Shiro Kitsune - A Origem
1 Prólogo - A Lenda da Terra do Sol Nascente
Notas iniciais
Obrigada pela paciência, se leu até aqui /dá biscoitinho
Tenha uma ótima leitura! ^-^
Muitas das lendas nipônicas vieram se perdendo recentemente, com o avanço do tempo. A juventude de hoje anda com a cabeça cada vez mais à frente; poucos são aqueles que ainda conservam valores, histórias, tradições e lendas. Todos esses fatores apenas chegaram até onde estão porque foram passados de geração em geração. Claro, muito conteúdo foi perdido, e Deus sabe lá quanto ainda nos resta. Mas, essa lenda em especial está viva, viajando por um longo período de mais de quase 2000 anos. O futuro é imprevisível, e há, neste exato momento, uma oportunidade de dividi-la com os membros dessa nova e recente geração.
Há muito tempo, num Japão Feudal de dois milênios atrás, havia seres místicos, que vinham ganhando respeito entre os homens. Eram temidos por seus poderes, em alguns casos, sem limites. Poderiam muito bem eliminar a presença humana por completo daquele pacífico arquipélago que hoje conhecemos como Japão. Eram venerados como deuses, era possível ver templos erguidos em seu nome, ofertas realizadas, orações proferidas, pedindo por proteção e sabedoria. A grande maioria deles, era de natureza benevolente, eram gentis, quando respeitados. Mas também havia uma minoria de má índole, que espalhava o caos e a destruição; esses, eram temidos por todos.
As raposas viviam cada uma em um canto do país, sendo raras as suas aparições. Evitavam aparecer para humanos sempre que possível. Escondiam-se entre os bambuzais, mesclavam-se às pétalas das cerejeiras e, no caso das mais experientes e poderosas, tomavam a forma de outros objetos e seres, até mesmo seres humanos. Mas o grande segredo é que, ambos temiam-se.
Poucos foram os registros de experiências entre humanos e tais místicos seres; e, quando ocorriam, eram com as que queriam causar a desordem. Isso acabou fazendo com que esses seres, em geral, fossem considerados malévolos e perversos. O ódio entre esses dois universos cresceu, levando a uma série de conflitos, até que, finalmente, o contato entre ambos cessou.
A raposa não passava de um monstro perverso, que matava por diversão e levava o desequilíbrio para os humanos. A partir de certo momento na história, tornaram-se presas fáceis; eram atraídas por armadilhas e tinham suas vidas ceifadas sem dó. A matança seguiu, até nunca mais avistarem outra novamente.
Onde estariam esses antigos e poderosos seres, que tanto eram respeitados e temidos?
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1995, uma sombra fundia-se à penumbra da noite. Era tarde da madrugada, e a Lua cheia reinava absoluta no céu, rodeada de pequenos pontos brilhantes. Seus pequenos olhos cintilavam ao refletir a luz que provinha dos astros. Confiante, aproximou-se do humilde bairro japonês da região Hokkaido. Habilidosamente, subiu numa árvore e sentou-se num galho de uma cerejeira. Estava curioso. Queria conferir o que ouvira a respeito com seus próprios olhos.
Saltou em direção à cidade.
Notas finais
Essa historinha foi a minha vovó que me contou. Dei umas mudadas bizarríssimas na história, pra ficar alguma coisa aceitável. Espero que tenham gostado, e a Yan-chan ADOGA reviewsss~ (do latim: mandem reviews, porra. Brinks.)
Beijos procêis!
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