She's Gone - 2° Temporada
7 Capítulo 7
Notas iniciais
POV Aria
Eu, meus pais e Mike estávamos conversando sobre o que tinha acontecido nos últimos dias e para falar a verdade, eu sei que devia estar bastante feliz por estarmos juntos, mas eu não estava. Quer dizer, eu estava feliz por estar com meus pais e com meu irmão, mas eu queria muito que Amy também estivesse aqui, assim como eles.
Deixei meus pais e Mike falando sobre algo e fui procurar Amy. Calculei que ela estivesse em seu quarto e, como eu previa, foi lá que eu a encontrei, sentada em sua cama.
Aria: Oi, você está bem? — Perguntei, encostada a porta.
Amy: Por quê Mike tinha que os trazer até aqui?
Aria: Por quê você acha que nossos pais te abandonaram? — Perguntei, caminhando até ela e me sentando do lado dela.
Amy: Que outra explicação há para eu não crescido com minha verdadeira família? — Quando eu ia responder, a mesma me interrompeu. — Não precisa responder, eu não quero saber. Eles me abandonaram… Essa é a verdade e nada do que você disser vai mudar a verdade.
Depois de ter falado isso, ela se levantou e saiu. Não tentei parar ela, pois eu sabia que isso não faria com que ela me escutasse, então era inútil.
Será que a espaço para mais algum problema?
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POV Lorenzo
Achei muito estranho tudo o que Alison me contou, mas decidi ajudar ela. Ela parecia muito interessada nisso, parecia que a vida dela dependia disso.
Fomos até o Radley, entramos e fomos tentar saber alguma coisa com a recepcionista.
Alison: Boa tarde. Será que você pode me ajudar?
Recepcionista: Claro. O que a senhorita precisa? — Perguntou, dando um sorriso simpático.
Alison: Meu irmão foi internado aqui, eu queria saber se eu posso visitar ele. — Mas Charles não estava morta? Agora eu já não estava entendendo mais nada.
Recepcionista: Qual é o nome de seu irmão?
Alison: Charles DiLaurentis. — Respondeu Alison.
A moça procurou por alguma informação durante algum tempo, até que finalmente encontrou algo.
Recepcionista: Me desculpe, menina, mas seu irmão não está registado aqui.
Alison: Talvez ele tivesse sido transferido.
Recepcionista: Talvez.
Alison: Você pode me dizer para onde?
Recepcionista: Além de ser uma informação confidencial, ela não está aqui no sistema.
Lorenzo: Isso é impossível. O sistema deveria ter todas as informações dos pacientes, até mesmo se foi transferido e o nome da instituição. — Disse eu.
Recepcinista: Eu sei. Isso parece ter sido apagado, mas, com certeza, foi um erro no sistema. De qualquer forma, eu não podia falar nada para vocês. Tenham um bom dia.
Saímos do Radley, e percebi que Alison tinha uma expressão de tristeza, por não ter consigo nada sobre Charles.
Lorenzo: Ali, por quê você não falou para a moça que seu irmão morreu?
Alison: Porque ela diria que era informação sigilosa e eu não descobriria nada. Mas eu ainda não desisti. — Disse, caminhando até a porta de trás do Radley.
Lorenzo: O que você vai fazer?
Alison: Vou entrar. Tenho de descobrir mais sobre meu irmão.
Lorenzo: Você vai mexer nos arquivos confidenciais? — Ela assentiu. — Mas isso crime.
Alison: Se você não quiser, você não tem de vir comigo. Só me espera.
Ela caminhou para dentro e nem pensar que eu a deixaria sozinha nessa história, então fui atrás dela. Ela se surpreendeu por que ter entrado e para falar a verdade, até eu tinha me surpreendido comigo mesmo.
Tinhas centenas, ou até milhares, de arquivos. Era muito difícil achar fosse o que fosse ali, mas Alison não desistiria e, consequentemente, eu também não.
Fiquei procurando algo que tivesse com o nome de Charles DiLaurentis, até que, finalmente, achei um arquivo com o nome dele. Caminhei até Alison e falei:
Lorenzo: Achei algo. — Disse lhe entregando o arquivo.
Ela pegou ele e o folheou, procurando algo que falasse sobre sua morte.
Alison: Aqui. — Disse. — “O paciente de dezasseis anos, Charles DiLaurentis, se suicidou. A causa que o levou a tal ato é desconhecida…” — Leu.
Alison tinha conseguido o que ela queria: saber um pouco mais sobre o que aconteceu com Charles. No entanto, ela não estava com uma aparência muito feliz em seu rosto.
Regressamos a meu carro para, por fim, ir embora. Durante o caminho, olhei para Alison, ela estava meio quieta, parecia pensando em algo.
Lorenzo: O que se passa? — Perguntei, olhando para a frente.
Alison: Nada, eu só estou pensando no que levou Charles a se suicidar e no por quê que meus pais não me falaram isso.
Lorenzo: Por quê você não fala com seus pais para tentar saber sobre isso?
Alison: Vou falar com Jason para saber o que ele acha sobre isso. — Respondeu. — Lorenzo… — Me chamou, eu olhei ela. — Obrigada.
Lorenzo: Pelo quê? — Perguntei, voltando a olhar para a frente.
Alison: Pelo que você fez hoje. Você é um policial e cometeu um crime só para me ajudar. Muito obrigada.
Lorenzo: Foi por uma boa causa. — Disse.
Alison: Mesmo assim, obrigada.
Ficamos calados o resto do caminho até o hospital.
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POV Emily
Fazia algumas horas que Jonay tinha chegado em minha casa. Uma coisa estranha aconteceu: assim que ele chegou parecia que ele já sabia que eu vivia ali também. Mas como isso era possível?
Eu ainda não tinha esquecido que eu tinha visto ele conversando com Red Coat, então decidi falar com ele.
Emily: Oi.
Jonay: Tudo bom?
Emily: Mais ao menos. Eu hoje vi você conversando com uma ruiva de olhos azuis.
Jonay: Você estava me espionando?
Emily: Não. — Disse rápida. — Estava passando na rua para voltar para aqui, quando eu vi vocês os dois. Quem é ela?
Jonay: Por quê você está me perguntando isso?
Emily: Mera curiosidade.
Jonay: Ela é uma velha amiga minha. O nome dela é Sofia.
Emily: Será que você me poderia ajudar a conhecer ela?
Jonay: Por quê eu faria isso? Afinal o que você quer com ela?
Emily: Eu acho que eu conheço ela e queria ter a certeza que é ela.- Respondi. — Me ajuda, por favor. — Implorei.
Jonay: Tà bom. Hoje, mais tarde. Não fala nada disso para ninguém.
Emily: Eu vou sozinha?
Jonay: Não, você estará comigo. Agora tenho algumas coisas para resolver. — Disse saindo.
Finalmente eu tinha um nome, Sofia. Red Coat se chamava Sofia e eu encontraria ele naquela noite.
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POV Aria
Com o máximo de cuidado possível, eu e Ezra chegamos em seu apartamento. Decidimos ir para là porque havia sempre alguém entrando ou saindo da DollHouse, que, supostamente, deveria ser secreta.
Ainda estava preocupada com a situação entre Amy e meus pais e acho que Ezra percebeu isso.
Ezra: Aria, tá tudo bem?
Aria: Não.
Ezra: O que se passa? É algo com o bebé? — Perguntou preocupado.
Aria: Não. Amy acha que meus pais a abandonaram quando era bebé. Tenho medo que ela volte se separar da gente.
Ezra: Não de preocupa, tnho a certeza que tudo se vai resolver. — Disse, dando um beijo em na minha testa. — Como vocês estão? — Percebi que ele se referia a mim e ao nosso filho.
Aria: Melhores agora que estamos com você. Ezra… — O chamei, ele me olhou. — Eu lamento muito não ter falado sobre Amy, eu não queria que nada disso acontecesse.
Ezra: Calma, eu não estou chateado com você. Não mais.
Aria: Você pode me prometer uma coisa?
Ezra: O quê?
Aria: Se eu for presa, me promete que você vai cuidar dele ou dela.
Erza: Aria, você… — O interrompi.
Aria: Só prometer, por favor.
Ezra: Eu prometo que vou cuidar dela, assim como eu prometo que não vi acontecer nada com você. Vamos achar uma solução. Agora vamos para de pensar nisso.
Ela me beijou. Como senti falta desse beijos, de seus beijos. Era um beijo apaixonado, porém calmo. Eu não queria sair de seus braços nunca mais…
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POV Alison
Chegamos no hospital e eu procurei Jason com o olhar, acabando por encontrar beijando Hanna. Os dois estavam juntos?
Alison: Jason, preciso falar com você. — Disse, fazendo os dois darem um pulo devido ao susto.
Jason: Sobre o quê?
Alison: Charles.
Foi o bastante. Depois de dizer o nome de nosso irmão, Jason se levantou e caminhou até onde eu estava.
Falei sobre o que eu e Lorenzo aviamos achado no Radley. Jason também achou estranho o fato que nossos pais não nos tivessem dito que a causa da morte de Charles era suicídio, então decidimos falar com eles mais tarde.
Essa história estava ficando mais complicada do que o que eu esperava.
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POV Emily
Jonay avia me dito a hora que nos encontraríamos com Red Coat, digo, Sofia. Era num parque, as seis da tarde e só faltavam alguns minutos para as seis.
Eu tinha medo que Sofia não aparecesse e acabasse por estragar tudo, mas isso não aconteceu. Assim que o relógio indicou seis, ela apareceu atrás de mim.
Ela estava ali. Eu estava cara a cara com Red Coat.
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