Simples True

2 1 ano depois


Notas iniciais
Demorei um pouco, mas aqui estou, hoje me deu não sei um pouco de inspiração, espero que gostem do novo capítulo e que comecem a entender um pouco do manejo da história. Pois bem, o achei meio longo mas é isso ai. Tenham todos uma boa leitura e por favor escutem Angels da banda The x x dica pra você que vai começar uma fic ou está meio sem inspiração, eu simplesmente a amei.

Cerca de um tempo se passa e por mais jovem que fosse ela não consegue esquecer o garoto que a tanto tempo estava com ela e simplesmente sumiu.

[o sinal bate]

– Intervalo crianças! – diz a professora sorridente. A menina já com seus 6 a 7 anos simplesmente suspira e pega seu lanche tirando os cabelos da frente de seu rosto, um garoto ruivo de olhos claros e sardas no rosto se aproxima dela.

– Hey! Reyb posso falar com você? – Reyb ao olhar ve o garotinho mais detestável pelas garotas da sala de aula Ian.

– O que você quer? – ela o olha um tanto com nojo e desigualdade que nem as outras garotas. Embora o rapazinho fosse bonito ela simplesmente não ia com a cara dele ela sentia que ele não era alguém que ela poderia confiar. Ele se aproxima:

– Eu estive pensando... – A garota logo se afasta dele – calma, eu só queria que fossemos amigos – Reyb não acreditava em uma só palavra que ele dizia, se afastando dele:

– Reyb! Eu só queria que... – ela acaba se encostando à parede, logo percebendo não ter muita saída. O menino se aproxima e põem a mão no ombro dela Reyb o olha mal encarada – você já beijou alguém Reyb? – Ela um tanto assusta ruboriza mais e o olha um tanto indignada:

– Não! – o olhando feio. O garoto se aproxima do rosto dela fechando os olhos e fazendo biquinho. Ela o empurra:

– O que você ta fazendo!? – O menino meio sem jeito:

– E-Eu quero um beijo seu Reyb – a olha um tanto corado:

– Eu não vou te beijar Ian! V-Você é nojento! Sai de perto de mim! – a menina assustada consegue sair de perto dele.

– M-Mas é só um! Vai Reyb! Por favor! – a menina pisa no pé dele e sai correndo – Você vai ver! Eu vou conseguir isso uma hora!

A menina muito assustada e com um tanto de temor acha um local se isolando das outras crianças comendo seu lanche quieta e pensando nas coisas que acontecerá.

Horas se passam e logo chega a hora da saída. Ela fica olhando a porta e as crianças indo e suspira pensativa se esquecendo de tudo, vendo as professoras conversando uma com a outra na porta, até que sente alguém pondo a mão em seu ombro fazendo com que ela se arrepiasse todinha e sentisse medo ao ouvir a voz que a chamava:

– Reyb? – a menina vira pra traz e vê o garoto com mais dois colegas.

– O-O que foi Ian!? – diz com a voz um tom nem ai, mas por dentro com muito medo. Ele se aproxima dela tentando a beijar. Ela o empurra – Hey! O que acha que está fazendo?

– Não vai dar meu beijo? – Ele a olha com cara de cinismo e ela o olha com cara de obveo.

– Não! – ela o olha mal humorada e quando o menino quase avança nela e ela está prestes a bate-lo os dois meninos que com ele estava a pegam pelo braço e a prensam na parede – Me solta! Me solta! – a menina dizia um tanto impaciente e sentindo raiva e medo ao mesmo tempo. O garoto se aproximava como uma cobra prestes a atacar a presa, e ela simplesmente sendo o cordeirinho inocente sendo sacrificado – Socorro! Socorro! – Ela virava o rosto de um lado pro outro escondendo os lábios do menino. Ele já próximo aperta suas bochechas a fazendo soltar seus lábios, a menina já muito assustada sentindo frio na barriga não acreditando no que estava prestes a acontecer. Puxava seus braços, mas estava doendo devido aos garotos os apertarem com força e de tanto ambos terem os puxado. Com medo sem poder fazer nada apenas sente repulso pelo menino já prestes a chorar sente os lábios dele tocando aos dela logo a fazendo fechar os olhos e derramar uma lágrima, ela fecha os olhos logo fazendo com que tudo pare e os meninos a solte. Ela derruba ardendo aquelas lágrimas quase sem conseguir dizer nada chamava a professora chorando

– P-Pro... o-o-o Ian e-e-ele m-me beijou... – dizia gaguejando muito e chorando sentindo muito nojo do menino e pensando em tudo aquilo várias vezes não saindo de sua mente. A professora a olha não ligando muito e simplesmente ignora

Tempos depois seus pais chegam e ela tenta os falar o que ouve com cara triste e com as lágrimas já secas:

– M-Mãe? H-Hoje na escola... – ela é interrompida. A mãe da garota suspira ironicamente:

– Com licença meu amor, mamãe já fala com você. Ah? Eu? Da licença, você está na minha casa e não consegue nem ao menos ter a capacidade de cuidar dos teus filhos! Não consegue nem ter um emprego decente e se estabilizar na vida! – E novamente seus pais estavam a discutir, e como sempre seu pai sempre abaixava a cabeça e ficava quieto, quase nunca ele falava algo no meio das brigas acho que este era um dos pontos a qual ela mais o admirava, aquilo era quase um monologo, ou melhor era um monologo. Ela sabia que sempre qual quer problema que dava sua mãe o culpava então ela simplesmente se calou até que chegasse em casa.

Suspira e simplesmente sobe para o quarto e se tranca dando amém por ser sexta-feira e não precisar mais olhar para a cara do moleque que ela tanto estava a odiar. Ela deixou sua mochila do lado e se cobriu logo adormecendo.

Notas finais
Obrigada por sua leitura, e até semana que vem.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.