Notas iniciais
Bom meninas - e meninos, não sei se tem menino lendo tambem - estou aqui pra esclarecer que, bom as shorts que eu escreverei aqui serão pequenas, de apenas UM capitulo.
Cada capitulo uma história diferente.
Bom, as histórias vão todas girar em torno do sexo, sem muito dialogo.
Mas, depois dos reviews que recebi decidi colocar umas historias com final, pra vocês não ficarem tão curiosas assim.
Bom, outra coisa é, eu realmente demoro muito tempo pra escrever, eu passo dias escrevendo e reescrevendo os capitulos, pois quero sempre que saia perfeito.
A ultima que eu postei - O professor - eu fiz em terceira pessoa (ou seja, um narrado) mais essa agora será em primeira (os personagens vão narrar) pelo simples motivo de ser mais facil.
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Espero que vocês gostem, eu tive a colaboração do meu namorado pra fazer esse capitulo. Ele leu a outra e disse que estava bom mais que eu deveria manerar nas palavras (ser menos direta e usar intimidade ao invés de vagina)
O que vocês acham?

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Parece que foi ontem quando tudo começou. Mas bem, não foi ontem, e sim a um ano atrás.

Flashback *On

Esperava no aeroporto pela minha mãe. Havia passado os últimos três anos na Inglaterra estudando.

Muita coisa mudou enquanto eu estive fora, bom pelo menos na vida da minha mãe mudou. Ela agora se encontra casada, com um homem de 25 anos, sim dez anos mais novo que minha mãe, que nesse momento se encontra com 35 anos. Bom, em termos ela merece ser feliz, já que me teve com seus 17 anos. Meu pai a abandonou quando soube que ela estava grávida e quando eu fui procura-lo soube que havia morrido. Mas bem que ela podia arranjar um namorado mais velho né?

Mas isso não importa. Eles estão casados a dois anos, um ano depois que eu me mudei pra Liverpool – Inglaterra. Eu não vim ao casamento então nem se quer sei como esse cara é. Só sei seu nome, Justin Drew Bieber.

[...]

– Rebecca? – ouvi uma voz feminina soar atrás de mim enquanto eu mexia no celular sentada no banco do aeroporto. Me virei rapidamente, vendo o sorriso de Elizabeth, minha mãe.

– Senti tanto sua falta minha linda. – afagou meus cabelos enquanto eu a abraçava forte. Sim, eu era muito amiga da minha mãe.

– Eu também. – apertei mais o abraço.

– Vem – soltou o abraço e me segurou pela mão – Quero que conheça uma pessoa! – me puxou pra fora do aeroporto, parando em frente uma Range Rover preta, de la saiu a perfeição em forma de homem. Olhos cor de mel, que combinavam perfeitamente com o tom acobreado dos seus cabelos, usava uma regata branca que marcava perfeitamente seus ombros largos e braços fortes. No rosto um sorriso sexy e por um momento pensei te-lo visto analisar meu corpo.

– Este é Justin, meu marido. – mamãe falou se juntando a ele o abraçando pela cintura. O sorriso em seu rosto demonstrava o quão apaixonada estava. Justin lhe deu um beijo na testa e sorriu pra mim, esticando a mão para um cumprimento em seguida.

– Prazer, Rebecca não é? – sua voz rouca me fez sentir um calafrio estranho entre as pernas. Eu não podia estar sentindo tesão pelo marido da minha mãe, não mesmo!

– Pode me chamar de Beck. – sorri nervosa com meus pensamentos. E por um momento me perguntei se ele teria mesmo 25 anos, já que parecia ter bem menos.

[...]

– Bom, sua mãe vai te apresentar seu quarto. – a segunda vez que ele dirigiu a palavra a mim, parecia pior que a primeira. Ele era sexy, e com certeza isso era um problema pra mim. Peguei minha bolsa e subi seguindo minha mãe até um quarto por ali.

O quarto era ótimo, e por sorte ou azar da minha parte era exatamente de frente pro quarto onde ela e Justin dormiam.

[...]

– Bom, estava ótimo. Eu vou me deitar, o fuso horário do Canadá e de Liverpool com certeza nunca serão os mesmos. – soltei uma risada fraca sendo acompanhada de Justin e mamãe na sala de jantar. Logo tratei de subir e tomar um banho pra dormir.

[...]

Acordei cedo, deviam ser seis ou sete da manha, podia ver o sol fraco nascendo. Fuso Horário de merda, me fez acordar.

Presumi que todos estariam dormindo, afinal era domingo, quem além de mim estaria acordado essa hora?

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*Justin*

Não sei por que ainda to pensando nisso, ela é uma menina, e ainda por cima minha enteada. Eu deveria respeitar, certo?

Certo. Mas eu sou homem e não consegui evitar em perceber o quão sexy ela é. E bom, ela não me parece exatamente uma menina, me parece bastante mulher.

[...]

Acordei cedo como de costume e me aprontei pra correr, desci até a cozinha. Ao chegar na porta não pude evitar de levar minha mão até meu membro.

La estava ela, uma blusa preta larga e um short calcinha que mostrava parte da sua bunda. O cabelo em um coque frouxo, os pés no chão e fazendo algo debruçada a pia. Virou-se devagar e rapidamente eu tirei a mão do meu membro.

– Ai meu deus. – exclamou surpresa. Ficamos um tempo em silencio, ela parecia pensativa – Desculpa. – arregalou os olhos e olhou pra si mesma.

– Ér... bom dia Rebecca. – tentei parecer formal o suficiente pra não demonstrar minha excitação.

– Bom dia Justin. – falou e passou rápido por mim saindo da cozinha.

Fiquei um tempo parado processando o que havia acontecido.

Apertei meu membro que já subia só em lembrar daquela cena. Puta merda!

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*Rebecca*

– Merda, merda, merda... mil vezes merda! – exclamei desesperada ao entrar no quarto.

Bom, sabe por que? Por que quando ele apareceu na cozinha eu tive um breve desejo erótico. Eu não devia eu sei, mas por um momento eu imaginei ele me chupando e me fudendo em cima da pia. Eu fiquei molhada na frente dele sem nem ele falar comigo!

A coisa piorou quando ele me chamou de Rebecca. Bom, esse e meu nome, mas eu já havia falado que poderia me chamar de Beck. Provavelmente ele não gostou de ver a enteada vestida daquele jeito na casa dele.

[...]

3 meses, estou a exatos 3 meses no Canadá. Fico constantemente sozinha em casa, já que minha mãe é enfermeira e Justin, bom Justin é DJ. E sinceramente não sei como minha mãe confia que aquele DEUS GREGO, fique pelas baladas a fora sozinho. Ele poucas vezes passa a noite em casa e quando passa é quando minha mãe não esta de plantão.

[...]

– A-alô – atendi ofegante depois de ter que descer correndo até a sala pra atender.

– Atendeu correndo né? – minha mãe ria do outro lado da linha.

– Imaginei que fosse você e tive que correr. – rimos juntas.

– Bom, estou ligando pra avisar que não vai rolar a sessão cineminha hoje.

– Poxa mãe.

– Desculpa filha, apareceu uma emergência aqui no hospital e vão precisar de mim. Mas Justin daqui a pouco deve estar em casa. Avisa ele pra mim que eu não to conseguindo ligar no telefone dele.

– Tudo bem mãe. Amanha você vem pra casa?

– Se tudo der certo depois do almoço eu to ai. Beijos meu anjo. E desculpa mais uma vez.

– Ta mãe, eu entendo é o seu trabalho. Beijos, até amanha. – desliguei o telefone e me joguei no sofá. Droga eu queria mesmo ter uma sessão cinema em casa com a minha mãe, só pra lembrar os velhos tempos.

[...]

Tomei um banho e coloquei minha roupa de dormir, eram sete horas ainda mas eu não tinha nada pra fazer ne.

Fui até a cozinha e fiz pipoca, peguei o maior copo e enchi de coca-cola. Me joguei no sofá.

Assitia Bob Sponja quando ouvi barulhos de chaves e a porta abrir, olhei na direção da porta e vi Justin entrando. Totalmente sexy como sempre. Usava óculos estilo nerd, o cabelo arrepiado em um topete e um colete vermelho. Carregava na mão sua maleta com seus equipamentos de som e seu computador. Trancou a porta e se virou olhando pela sala e logo encontrando meu olhar que analisava cada pedaço dele.

– Boa noite Beck. – sorriu tirando o colete e subindo rapidamente. Voltei a olhar a televisão, mais não consegui me concentrar no que o Patrick falava pro Bob.

Logo ouvi passos descendo as escadas e tentei parecer o mais normal possível, era a primeira vez em três meses que eu estava sozinha em casa com ele.

Logo se sentou ao meu lado, vestia apenas uma bermuda jeans e uma regata branca. Pegou um punhado da minha pipoca e comeu. Seu olhar agora era concentrado na TV e no dialogo entre Lula molusco e Bob.

[...]

O desenho havia acabado e agora passava alguns clipes. Começou um clipe da Beyoncé, e tenho que confessar sou fã.

– Diva. – exclamei. Justin me olhou e sorriu

– Concordo. – voltou a olhar a televisão e se concentrar nos passos de Run the World (Girls).

O clipe acabou e até agora nós tínhamos trocados duas palavras. Decidi tomar a iniciativa, até por que eu devia se amigável e uma boa enteada ne?

– Então, como foi seu dia? – Justin falou antes de mim. Fiquei surpresa.

– Normal. E o seu? – tentei parecer indiferente dando um gole na minha coca.

– Cansativo. Me da um pouco? – perguntou apontando pro meu copo.

– Toma. – entreguei o copo a ele que bebeu todo o resto. E olha que tinha metade do copo. – Tava com sede mesmo ein. – exclamei impressionada.

– Muita – riu fraco e eu acompanhei – Vou pegar mais pra voce. – se levantou e foi até a cozinha, voltando com o copo cheio.

– Valeu. – falei e dei um gole.

– Quer pizza? – levantou e andou até o telefone, pegando o mesmo.

– Pode ser.

– De que? – perguntou já discando os números.

– Você escolhe.

[...]

– Eu atendo. – levantei e fui até a porta onde um garoto esperava. Ele me analisou e só ai me lembrei de como estava vestida.

– Quanto? – perguntei pegando a pizza de sua mão.

– De-dezo-dezoito dó-dó-lares – gaguejou. Que fofo. Entreguei a ele vinte dólares e lhe dei um beijo na bochecha. Fechei a porta rindo e Justin olhou em minha direção.

– Que foi? – levantou e andou até mim, pegando a pizza das minhas mãos em seguida.

– O menino... fico todo... abobalhado quando me viu. – falei tentando parar de rir.

– Como assim? – perguntou sério.

– Por causa da minha roupa. – ri mais ainda indo pra cozinha.

– Você devia ter falado, eu dava um jeito nele. – colocou a pizza sobre o balcão.

– Ele não fez nada demais. – dei de ombros. Me pareceu que ele ficou com raiva, mais provavelmente é o espírito paterno que ele deve ta alimentando.

[...]

Eu ria igual uma louca enquanto Justin me contava mais uma de suas piadas sem graça. Levei a pizza a boca, mas não consegui comer voltei a rir.

– Meu deus. Seu nariz sujo de catchup. – ele falou rindo da minha cara.

– Ai que horror. – passei a mão, que por acaso também estava suja e sujo minha bochecha.

– Que merda cara. – riu mais ainda. – Deixa que eu limpo isso. – chegou perto e com o polegar limpou o catchup do meu nariz.

Nossos rostos estavam próximos, próximos até demais eu diria. Percebi ele olhar pra minha boca. Eu realmente queria provar daquilo, daqueles lábios.

Olhei os olhos de Justin e nos encaramos por alguns segundos, senti sua mão na minha nuca e logo depois seu lábios tocarem minha bochecha, limpando a área suja de catchup.

Fitei seus lábios assim que ele desgrudou da minha bochecha. Aos poucos Justin foi chegando perto. Senti seus lábios molhados nos meus em um selinho quente. Sua língua passeou pelos meus lábios pedindo passagem e eu cedi.

Aquilo era errado, muito errado. Mas dizem que quando é proibido é mais gostoso.

Agora o nosso beijo se tornara voraz. Justin segurava firme minha nuca e minha cintura enquanto eu abraçava suas costas.

Nossas línguas tinham uma linguagem bem própria, e sabiam exatamente o que fazer.

Foi automático sentir um arrepio quando a mão de Justin apertou minha bunda. É, eu já estava molhada.

Segurou minha bunda com as duas mãos, uma em cada lado, e eu arranhei seu pescoço. Em um movimento rápido eu já estava sobre o balcão, Justin entre minhas pernas.

Paramos o beijo e nos olhamos, ambos tínhamos olhares assustados com o que estava acontecendo ali.

Não sei se ele pensou o mesmo que eu mais, eu tava pouco me fodendo, eu tava sentindo um tesão da porra de estar ali com ele.

Acho que ele pensou o mesmo que eu sim, por que em um movimento de segundos ele já estava sem camisa. O puxei de volta, e iniciamos mais um beijo.

O fôlego ja fazia falta, me afastei um pouco e Justin rapidamente tirou minha blusa tendo a visão dos meus seios e mamilos rígidos.

Se apressou colocando meu mamilo direito entre os dentes, me fazendo arfar. Mordiscou meus mamilos enquanto apertava meu seio com as mãos. Joguei a cabeça pra trás, sentindo minha intimidade latejar de prazer.

Retornou a me beijar, não percebi mais quando abri os olhos ele já estava de Box e sua bermuda nos pés. Rapidamente se livrou da peça e eu me permiti olhar pra seu membro debaixo da Box.

Foi inevitável, uma vontade de colocar ele na boca surgiu. Mais antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, Justin já estava me beijando.

Senti seus dedos invadirem minha calcinha me estimulando. Gemi. Passeava seus dedos por toda a extensão da minha vagina, e percebeu o quanto estava molhada. Rapidamente tirou a peça de mim. Tirou seu membro de dentro da Box e me puxou pro seu colo, entocando forte. Gemi e me agarrei ao seu pescoço. Ele segurava em minhas coxas sustentando todo o meu peso, enquanto jogava meu corpo pra cima, forçando a entocar mais forte. Arranhei suas costas e pude ouvir ele gemer meu nome.

– Você... é... tão... apertadinha... awn Beck... gostosa. – ele gemia de prazer. Suas mãos apertavam forte minhas coxas, e provavelmente vão ficar marcas ali. Parou com as entocadas e me beijou. Subiu as escadas sem me tirar de seu colo ou tirar seu membro de mim.

Senti minhas costas baterem na cama, sim eu estava no meu quarto.

Levantou e tirou a Box tão rápido que nem vi. Logo já estava entocando de novo em mim. Segurou em cada um dos meus joelhos, abrindo mais minhas pernas. Nossos corpos se chocando faziam um barulho absurdo. Abri os olhos e vi aquele rosto. Ele estava de olhos fechados, suado, seu cabelo grudava na testa e sua boca entre aberta fazia murmúrios de prazer. Aquilo só me deixou com mais tesão.

Joguei meu corpo pra frente, e ele parou os movimentos. Girei na cama e fiquei por cima.

Sentei com força e senti seu membro bater na parede do meu útero. Mais isso não me impediu de continuar.

Eu sentia seu membro quente dentro de mim, e olhando por cima o rosto de Justin me parecia mais convidativo e belo que antes. Rapidamente joguei meu rosto pra frente encontrando seu lábios.

Mais nosso beijo não durou tanto quanto antes, não tinha como gemer entre as entocadas e beijar ao mesmo tempo.

Já sentia minha intimidade pulsando e mastigando o membro de Justin. Gemi seu nome mais uma vez e senti seu liquido me preencher, estimulando assim o meu orgasmo também.

[...]

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*Justin*

Ela dormia tranquilamente ao meu lado, enrolada em um lençol branco.

Eu estava sentado, tentando pensar no erro que eu havia cometido.

Deixei que meus impulsos falassem mais alto. Eu amo Liza, mais é como se a atração que eu sentisse por Beck tivesse explodido naquele momento.

Agora eu já não sei mais o que eu faço, só sei que. De agora em diante tudo vai ficar mais difícil.

[...]

Tudo estava um caos.

Haviam se passado quatro meses desde do acontecido com a Beck. E adivinhem, ela esta grávida.

Liza não sabe quem é o pai, mais bom, eu sei exatamente!

Agora estávamos em um restaurante almoçando – le-se discutindo.

– Agente vai ter que contar. – falei tentando convence-la de que seria a coisa certa a se fazer.

– Ah claro, vou chegar pra minha mãe e falar. Bom mãe, eu transei com seu marido e agora to grávida por que ele esqueceu a porra da camisinha. – ela estava visivelmente exaltada. Coisa de grávida.

– Eu vou ficar do seu lado. – tentei mostrar toda minha sinceridade. Eu estava mesmo sendo sincero, desde o dia que ela me disse que estava grávida eu nutri um sentimento por ela. Ela agora carregava parte de mim, parte de mim que Liza nunca poderia me dar já que não poderia ter mais filhos.

– Eu to com medo. – sussurrou e logo deixou suas lagrimas caírem. Bom isso é extremamente normal. Agora toda a noite eu vou no quarto dela falar com ela e a pego chorando. Mais também, engravidar com seus 18 anos não é uma coisa muito fácil.

– Eu já falei que eu vou ficar do teu lado. – a segurei em meus braços. Bom, eu realmente ia ficar do lado dela.

[...]

Era natal, e bom, tava um clima um tanto quanto tenso na casa. Liza ainda não sabia de nada e acabara de brigar com Beck por não querer contar.

Eu fiquei só assistindo, Beck pediu pra que eu não me intrometesse, então assim o fiz.

[...]

– Boa noite meus amores. Entrem. – minha mãe atendeu a porta sorrindo. Passaríamos a noite de natal aqui, junto a minha mãe e meus avós.

[...]

– Eu preciso mesmo ir dormir. – Beck falou se levantando do sofá depois de Liza ter feito um breve “assédio” a mim na frente dela assim que chegamos em casa.

– Boa noite filha. – Liza falou, e começou a me beijar. E bem, eu recusei.

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*Rebecca*

Subi pro meu quarto. Minha vida esta destruída, e o homem que eu amo e de quem espero um filho é casado com a minha mãe. Poderia ser melhor?

Tomei um banho e me vesti com uma blusa de seda branca e uma calcinha também branca.

Quando estava indo me deitar ouvi o barulho da porta ser fechada.

– Ta fazendo o que aqui? – perguntei o encarando com raiva, ele deveria ta comendo minha mãe agora.

– Eu não consigo mais fingir. – sentou na ponta da cama e apoiou os cotovelos na perna.

– Fingir o que? — eu sabia do que ele falava, mais ou era eu fazer isso ou voar no pescoço dele e beija-lo. Hormônios de grávida.

– Fingir que eu quero ela, quando na verdade eu quero você. – me fitou e eu não pude conter, voei pro seu colo e tomei seus lábios.

Suas mãos rapidamente foram pras minhas coxas que estavam entrelaçadas em sua cintura.

Puxei sua camisa rapidamente e ele me jogou na cama ficando por cima com cuidado.

O olhei nos olhos e mais uma vez não me segurei em beija-lo de novo.

Seria nossa segunda transa e eu queria de qualquer maneira matar a vontade da primeira. O empurrei e ele caiu sentado na cama. Fui pra perto dele sem desgrudar meus olhos do seus e pude ver o quão excitado ele estava quando coloquei a mão em seu membro por cima da calça.

Desabotoei sua calça e ele me ajudou a tira-la. Nenhuma palavra foi dita, mas nossos olhares diziam mais do que se falássemos tudo.

Rapidamente ele já estava sem a Box, parado de pé a minha frente. Senti na cama e não hesitei em levar seu membro até minha boca. Pude ouvir um gemido seu quando eu passei minha língua em sua cabecinha rosada. Brilhante e rosa. Exatamente como eu me lembrava.

Suguei o maximo que pude e aumentei os movimentos quando senti sua mãos segurando minha cabeça.

Sentir seu gosto era incrivelmente bom, mais agora eu ansiava por mais. Eu queria seu liquido, eu queria provar daquilo que me fez chegar até aqui.

Intensifiquei os movimentos e pude perceber ele arquear as costas. Milésimos depois senti seu liquido levemente adocicado preencher minha boca. Lambi qualquer vestígio que eu podia de meus lábios. E aquilo me deu sede. Mais minha sede não durou já que segundos depois Justin já me beijava e puxava minha blusa, me livrando da peça.

Me deitei novamente enquanto Justin desviava uma das mãos do meu seio. Retirou minha calcinha e eu senti meu corpo arrepiar quando eu senti sua língua me estimulando.

Sua boca me sugava e seus dentes mordiam gentilmente meu clitóris, me estimulando cada vez mais.

Um, dois, três, quatro espasmos musculares até eu gemer e sentir meu liquido molhar minha virilha.

Os dedos de Justin passearam por ali me molhando mais ainda, e por instinto eu puxei sua mão e suguei, sentindo eu próprio gosto. Eu pensei que ele faria o mesmo, mais ele foi mais ambicioso, sugou minha intimidade, provando de mim.

Seus lábios rosados encostaram nos meus enquanto colocava seu membro em mim.

Quente, como eu gostava.

Me lembrei da nossa primeira vez. E bom, foi mais ou menos assim, sem palavras, apenas olhares e gemidos. A cama rangia e eu me praguejei por alguns instantes por fazer tanto barulho no sexo. Afinal minha mãe podia entrar no quarto a qualquer momento. Agora ele ia devagar, o que me torturava.

– Vai forte. – arranhei sua costas na intenssão de mostrar o quanto aquilo me torturava.

– Você quer forte? – entocou com força, me fazendo gemer, mais parou. Abri um olhos e encontrei seus olhos debochados pra mim. Ele tava querendo me irritar.

– Anda logo. – supliquei e puxei seu rosto. Tomei sua orelha e sussurrei coisas obscenas. Se ele sabe provocar, eu também sei.

– Vai Justin. Me fode. Eu quero sentir vai. – sussurrava enquanto apertava sua nuca.

– Se você ficar falando assim, eu vou gozar. – respondeu em um gemido. Então ta funcionando.

– Me faz gozar. – gemi o mais sexy que pude.

Olhei em seus olhos que estavam fechados. Rapidamente girei na cama ficando por cima. Ele segurou minha cintura e me ajudou com os movimentos de sobe e desce em seu membro.

– Por favor.... não.... para. – supliquei. Aumentamos os movimentos e logo já sentia meu liquido queimar enquanto descia.

Continuei rápido e senti as mãos de Justin apertarem minha cintura com muita força e logo depois relaxar os músculos. Seu liquido quente, pela segunda vez me preencheu.

[...]

– QUE PORRA É ESSA! – acordei assustada. Eu estava nua, enroscada nos braços de Justin. Minha mãe tinha no rosto a expressão de repulsa e Justin de culpado.

– EU NÃO ACREDITO. ENTÃO VOCÊ É O PAI DO FILHO DELA? – fez uma pergunta, mais que pra mim soou como retórica já que dava pra entender perfeitamente o que acontecia ali.

Flashback *Off

História trágica? Nem tanto.

Hoje eu to aqui, em uma sala de parto. Justin esta ao meu lado segurando a minha mão.

Minha mãe não fala com agente e bom, acho que isso já era de se imaginar.

– Força. – o médico dizia enquanto eu fazia uma força absurda.

– Ta quase la. – mais uma vez ele falou e eu fiz mais força do que podia. Segurei forte a mão de Justin, e coitado deve estar com a mão doendo. O choro de bebe ecoou pela sala e eu pude finalmente relaxar meu corpo.

– Eu te amo. – ouvi sua voz rouca sussurrar ao meu ouvido. Era a primeira vez que ele me dizia isso e eu me senti na obrigação de retribuir.

– Eu te amo demais. – minhas forças já não eram tantas, mais eu tentei passar toda a verdade que existia naquilo. Era real, começou de um jeito estranho e perverso, mais sempre foi real.

Notas finais
Então, gostou?
bom eu decidi fazer algo mais romantico, pra ser diferente.
O próximo eu to pensando em fazer mais agressivo. Talvez um assassino ou assassina, prostituta... o que acham?
Me deem ideias!
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xoxo ;*