Shark

6 Capítulo 6 - Noite heterossexual


Notas iniciais
;D Tomara que gostem... hoje já não vou postar mais!

Mas ela não ficou satisfeita e, em um só gesto, tirou minhas calças. Em breve, ela acorrentou minhas mãos, tapou minha boca e me chicoteou, tudo com objetos eróticos. Me deitou em cima de uma mesa que tinha ali perto e se sentou em cima da mesa, do meu lado.

- O que eu hei-de fazer com você… — Ela tirava um vibrador da mala. – Espera, amor, deixa eu me excitar um pouco antes de passar para você. Para dar em você, eu preciso te dar do melhor. E, nesses dias, eu estou ficando um cu. Então, deixa eu fazer um aquecimento primeiro… e depois passo para você. Ah, se quiser, eu posso enfiar o vibrador no seu ânus também.

Eu não estava sequer acreditando no que estava acontecendo. Mas, como estava todo amarrado, eu não podia sequer oferecer resistência para aquela puta. Apenas podia ficar torcendo para que ela não abusasse demais de mim. Ou mesmo que o pai dessa safadinha aparecesse. Mas, espera… eu tranquei ele na sala! Droga! Tranquei o leão na jaula, para ir cair na jaula dos ursos.

Então, ela finalmente tirou minha cueca. Não que eu estivesse feliz com isso, longe de mim!, mas eu já estava prevendo isso. Ainda para mais, depois disso, eu seria condenado a prisão por pedofilia. Porque, afinal, acho que a garota ainda é menor. Vou rezar para que já tenha 18 anos para, aí sim, ser eu a apresentar denúncia de uma garota louca que me estuprou. Bom, pensemos do lado positivo de tudo isso: vou deixar de ser virgem.

Laure retirou sua calcinha, sem sequer tirar a saia… provavelmente para eu não ver nada. Então, enfiou o vibrador por dentro da saia e se ouviu um clique.

- Amor, já liguei o vibrador, deixa eu gozar só uns minutos. Pode esperar? – Ela falava de costas para mim, com a mão dentro da saia. – Oh, você não pode falar, não é mesmo? – Ela ria.

E se ouviu o barulho da vibração. Logo a garota estava soltando gritos de orgasmo e todo aquele barulho me fez acreditar que acordaria Vicent. Mas, sem sucesso. A garota retirou o vibrador de dentro da saia e me mostrou ele… estava nojento, cheio de escorrimento.

- Agora, quer que eu enfie isso em você… ou quer primeiro me dar prazer? – Laure perguntou em um tom de zoação, pois sabia perfeitamente que eu não podia responder.

Laure tirou seu casaco preto e o jogou no chão. Depois, desabotoou sua saia e a tirou. Começou lambendo meu órgão, já sem cueca. Eu estava corando, e ele começava ficando ereto. Ela se deitou em cima de mim e não falou mais nada. Ficámos em silêncio até que ela acertou no buraco, e, sem mais demoras, enfiou meu órgão no seu buraco. Ficou quieta uns segundos, mas logo enfiou suas unhas na minha camisola e começou fazendo aquele tão conhecido movimento de baixo para cima, baixo para cima, cima para baixo. Começou aumentando a velocidade. A garota gemia, gritava, gozava… estava no pleno orgasmo. Eu estava com uma sensação inexplicável, e estava sufocante eu não poder gritar com tanta excitação.

- Agora, vou me divertir um pouco mais! – Ela retirava da mala um vibrador com dois lados. – Esse aí é meio fraquinho, mas serve para você, já que nem me está dando com muita potência.

Então, ela me virou de barriga para a mesa, abriu meu ânus e botou lentamente um dos lados do vibrador lá. Quando ela ligou, a dor veio. Era uma dor infindável, mas ela parecia estar gozando muito, já que ela tinha enfiado o outro lado no buraco dela. Enquanto o vibrador vibrava, ela me tirava a camisola e me mordia as costas, beijava minhas costas, arranhava minhas costas, me lambia as costas, chupava minhas costas… em breve, estavam todas marcadas.

- Bom, já está virando manhã… tenho que ir no meu quarto antes que meu pai acorde. – Laure arrumava os dois vibradores na sua mala e se vestia. Pegou nas minhas roupas todas também e botou na mala. – Ah, amor, e proibido falar que fui eu que te estuprei. Se você quiser falar de estupro, foi você que me estuprou… ou eu faço a você o mesmo que eu fiz com minha última experiência homossexual. É que… eu sou bissexual, lamento, tesão de Sábado. – Ela botava sua saia. – Ah, e você dá com pouca força. Gente assim tem que ir para homossexual. E… se meu pai perguntar porquê você está assim, inventa qualquer coisa de masoquismo. Ah, mas ele não vai te perguntar nada, vai pular logo em cima de você e transar você todinho. Ui, então, boa manhã, amor de Primavera, tesão de Sábado. – Ela lambeu toda minha cara, como uma despedida.

Laure saiu da saleta, e eu fiquei amarrado, pelado, desesperado, em cima daquela merda de mesa.

- Papai! O que você faz fechado na sala?! – Laure abria a porta da sala, que, pelos vistos, não era muito longe da saleta onde eu estava.

- Ah, que bom que você não fugiu de casa! – Vicent abraçava com todas as forças sua filha. – É que Karl devia estar preocupado por eu estar muito cansado, e pensou fechar a porta para maior privacidade, não sei.

- Falando em Karl, seu amigo é masoquista! – Ela olhava pela porta da saleta onde eu estava. – Ele está todo pelado e amarrado na mesa da sala de visitas!

- Pelado e amarrado?! – Vicent mostrava preocupação comigo. – Será que ele levou demasiado a sério o que eu falei ontem? – Ele pensou.

Notas finais
D= Ok, agora podem me esculachar, falar mals de tudo, porque ficou ruim XD