Simplesmente Complicado
17 Ciúmes? Não sei...
Notas iniciais
Pov Merida-
— Vamos, acho que não é assim que um homem toma iniciativa – digo, eu e ele estávamos cavalgando a horas, pelo meu instinto e o relógio em meu pulso, são exatamente 6hrs, o ambiente ainda estar úmido e frio, graças a madrugada e o clima chuvoso da Escócia.
— Ah – rir sarcástico — Não, mais se esse homem nunca andou de cavalo na vida, tem um problema na perna, e está andando com uma menina que passou parte da sua vida junto a cavalos – diz ele se aproximando de mim por trás.
Suspiro. Isso já estava mais que na cara, mais o cavalo cujo o mesmo está montado já tem idade o suficiente para obedecer ordens e ser bastante calma para um nervosinho como ele.
— Para de reclamar, estamos ao ar livre, aproveite – digo, olho para trás de o vejo caído na grama, bufo e desso de meu cavalo, o puxando para voltar onde ele estava no chão. Olhei por um momento para ele antes de abrir a boca.
— O que faz no Chão? – pergunto, ele se senta aponhando com mãos e me dar um sorriso.
— Eu resolve apreciar a natureza sabe? Como você disse.
— Você caiu do cavalo?
— Foi.
Não aguentei e comecei a rir, ele se levantou e se limpou da grama na sua roupa.
— Isso. Ria de mim – diz ele me empurrando, me fazendo cair, ele não fez isso. Eu olhei para ele com a cara emburrada, ele arregalou os olhos.
— Oh meu Deus, Me desculpe – ele diz se afastando e indo para o seu cavalo.
— É MELHOR VOCÊ CORRER.
(...)
— Como você aprendeu a cozinhar? – ele me perguntou trazendo a massa, depois de passamos uns 30 minutos correndo atrás um do outro feitos duas criança de 5 anos, resolvemos voltar, onde estávamos todos dormindo, principalmente os dois cães.
Resolve cozinhar, assim dou uma folga a Maudie, e sucessivamente ele está me ajudando.
— Como você já sabe, eu moro em NYC, e a Rapunzel não gosto de fastfood, ela diz que encurta a vida, e me fez mudar também.
— Ela costuma cozinhar?
— É ela que cozinha, faz de tudo de um simples pão a pizza, mais quando estou de folga e ela trabalhando, eu precisava comer, não tendo o que fazer, aprendi algumas coisinhas – digo pra ele, mexendo a cobertura dos bolinhos.
— Está explicado – diz ele me entregando a massa.
— Desde que terminamos, você vive só?
— Alguém do meu cachorro e as visitas do meu melhor amigo, vivo – diz ele com um sorri, ele deve ter desconfiado da minha pergunta.
— Não é o que você está pensado – afirmo — e sua namorada? Ela não passa muito tempo pelo o que eu vejo.
— Ela costuma passa na minha casa as vezes, e as vezes me entretê – diz ele com tom malicioso, nessa hora não sei se fico com raiva do que ele disse, ou vômito no chão da cozinha. Não iria cair bem, logo na cozinha, então decide me acalmar.
— Você deveria ter a consciência de não me falar uma coisas dessas? – digo, despejando a calda dos bolinhos.
— Porque? Está com ciúmes?
Sim, um pouquinho. Não, mais é claro que não. Porque estou falando uma coisas dessas? Até parece que eu gosto dele. Eu não sei.
— Oi? – diz ele acenando as mão na minha frente, eu olhei para ele piscando algumas vezes, eu estava falando sozinha? Ele estava sorrido. Não seria possível ter falado isso vem vós alta...
— Você gosta de mim? Porque você meio que estava tento uma luta com sua mente e murmurando algumas coisas sem base.
— Nada... Eu estava falando o que?
— Só consegui ouvir, gosta e não sei. – ele rir da minha cara, sinto meu rosto esquentar, eu volto ao bolinhos, nessa mesma hora minha mãe desce as escadas.
— Criança? Você estão cozinhado? – pergunta ela, se excorando no balcão.
— Sim, Mamãe – digo, e Soluço sorri para ela, sério? Somos criança?
— Ah, a Mãe da Punz ligou, e você realmente tem que fazer ela vir para cá. Ela tem uma surpresa – diz ela cantarolando. — ou melhor, duas.
— vou tentar – digo saindo da cozinha, limpando minha mãos com um lenço, pego meu celular que está na mesa de centro da sala.
Depois de um tempo, alguém atende. Parecendo que está preste a matar um.
— QUEM É? – fala ela, com ódio na voz.
— Punz? Você está bem? – pergunta, ouço ela suspira.
— Sim, está – diz fria.
— Liguei para te fala se está tudo bem... E você tem que vir para cá.
— Sim, vou. Porque? Tem algo?
— Sua mãe tem duas surpresa...
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