Shichinin-Tai

3 Capítulo 3 - Chansu


Imadoki yakusoku nante fuan ni saseru dakekana negai wo kuchi ni shitaidak donna tokidatte tada hitoride unmei wasurete ikitekitanoni totsuzen no hikari no naka megasameru mayonakani ––– Capítulo três / primeira temporada ~ Chansu.

A noite estava estava fria e parecia que iria chuver logo logo, apesar da tranquilidade predominar os guardas ainda estavam na entrada do feudo protegendo de qualquer ameaça.

As três amigas estavam em um dojo treinando sua luta corporal, Satsuke vestia sua roupa normal e ao lado de sua cintura estava preso em uma faixa sua katana e logo acima seu tanto*, Natsume estava de pé suada por lutar com Amane, a mesma era muito forte, tinha uma imensa katana de lâmina preta meio avermelhada. Sua roupa era diferente, um yukatas simples preto que ia até metade se joelho, ele estava aberto na parte de cima todo caido e da cintura até o busto havia faixas brancas. Amane era diferente aparentemente chegando a parecer uma meia youkai, seu cabelo cinza e olhos negro,s era magra e bastante alta. Não aparentava uma natureza fraca e frágil como Natsume e Satsuke. Porém de todas ali, surpreendentemente Satsuke se saia melhor em luta, sua determinação acabava com todos.

–Chega Amane!Você luta como um homem! — Disse Natsume ofegante.

–Senhoritas? — Disse um homem que era um dos guardas, sua expressão não era tranquila, algo havia acontecido.

O homem as conduzira pra o lugar onde se encontrava Tsuki a rainha feudal estava de costa falando com um monge de idade. Satsuke tinha uma expressão de quem ja sabia o que havia acontecido, Natsume preocupada e um tanto nervosa.

– Então? O que houve? — Disse Amane mantendo uma expressão séria.

–Foram mortos, todos meus guardas, todos foram mortos e agora a cidade corre perigo! — DiziaTsuki bastante auterada com a situação.

Satsuke caminhou até Tsuki lhe acalmando colocando uma mão sobre sua costa a rainha respirava fundo. — Vamos até la — dizia Amane olhando para Natsume

– Eu vou com vocês — disse Satsuke preocupada de deixa-las irem sozinhas.

–Tudo bem. — Disse Amane

–O que?! E vão deixar a rainha aqui? — o guarda disse.

–Não seja egoísta tem pessoas la fora! — Tsuki dizia — Podem ir, investiguem isso eu posso ficar sozinha, só cuidem de meus queridos aldeões.

E assim fizeram, as três foram para onde estavam os guardas mortos, o feudo Ren estava silêncio e relâmpagos caiam, menos chuva. Ao chegar ao local viram uma cena terrível, homens estripados, com seus orgãos expostos, sem suas cabeças, faltando pedaços de braços. O que chamou atenção era uma cabeça presa em uma katana com um papel na boca, Amane pegou o papel.

–"Preparem suas cabeças" ... É hoje, vamos nós preparar para a guerra.

Caia a chuva fortmente com relâmpagos muito fortes descendo pelo céu negro.

–Natsume vá até Tsuki e avise o que vai acontecer, Satsuke recolha todos os aldeões, todas as crianças e as levem ao encontro de Tsuki, vou tentar acha-los.

Natsume e Satsuke concordavam e as três caminhavam para o centro do vilarejo. Satsuke então viu ali bem distante Bankotsu no meio de várias pessoas que estavam sendo recolhidas pelo guarda, Amane e Natsume estavam ao seu lado.

–Kayu.... — Satsuke tentou ir até ele, mas o perdia em meio a montidão.

–Amane tem um nome no bilhete — Natsume pegou o bilhete e olhou direito — diz Bankotsu Shichinin-Tai, é o assassino.

Satsuke ficou paralisada, tudo ao redor ficou distante, o coração batia de uma forma aterrorizada, mas o badalar era triste e de decepção. A lembrança daquela manhã lhe veio na cabeça, agora estava claro porque dele não querer dizer seu nome.

– Kayu, eu gostei mesmo de você — riu de uma forma doce — espero mesmo te ver e ela continuou seu caminho passando por Jakotsu.

– Bankot.... -

"Claro, Bankotsu..." O sentimento que Satsuke sentia era tão triste, era como se o coração fosse parar de bater, o homem que ela havia acreditado era o assassino. Um nó na gargando a matava por dentro seus olhos emanavam um tristeza profunda e aquele nó em sua garganta a sufocava, seus olhos se enchiam de lágrimas misturando com as gotas da chuva. Mas ela não poderia ficar ali parada o assassino estava ali e deveria ser detido, Satsuke puxou o braço de Natsume e disse.

– Tire todos daqui agora por favor — Seus olhos desesperados assustavam Natsume e sua voz que quase não saia.

–Tudo bem. — As pessoas iam saindo e caminhando em uma trilha que passava além do castelo feudald e Tsuki, logo a cidade estaav deserta, apenas com alguns guardas e uns samurais.

Satsuke caminhou pela cidade tentando o achar, ela sabia , sentia que o mesmo estava por ali. Satsuke encostou-se em uma árvore e suspirou com os olhos cheios de lágrima e com um nó na garganta. Sua vontade era de chorar, mas não poderia, tinha que proteger.


– Natsume, onde esta Satsuke? — Amane perguntou escoltando as pessoas pelo caminho que levava longe do reino de Ren.

–Ela ficou com os samurais.

– O QUE? A deixou la pra morrer?

–Não seja tola Amane você sabe muito bem que Satsuke é mais forte que eu e você juntas.... E além de que ela tem contas para se acerta.

– Como assim?

–Seus olhos me diziam e me mostravam tristeza.

Amane ficou sem o que dizer, sabia da natureza teimosa de Sastuke e mesmo se ela estivesse com elas ela iria pra luta. — Tudo bem...


"–Não, se você soubesse teria que matar você" Todas as coisas ficavam ecoando na cabeça de Satsuke, ela caminhou pelo centro vazio da cidade atrás de Bankotsu. Ao caminar viu que o castelo estava em chamas, muita fumaça e o fogo subia a mais de 6 metros.

– Não... Apenas façam o que eu disse, são as ordens. — Bankotsu tirava sua Banryuu (É a alabarda de Bankotsu, possuidora de um tamanho maior que a própria Tessaiga. Mesmo sendo gigantesca e pesada, Bankotsu é capaz de segura-la livremente com uma mão.) que estava com a ponta cravada no chão.- Satsuke é minha....


Natsume olhou pra trás e via o fogo, a youkai sentia que algo não estava normal — Algo vai acontecer...

Satsuke estava sozinha andando pela chuta, pre-sentindo que a batalha estava por vir a jovem ja colocava sua mão sobre a bainha de sua katana mantinha a cabeça erguida, seus olhos se fixaram em vários corpos multilados ali no chão, era evidente que ali só estava ela e os Shichinin-Tais, os que restavam na cidade para proteger estavam ali diante de seus olhos mortos. Avistou sentado em um monte de corpos Bankotsu ele parecia muito tranquilo e estava limpando a mão cheia de sangue, em sua roupa havia respingos de sangue em sua face também, seu olhar era vago nenhum sentimento por ter matado, um verdadeiro psicopata.

Seus olhares iam de encontro um com outro, o olhar de Bankotsu era intimidador era como estar de frente com o "mal" . Satsuke exitou um pouco e vários sentimentos confusos lhe preenchiam a cabeça. — Você me enganou.

– Pessoas fracas se deixam ser enganadas, mas não vou lhe rebaixar vir até aqui estar diante de mim, tem que ter coragem ou ser muito idiota. — Ele fechava os olhos e sorria falsamente.

Ela ficou sem palavras, seu ser queria chorar não queria aceitar aquela realidade. Tirou a mão da bainha de sua katan e caminhou até ele lentamente. Bankotsu só se levantou vendo o que ela iria fazer.

A jovem caminhava cautelosamente olhando os corpos com tristeza, a quatro passos de distância dele ela o olhou em seus olhos com os olhos cheios de lágrimas e uma feição de choro, era inevitavel as lágrimas rolavam sobre sua face mistrurando com as gotas da chuva.

Bankotsu se mantinha forte, mas aquilo efetou ele. Porém seu olhar dizia que não dava a mínima ele colocou sua mão sobre a bainha de sua alabarda.

–Eu senti você verdadeiro, eu senti Bankotsu — Ela aproximou dele, era intimidador a presença dele, ele era alto e ela era até o peitoral dele não chegava nem a bater com a cabeça no ombro dele e o jeito que ele a olhava de cima pra baixo sem expressar nenhum sentimento intimidava muito. Ela colocou a mão sobre o peito dele.

–Viu? Você se iludi. — Ele disse friamente, afastando a mão dela e sorrindo de forma fria.

Satsuke olhou nos olhos dele, ela não havia percebido mais envolta deles havia todos eles. Como uma presa cercada ela se sentia ela se afastou de Bankotsu olhando ao seu redor, não havia pra onde fugir e ninguém pra lhe ajudar, ela estava sozinha. Pra onde virava via um deles, todos parados a olhando com um sorriso. A opção dela era lutar.

A chuva caiu mais forte, ela colocou sua mão sobre a bainha de sua katana, olhou para Bankotsu que voltou a sentar e tomar saquê despreocupado. — Dizem que o mal deve ser cortado pela raiz. — Disse Bankotsu.

– Então deixa que eu corto. — Suikotsu dizia sorrindo olhando pra Sastuke. Entre cada dedo havia lâminas de 30 centimetros bastante afiadas. Ele se aproximava lentamente dela.

Em volta deles estava Bankotsu sentando de olhos fechados e degustante o saquê, Mukotsu, Renkotsu, Jakotsu, Kyokotsu e Ginkotsu.

Em quanto Suikotsu se aproximava ela havia sacado sua katana apenas esperando o ataque dele. Suikotsu caminhava firmemente e lhe lançava um ataque e ela se protegia com sua katana, ele apenas brincava com ela. Satsuke apenas ficava na defensiva. Ela ocupava as duas mãos segurando a katana, ele colocava bastante pressão e ela tinha que usar as duas mãos para não ceder o problema era que ele usava as lâminas em ambas mãos e com a outra ele tentava atacar o ombro dela.

Satsuke desviou, mas era pega desprevinida até que ao defender uma vez era pega de surpresa tento o ombro perfurado por uma das lâminas, a dor era terrível, mas ela aguentava se cedesse para dor morreria ali mesmo.

– Hmn. — Ele lambia a lâmina saboreando seu sangue.

"Eu posso me ferrar, mas preciso fazer isso" Pensou ela se aproximando dele partindo para o ataque, a lâmina de sua katana era tão fina que ao encostra no chão o cortava e o movimento dela era tão rápido que cortava as gotas da chuva ao meio. Suikotsu rapidamente se defendeu do seu golpe colocando as lâminas na frente dele, faíscas saiam ao tocar suas "garras" com a katana de Satsuke. Satsuke se aproximou um pouco e bateu sua cabeça contra a dele, fazendo o nariz dele sangrar.

– Vadia!- Se afastou um pouco e ela não perdeu a oportunidade, mas ele era rápido pra se desviar, mas não o suficiente pra levar um corte superficial em seu abdómen. O sangue escorria de monte, o pior corte era da katana, cortava carne humana como manteiga.

Ofegante Satsuke se afastava, ele colocava tanta pressão sobre seus ataques que os músculos dela doiam de tanto colocar força pra se proteger.

– Chega Suikotsu, Mukotsu!

O baixinho desajeitado ia entrando no meio do círculo, ele usava uma máscara que cobria seu nariz e boca seus olhos eram grandes e ele era metade do tamanho de Satsuke. Mas se ele era do grupo era por algum motivo e ela se mantinha atenta a cada ação dele. Mukotsu me pegava um recipiente com um líquido preto e o bebia.

– Ah não la vem — Jakotsu colocava a mão no nariz e se virava.

Ele assoprava e de sua boca não saia nada evidente ela não entendia nada. A especialidade dele era venenos tóxicos que penetravam na pele com facilidade. Ela sentia um cheiro no ar, mas não via fumaça e em seu pulmão ja entrava um veneno não tão grave, mas que fazia ela tossir sangue, mexendo com seu pulmão que sangrava pouco por dentro, sua garganta ardia e a dor era de estar pegando fogo dentro. Ela caia de joelhos fechando os olhos e tossindo.

– Só isso? — Ela olhou pra ele, seu rosto estava vermelho e sangue escorria no canto de sua boca. — É só isso que pode fazer? — Satsuke se levantou e com a katana na mão. Segurava a dor e começava a lagrimar, realmente ardia muito, mas ela tinha que aguentar. Investindo um ataque ela correu em direção a ele com sua katana arrastando no chão ela investiu em um golpe frontal, ele assoprava uma fumaça verde encima dela, chegando a ter a tronco cortado ele se escondeu na fumaça.

–Não! — Ele via o sangue espalhando no chão e passava um de seus remédios encima do corte. — Agora sinta seus músculos adormecendo você vai morrer garota! — Ele correu pra zona de segurança, ficando ao redor dela.

Em meio a fumaça ela se sentia tonta, seus sentidos iam ficando distantes e seus braços e pernas iam ficando dormentes e a fumaça baixando ela se deu de cara com um deles, ele era enorme tinha 2,7 metros de altura de aparência medonha e nada humana, seus olhos brilhantes eram fácil enxergados no meio da pouca fumaça assim como seus dentes extremamente afiados. Ela tentava correr, mas ela impossivel e sabia que estava cercada deles.

– Amane! Satsuke corre perigo! — Natsume sacudia Amane com um olhar desesperado.

– O que espera que eu faça? Você a deixou la! — Em meio a briga delas Tsuki se aproximou delas

– Vão, não e justo. Vão


Satsuke estava ali caida no chão com a respiração ofegante.

"Se eu morrer aqui o que será de Amane e Natsume?... Eu lutei tanto, eu sofri tanto. Não posso morrer. " Satsuke respirava fundo deitada ali no chão sem forças. " Eu ja passei por tanta coisa... Eu não posso desistir agora.". Cravou a ponta de sua katana no chão tentando se ergue ela fechava os olhos.

– Você Bankotsu, não vai me matar fácil! — Satsuke dizia de joelhos com as mãos apoiadas na katana, determinada a por um fim neles. Ela lutaria com todas as forças de seu corpo.

Em quanto isso Kyokotsu se aproximava, seu tamanho era assustador e ela ainda fraca, mas o efeito da toxina que Mukotsu havia lhe dado ia passando aos poucos. Apenas uma leve dormencia em suas pernas ela estava com a katana em suas mãos pronta pra lutar.

Kyokotsu dava um grande murro no chão o suficiente pra abrir uma grande fenda na terra indo em direção em Satsuke atirando lhe pequenas pedras, porém ela continuava parada, não iria se machucar. Apenas com um lábio cortado ela se levantava e corria em direção a ele. Por ser alto a reação dele ao ataque era lenta dando tempo suficiente pra ela fugir de seus ataques usando a força bruta ele dava um murro com mais força no chão levantando um pouco de poeira. E despercebida ela pega impulso e subia pelo braço dele em um movimento preciso cortava a gargante dele com sua katana.

– Ra! — Ela sorria, tento o corpo coberto de sangue, mas sua katana ficou presa na traqueia dele. Satsuke tentava tirar desesperadamente e seu inimigo caia lentamente pra frente envolvendo o corpo de Satsuke com as mãos a prendendo — Não, me larga! — Ele caia morto com o corpo de Satsuke embaixo.

–Tadinha.... Ele sempre foi o mais fraco mesmo [ra1*]- Suikotsu ria

–Ela morreu? — Jakotsu dizia meio precupado.

"Como ele pesa" Satsuke estava com a Katana no pescoço dele ainda e segurando com força para que o peso dele não desabase nela.

– Hey. — Amane olhava para eles, estava encima de uma casa olhando eles de longe atrás dela Natsume, seus olhares eram de raiva.

Natsume descia dando um salto dali de cima a youkai ficava sobre o corpo de Kyokotsu. Natsume assumia uma forma mais youkai, suas unhas iam crescendo ficando afiadas, os dentes iam ganhando forma afiadas e seus olhos laranjas


*Tanto= Semelhante a uma katana, mas pequena.

*ra1 = Quem me tem no msn concerteza ira entender.



Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.