Shrouded in Darkness
1 Capítulo 1-Prólogo
Quinze longos anos se passaram desde que Klaus Mikaelson foi derrotado por Marcell Gerard. Hayley abandonou Nova Orleans e foi em busca da cura para salvar os Mikaelson. Enquanto ela se focava em encontrar uma cura os inimigos do híbrido se manifestavam em toda parte. Seria impossível vencer o exército de centenas de bruxas, vampiros e lobisomens, mas Hayley fez o melhor para o bem de sua filha e a deixou na porta da primeira casa que encontrou e logo foi rastreada, foi assim que a queda oficial dos Mikaelson começou.
Hope foi encontrada com uma bolsa e uma carta pelo mordomo, e entregue ao dono da casa. O homem tinha acabado de sofrer uma grande perda, mulher e filha mortas no parto. Hope recebeu abrigo e comida e vive até os dias de hoje pensando ser, Sarah Ock a única filha de Stein Ock.
7:30 da manhã--Despertador

Ao acordar de seus devaneios naquela manhã, Sarah se levantou de sua cama para tomar café. Se trocou e desceu as escadas, seu pai estava a lhe esperar como sempre. Se sentou à mesa e deixou que o mordomo Alfrey a servisse.
—Bom dia, filha.—ele a saudou como sempre.
—Bom dia, pai. Ontem você conseguiu desconversar, mas de hoje não passa.
—Ainda sobre a carta que encontrou.
—"Ainda sobre a carta que encontrou."—Sarah tentou imitar a voz do pai que soltou uma risada contagiante devido a encenação da garota.—Quero saber quem era Hope Mikaelson.—o clima ficou pesado e Alfrey voltou para a cozinha.
—Alfrey volta aqui, eu sei que você sabe de algo.
—Querida, deixe o Alfrey fora desta nossa discussão. Esqueça essa carta eu já disse que não pertence à nossa família.
—Tudo bem, não perguntarei mais.
—Assim será bem melhor.—Stein colocou a mão sobre o ombro da filha e logo após se retirou.
—Se ele espera que eu vá me dar por vencida está muito enganado.
—Menina esqueça isso.—Alfrey disse serio.
—Por quê?
—Seu pai já sofreu muito na vida e você foi a única pequena alegria que ele teve em muitos anos, então por favor não estrague isso.
—Você e o meu pai são muito amigos certo?
—Ah, acabei de lembrar que eu tenho que aguar as flores no jardim.
—Não, volte aqui agora mesmo.—Sarah o seguiu até o jardim.
Um barulho de buzina pode ser ouvido do jardim.
—Pronto, pronto está na hora da mocinha ir para a escola.—disse ele aliviado.
—Você não vai escapar por muito tempo mesmo.
—Sarah, vamos logo.—Anna acenou com a mão.
—Ai, já vou eu já vou Anna.—reclamou.
Sarah entrou no carro da melhor amiga e em seguida partiram para a escola.
—Anna, posso te contar uma coisa?
—Claro, o que quiser.
—Você tem que me prometer que não vai contar pra ninguém sobre isso.
—Você está me assustando Sah. O que houve?
—Meu pai está escondendo muitas coisas de mim.
—Você sempre diz isso, mas no final você percebe que era apenas implicância da sua parte.
—Dessa vez é serio. Eu encontrei um carta no meio da bagunça do porão e nela falava várias coisas estranhas.
—Tipo?
—Tipo a existência de vampiros...
—Sério Sah, você está ficando louca. Vampiros não existem e nunca existiram, são apenas mitos, como os que você gostava de ler quando era criança.—Anna tentou esconder o nervosismo em sua voz.
—Você tem que acreditar em mi...você tem razão deve ser paranoia da minha cabeça.
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