(Short-fic) 7 Noites!!!
8 Perca o controle!
Notas iniciais
DIA SEGUINTE...
Jose Miguel acordou primeiro que Ivana, logo vestiu sua roupa... Ele olhou para o corpo nu de Ivana de sobre a cama e não pode deixar de morder o lábio inferior.
–Melhor eu ir logo... (Disse e saiu as presas logo em seguida.)
***
Enquanto dirigia Jose Miguel pensava: ``O que acontece comigo... Por que sinto isto por Ivana? Enfim, quem eu amo? Ah, pare de ser bobo José Miguel, você ama Valentina, sua futura esposa! Claro. Por Ivana não passa de uma atração sexual, que irá se resolver logo... Assim que acabar tudo isto... Assim que chegar a última noite!``
Ele dirigiu até sua casa, tinha tantas coisas para resolver, se casaria em três dias com Valentina, obviamente sua cabeça estava a mil.
Enquanto isto...
Ivana acordou sozinha e solitária outra vez, sem Jose Miguel contigo.
–Jose Miguel... Estou começando a ter medo... Será que você não vai se apaixonar por mim? Faltam três dias apenas para você casar... Será que eu ainda devo ter esperanças, esperanças no nosso amor?
HORAS DEPOIS...
Todos estavam reunidos em um jantar na fazenda Los Cascabelles, um jantar para comemorar o tão próximo casamento de Valentina e Jose Miguel. Todos estavam muito contentes, se divertiam e brincavam. Exceto Ivana, ela estava quieta desde que tinha chegado, comia em silêncio, apesar de sentir muito ódio por dentro, não queria estragar aquele momento.
–E o que a Ivana tem? Posso saber? (Perguntou Jose Miguel.)
Todos fitaram Ivana, alguns com certa curiosidade outros totalmente alheios pois já sabiam o motivo.
–Nada. Mas para mim isto não é uma data comemorativa.. Sou obrigada a participar desta farsa? (Soltou já irritada.)
–Seria melhor se continuasse calada, Ivana! (Murmurou Valentina.)
Ivana não disse nada, apenas rolou os olhos.
Logo todos continuaram o assunto, para cortar aquele clima tenso que havia ficado, menos Jose Miguel... Ele passou o resto do jantar sem graça, com muita dó de Ivana, como ele queria cuidar dela.
Por que... Por que ele queria cuidar dela se não a amava? Por que ele desejava tanto estar com ela? Esses eram os pensamentos que rondavam sua mente. Talvez estivesse na hora dele começar a reavaliar seus conceitos.... Seus sentimentos!
–Meu amor... Cada vez fico mais ansiosa pelo nosso casamento, mas, também tenho muito medo! (Mentiu Valentina deitando-se sobre o ombro de Jose Miguel.)
–Medo de que? (Disse e acariciou seus cabelos.)
–Da minha prima, tenho medo que ela me roube você como fez com Alonso! Eu sei que ela seria capaz mesmo agora sem estar louca, não por que ela te ama de verdade mas sim por que ela é má e me odeia, me inveja... (Disse Valentina.)
Ivana que estava bem do lado de JM, ouvia tudo, porém, não se pronunciou. Engoliu todas as verdades e ofensas que desejava jogar na cara de Valentina, engoliu a uma.
Tanto Jose Miguel, tanto Valentina não poderiam imaginar que Ivana estaria ouvindo. Afinal, segundo eles, ela já teria se pronunciado muito antes e começado a gritar feito louca, eles bem sabiam que uma das coisas mais difíceis que existiam era Ivana levar desaforo pra casa.
–Valentina... Não fale assim de Ivana, você sabe que eu não gosto. Apesar de tudo eu... Eu gosto dela e... tenho pena! (Jose Miguel olhou para Valentina.)
–Mas é a verdade! Toda vida Ivana me invejou, por que não chega aos meu pés. (Disse em alto e bom som para que todos na mesa ouvissem.)
Todos encararam Valentina sem poder acreditar naquilo, até mesmo Benita que sempre a havia apoiado não concordava com sua atitude.
–Desculpe, mas, eu perdi a fome! (Ivana se levantou da mesa e seguiu em passos rápidos até seu quarto.)
–Não tem capacidade para ouvir a verdade! (Disse Valentina após Ivana sair.)
–Valentina, ultimamente eu venho suportando muitas coisas, mas não posso suportar que fale mal de Ivana, ela é minha filha acima de tudo. E vem se mostrando diferente, ela já não é como antes, só você não percebe. ( Disse Dona Isabel já farta da situação.)
Todos apenas observavam.
–Por favor tia, pessoas como Ivana nunca poderão mudar! Mas o fato é que compreendo ela sempre ter me invejado, ela nunca chegou aos pés em nada, sempre foi inferior e dependeu de mim. Até mesmo na aparência, sempre foi tão ridícula. (Disse sorrindo sarcasticamente.)
Jose Miguel que também não estava nada satisfeito com a situação estava prestes a intervir quando dona Isabel levantou-se muito irritada.
–Escute bem, Valentina, minha filha pode ter tidos seus dias ruins, pode ter passado por situações que ela se viu sendo totalmente diferente do que realmente é. Mas isto não é vergonha, somente prova o quanto ela é forte e guerreira pois conseguiu passar por cima de tudo! Você pode ser muito linda, mas minha filha também, não é atoa que sempre teve muitos homens atrás dela, sempre foi vaidosa e glamorosa! Ela é tão linda que pode conseguir o homem que quiser, eu te aconselharia a tomar muito cuidado! (Dona Isabel disse encarando-a.)
–Olha aqui, muito cuidado você ao falar comigo desta maneira. Não tenho que tomar cuidado pois Jose Miguel me ama e jamais, escute bem, jamais, daria bola pra uma puta como sua filha!
Aquele foi o fim para Dona Isabel antes mesmo que ela pensasse muito já tinha dado um belo tapa no rosto de Valentina.
–Eu não vou permitir que você fale assim da minha filha, não vou permitir que a insulte! (Disse dona Isabel muito nervosa.)
–Dona Isabel, se acalme, você vai passa mal assim._ Disse Benita se aproximando de dona Isabel._ Venha comigo. (Benita puxou dona Isabel, levando-a para o quarto com cuidado.)
–Imunda, maldita! (Gritou Valentina irritada, ela estava ofegante.)
–Já basta Valentina! Não acha que já passou dos limites? (Gritou JM se levantando da cadeira.)
–Você vai ficar do lado delas? É isso? (Valentina parecia realmente muito brava.)
–Eu realmente não vou discutir com você hoje, está muito estranha e eu realmente não sei se é apenas nervosismo ou se você está começando a se revelar! (Essas foram as últimas palavras de JM antes de sair da casa deixando Valentina com a maior cada de tacho.)
–Não acredito nisso...(Sussurrou para si mesma irritada.)
Jose Miguel andou em direção a seu carro, entretanto, quando estava prestes a destrancá-lo, olhou para cima, avistando o quarto de Ivana.
Nesse momento teve uma ideia um tanto maluca a seu ver, mas era mais forte que ele. A sensação de estar com Ivana e fazê-la sentir-se melhor... Tudo isto era bem mais forte que ele!
Ao ver Ivana tão frágil, sensível e indefesa havia se sentido na obrigação de cuidar dela, mimá-la e sussurrar em seu ouvido que tudo ficaria bem.
Ele se direcionou até a parede e começou a escalá-la com bastante cuidado. Até chegar finalmente na janela, ele entrou para a espécie de Varanda que havia ali e bateu na janela, Ivana assustou-se ao vê-lo ali.
–Jose Miguel?(Indagou abrindo a janela.)
Jose Miguel logo entrou no quarto, foi em direção a porta e a trancou.
–O que faz aqui?(Disse observando-o.)
–Vim ficar com você! (Explicou JM.)
Ivana correu até ele, abraçando-o bem forte.
–Achei que não teríamos essa noite... A verdade é que não quero mais te forçar mais a nada!(Disse Ivana, em sua voz era possível perceber tristeza, ela estava muito sensível.)
–Olha Ivana, na verdade você já me obrigou, não é mesmo? Seria injusto não dar um fim a isso.
–Então quer dizer que você vai cumprir o trato e ficar comigo até a sétima noite?(Os olhos de Ivana brilhavam.)
–Sim... Só vou te pedir uma coisa, que eu quero que você cumpra também! Preciso que me prometa que vai cumprir o que eu te pedir. ( Disse JM olhando em seus olhos.)
–Eu peço que após a última noite você vá embora, Ivana. Vá para longe, por favor. (Disse JM.)
Naquele momento o coração de Ivana falhou uma batida, ele estava mesmo mandando-a embora?
–V-você está falando sério, Jose Miguel? (Os olhos de Ivana se encheram de lágrimas.)
JM balançou a cabeça em concordância, mesmo que partisse seu coração fazer aquilo, era preciso. Não era seguro ter Ivana perto dele depois disso, não sabia se poderia se conter.
–Ok Jose Miguel... Eu prometo que vou embora! Prometo que vou deixar você... (Disse Ivana cabisbaixa, enquanto uma lágrima escorria por sua face.)
–Por favor, não chore Ivanita. Não faça isto. (Disse JM e deu um selinho em Ivana, seu coração se estraçalhava ao vê-la assim.)
–Esqueça isso, Jose Miguel. Apenas me ame! É tudo que quero agora...(Implorou Ivana se aproximando de JM.)
O mesmo a deitou na cama aos poucos, começando a distribuir beijos por todo seu pescoço. Ele aproveitou o momento para tirar a blusa de Ivana, com cuidado. Após feito, apertou seus seios mesmo sobre o sutiã. Ele começou a beijar a barriga de Ivana, fazendo-a se arrepiar.
JM olhou para Ivana, profundamente, fazendo-a pegar fogo apenas com um olhar.
–Eu te amo tanto, tanto Jose Miguel. (Disse Ivana acariciando o rosto de seu amado.)
JM ficou totalmente sem jeito, não poderia falar que a amava também, mesmo tendo suas duvidas, jamais poderia fazer isso.
–Deixe-se levar, Ivana. Deixe-se levar. (Pediu e logo em seguida a beijou, um beijo repleto de amor, carinho, paixão. Um beijo apaixonado, que demonstrava o quanto tinham medo de se perder, um beijo com necessidade e precisão.)
Depois disso, eles se amaram intensamente. Pela primeira vez realmente se amaram, com amor, carinho e pureza. Enfim, uma transa passional.
DIA SEGUINTE...
Os dois acordaram com fortes batidas no quarto de Ivana.
–Meu Deus... Saia daqui Jose Miguel! Não podem te ver.(Sussurrou Ivana rindo, para ela a situação era realmente muito engraçada.)
–Mas...Como???(Disse nervoso levantando-se da cama e começando a vestir sua roupa.)
–Da mesma forma que você entrou! (Respondeu Ivana como se fosse a coisa mais obvia de todas.)
–Er...Ok.... Até mais tarde então! Te espero no motel as oito em ponto. (Disse e saiu correndo após dar um selinho em Ivana.)
Ela ficou feito boba, colocou os dedos sobre os lábios e sorriu apaixonada.
–Quem é? (Ela gritou e começou a colocar a roupa também.)
–Sou eu Ivana, Benita. Vim trazer seu café! (Avisou Benita.)
Ivana rapidamente abriu a porta.
–Há sim, pode entrar._ Disse dando passagem para Benita._ Pode deixar em cima da cama por favor! (Pediu Ivana.)
Benita logo obedeceu, mas quando deixou a bandeja sobre a cama avistou uma cueca, a cueca de Jose Miguel.
–Ivana... Você estava sozinha? (Perguntou Benita.)
–Er...Er...sim...(Ivana sorriu sem graça ao ver a cueca na mão de Benita.)
–E essa cueca? (Intrometeu-se curiosa.)
–Bom... Não sei o que está fazendo ai.. (Ivana deu de ombros.)
Benita a olhou desconfiada.
–Deixa que dou um jeito nisso._ Ivana pegou a cueca de suas mãos_ Agora pode ir, Benita! (Disse Ivana.)
Benita sorriu e balançou a cabeça, saindo logo em seguida. Ivana correu até a porta e a trancou, soltando um longo suspiro agarrada a cueca de JM.
HORAS DEPOIS...
***Jose Miguel narrando***
Aquilo era sensual, aqueles seios na minha boca. Era excitante ter aquele corpo sobre controle, especialmente sobre meu controle!
Enquanto eu apertava sua bunda ela gemia em meu ouvido de uma forma que me fazia delirar... Uma violência desnecessária foi usada naquela hora, quanto eu bati suas costas na parede.
Soltei seu seio e beijei seu pescoço, com muita necessidade, com muita precisão... Aqueles gemidos...
–Você me faz muito mal Ivana! Me faz querer fazer coisas que... (Deixei a frase morrer.)
–Não importa o que seja, faça baby! Perca o controle! (Ela sussurrou em meu ouvido.)
Ela não deveria ter feito isto. Passei minha mão por seu pescoço e lhe dei uma mordida seguida por um chupão, com certeza aquilo deixaria uma marca por um bom tempo, ela gemeu.
A joguei na cama me deitando sobre ela e sem mais delongas a penetrei. Precisava dar um fim a aquilo logo...
Ela estava agarrada no meu pescoço e rebolava me forçando a penetrá-la mais rápido, eu gritava de prazer, sem parar as estocadas.
–Eu preciso gozar...(Foi o único que consegui dizer antes que ela me empurrasse, fazendo com que eu saísse de cima dela.... Aquela mulher só podia ser louca, está decretado Ivana Dorantes Rangel é totalmente maluca.)
Logo parei de ter esses pensamentos e comecei a questiona-la... Ela realmente iria fazer aquilo? A vi lamber todo meu corpo até chegar que meu pênis, este ela não lambeu e sim chupou, chupou fundo!
–Isto não Ivana, eu não vou resistir... (Falei com dificuldade entre gemidos.)
Ela me ignorou e continuou chupando-me, desta vez, todo meu pênis! Bom... Pelo menos eu avisei... Foi tudo o que consegui pensar antes de gozar, sempre pensei que gozar era apenas gozar... Delicioso como sempre, nunca poderia mudar. Mas eu estava enganado, gozar na boca daquela mulher era mais excitante do que todas minhas outras experiências.
Após feito, rapidamente a puxei para cima, ainda ofegante e a beijei.
Enfiei o dedo dentro de sua intimidade, fazendo-a gritar de prazer. Comecei a movimentar o dedo mais forte dentro dela, o sincronismo só aumentava. Ela se contorcia de tanto prazer!
Oh, céus. Eu queria repetir aquilo pelo menos mil vezes mais.
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