Short-Fic A procura da Felicidade

15 Quem acredita sempre alcança, fim...


Notas iniciais
I'm Back! Olá meninas, finalmente eu trouxe o final. Estou muito feliz de ter conseguido finalmente concluir uma fic. Como eu havia dito antes, concluir uma fic para mim era um desafio e tanto. Demorei bastante, peço que me perdoem. Mas meu trabalho é muito estressante, meu curso muito puxado, eu estava sem tempo pra ler, e alguém que não ler com frequência, não escreve algo bom. O capitulo está imenso, creio que irão gostar. Eu gostei de como terminou. beijos e Boa leitura!

PDV ISABELA

Então eu Isabella Swan sou oficialmente noiva de Edward Cullen há exatos três meses. Eu nunca pensei que a minha vida fosse mudar tanto em tão pouco tempo. E não estou reclamando, sou muito grata por isso. Eu tinha planos tão diferentes disso, mas o destino veio e mostrou que o caminho para a felicidade era outro. Eu estava tão feliz agora, de uma forma que eu não sabia explicar mesmo. Edward me pediu em casamento no meu aniversário surpresa de 19 anos. Foi tão lindo! A nossa menina está crescendo tanto a cada dia (por mim ela ficaria minúscula em um tamanho fofo pra sempre) meu noivo diz que eu sou uma babona por não querer que meu bebê sapeca cresça. Agora estávamos perto do Natal, pra mim, a melhor época do ano. É o melhor tempo, cheio de sentimentos bons, uma energia positiva maravilhosa. Eu amo o Natal!

Desde setembro pra cá, eu não parei um momento se quer. Minha sogra vivia me procurando para saber minha opinião sobre detalhes do casamento que ainda estamos negociando a data, sabemos apenas que será em Abril de 2015. Agora eu estava nas provas finais da faculdade, não via a hora de ficar de férias e poder curtir muito mais meu bebê e meu noivo lindo. A ideia de casar em abril foi do Edward, segundo ele, não tinha necessidade de esperar mais, já que tinha semana que eu dormia mais na casa dele do que na minha. Ah, esclarecendo algo, graças a uma ideia maluca do meu querido noivo, só vamos dormir juntos depois de casados. Por isso que eu aceitei casar o mais rápido possível. Sinceramente? Eu não sei como ele aguenta, mas achei fofo da parte dele e resolvi não o tentar muito.

Esse assunto me leva para algumas semanas atrás, tivemos uma briga feia por causa desse assunto.

Flashback On

Estava chovendo bastante, eu tinha ido pra faculdade de ônibus e tinha largado mais cedo. Pensei em ligar pro Edward vir me buscar, iria fazê-lo quando o Ben, namorado de uma colega da turma me ofereceu carona. O cara é super gente boa, sempre ta na mesa no refeitório. Não achei nada demais já que ele é namorado da Margot uma das poucas pessoas legais que tem na turma que fez amizade comigo. Quando cheguei em casa o Edward não estava, achei estranho mas entrei pra ligar pra ele. Coisa que nem precisou, em questão de minutos ouvi o carro frear na frente de casa. Em seguida entra Edward com uma criança assustada nos braços e furioso. Fiquei sem entender.

— Por que ela está com cara de choro e assustada Edward? — Falei apavorada pegando meu bebê no colo que deitou a cabeça no meu ombro e se agarrou à mim.

— Eu quero saber por que você não esperou eu ir te buscar e ainda veio de carona com não sei quem ai. Se a Suzan não diz que você tinha pego carona com um tal de Ben, que eu vou matar, eu teria ficado lá esperando até não sei quando. — Ele estava com raiva porque peguei carona com um cara. Ciúmes.

— Você estava de papo com a Suzan Edward? — Agora quem estava furiosa era eu, ele parou pra bater papo com a mas vadia de toda a universidade.

— Nem vem Bella, o assunto aqui é outro. Não desvie o foco. Peguei a menina em mamãe na chuva fui te buscar pra fazer uma surpresa e você já tinha vindo com esse tal de Ben? Arrumou alguém que não quer esperar até depois do casamento? É isso? — Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Respirei fundo, apertei meu bebê assustado nos braços, encarei Edward e sai da sala. Eu não ia ter essa conversa com ele a frente da nossa filha.

— Não me deixe falando sozinho Bella, volte aqui. — Falou estressado.

— Me recuso a conversar com você nesse estado. Volte a si e venha falar comigo. Deixa de ser idiota cara, pense bem no que vai falar, depois não vou querer ouvir suas desculpas ridículas. — Entrei no quarto e fui colocar a criança pra dormir. Eu estava puta da vida, tremendo de raiva. Não vejo nada demais em pegar uma carona com um amigo.

Voltei pra sala e ele estava sentado no sofá passando as mãos no cabelo. Ao menos parecia estar mais calmo. Me aproximei e sentei ao seu lado.

— Bella... — Nem o deixei terminar, eu precisava despejar tudo o que eu estava sentindo nele.

— Não Edward, nada de Bella. Sabe quem é o Ben? Namorado da Margot uma amiga minha da faculdade. Estava chovendo, eu não tinha combinado de você ir me buscar e a turma foi liberada mais cedo. Ele me ofereceu uma carona, ele é um amigo. Não achei nada demais, pensei que você confiasse em mim. E não, não fui procurar outro que não queira esperar até o casamento. Quem você acha que eu sou? — Falei tudo em um fôlego só.

— Me desculpa Bella, eu estava, estou com a cabeça quente. Eu cheguei lá e não vi você e aquela mulher ainda falou umas coisas... — Me encarava conforme falava.

— Sério que você levou em conta oque aquela ridícula falou? Quem é a sua noiva afinal, eu ou ela? Porque você acredita nela e não em mim. Não entendo. — Sim, eu estava com muita raiva agora.

— Sério amor, eu não quis dizer aquilo. Eu confio em você.

— Confia? Não foi oque pareceu quando você chegou. Sinceramente? Se for pra começar um casamento sem confiança como base, é melhor terminar aqui. — Falei com a voz embargada, tentando a todo custo não chorar. Só de pensar em terminar com ele já me doía profundamente.

— Nós não vamos terminar Bella. Eu amo você, nós temos uma filha. Eu estava cego pelo ciúmes. Me desculpe hum? Venha aqui me dê um abraço. — Se aproximou de mim no sofá tentando me abraçar.

— Seu ridículo, eu não devia te perdoar. Pra você aprender a não falar besteiras quando está cego de ciúmes ou seja lá o que te deixar cego. A minha vontade é enfiar a mão na tua cara sabia? Mas como sou trouxa, não vou estragar a sua cara bonitinha. E tem mais, como você não é normal, nossa reconciliação é o que? Um abraço não é? Porque um casal normal se entende na cama, a gente é no sofá, só nos beijinhos. Ainda tem mais essa.

— Minha Isabella resmungona, pare de reclamar. Você vai ver como a espera valerá muito a pena. Aguarde e verás. Nossa reconciliação será um monte de beijos e amassos no sofá. Eu te amo! Me beije agora. — E tinha como resistir? Depois eu enfiaria a minha mão a cara da Suzan, agora eu ia me perder nos beijos deliciosos que só o meu noivo gosto sabe dar.

(...)

Eu tinha terminado a minha ultima prova, fui à casa dos meus sogros pegar minha bonequinha e ir fazer uma surpresa pro papai no trabalho. Com algumas reclamações do Edward eu acabei trocando meu horário pro turno da manhã, ele achava que seria melhor, e acabou sendo mesmo.

(...)

Eu nunca fui com a cara de nenhuma secretária do Edward, mas ai ele me surpreendeu contratando uma senhora mais velha e muito competente segundo ele. Tinha como não amá-lo mais? A senhora era um doce de pessoa, muito simpática, essa sim eu aprovei.

— Olá Olívia, boa tarde! O Edward está? — Perguntei animadamente segurando pela mão uma criança muito hiperativa, que queria correr por toda a empresa. — Oh, Srta. Isabella, ele foi almoçar com o irmão, mas acho que está quase chegando, seu horário de almoço está quase acabando.

— Eu esqueci esse detalhe. Eu vou esperá-lo em sua sala com essa bonitinha aqui. Quando ele chegar deixe-o entrar na sala e não diga que estamos aqui, quero que seja surpresa. — Sorri. Peguei minha gorducha no colo e acenei para Olívia entrando na sala do meu amor. Sim, eu estava com saudades.

— Esta bem. — Pude ouvi-la falar, antes de entrar na sala. Olhei pra ela e pisquei cúmplice.

A sala tinha um sofá preto, bem confortável. Peguei a bolsa do meu bebê e olhei o que a vovó Esme tinha colocado para ela comer quando chegasse aqui.

— Veja só bebê, sua vovó colocou um monte de comidinha gostosa pra você. — Ela se aproximou de mim sorrindo e fazendo barulhinhos com a boca, como se tivesse comendo algo.

— Eu quer, Beiá, nham nham. — Fiquei rindo. Peguei-a no colo pra comer enquanto seu pai não chegava. Edward demorou um pouco, Belly dormiu e ele não tinha chegado ainda. Fazia uns 40 minutos que estávamos por ali, ou mais.

N.A: Eu tenho uma priminha de dois anos, que quando você chega com a papinha dela ela fica fazendo esse barulhinho de: nham nham e pulando ao seu redor. Acho tão fofo.

Olhei pra mesa do Edward e resolvi sentar na cadeira atrás da mesma. Deixei Belly dormindo confortavelmente no sofá. Na mesa havia um computador, uma pasta com alguns documentos, também um porta retrato onde havia uma foto nossa com nosso bebê na praia. O computador parecia desligado, mas uma luzinha azul piscava no monitor, então toquei no mouse e a tela acendeu. Fiquei surpresa com o que vi. Quando a tela ganhou foco começaram a passar imagens, minhas com ele, com Belly, nós três, cada imagem mais linda do que a outra, fiquei tão emocionada e nostálgica que não pude conter algumas lágrimas que insistiam em descer. Foi quando ouvi o clique da porta, eu sabia quem era então continuei olhando as fotos que continuavam a aparecer no descanso de tela mais lindo do mundo.

— Meu amor, que surpresa linda! Por que está chorando Bella, aconteceu algo? — Perguntou preocupado chegando a minha frente e me olhando de perto.

— Não foi nada querido, apenas me emocionei com essas imagens da nossa linda família. Agora venha aqui, que estou mortinha de saudades do meu noivo mais lindo do planeta. — Falei sorrindo encarando seus lindos olhos e puxando-o pela gravata, trazendo-o até mim.

— Vá com calma mocinha, tem uma criança no cômodo. Não me tente Isabella!— Rindo, me levantei para que ele sentasse em sua cadeira e sentei em seu colo ainda rindo e encarando seus olhos que pediam limites.

— Ah cara, não corte o meu barato, eu só queria uns beijinhos, nada demais. — Não mando você ser antiquado. – falei alisando seu rosto.

–Bella, meu amor não fale assim. Eu quero fazer certo dessa vez. Você é a vilã e eu sou o mocinho, isso é muito estranho sabia? — Com essa eu gargalhei e quase que acordo a pobre criança.

— Está bem amor, vou me comportar. Quer dizer, eu vou tentar. — Falei rindo, e me levantei pra ajeitar minha pequena borboleta que se mexeu e quase cai do sofá.

— Estou oficialmente de férias querido. Isso não é ótimo? — Falei animada.

— Sim! Então você vai dormir mais dias lá em casa? — Respondeu sorrindo.

— Não, meu bem. Eu quero saber se posso dormir com a minha filha lá em casa, posso? — Falei piscando os olhos.

— Mas amor, eu vou ficar sozinho? Isso não é justo, pensei que dormiria comigo e nossa filha. — Falou fazendo drama.

— Quem escolheu esperar o casamento foi você, então aguente até lá. São só alguns meses afinal. — Sorri maléfica.

— Você é mal hein? — Onde eu fui arranjar essa noiva má Meu Deus!? – sussurrou.

— Te amo Edward, meu amor. – gritei.

— Louca! — Ele riu. E eu sentei em seu colo novamente, eu nunca me cansaria de receber seus carinhos e beijar sua boca deliciosa.

Ficamos então assim durante um bom tempo, abraçados meio sem jeito pelo pouco espaço da cadeira, eu fazendo carinho na sua nunca, sentindo seu cabelo macio em minhas mãos. Ele depositava doces beijos pelo meu pescoço me causando arrepios. E quando encontramos a boca um do outro, esquecemos que tinha uma criança dormindo ali.

(...)

Os meses voaram...

Acordei com o meu celular tocando bem cedo, atendi logo pra não acordar Belly que dormia agarrada à mim. Sorri com a voz do outro lado da linha.

— Amor? Bom Dia, linda! Mal posso acreditar que hoje você será minha. — Eu podia sentir o sorriso em sua voz.

— Cara, eu já disse que sou sua não disse? Você é um bobo! — Ele riu.

— Eu sei Bella, mas eu digo, oficialmente minha, entende?

— Entendo meu bem. Eu te amo bobo, você sabe... — Falei rindo

— Sou um bobo apaixonado por você, isso é um fato. — Você é tão fofo! Seria estranho eu não me apaixonar por esse homem maravilhoso que você é. Que sortuda que eu sou.— Suspirei audivelmente.

— Você ganhou na mega, futura Sra. Cullen. — Respondeu brincalhão. —Não se acha homem. Agora vou desligar que tem uma pirralhinha faminta do meu lado coçando os olhos, nos vemos no altar lindão, eu serei a de branco.

— Estou com saudades do meu bebê bagunceiro. Dê beijos nela por mim. Amo vocês e até mais tarde.

—Tchau querido.

(...)

Eu estava extremamente nervosa. Casar com o homem da sua vida é lindo, porém você envelhece uns cem anos, pelo amor de Deus! Ângela tentava a todo custo me acalmar, mas eu estava uma pilha de nervos. Ainda não tinha caído a minha ficha de que hoje finalmente eu seria oficialmente a esposa de Edward Cullen, o amor da minha vida. O anjo que Deus enviou para cuidar de mim especialmente. Tudo foi preparado com muito cuidado, cada detalhe foi planejado com muito amor pela minha sogra e amigas. O jardim dos Cullen estava divino. Carlisle me conduziu ao altar e me entregou para seu filho que sorria impaciente me esperando, e eu quase corri para os seus braços, fui impedida pelo braço do meu sogro que me segurou e riu. Ficamos presos em nossa bolha sorrindo um para o outro e só nos desligamos na hora do "sim". No momento do juramento, tudo passou rápido, quando menos esperei eu já era a Sra. Cullen. Edward bobo como é, me pegou nos braços e nos girou no salão, onde as pessoas nos encaravam emocionadas. Houve tudo que um casamento perfeito pede, dança, bolo, arroz nos noivos, choro, e o mais importante e raro, o nosso amor, intenso e verdadeiro.

— Eu te amo minha Sra. Cullen. — Seus olhos, oh, seus olhos.

— Eu te amo mais, meu Sr. Cullen. — Sussurrei e o beijei com todo o amor do mundo.

Estávamos indo à Paris, mais um desejo meu que o meu amor quis realizar. Nunca rimos tanto juntos, esse dia seria o melhor de nossas vidas e inesquecível por diversos motivos. Eu não estava nervosa por que ia ter minha primeira noite com o cara que é o homem da minha vida. Sabe? Eu esperei muito! Ele estava mais nervoso do que eu, sério. Por isso eu zoei ele o caminho inteiro, provavelmente eu que iria começar tudo.

(...)

Paris é linda! Eu estava muito encantada. Nunca em minha vida imaginei que estaria em um lugar assim com o cara que eu amo. Chegamos a um hotel que parecia mais um castelo.

— Vamos amor, vamos subir logo, vem! — Corri o chamando.

— Calma querida, temos que fazer o check-in. — Ele me abraçou para que esperasse.

— Estou esperando. —Me aconcheguei em seus braços fortes, maravilhada com tudo oque tinha acabado de vivenciar, e o seu cheiro divino.

(...)

Se eu estava encantada com a parte externa do hotel, fiquei mais ainda com a interna. O quarto era simplesmente digno de uma rainha. Distraí-me observando a beleza ao meu redor, depois notei meu lindo marido vindo com um balde de gelo, um vinho e duas taças. Que delícia! Esperei ele colocar tudo em cima de uma mesa que tinha por ali e me joguei em seus braços. Beijamos-nos como nunca antes, tudo era maravilhoso, o amor envolvido em nós só havia multiplicado. Maldita falta de ar! Reclamei e beijei seu pescoço me deliciando com seu sabor.

— Quer me embebedar maridinho? Sabe que não precisa disso. — Pisquei provocando. — Você não existe mulher, não existe outra como você.

— Sou única e sua meu amor. — Eu nunca me cansaria de beijar esse homem, nunca.

— Eu te amo Bella, você é a minha vida, você e a nossa filha. — Sorri abraçada a ele e respondi emocionada. — Você também é a minha vida meu amor. Agora encha nossas taças e me espere bem aqui que vou buscar um presentinho que trouxe pra você. — Pisquei e corri para o banheiro.

Ele sabia que eu era impossível. Ele me conhecia muito bem. E eu o amava cada vez mais por isso. Peguei minha sacola com a lingerie especial para essa noite. Se ele pensava que eu o havia provocado da outras vezes, ele iria ter um ataque agora. Era vermelha, muito sexy e mal cobria as partes do meu corpo, nada de branco de pureza nem nada, eu gostava do vermelho sedutor. Edward sabia muito bem que eu não era normal, nem pensava como todas as mulheres, eu era imprevisível, diferente. E segundo ele, foi exatamente isso que fez com que ele se apaixonasse pela louca aqui.

Fiquei em pé na porta da suíte e dei uma batidinha para chamar sua atenção. Quando ele virou-se em minha direção ficou de boca aberta e quase deixa o vinho cair no chão.

— Calma, querido, você tem que estar vivo para usufruir de tudo isso aqui. — Dei uma voltinha.

— Bella, você vai me matar. Ô mulher atentada. — Fiquei satisfeita com seu olhar felino sobre mim.

Aproximei-me e tudo o que eu podia ouvir era sua respiração falha e a minha também, ambos ofegantes um conhecendo o corpo do outro. Delicadamente me deitou na cama e nos beijamos com paixão. Amávamos-nos tanto que chegava a sufocar. Pude sentir em meus dedos os músculos de seu peito, cada vez que ficávamos mais próximos o quarto ficava mais quente, eu podia sentir o suor grudar meus cabelos.

— Eu te amo Bella! Amo-te tanto!— Sussurrou entre um beijo e outro.

— Eu também te amo tanto querido. — Falei em seu ouvido, feliz.

(...)

Nossa ida à Paris foi rápida, nossa lua de mel foi curta, porém inesquecível. Minha primeira noite com meu lindo e atencioso marido foi perfeita. Até hoje ele é zoado por mim, ele estava mais nervoso do que eu. Ele foi tão perfeito, se possível eu me apaixonei mil vezes mais naquela noite. Nossa vida a dois era de se admirar. Conseguimos conciliar tudo, nossa filha, o trabalho e a minha faculdade. Nem sempre tínhamos tempo pra ficarmos juntos, mas depois compensávamos. Tínhamos decidido não ter um bebê agora, curtiríamos mais se eu já tivesse terminado minha faculdade. Minha princesinha já tinha três anos e faltavam apenas dois anos para concluir minha graduação. Então decidimos que tentaríamos um bebê quando eu me formasse. O maior motivo de brigas era quando Edward trazia trabalho pra casa, ou quando demorava no trabalho, eu estava tão cansada. Era algo bobo para se discutir e o melhor de tudo eram as reconciliações. Ah, isso sim era ótimo.

(...)

Era um domingo e estávamos no parque curtindo um fim de tarde em família. Nossa filha gargalhava correndo pra lá e pra cá atrás dos bichinhos. E eu e seu pai, sorriamos abraçados, agradecendo por toda felicidade que nos foi concedida. Se, encontramos a felicidade tanto almejada? Sim, encontramos muito mais do que estávamos procurando. É verdade que Deus sempre surpreende aquele que espera nele, sempre é dado muito mais do que se pede. Isso é incrível, é uma espera dolorosa, mas que no fim terá valido a pena.

"Nós enfim encontramos a felicidade e agora estamos a viver com ela em nossas vidas, e isso é só o começo de tudo o que virá".

Fim...

Notas finais
Olá meninas! Gostaram? Bom, é o ultimo então é MUITO mais importante que vocês digam se gostaram ou não, do final certo? Como vocês pediram no ultimo capítulo eu vou sim postar um epílogo. Porém eu só irei postar o epílogo se eu tiver um número bom de comentários ok? Postarei antes do final do ano, é uma promessa que eu fiz. Não vou levar esse projeto pra 2015, tenho alguns projetos já começados, muuuito bons. São duas fics baseadas em fatos reais e outras ai. A verdade é que, tudo o que eu ouço das pessoas eu quero escrever shuahsua. Eu finalmente estou de férias e vou adiantar tudo. Eu falo demais né? Comentem, recomendem façam oque tiverem vontade. Obrigada por tudo meninas, muito obrigada mesmo a todas que mesmo sem comentar me acompanharam até aqui. Eu estou muito feliz mesmo. Comentem e me ajudem a trazer o epílogo. Amo vocês, beijoos. By: Rafaah.