Shichinin-Tai
2 Capítulo 2 - Ooame
Notas iniciais
Hontou ni taisetsu na mono igai subete sutete shimaetara ii no ni ne genjitsu wa tada zankoku de ––––––––– Capítulo dois. / primeira temporada~ Ooame.
– "Porque estou fazendo isso?" Se perguntou Bankotsu.
Os raios rasgavam o céu, anunciando um forte chuva por vir...
– Mas então Kayu você não é daqui né? — Satsuke perguntou olhando para o rosto dele. A jovem estava tentando conter seu medo de raio, era a única coisa que fazia ela tremer de medo. A cada raio ela encolhia os ombros.
Bankotsu como notava muito cada sinal percebeu e antes de responder pode sentir o os pingos da chuva caindo sobre o cabelo dele, a chuva ia caindo lentamente estragando o festival. Satsuke estava sorrindo, era uma bela visão dela molhada com sorriso no rosto apesar do medo. Bankotsu segurou na mão da jovem e ambos corriam rindo, apenas rindo de forma alegre de verdade. Bankotsu sentiu uma certa leveza em seu espírito, apesar de conhecer pouco a menina.
Era mais uma daquelas coisas que apenas é, não tem explicação apenas se sente...
Correndo pelo vilarejo alegremente, molhados da chuva Satsuke esquecia seu medo e esquecia de tudo ao seu redor. Ambos se abrigavam debaixo de um teto de palha de uma casa. O reino de Ren foi dormindo e eles estavam ali, a casa tinha gente dormindo e eles sentados na escada da saída da casa e em seus pés o respingo da água batia nos mesmo.
Aquela música do som da chuva forte predominava assim como o silêncio entre eles.
Um raio rasgava o céu com violêncio e Satsuke colocava as duas mãos sobre o ouvido encolhendo os olhos e fechando os olhos.
– Calma — Ele dizia afagando o cabelo dela todo molhado — "Afinal.... O que eu to fazendo?" pensava Bankotsu em meio a um conflito dentro de sua mente, ele não entendia porque estava agindo assim com aquela menina.
–Obrigada, mas eu não sei porque tenho medo... — Satsuke olhava pra ele meio que encolhida. Seus olhos iam de encontro.
Bankotsu ficou sem palavras novamente, aquele olhar lhe fazia seu mundo girar, mas algo tinha que ser dito — Afinal, não é tão ruim, olhe, mas tente ver algo além de uma coisa ruim. Veja como ele rasga o céu iluminando tudo.
Era verdade a beleza começava a fazer sentido para Satsuke que começava a entender — Tem razão Kayu.
– Que?
– Kayu...
Ele ficou um tempo e sorriu sem graça — Ah claro sou eu, é o saquê.
Ela soltou uma risada fechando os olhos — Claro, claro e eu não sou boba esse não é seu nome! — Ela olhou curiosa pra ele fazendo um biquinho com os lábios.
–Tsc! Não fale bobagens sua tola é claro que me chamo Kayu. — Ele começou a fazer cafuné nela.
–Ei, porque esta mentindo e eu não sou tola bêbado! — Ficando bem próximo a ele logo os dois se viam quase abraçados. Bankotsu com um braço envolta do pescoço dela e ela ali a trocar calor corporal.
A noite foi passando e os dois ali trocando conversa, rindo de uma forma boba. As horas iam se passando como segundos e eles não percebiam, logo viam que ja amanhecia e a chuva tinha passado.
– Eu te vejo ainda Kayu-san? — Satsuke se levantava estava com o kimono que ele havia colocado nela.
–Claro Satsuke, quando você menos esperar eu apareço — Bankotsu sorria e adiante estava Jakotsu olhando com um sorriso de felicidade.
Satsuke se virava e caminhava em direção ao castelo feudal de Tsuki. Bankotsu parado ali ficou a observando. Antes Satsuke se virou e disse.
– Kayu, eu gostei mesmo de você — riu de uma forma doce — espero mesmo te ver e ela continuou seu caminho passando por Jakotsu.
– Bankot.... — Jakotsu foi parando a fala quando viu que Bankotsu dizia baixinho "Não!Não!Não diz meu nome".
Satsuke se virou — Eu sabia que seu nome não era Kayu
–Hãm? O que? — riu sem graça — Pois é...- Seu olhar se voltava pra Jakotsu, seus olhos estavam fulimando de raiva.
Ela continuou até desaparecer da vista deles. Bankotsu encarou Jakotsu, mas Jakotsu não estava com um olhar de raiva era um olhar de orgulho.
–Ela é muito bonita irmão e vocês conversaram a noite toda não é?
–Desde quando isso te interessa?
– Hmn, estranho demais... — com um sorriso confortador disse para Bankotsu – Eu vi que ela esta indo para o castelo de Tsuki a rainha feudal, concerteza ela protege a rainha... Se quiser podemos abandonar esta missão irmão.
Bankotsu se viu num dilema de orgulho.
"Não posso abandonar minha missão por uma pessoa que mal conheço, e eu tenho uma reputação a zelar! E meu orgu..." Bankotsu pensava com uma expressão de raiva e sentiu a mão de seu irmão sobre seu ombro esquerdo.
–Orgulho irmão? Lembre-se de que o orgulho fez com nosso pai. Honra não é conquistar nações, matar e cumprir missões. Honra e orgulho é algo além disso Bankotsu. — Jakotsu foi caminhando, indo embora.
2 dia depois
– Não Kayu, pare! — Dizia Satsuke com uma voz meio abafada, ela estava ali parada na frente de Bankotsu e o mesmo com sua mão na cara dela. A mão dele era grande cobrindo a face delicada dela toda.
–Não jovem gafanhota, aprenda com o mestre a arte marcial Kayu o gostosão. — Ele tirou a mão do rosto dela fazendo ela cair no peitoral dele, ele a segurou pelos braços.
– Puff- A jovem emburrada assoprava a franja que estava caida sobre os olhos. Logo a face ia corando.Ele tirou delicadamente os fios de cabelo da frente do rosto dela. — Seus olhos...
– Eu tenho que ir... Esta tarde, Amane me mata... Alias eu nunca vou saber seu nome verdadeiro, correto?
–Não, se você soubesse teria que matar você — ele sorriu em meio a um verdade irônica.
Ambos trocavam olhares, ela mantinha aquele sorriso de sempre que ele não cansava. — Obrigada — disse Satsuke.
–Hun?
– Obrigada por torna esses três dias inesqueciveis. Existem pessoas que mesmo pouco tempo que a conhecemos sentimos que houve história mesmo não tendo, sentimos uma ligação com essa pessoa e apenas um olhar dessa pessoa totalmente "estranha" pode dizer mais coisas que palavras... — Ela corou bastante- Obrigada.
Satsuke seguiu seu rumo ao castelo de Tsuki onde se hospedava.
Ele ficou ali no pôr-do-sol a refletir em quanto pensamentos lhe passavam na cabeça.
– Acho que não nós veremos mais Kayu...
– Por que?
–Eu estou numa missão suicida, só prometa que vai continuar a me ver... Eu tenho medo.
–Nada vai acontecer.
2 dias atrás
Ali num lugar distante ao reino de Tsuki estavam reunidos os Shichinin-Tais, o clima era de seriedade. Bankortsu estava sério e tinha uma ar autoritario, olhando sempre de cima para baixo.
– A missão irá esperar, aguerdem minha ordem e então podem atacar. Ninguém chega perto de Tsuki, ninguém! Ela morrerá por minhas mãos, o sangue dela quem se alimentará serei eu, vocês não teram jamáis essa honra!
Jakotsu olhou decepcionado.
⊰ ❀ ⊱
O reino de Ren estava calma a expectativa de que nada iria acontecer era grande, havia uma paz imensa sobre os aldeões. Naquele pôr-do-sol explendido as três amigas estavam reunidas sentadas no chão olhando pro horizonte.
- Eu não acredito que ele fez aquilo — dizia Amane
- Só pode estar de brincadeira eu nem acre... — dizia Natsume
Os olhos de Satsuke estavam vidrados no horizonte, sua mente não estava ali e as vozes ficavam distante, o que se passaria no coração dela?
Não muito distante estava Bankotsu.... Com o mesmo sentimento.....
––––––––– Fukai fukai mori no oku ni ima mo kitto
Okizari ni shita kokoro kakushiteru yo
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