Sim Senhor.

2 Dizendo não a tudo.


Na manhã seguinte Vegeta já está terminando de se arrumar para ir trabalhar, ele passa pelo o espelho se olha e põem seu crachá no bolso e sai dando de cara com sua vizinha.

- Bom dia Vegeta.

- O que tem de bom Uranai._Ele era acompanhado por ela.

- Vegeta não quer tomar um café da manhã lá em casa.

- Não.

- Um iorgute talvez.

- Eu estou indo trabalhar velha chata, não me amole._Ele desceu as escadas rapidamente.

- Esse jeito estúpido dele me agrada tanto._ pensava a velhinha Uranai.

Vegeta passa na cafeteria e compra um café e sai.

- Grande show hoje à noite. __ Raditz divulgava com uns panfletos.

Um outro pega o panfleto e joga no lixo.

- E ai cara quer se divertir hoje à noite?_Perguntou Raditz. – Há e você nervozinho já sei vai dizer não.

- Sim._Vegeta disse ríspido passando por ele.

- Sim._Ele já ia dando o papel para ele.

- Pare de me amolar, eu não gosto dessas babaquices, eu disse sim para o seu não seu idiota._Vegeta saiu pisando alto.

“Esse ai está sempre nervosinho”. Pensa o rapaz o vendo entrar no carro.

Já na empresa Vegeta acessava sites pelo computador.

“Esposa persa. com.”

- Não._Ele fecha o site. — Festa há fantasia? Quanta babaquice, de jeito nenhum. _Vegeta olha para a sala do seu chefe. – Grsss, lá vem o outro me amolar, droga de chefe... _Vegeta o olhava com cara de poucos amigos enquanto via Cutelo se aproximar dele.

- Vegeta é chamado ao dever.

- Como seu eu fosse um escravo desse banco._Vegeta sarcástico.

- Que isso Vegeta, você não é escravo, e sim um financeiro.

- Grande coisa. _Ele gesticula sentando o olhando friamente.

- Cutelo linha um para você._ Maron avisou do telefone para ele.

- Obrigada Maron.

- Vai atender aqui, “chefe”._Ele olhou Cutelo pegando o telefone da mesa dele.

- Vou, algum problema Vegeta?

- Não, nenhum. “Maldito, por que logo aqui na minha mesa, grsss.” _ Pensava ele com uma veia saltando da testa de nervoso.

- Alô, Cutelo falando._Ele já atendia ao telefone. – Sei... Tudo bem... Eu entendo... Está bem eu digo... Se não dá paciência... Entendi... Ok... Thau._Ele desliga o telefone e volta para Vegeta. – Lembra daquela promoção que nós comentamos outro dia.

- O que tem?_Vegeta perguntou imponente.

- Não vai rolar.

- Não posso fazer nada quanto a isso.

- Mais eles estavam entre você e o Gohan.

- E daí...?

- Poise eles preferiram o Gohan.

- E o que eu tenho com isso?_Ele continuou imponente e prosseguiu. – Eu nem queria esse cargo._Vegeta olhou-o com cara de poucos amigos para seu chefe.

- Sei Vegeta eu te conheço, mas pelo ao menos você não foi demitido.

- Hunpf..._Foi à resposta dele olhando o chefe.

- Vegeta eu tenho um convite que vai te animar.

- Diz logo, eu tenho muito serviço aqui._Ele começou a mexer no computador.

- Então eu vou dar uma festa à fantasia lá no meu apartamento o que acha.

- Eu não vou nessas idiotices.

- Vegeta deixa de ser carrancudo, eu estou te convidando.

- Já disse eu não vou, não me amole._ Ele estava ficando irritado.

- Vai perder um festão.

- Isso e problema meu._Vegeta permanecia imponente.

- Está bem. _ Lá vem cliente._Cutelo olha e prossegue. – Nos vemos mais tarde.

- Humpf...

Depois de Vegeta atender vários clientes pedindo empréstimos e ele negar todos impiedosamente. Finalmente chegou a hora do almoço. Vegeta foi almoçar; depois do almoço ele se sentou próximo a entrada da empresa, pois ainda tinha uns minutos de hora de almoço.

Ele olhava distraído para a rua quando ouviu uma voz:

- Vegeta quanto tempo!_Exclamou o homem ao vê-lo.

- Oi verme. _Ele olhou com cara de poucos amigos.

- Você ainda trabalha aqui cara.

- È o que parece Yamcha, por isso que eu estou sentado aqui na porta com esse crachá ridículo, no meu horário de almoço._Ele respondeu ríspido como sempre.

- Você já deve estar mandando nessa empresa, não e mesmo?_Yamcha perguntou.

- Isso não é da sua conta._Vegeta mantendo-se com sua arrogância.

- Você não mudou nada, em Vegeta, mais me conta como está a Agome?

- Está ótima, melhor impossível. O que quer? Diz logo!

- Eu estou vivendo intensamente, eu já escalei o Monte Fuji, comi feijoada no Brasil. Devia ir lá é um país muito bonito. Já fiz rapel...

- Que emocionante._ Ele estava irônico.

- Quer saber o segredo?

- Não.

- A cara você disse essa palavra, agora que eu vou te contar.

“Grsss... Tenho mesmo que aturar esse inútil”. Vegeta pensava enquanto ele continuava.

- Eu sou um sim senhor._Yamcha tirou um folheto de seu bolso mostrando a Vegeta. – A palavra sim mudou a minha vida.

- E eu com isso?_Ele tentava não olhar para ele.

- Vegeta pego o panfleto.

- Não quero. Estou bem como estou.

- Bem! Eu estou me lixando para bem, cara você não quer esse emprego, você não quer essa vida.

- Já disse você não tem nada com isso.

- Vegeta pega essa pedra e joga na vidraça.

- Ficou maluco Yamcha, nem morto._Ele permaneceu sentado e de braços cruzados.

- Então me pergunta se eu quero.

- Grsss... Você quer jogar essa pedra na vidraça e parar de me amolar Yamcha?

- Eu quero._Ele joga a pedra quebrando a vidraça do banco.

- Você ficou maluco seu verme, olha o que você fez?_Vegeta levantou-se furioso.

- Vegeta, vai lá na reunião._Ele o olha e começa a correr do guarda, dois o pega e ele se solta. – Vegeta viva a sua vida você não vai se arrepender.

- É cada maluco que aparece para me amolar. Grssss.

Algumas horas depois Vegeta já estava em seu carro indo para casa quando seu telefone toca e ele não atende, onde ele passa, ele diz não, era assim a vida de Vegeta uma vida sozinha, de nãos e ranzinza.

Continua...