Silêncio Caminhos Obscuros
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Oi amores, mais um capítulo para vocês. Espero que gostem.
Eu estava parada em silêncio, em meio a floresta; Me posicionando, mirando em meu alvo improvisado, que se encontrava perto de uma árvore. Nordon estava me dando aulas de que eu ainda não havia tido. Apesar de eu achar que já havia tido, Nordon afirma que eu precisava aprender algumas coisas que não estava programado nas aulas.
Soltei a flecha. Nordon me desafiou a partir sua flecha ao meio com a minha, e claro que na segunda tentativa consegui, eu não pensava em desistir sem antes conseguir.–Veja! Agora me surpreendeu. Geralmente, o normal é levar algum tempo até conseguir algo assim. Mas no seu caso, gosto de dizer que arco e flecha está em seu sangue. -Falou ele sorrindo.O restante da tarde passei treinando, tentando consertar os meus pequenos erros, que eu cometia quando em movimento com o arco. Eu sei, sou perfeccionista de mais. As vezes não consigo parar enquanto não acerto algum erro meu. Mas enquanto isso, Nordon ensinava meu irmão com a espada, a lutar.Nosso treinador disse que o importante por enquanto é treinarmos, antes de nossa partida. Iremos procurar a família de meu pai e minha mãe, para informar eles do ocorrido, e pedir ajuda, mas segundo que sei, se encontrão em outro pais a leste. Será uma longa viagem. Isso veremos depois, por enquanto é só treino.Vendo meu irmão concentrado treinando, percebo que ele leva jeito para um iniciante, ele aprende rápido. Minutos depois, sem perceber, acabei me afastando de onde eles estavam ,e acabei indo para no campo, onde se encontra plantações de uva... estão com uma cara ótima. Resolvi mirar com o arco em um cacho de uva.No momento em que eu ia soltar a flecha, surgiu uma flecha atrás de mim, indo parar no cacho de uva que eu mirava, acertou o cacho que foi parar no chão. Fiquei surpresa. Só o que fiz, foi olhar para onde a flecha acertou, e depois olhei para os lados, a procura de quem atirou.–Procura por algo princesa? -Ouvi uma voz masculina, pouco rouca, transbordando ironia e sarcasmo.–Quem está ai? -perguntei irritada, pela ousadia de quem quer que fosse.–Aqui! -Ele rui. Pelo modo como ria, parecia até que ria de mim. Olhei para os lados novamente, e nada. Foi então que algo me ocorreu.Ergui meus olhos para o alto, nas altas árvores da floresta. E como o esperado, lá estava ele. Sua barba por fazer, seus músculos a mostra em sua camisa mal fechada; Cabelos compridos, um pouco abaixo da nuca, moreno claro, olhos castanhos.Ele pulou de onde estava, em cima de um galho enorme da árvore. Pensei de início que ele poderia se machucar, mas me enganei. Ele se aproximou de mim, com o mesmo tom de ironia e sarcasmo de antes.–Não acha que está me encarando de mais princesa? -ele passou os dedos de sua mão em meu queixo, como se estivesse limpando algo. Eu me afastei, e ele disse.- Cuidado, ficou de queixo caído e está bando.Ele gargalhou.–Você é convencido de mais para meu gosto.Falei de cara fechada e comecei a andar, para mais dentro da floresta, voltando para onde eu não deveria ter saído. Mas para a minha infelicidade, ele veio atrás de mim.
Notas finais
Bjs, até a próxima.
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