Simplesmente Complicado
19 Perdidos - Part I
Notas iniciais
Pov Merida:
— Seu idiota – Gritou Rapunzel. Aquilo era patético. Estávamos no meio da floresta em minha terra natal. E pra completar estávamos perdidos. Estou com frio, com sono e para completar a desgraça estou com fome. Tem como piorar? Claro. Está chovendo forte.
— Idiota? Não fui a pessoa quem levou um homem para sala do chefe – revidou Jack, isso é exaustivo. Está brigando? Não, ver tudo isso sabendo que os dois são praticamente muito diferentes para ficar juntos. – Bem, o motivo para está discutindo é muito óbvio. São oposto.
Coloco os braços envolta de mim para me aquecer da chuva, já está escuro. A única razão para estamos vendo é a lanterna de Soluço.
O porquê estávamos ali? Vamos voltar para hoje cedo...
(...)
No momento que o céu estava azul e o ar meio úmido por causa da grama. — Estava um dia perfeito... Ou nem tanto, eu estava no gramado junto a meus irmãos.
Minha mãe estava deitada tenta se bronzear perto da piscina, meu pai querendo matar meus irmãos, Normal. Não poderia está mais normal que isso...
— Meninos! Voltem aqui – gritou meu pai praticamente se arrastando atrás deles, eles pegaram a perna falsa ou prótese de coitado. Montaram nos cachorros e saíram correndo pela casa, enquanto meu pai tenta a qualquer custo andar. Tentativas fracassadas.
Olho em volta sorrindo, até que me deparo com Soluço sentando na grama tentando desenhar. Ele estava mais feliz do que de costume. – É só eu, ou ele está feliz aqui? Decido me levantar e caminhar até ele.
Me aproximo por trás, querendo surpreende-lo. Mas decido não causar-lhe um ataque cardíaco.
— O que está desenhando? – Falo em seu ouvido, ele praticamente Pula e joga o caderno em uma moita próxima.
— V-você quer para? – ele gagueja arrumando o óculos na cara.
— Não, quero saber o que estava fazendo – eu solto uma risada pelo nariz.
— Estava desenhando – ele olhou para o chão corando. Abri um sorriso. Ele esta corando?
— Posso saber o que estava desenhando?
— Coisas – respondeu rapidamente olhando o gramado.
— Que tipo de coisas e essas coisas são o motivo você esta corando?– falei, ele rapidamente tirou o óculos e olhou seu reflexo. Em seguida jogou o óculos fora, que logo foi apanhado pelos meninos e papai tentando pega-los.
— Não estou vermelho. É o Sol. E pra completar essas coisas que eu estava desenhando, são coisas que eu gosto – falou cruzando os braços.
— Isso não explica o fato de que você estava olhando para mim – Me aponho em seu ombro e sentir o mesmo ficar tenso.
— Eu não estava olhando para você – resmungou. Revirei os olhos.
— Idiota – sussurro. Quando escuto a campainha, nos dois nos entreolhamos enquanto minha mãe grita.
— Merida, Querida você pode ir ver antes dos seus irmãos?
— Claro mãe – Grito de volta. Adentro a casa em direção a porta da frente passando pelo corredor. Não é difícil, só ir direto que vai dar na porta da frente. Eu giro a maçaneta para me depara com um albino de cabelos brancos e a Punz de cabelo curto. – Espera o que?
— O que aconteceu com seu cabelo? – grito, ela franzi a testa e sorri.
— Ta saindo melhor do que eu imaginei – falou, o albino continuou a olhar para mim.
— Tem algo na minha cara? – falo, ele levanta as mãos em rendição.
— Não ruiva – sorriu, apenas ganhando um olhar de reprovação da loira.
— Ela não foi com sua cara – falou Rapunzel me puxando para dentro, deixando o albino com as malas.
Eu iria abrir a boca, mas ela me parou estressada.
— Se você quer saber, ele é o cúmulo da minha curta vida – falou ela, eu dei uma boa olhada nela, nunca pensei que minha Punz seria capaz de corta o próprio cabelo. — ela ta crescendo, bem, nem tanto.
Eu afasto meu olhar para o albino, e vejo ele tentando entra com as malas acaba caindo. Porque eu só conheço loucos? Eu suspiro caminhando até lá, o ajudando.
— Obrigado ruiva – sorriso, qual é o problema dele comigo? Apenas chamar-me pelo nome.
— Merida, Prazer – resmungo colocando as malas no pé da escada.
Deixamos a sala para lá fora outra vez, assim que chegamos minha mãe correu para abraçar a Punz, e Soluço para cumprimentar, enquanto nenhum sinal de meus irmãos e meu pai.
— Jack, quanto tempo – Falo, Albino que agora é Jack sorriu em seguida o abraçou amigavelmente.
— Olá meu jovem, você é o namorado da Rapunzel, agora entendo o motivo dela não vir – Rapunzel e Jack ficaram vermelho da cor do meu cabelo. Praticamente.
— Não, não somos – Falou Jack.
— tecnicamente não podemos, ele é meu chefe – falou Rapunzel, minha mãe levantou uma sobrancelha confusa.
— Agora você é mais uma vez da minha empresa? – falou Jack sarcástico para a Punz.
— Se você não está lembrado, você não me despediu – falou Rapunzel cruzando os braços.
— Criança, Agora. Porque Vocês não vão mostra aos meninos em volta? – Falou Elinor, Concorda foi o pior erro da minha vida insignificante.
(...)
Agora estamos parados no meio do nada, não tenho culpa pela falta de orientação da Punz ou não ter estado aqui a muito tempo.
— Eu desisto, vamos para aqui.
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