Sickly Desire

15 Mais uma vez amado


Notas iniciais
Hentai escrito pela Riine ♥

Laxus estava na Áustria cuidando de alguns acordos que faria com uma grande empresa que havia naquele país. Havia acabado de deixar a sala de reunião e estava no estacionamento quando seu celular tocou. Estranhou ao ver que a chamada era de seu segurança. Normalmente recusaria, mas poderia ser notícias de Freed. Já entrando no carro resolveu atender colocando a chave na enguinição. O segurança gaguejava desesperado e Laxus não conseguia entender nada. O homem parecia engasgar para falar, de forma que teve gritar com ele para que falasse direito.

Sentiu a raiva cair sobre si quando conseguiu entender. Aflito, o segurança lhe contara que Freed fugira levando Seny consigo e até o momento não o haviam encontrado. Uma onda de fúria cresceu dentro dele, de forma que se estivesse perto do segurança o teria matado. Em gritos, ordenou que encontrasse o menor ou o mataria. Laxus cumpria não só suas promessas, mas também as ameaças que fazia. Desligou o celular, apertando-o com força, quase o quebrando antes de começar a gritar.

- FREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEDD!!!!

A milhares de quilômetros de onde o loiro estava, Freed espirrou, esfregando o nariz com a ponta da camisa. Alguém estava falando dele, provavelmente Laxus. Havia acabado de comer, mas estava sentindo seu corpo voltando a fraquejar depois de ter corrido tanto.

Com uma bandeja de yakissoba nas mãos, Seny estava ao seu lado comendo. Ambos já estavam no metrô, que por sinal estava vazio. Tiveram de se esconder na estação até que os policiais se afastassem e acabaram perdendo a passagem que compraram. Conseguiram entrar em outro, mas nem faziam idéia para onde estavam indo. Sendo longe de Laxus, até o inferno servia.

Preocupada, a garota voltou a questioná-lo se estava bem, mas percebeu que o menor não admitiria estar mal. Ele parecia péssimo. E com o corpo debilitado como estava não agüentaria muito. Teve de insistir com o rapaz para que descessem em uma estação de Ikebukuro. Já na cidade, procuraram por uma pensão para poderem passar a noite que já se aproximava. Sabiam que chamariam muito a atenção em uma pousada.

Usando mais uma vez o dinheiro que roubaram, compraram roupas novas, comida, remédios e curativos. Conseguiram alugar um quarto por dois dias alegando estar de passagem pela cidade para a velha senhora que lhes ofereceu o quarto. Já instalados, Seny ajudou Freed com seus curativos.

- Freed você não me parece bem. Vamos até o hospital dessa cidade. Tenho certeza de que Laxus não estará lá.

O menor balançou a cabeça, negando. Sabia que o loiro não estaria lá, mas tendo poder como tinha com certeza tinha contatos lá. Além do mais, aquilo não era nada que não pudesse suportar.

- Não se preocupe, creio que se dormir um pouco vou ficar bem. – disse tentando acalmar a garota que não ficou satisfeita. Sabia que uma noite de sono não ajudaria , mas preferiu não insistir. Enquanto arrumava a cama, Freed tirava o casaco que comprara ficando com a camisa branca e suas calças pretas. Normalmente dormia sem camisa, mas com a garota ali era necessário usá-la.

- Não se preocupe eu vou dormir no sofá. Pode ficar com a cama.

A garota o olhou sem entender. O menor sorriu e se virou para pode ir deitar no sofá ao lado da cama. Seny correu ao seu encontro, abraçando-o por trás. Mesmo com o que acontecera antes entre eles, Freed continuava a lhe tratar com respeito, o que a deixava maravilhada. Nunca fora respeitada como mulher por ninguém, mas ali estava a exceção da regra que regia sua vida.

- Não!- Disse em voz alta, o que assustou o menor. – Quero que você durma aqui comigo ......

Freed corou ao ouvir o que a garota dissera. Não esperava ouvir aquilo. Não sabia lidar com aquele tipo de situação. Infelizmente, os livros que lia não ensinava esse tipo de coisa.

- V-você quer que eu durma com você? – disse colocando as mãos sobre as da garota que estavam enlaçadas em sua cintura.

- Sim! – A resposta de Seny foi clara e objetiva.

- Mas Seny isso nã- ......

Não conseguiu terminar. O menor que estava se virando para ficar de frente a ela teve seus lábios tomados. Ela enlaçou as mãos em seu pescoço, colando seu corpo ao dele. Ele não podia contrariar Seny, e não queria. Sabia que ela gostava dele e repudiá-la seria cruel de sua parte. Não queria magoá-la. Deixou aquela sensação que estava sentindo inundá-lo novamente.

Seny o puxou para a cama deitando-se sobre ele, continuando aquele beijo quente e molhado. Freed tentava retribuir, mas como não era muito bom naquilo ficou corado. A garota então começou a desabotoar a camisa do menor, tirando-a com cuidado, pois o jovem ainda estava ferido. Seny acariciava o rosto de Freed e com a outra mão percorreu todo o seu corpo seguindo para o membro do jovem despertando-o. Seny amava Freed e queria tê-lo, não sabia até quando conseguiria ficar ao lado dele e por isso deveria aproveitar cada momento.

A garota começou então a massagear o membro do jovem, cessando seu beijo e descendo seus lábios pelo corpo do menor que sentia arrepios. Ondas de calor e prazer ondulavam pelo corpo do menor com cada beijo que lhe era dado. Tirou a calça e a cueca de Freed vislumbrando o membro do jovem. Seny era fascinada pelo vigor do jovem, de forma que era difícil acreditar em sua falta de experiência. Queria ensiná-lo, mas mais do que isso, queria dar-lhe pleno prazer. Segurou o membro do jovem e começou a lambê-lo para depois colocá-lo todo em sua boca e sorvê-lo com todo o seu desejo. Freed gemeu ao sentir uma onda de arrepios que subiu pela sua espinha. Seny sabia como agradá-lo. Ela continuou a sorver o membro do jovem e a massageá-lo fazendo Freed gemer ainda mais com aquela sensação.

Sorveu pela ultima vez vagarosamente até o topo deixando-o molhado com sua saliva que pingava. Freed já suava e suspirava, estava quase atingindo seu ápice com aquele ato. A garota parou um pouco e se levantou para tirar suas peças de roupa enquanto o menor a observava. Voltando, ela se ajoelhou em cima do jovem segurando seu membro e encaixando-se perfeitamente nele que soltou outro gemido. Seny então se curvou apoiando sua cabeça no peito de Freed, começando a movimentar seu quadril sobre o jovem que a acompanhou. Os movimentos aumentavam e Seny sentia o jovem arfando em seu rosto. A garota levou seus lábios novamente aos de Freed dando-lhe um beijo molhado e ardente. Ela sabia que ele não agüentaria muito naquele ritmo, então diminuiu seus movimentos e mudou de posição. Ajoelhou-se na cama se apoiando na cabeceira com uma mão e com a outra puxou Freed até que seu peitoral quente colasse em suas costas. Segurou novamente o membro de Freed e o encaixou dentro de si, se apoiando nas mãos de Freed que segurava na cabeceira da cama, recomeçando assim as estocadas.

Freed deu uma leve mordida no ombro da garota para controlar o alto gemido que queria sair. O calor de ambos os corpos só aumentava e o ritmo das estocadas do menor também. Os dois gemiam juntos com aquela explosão de prazer quando o gozo de Freed jorrou dentro de Seny e ela atingiu seu ápice também. Os dois caíram na cama exaustos e suados, olhando-se e sorrindo.

- Você foi muito bem Freed! — Disse Seny passando a mão em seu rosto.

Freed se corou e sorriu. Já a garota percebeu que as ataduras do menor mancharam-se de sangue. Algum ferimento deve ter abrido com o esforço daquele ato. Como os dois estavam suados e Freed precisava trocar as ataduras, ela sugeriu que tomassem um banho juntos o que fez o menor se corar ainda mais. Sabia que não precisava ter vergonha da garota, mas mesmo assim era difícil para ele encarar aquela situação. Vendo que seus ferimentos realmente abriram, ele aceitou o convite, seguindo a garota até o banheiro.

Seny ligou a água da banheira e foi até Freed para tirar as ataduras dele que estava de costas extremamente corado.

- Não precisa se envergonhar Freed. Isso é algo normal! – disse-lhe sorrindo.

- D-desculpe, eu ainda não estou acostumado com isso! — Disse o jovem abaixando o rosto corado.

Seny virou-se ficando de frente à ele e o beijou novamente.

- Eu te amo Freed! — Disse a garota olhando fixamente nos olhos do jovem que ela tanto admirava, tornando a lhe beijar.

Freed não sabia o que dizer, de forma que apenas abaixou o rosto e sorriu. Seny o puxou pela mão, levando-o até a banheira. Freed realmente precisava de um médico. Suas feridas mais profundas ainda demorariam a cicatrizar. A garota se ofereceu para lavar Freed que ainda estando um pouco debilitado pelos seus ferimentos, aceitou. Ela começou a passar todo o sabonete liquido pelo corpo do jovem delicadamente. Passou em seus braços, sua pernas, pescoço e foi descendo até seu peitoral tomando bastante cuidado com as feridas mais fundas que havia ali. Foi descendo da barriga do menor até chegar a seu membro. O menor se corou novamente, se arrepiando ao sentir o toque de Seny de forma que seu membro novamente ficou ereto.

- Você quer mais? — Perguntou Seny corada ao ver a situação do jovem.

Freed se corou ainda mais, quase se explodindo de tanta vergonha. Seu corpo ainda pedia por Seny não tinha como ele negar. Mordeu seus próprios lábios desviando o olhar.

- D-desculpe...

- Não tem que se desculpar. Isso é normal! – disse-lhe a garota soltando uma risada.

A garota engatinhou em direção do jovem e se ajoelhou sobre ele, se encaixando novamente em seu membro. Freed ainda estava extremamente corado por aquela situação, mas seu corpo pedia pelo corpo da garota.

Abraçando a garota pela cintura, começou as estocadas. Seny aninhou a cabeça do jovem em seus seios e fechou seus olhos, o sentindo novamente dentro de si. Os movimentos foram aumentados o ritmo ficando cada vez mais rápidos. Freed já arfava e Seny também, mas os dois ainda não estavam satisfeitos.

As feridas de Freed começaram a se abrir novamente e algumas começaram a sangrar, mas ele não queria parar, sentia a dor e a ardência em suas feridas, mas aquela sensação se misturava com o prazer fervoroso daquele ato, anestesiando a dor. O menor gemia de prazer apertando seu corpo mais ainda contra o da garota, aumentando cada vez mais o ritmo de suas estocadas. Chegou ao seu ápice arranhando de leve as costas de Seny que gemeu loucamente chegando também a seu limite.

Cansada, a garota deitou a cabeça no peito do menor, antes de repetir que o amava. Aquilo era totalmente diferente do que Laxus fazia com ele, Freed tinha que admitir. Sentia prazer, não repugnância. Mas além daquilo ir contra seus princípios, ele se sentia incomodado pelo fato de não sentir nada mais pela garota do que atração física. Sentia-se mal quando ela dizia que lhe amava e ele não poder dizer o mesmo. Mas acreditava que com tempo aquilo mudaria. Iriam fugir do país para ficarem juntos. Mesmo que não conseguisse voltar para o lugar de onde viera, queria ficar ao lado da garota e não deixaria nada separá-los.

Sem saber o que dizer, ele apenas a abraçou, acomodando-a em seu peito ferido.