisa linda!! — riu mais uma vez debochado
_ Cala boca Renji.
_ Cala boca Renji? Ichigo, você deveria estar feliz, já que ela não parece ser uma dessas interesseiras que estão soltas por aí, e outra ela nem precisa. E tem mais. — fez uma pausa dramatica levantando o dedo indicador. _ Cara, ela é gostosa pra carabamba!
_ Renji, seu desgraçado pára de falar dela assim na minha frente. — como de costume o ruivo se irritou enquanto seu amigo gargalhava colocando uma das mãos em seu ombro.
_ Calma cara, só estou dizendo o que eu acho, que ela é uma boa pessoa, em todos os sentidos, se é que me entende. — riu da propria piada. _ Agora sério, eu sou sincero quando eu digo as coisas, você sabe.
_ É eu sei. — e realmente sabia. Renji poderia ser tudo, um louco desgraçado que não parava de falar o lhe vinha a cabeça, mas tinha que concordar que quando falava de alguem era sem falsidade.
Não muito longe dali, Rukia chegava ao bar onde já estavam a pequena Hinamori e a impaciente Matsumoto.
A morena foi logo de encontro a elas e a primeira coisa que fez foi dar um forte abraço na aniversariante e lhe entregar um pequeno embrulho logo em seguida. A pequena abriu e se deparou com um delicado par de brincos dourados.
_ Kuchiki-san, não, não....- balançou a cabeça negativamente. _ Rukia-chan, não precisava se incomodar. — sorriu em agradecimento a amiga.
_ Que isso Himanori, eu achei eles a sua cara. — sorriu alegremente.
_ Nossa Rukia, achei que não fosse chegar mais. — repreendeu a loira cumprimentando a amiga que nem respondeu.
As três se sentaram a mesa e logo que as bebidas chegaram, fizeram um alegre brinde. E mal haviam tomado o primeiro gole, quando vêem um homem de terno chumbo muito bem alinhado vindo em sua direção. Todas sorriram, mas uma mais que todas, era Hinamori que parecia não se caber de felicidade.
_ Me desculpem pela demora. — cumprimentou Matsumoto e logo em seguida se dirigiu a Momo, lhe envolvendo em um caloroso abraço. _ Feliz aniversário. — pronunciou baixo, o que fez a pequena sentir faltar o chão sob seu pés.
Rukia sorria ternamente ao perceber tamanha felicidade da amiga só pela presença daquele homem. Que agora a cumprimentava com um forte e demorado abraço. _ Obrigada por vir. — sussurou ela em agradecimento.
_ Jamais negaria a um pedido seu, Rukia-san. — aproveitou para afagar carinhosamente os cabelos negros dela enquanto as palavras saiam sussuradas de sua boca.
Ichimaru Gin que vinha logo atras, se quer teve tempo para as formalidades, pois logo de cara foi agarrado pela loira que o calou com um beijo quente e o colocou sentado ao seu lado. O maximo que fez foi acenar de longe para as garotas.
_ Pena que chegamos logo depois do brinde. — disse Aizen se sentando entre as duas pequenas.
_ Não seja por isso Aizen-san, faremos um novo brinde, não é mesmo Hinamori. — deu uma piscadela para a amiga, chamando o garçom logo em seguida.
Com a chegada das bebidas, todos se levantaram e ao mesmo tempo disseram varios motivos para o brinde, dentre amizade, saúde e até mesmo o audivel muito sexo, vindo de Matsumoto é claro. Porém uma unica figura nada disse, apenas olhou para o seu lado esquerdo, fitando misteriosamente a jovem Kuchiki antes de sorver lentamente sua bebida.
Permaneceram ali por um bom tempo embalados por conversas animadas e muita bebida e só se deram conta que já era hora de ir quando a mesa já não cabia mais garrafas vazias.
_ Vamos Hinamori, eu te levo. Prontamente Rukia se ofereceu para leva-la, já que a amiga tinha vindo junto com Matsumoto, que a essa altura além de bebada estava acompanhada por Gin.
_ Não se preocupe Rukia-san, eu a levo para casa. — tomou a frente da morena que nada entendeu e virou-se para a pequena Momo, que corou de imediato. _ O seu namorado deve estar te esperando e eu tenho muito o que conversar com a Hinamori-san. — fitou novamente a morena, que continuou sem entender nada, porem não questionou.
O barulho irritante de um celular, rompia o silencio daquele quarto, onde dois corpos dormiam pesadamente cansados, após muita bebedeira e após isso, uma noite de muito amor. Ichigo que tinha ficado até tarde no bar do seu hotel jogando conversa fora com Renji, esforçava-se para abrir os olhos e mais inda para tirar o braço que envolvia aquele pequeno corpo adormecido sem acorda-lo. Tateou tudo que estava ao seu lado em busca do irritante aparelho.
Olhou para aquele desconhecido e insistente numero. _ Alô. — atendeu com a voz ainda embargada de sono.
_ FILHO DESNATURADO!! — o ruivo quase deu um pulo afastando o celular do ouvido. _ ESTOU A UM TEMPÃO E....
_ Velho desgraçado, quer calar essa maldita boca e parar de gritar porque eu não sou surdo! — esbravejou tentando manter o tom baixo de voz.
_ Viu, bastou eu viajar por alguns dias, que você nem quer mais saber do papai... — choramingava Isshin ao telefone, enquanto Ichigo escutava e revirava os olhos.
_ Velho, em primeiro lugar, não faz alguns dias, já fazem meses! E outra você tem noção de que horas são agora? — disse entediadado enquanto olhava do relogio. _ Velho são cinco da manhã e eu estava tentando dormir com a minha namorada e você me liga pra encher o saco.
_ Não tô nem aí pra hora, só sei que aqui o sol brilha, faz um calor de 40° e suas irmãs acabaram de mergulhar na piscina. — falou cantarolando e gargalhando logo ao fim. _ Ai ai, meu filho idiota com uma namorada, e desde quando você virou sarrista??. — gargalhou deixando o ruivo irritadissimo.
_ Olha velhote, se ligou só pra me acordar e falar isso eu vou desligar, porque alguem trabalha aqui.
_ Não Ichigo! — berrou antes que ele desligasse. _Filho ingrato! Eu liguei para te lembrar do aniversário da Yuzu. Vamos fazer uma grande festa e você não pode esquecer, senão ela...
_ Eu não esqueci e nem vou esquecer. — interrompeu seu pai trincando os dentes para responder. _ Só que o aniversario dela é daqui a dois meses! — esbravejou e desligou o telefone, olhando logo em seguida para o lado e aliviou-se ao notar que Rukia sequer tinha se mexido.
Ainda exaltado, foi tomar um copo de água afim de acalmar os animos e deitou-se novamente depois. Envolveu cuidadosamente aquele corpo quentinho em seus braços e se aconchegou na tentativa de pegar novamente no sono. Por outro lado, Rukia que permaneceu inerte até aquele momento, havia escutado toda a acalorada conversa, também os berros de Isshin e o tom nada baixo de voz usado pelo ruivo, teriam acordado até quem dormisse no quarto ao lado se ele não fosse o escritorio. Embora não tivesse entendido por completo o teor da conversa, tinha ouvido algo que realmente lhe estava intrigando. Namorada? Teria mesmo ouvido direito?
No dia seguinte as horas pareceram voar, e já se passava das três da tarde quando o jovem Kurosaki caminhava apressado por um dos corredores do seu hotel. Um dos funcionarios havia acabado de lhe avisar que uma pessoa o esperava em seu escritorio. Mas antes acabou curzando com Ishida no meio do caminho.
_ Ishida?! O que está fazendo aqui?
_ Eu acabei de chegar e...
_ Como assim acabou de chegar?? — interrompeu parecendo um tanto indignado. _ Seu nerd preguiçoso, isso são horas??
_ Peguiçoso eu? Não me faça rir Kurosaki. — ajeitaou os oculos com a mão direita. _ Eu acabei de chegar porque eu estava visitando os seus outros hoteis, ciosa que você deveria estar fazendo.
_ Ah é? Bom se é assim tudo bem. — debochou da aparente irritação do amigo. _ Mas agora me diga uma coisa. — com um sorriso forçado, pegou com tudo a mão direita do outro. _ Desde quando o senhor ficou noivo? — apontou para a aliança dourada que reluzia no dedo de Ishida.
_ Er....bem, olha Kurosaki. — sem graça o rapaz tentava dizer alguma coisa, mas nada que prestasse saía de sua boca.
_ Seu nerd maldito, se está pensando que vai se casar com a minha empregada e que vai levá-la embora, está muito enganado, me ouviu? — soltou a mão do amigo depois de lhe dar um violento apertão. _ Depois continuamos. — Deu as costas e saiu andando.
Ishida apenas observou o comportamento estranho que o ruivo sempre contumava ter com aqueles que realmente gostava. E Nemu era uma dessas pessoas, já que o acompanhava desde o primeiro dia em que foi morar sozinho a alguns anos.
Ichigo chegou ao seu escritorio e se deparou com aquela figura feminina pequena e delicada sentada em uma das poltronas com uma pasta apoiada no colo.
_ Me desculpe pela demora, é que eu não estava esperando ninguem hoje. — se aproximou da gorata que levanta-se para cumprimenta-lo
_ Eu é que devo desculpas Sr. Kurosaki, por vir sem avisar. — estendeu a mão cumprimentando o ruivo, que retribuiu um tanto confuso. _ A me desculpe, eu sou Hinamori Momo, a secretária da Srta Kuchiki. — sorriu serenamente.
_ Ahh, claro! Sabia que conhecia você de algum lugar. — sorriu simpaticamente apontando a cadeira em frente a sua mesa para que ela se sentasse. _ A Rukia fala muito de você. São grandes amigas, não é?
_ É sim. Eu e Rukia-chan somos muito amigas. — respondeu com um sorriso terno nos labios.
_ E o que te traz aqui Hinamori-san?
_ Eu gostaria de pedir um favor. — o ruivo apenas acentiu com a cabeça. _ Será que poderia entregar isso para a Rukia-chan? — direcionou a pasta a ele, que pegou de bom grado. _ Sei que ela vai chegar mais tarde hoje, devido a visita a uma das filiais e ela vai precisar de material para reunião de amanhã. E como são documentos importantes preferi entregar em mãos.
_ Claro, pode deixar que eu entrego a ela.
_ Agora preciso ir. — levantou-se com tudo da cadeira, o que assustou um pouco o rapaz. _ Muito obrigada Sr. Kurosaki. — empalhou mais uma vez um sorriso sereno nos labios enquanto se dirigia a porta.
_ Que isso. Eu fico feliz por saber que a Rukia, ao contrario de mim, está rodeada de pessoas competentes como você Hinamori-san. — a acompanhou até a porta e logo em seguida se despediram formalmente.
Rukia que periodicamente fazia visitas as filiais de suas empresas, realmente chegou tarde naquele dia. Estava exausta, talvez mais pela bebedeira da noite anterior do que pela tal visita em si. Assim que abriu a porta da suite, deparou-se com o ruivo que acabara de sair do banho somente com uma toalha em volto a cintura. Os cabelos ainda molhados e o sorriso largo estampado nos labios daquele homem que vinha em sua direção, pareciam lhe revigorar. Mas foi o beijo carinhoso e caloroso que ele lhe dera, que a fizera esquecer daquele cansativo dia.
_ A sua amiga veio aqui hoje. Me pediu para te entregar isso. — se separou da morena e pegou a tal pasta que estava em cima da cama. _ Ela disse que era muito importante e fez questão de me entrega em mãos.
Sem entender, Rukia abriu a pasta e retirou de lá alguns documentos e planilhas. _ Nossa, ela veio entregar isso pessoalmente? — perguntou mais para si, mas o ruivo também gesticulava positivamente com a cabeça. _ Ela poderia ter me enviado por e-mail.
_ Sei lá Rukia, só sei que ela me parecia bem preocupada. — deitava-se preguiçosamente na cama.
A jovem Kuchiki parou por um instante pensativa no ato da amiga e deixou escapar um leve sorriso. Quem sabe esse fosse o principio para uma reaproximação entre elas. Saiu de seus pensamentos quando percebeu que um certo ruivo a encarava como se quisesse saber o que ela estava pensando. _ A construtora me ligou hoje e disse que meu apartamento fica pronto esse final de semana. — mudou de assunto.
_ Puxa, achei que fosse demorar mais dez dias. — permaneceu deitado, apoiou as mãos atras da cabeça e fitou o teto. _ Então você vai voltar para sua casa e eu vou voltar para minha.
_ Está querendo me dizer que está ficando aqui no hotel por minha causa? — cruzou os braços e o encarou.
_ É. — respondeu e continuou a fitar o teto. _ Tenho certeza que se eu te convidasse para ir para o meu apartamento você não iria querer. Estou errado? — virou-se encontrando os olhos serios da morena, que apenas suspirou e nada respondeu, virando-se logo em seguida e indo para o banho.
Longe dali, Ulquiorra estacionava seu carro numa das vagas na espaçosa mansão de Aizen. Notou que assim que desligou o carro, outro veiculo desconhecido por ele, dava partida e saia da propriedade. Não deu muita importancia, já que eram comum visitas fora de hora. Mas mesmo assim não pode deixar de perguntar, assim que chegou ao jardim e se deparou com o homem de cabelos azuis sentado bem a vontade num dos bancos de marmore.
_ Quem era? — fez sinal com uma das mãos se referindo a pessoa que acabara de sair.
_ Sei lá. — respondeu Grimmjow o encarando sem vontade nenhuma. _ Acho que é o tal informante, ou melho a tal informante que o Aizen falou naquele dia. — falava com certo desdem, voltando seu olhar novamente para o nada a sua frente.
_ A tal? — indagou Ulquiorra curioso com o destaque que o azulado fizera questão de frizar.
_ É. Eu não vi quem era. Só escutei uma voz de mulher conversando com ele lá no escritorio quando cheguei. — fez uma pausa e então voltou a encarar Ulquiorra. _ Parece que se tratava do tal dossie.
Notas finais
não foi tão revelador, mas acho que também não confundiu ainda mais a história. Pessoal está confuso???
Bom pelo menos já deu pra "matar" quem é o/a tal informante do Aizen, né??
Espero pelos coments de vocês, por favor não se esqueçam de mim......rsrs
Bjokas
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