Notas iniciais
KAAAAAAAAAAAAAAANRA-SAAAAAAAN!!! Primeiramente, desculpem a demora. Tive de resolver alguns problemas e não pude finalizar o cap a tempo. Altas emoções nesse cap. Boa leitura!

Será possível que aquela maldita neve não ia parar de cair?! Quanto tempo ainda ficaria preso ali?! Isso só podia ser algum tipo de maldição do irmão mais velho da garota para que o loiro aprendesse a obedece-lo. Ronald caminhava de um lado para o outro no quarto ansioso, não conseguia fazer sua mente parar. Não sabia ao certo o que fazer, devia ir até o quarto da morena e tentar falar com ela? Não! Definitivamente não! Recusava-se a fazer papel de idiota novamente.

Já era quase de manhã quando decidiu descer para o bar novamente. Passou em frente ao quarto de Elyza e colou o ouvido na madeira tentado saber se ela havia dormido, mas em poucos segundos pode escutar claramente o bater das teclas da maquina de escrever e enfureceu-se. Batendo os pés desceu os degraus até a recepção e pediu uma dose de absinto. Quem serviu-lhe mais uma vez fora Irene, esta, notou as olheiras do rapaz e concluiu que o mesmo não devia ter nem ao menos pregado os olhos durante toda a noite. Não achou que Elyza realmente fosse tão importante para ele.

–Não que seja da minha conta, – Começou a empregada enquanto colocava a bebida no copo – mas não é um pouco cedo para beber?

–Preciso tirar essa garota da minha cabeça. – Resmunga ele, mais para si mesmo do que para a moça.

–Ela ainda esta acordada?

–Sim, aquela maluca não deve nem ter dormido para escrever aquele livro imbecil. – Diz ele sorvendo o primeiro gole e sentindo o forte gosto de álcool.

–Não fale assim dela! – Crispa Irene, parecendo realmente incomodada – Você não a conhece. Não sabe nada sobre a vida dela.

–Saberia se ela tivesse me dito algo! – Responde de imediato.

–Olha só, tenho certeza que você vai superar. – Diz a garota com um tom meio debochado – Só de por o olho em você da para saber que é do tipo que não quer nada sério, então porque não deixa Elyza de lado e parte para outra?

–Eu viajei mais de 24 horas diretas para chegar até aqui, troquei cartas com ela por mais de meio ano e desde então não consegui pensar em outra que não fosse ela. Achei que Elyza realmente fosse a garota certa... – Declara o loiro, praticamente aos berros – E agora, quando finalmente a conheço vejo que nunca estive tão engando. Mas o pior não é isso, mas sim, continuar apaixonado por ela, mesmo depois dessa decepção.

Irene ficou realmente admirada com a sinceridade nas palavras de Ronald, e tinha certeza que elas não surgiram por influencia da bebida, mas que haviam vindo direto do coração do rapaz. De todos os homens que a morena já arrastara para aquele lugar, ele parecia ser o único que realmente se importava com ela.

–Ronald... – Chamou a atendente, fazendo-o focar sua atenção nela – eu duvido que você vá entender sem que eu te mostre uma coisa... mas essa atitude que Elyza teve com você não significa que ela não gosta de você.

–Como assim? – Indaga ele confuso – Me mostrar o que?

–Primeiro quero que tenha em mente que ela jamais vai conseguir mudar. – Explica Irene com uma expressão seria no rosto – As cicatrizes dela foram muito profundas, e por isso ela acabou desse jeito...

–Do que você esta falando? – Exclama o loiro ainda mais perdido do que antes.

–Venha comigo. – Diz a garota.

Ronald acompanha a moça, subindo alguns lances da escadaria até o ultimo andar. Onde era um lugar extremamente frio e apertando. Andaram curvados por um curto e apertado corredor, onde no final havia uma porta. Rapidamente Irene tirou uma chave do bolso do avental que usava e abriu a porta, revelando um sótão empoeirado e escuro. Este estava repleto de diversas caixas e outros entulhos que há muito tempo deviam ter sido jogados fora. A garota entrou no sujo ambiente e de lá trouxe uma das caixas, a qual estava cheia de velhos cadernos e livros. Entregou-a para o loiro, que continuou encarando a moça sem entender o significado daquilo.

–Elyza escreveu todos esses livros. – Diz ela.

–E porque está me dando eles? – Indaga Ronald um pouco indignado – Não está pensando que vou ler tudo isso, não é?

–A escolha é sua. – Responde Irene – Se fizer isso, sugiro que comece por este aqui. Foi o primeiro que ela escreveu, vai entender tudo assim que termina-lo.

Dito isso, Irene retirou-se do pequeno espaço e desceu as escadas, deixando Ronald indeciso. Este não tinha certeza se realmente queria ler aquilo. Talvez fosse melhor deixar tudo da maneira que estava e não afundar-se ainda mais naqueles sentimentos.

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Talvez tenha sido uma ideia estupida sair tão cedo, afinal, o que faria numa cidade que não conhecia e onde provavelmente o comercio estava fechado? Bem, no memento em que saiu pela porta isso não lhe pareceu um problema. Não estava com raiva pelo que acontecera na outra noite, simplesmente precisava respirar um pouco de ar puro. Sentia-se um pouco culpado, não por ter sido insensível, mas por não conseguir reunir forças para compartilhar sua história com Grell. Queria esquecer o passado, mas cada vez que parecia desligar-se dele o mesmo batia na porta apenas para recorda-lo dos anos miseráveis que vivera. Começava a questionar-se sobre seu relacionamento com o ruivo e definitivamente as coisas não dariam certo se o outro continuasse voltando atrás todo momento.

Undertaker lembrou-se de tudo que o menor lhe dissera e de suas lágrimas, acabou sorrindo. Havia realmente se tornado tão frio daquela forma e nunca percebera? Admirava-se ao ver que Grell, apesar do que sofrera, não ficara como ele. Acabou gargalhando sozinho, pensando o quanto queria ter vivido no lugar do namorado, este não fazia ideia de como tivera sorte, afinal o mundo podia ser muito mais cruel. Mas então outra pergunta lhe veio a mente, desde quando fazia pouco caso da dor alheia? De fato, tornara-se uma rocha egoísta quando o assunto tratava-se experiências com a família.

Os raios de sol começaram a surgir aos poucos no céu cinzento, o grisalho era o único que caminhava pelas ruas geladas, ainda não queria encarar Grell. Este provavelmente estaria com os olhos vermelhos por sua culpa. Uma mistura de comoção e pena surgiu em seu peito ao imaginar a tristeza que o ruivo devia estar sentindo por ter sua história praticamente desvalorizada por Undertaker.

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Com os olhos ardendo um pouco, Grell acordou, sentindo logo em seguida o cheiro de café fresco. Antes de se levantar viu que um lado da cama ainda estava arrumado, e perguntou-se se Undertaker não dormira aquela noite. Desceu as escadas e junto ao aroma do café, percebeu haver o de torradas também, estava morrendo de fome. Encontrou o grisalho na cozinha com uma frigideira em mãos cantarolando uma musica relativamente triste.

–“Can't go home alone again, need someone to numb the pain. You're gone and I gotta stay high all the time, to keep you off my mind. Spend my days locked in a haze, trying to forget you babe I fall back down. Gotta stay high all my life to forget I'm missing you”

–Bom dia. – Disse o maior notando a presença do ruivo.

–Bom dia. – Respondeu baixo.

–Não sabe o quanto tive que caminhar até encontrar um lugar para comprar bacon e ovos. – Conta o grisalho, com seu bom humor costumeiro – Está com fome? Se eu não comer agora, minha barriga vai criar um buraco.

–Por que não foi deitar ontem? – Perguntou Grell com um tom melancólico.

–Fiquei com insônia, acho que foi o queijo. – Respondeu ele sorrindo enquanto servia o prato do namorado – E também, achei que gostaria de ficar um pouco sozinho.

–Undy, posso fazer uma pergunta? – Questiona o ruivo.

–Já esta fazendo uma. – Diz Undertaker tentando manter o ar descontraído, mas imaginando o que deveria ser.

–Por que odeia seus pais?

–Achei que tínhamos esquecido esse assunto. – Responde o grisalho de costas para Grell, escondendo a irritação que transparecia em seu rosto.

–Qual o problema em me contar?! – Exclama o outro levantando-se da cadeira – Não confia em mim?! Eu não mereço saber?! Ao menos me diga porque você nunca fala nada!

–Por que não há nada a ser dito... – Diz o grisalho terrivelmente sério.

–Como não?! – Interrompe Grell novamente – Achei que se soubesse o que aconteceu comigo se sentiria mais confortável em me dizer, mas você simplesmente desmereceu tudo que eu disse! Eu sei que é patético, mas achei que pelo menos você fosse entender. Então por favor, só me responda o que aconteceu?

–Nada. – Declara Undertaker, deixando a cozinha, claramente bravo e indo em direção a porta

–Espera, onde você vai? – Pergunta Grell indo atrás dele, vendo-o por o cachecol e um pesado casaco negro.

–Sair. – Fala sem olhar para o ruivo.

–M-mas... e o café? – Arrependido de ter pressionado tanto o outro.

–Perdi a fome. – Responde, logo em seguida batendo a porta.

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–Será que vai dar para parar?! – Pergunta o rapaz de cabelos castanhos, extremamente irritado.

–Só estou tentando ajudar! – Fala o outro, fazendo-se de ofendido.

–Eu não preciso que faça isso, está exagerando! – Exclama Alan, sem suportar mais aquela “paparicação” desnecessária – Não sou aleijado! Me solta!

–Prefere andar na neve, pegar um resfriado e morrer? – Questiona Eric tentando faze-lo sentir-se mal, mas isso de pouco adiantou.

–Eu já disse que não é por uma coisa assim que vou morrer! – Grita o menor tentando se livrar do outro – Por que raios está fazendo isso afinal? Não me deve nada!

–Prometi que cuidaria de você naquela noite. – Diz o loiro, sem se importar com as tentativas de fuga de Alan.

–Quem foi que te deu liberdade para prometer uma coisa dessas? – Perguntou o menor desistindo de lutar – Não preciso de uma babá!

–Ora, quem foi que falou em babá? – Contestou Eric com um sorriso – Sou seu namorado.

–O QUE?! – Exclama o mais novo – Desde quando eu concordei com isso?!

–Deixa eu pensar... – Começa o loiro, fingindo realmente estar pensando – Se não me falha a memória, quando transamos no hotel.

–Isso não significa nada! – Diz o menor, mentindo sobre a relevância do ocorrido – Tenho certeza, que melhor do que ninguém, você sabe o que é sexo casual.

–Ahh qual é, Alan... – Faz pouco caso das palavras do não-namorado – Vai me dizer que aquilo foi coisa de só uma noite.

–Foi!

–Tá certo, diga isso até se convencer. – Fala sorrindo, sabendo que nem que o outro quisesse muito, poderia considerar o que aconteceu algo sem compromisso – Por falar em ex-conquistadores, como será que Ronald está se saindo?

–Eu já disse para me soltar! – Gritou o mais novo passando a dar alguns socos nas costas do maior.

–Ai, Ai! Essa doeu! – Reclamou o loiro – Ok, ok, já chegamos...

–Nunca mais faça isso! – Diz Alan, entrando no prédio e dando as costas ao outro – Boa noite.

–Ainda é cedo, por que não vamos...

–Não!

–Então...

–Também não.

De repente o rapaz de cabelos castanhos sente seu braço ser agarrado com força e quando se da conta já estava com as costas contra a parede e Eric prensando seu corpo impedindo-o de escapar. Odiava a si mesmo por sempre cair no mesmo truque. O loiro se aproximou devagar e perigosamente de seu rosto, ficando próximo o suficiente para que os narizes se tocassem. O que normalmente acontecia a seguir não se sucedeu para a surpresa de Alan, que apenas continuou encarando os orbes verdes a sua frente aguardando o próximo movimento do outro.

–Agindo assim você está deixando as coisas impossíveis. – Eric praticamente cochicha – Admita de uma vez que você também me quer.

–Eu não gosto de mentir. – Responde, recebendo algumas abafadas risadas de volta.

–Já perguntei isso uma vez, mas vou repetir, – Fala o maior olhando de forma penetrante o mais novo – o que eu preciso fazer para você gostar de mim?

–Um iglu! – Diz Alan, esquivando-se do loiro e rapidamente seguindo para o seu quarto – Com um exercito de homens de neve.

O menor tentou fechar a porta na cara do outro, porém, Eric o impedira de faze-lo com o pé, entrando no aposento logo em seguida.

–Ei! O que pensa que está fazendo?! – Exclamou Alan – Sai! Sai daqu...

O de cabelos castanhos teve sua boca coberta pela do loiro, que o beijou de forma quase que desesperada, já mergulhando sua língua na boca de Alan, provando o gosto de cada canto possível de sua cavidade quente e úmida. O mais jovem tentou se desvencilhar de Eric, mas este o tinha firme em seus braços, e escapar do maior acabou tornando-se impossível. Resistiu o máximo que sua sanidade permitiu, no entanto as caricias do loiro logo fizeram-na esvair-se por completo. Passou a retribuir os toques, o que fez o mais velho seguir em frente e intensificar ainda mais o contato. Continuaram beijando-se até que o oxigênio foi necessário, mas não ficaram muito tempo separados, apenas o suficiente para retomarem o folego. Eric começou a descer com seus lábios pela mandíbula de Alan, seguindo para seu pescoço, sentindo-o levar as mãos até seu peito e tentar retirar-lhe as roupas. O menor sabendo que não seria capaz de parar agora, guiou-os até a cama e começou a despir o loiro também, ansioso para sentir o calor do corpo do mais velho sobre suas mãos. Surpreendeu-se com o toque do maior em sua intimidade, que já estava desperta. Eric sorriu de lado ao sentir o volume e sussurrou no ouvido do outro

–Você insistiu que não queria isso, mas está animado aqui, não é? – Provocou o loiro enquanto lambia a orelha do rapaz, arrepiando-o – Pensei que não contasse mentiras...

Alan até havia pensado em replicar, mas o maior intensificou a caricia, fazendo-o deixar um gemido escapar, coisa que apenas serviu como incentivo para Eric prosseguir. O loiro separou-se do menor e sentou-se na cama, puxando-o para si, fazendo o de cabelos castanhos ficar em seu colo com um perna de cada lado de seu corpo. Alan terminou de remover as roupas superiores do outro, aproximando-se do peitoral deste, depositando inúmeros beijos por todo o local, sem deixar que um único centímetro de pele fugisse de seus lábios. O loiro, sem demora alguma, ajudou o menor a livrar-se das suas roupas da cintura pra cima, deslizando suas mãos pelas costas agora nuas de Alan, que voltara a beijar-lhe o pescoço.

Cansando-se daquilo, tirou o de cabelos castanhos de seu colo e o deitou na cama, atacando sua boca uma vez mais. Após quebrar o beijo, desceu por seu peito dando beijos, lambidas e mordidas, deixando um rastro de marcas por onde passava. Logo, o maior chegou ao cos da calça de Alan, que apenas olhou para ele e o disse para seguir em frente. Sorrindo, o mais velho fez como lhe foi dito, abrindo as calças do menor, retirando-as com presa.

–Aaah! E-Eric! – Alan começou a gemer quando sentiu seu parceiro abocanhar-lhe o membro e chupa-lo com vontade.

Enquanto fazia o oral, Eric passeava com as mãos pelas pernas do mais jovem, volta e meia apertando-as. No instante em que sentiu que Alan estava prestes a atingir seu clímax, afastou sua boca, ouvindo-o resmungar por ele ter parado.

–Pode umedece-los, por favor? – Pediu o loiro, levando dois de seus dedos até a boca de Alan, que o aceitou, sabendo o que viria a seguir.

Quando considerou os dígitos molhados o bastante, inseriu o primeiro dedo no orifício do mais jovem, que não teve problemas em aceitar a invasão, não demonstrando nenhum incomodo com o segundo também. Após preparar Alan, rapidamente substituiu seus dedos por seu membro que clamava por atenção, mas mesmo assim, não deixou de ter cuidado com o de cabelos castanhos. As estocadas começaram lentas, as conforme Alan pedia para Eric acelerar o ritmo, elas iam quando força e velocidade, e em não muito tempo, ambos estavam mergulhados em um mar de prazer intenso, do qual nenhum queria sair tão cedo. O mais baixo cravava suas unhas nas costas do mais velho, chamando por ele entre os gemidos descontrolados que dava, pedindo cada vez mais. Alan gemeu alto ao sentir sua próstata ser tocada, e Eric passou a atingir sempre aquele mesmo ponto, até o momento em que nenhum deles aguentava mais e chegaram ao ápice.

–Alan... Eu te amo. – Disse o loiro ao separar-se do menor, deitando-se ao seu lado e o abraçando com força.

–Eu também te amo, Eric. – Respondeu o de cabelos castanhos, dando um leve beijo nos lábios do parceiro, fechando seus olhos e caindo em sono profundo.

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Alan abriu os olhos, sentindo o corpo gelado e percebeu que sua companhia não estava mais na cama. Olhou ao redor, mas não o encontrou no quarto. Por um momento teve a sensação de que simplesmente havia sido usado, no entanto preferiu reprimi-la. Ainda com frio levantou-se da cama em busca de suas roupas, passando em frente a janela e deparando-se com a cena que fez qualquer sentimento de desconfiança ou insegurança desaparecer por completo de seu coração. Eric estava na rua terminando de empilhar alguns blocos de neve para finalizar sua bela construção. Quando esta estava pronta, o loiro olhou para cima procurando pela vidraça do quarto de Alan, encontrando-o com os olhos deslumbrados frente ao feito que ele realizara. Sorriu para ele em convite para que o menor se juntasse a ele, e este sem demora sumiu da janela.

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Grell estava deitado em sua cama coberto até as orelhas pensando no namorado, que ainda não havia retornado. Já era noite e começara a chover forte, no entanto, o grisalho não aparecera o dia todo. Estava preocupado é claro, porém, seu orgulho não permitia que saísse para procurar pelo mesmo. Não fizera nada de errado para que precisasse pedir desculpas ao maior, mas no fundo sentia-se tremendamente culpado.

Estava imerso em pensamentos, apenas se fez presente na realidade outra vez, quando ouviu o som da porta do quarto se abrindo e viu a figura de Undertaker escorado no batente. O grisalho estava cabisbaixo, mas era possível ver uma expressão séria em seu rosto. Ambos ficaram calados até que o ruivo resolveu pronunciar-se.

–Undy... está tudo bem? – Pergunta preocupado com o silêncio por parte dele – Sobre hoje, eu...

–Você quer saber por que eu os odeio? – Interrompeu o grisalho olhando profundamente nos orbes de Grell, que apenas confirmou com um aceno de cabeça – Pois bem, vou lhe contar então.

Notas finais
BRACE YOURSELVES... UNDERTAKER PAST IS COMING!!! Alguém ai está assistindo Durarara! 2x e a 3º temporada de Kuroko no Basket? EU ESTOU AMANDO!!!