Sexy Bitch

8 É isso que posso dar.


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É isso que posso dar.

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Amanhã lhe mostraria o apartamento que comprei para podermos ficar mais a vontade. E se tudo desse certo, Isabella poderia morar lá.

Ainda não era tudo que eu queria dar a ela. Mas era o que eu poderia lhe dar no momento. Era mais do que eu dei a qualquer uma desde Tânia.

Meus dedos batiam nervosamente no volante enquanto esperava Isabella descer. Na verdade o dia inteiro eu me senti ansioso.

A reação dela ao ver o apartamento me preocupava. Lógico na hora em que comprei imaginei que ela iria adorar. Mas depois comecei a duvidar de minha impulsividade.

Isabella já havia deixado claro que não gostaria que eu lhe desse um apartamento, mas talvez ela relevasse, já que o lugar era pra ser nosso. Não havia meio de eu me encontrar com ela na casa da desmiolada Alice, minha casa era totalmente fora de cogitação, e hotéis era tão impessoal.

- Olá bonitão. – sorri ao vê-la abrindo a porta e já entrando toda animada.

- Isabella.

- Sabe você pode me chamar de Bella.

- Bella?

- É meu apelido.

- Eu gosto de Isabella.

- Deus, eu até reclamaria, mas quando você diz Isabella, da um tesão. – sorri e me inclinei para beijá-la.

Ela suspirou me beijando de volta, jogou seus braços em meu pescoço e me puxou mais para ela, sua boca veio para minha com avidez imediatamente, e gemi ao sentir sua língua em contato com a minha.

Me afastei dela com um sorriso, ela fez um biquinho e sorriu em seguida.

- Então cadê minha surpresa?

- Não está aqui.

- Então me leve até ela. – pediu animada e ri ligando o carro e guiando em direção ao apartamento.

O caminho para lá foi em silêncio, exceto pelo radio do carro, que Isabella ficava mexendo, trocando as estações, ela se decidiu por uma de musica popular e virou para mim sorrindo.

- Então, alguma dica sobre essa surpresa?

- Não.

- Vamos não seja mal. – sorri e neguei.

- Nada de dica. Já estamos chegando. – ela suspirou olhando para a janela. Não demorou nem dois minutos e entrei na garagem do prédio, Isabella me olhou com curiosidade e sorri dando de ombros.

Estacionei na minha vaga, e sai, ela não se moveu, e fui até sua porta a abrindo e estendi a mão para ela.

- Vamos?

- O que está aprontando, Sr. Masen? – ela arqueou uma sobrancelha e segurei sua mão a levando aos lábios.

- Paciência.

- OK. – fez um biquinho e me inclinei beijando sua boca.

- Vamos. – segurando sua mão nos guiei para o elevador e apertei nosso andar. Isabella me olhava desconfiada o tempo todo, e tive que lutar contra o sorriso que ameaçava escapar.

O elevador parou e a levei para a porta e a abri, Isabella me deu um ultimo olhar inquisitivo e dei de ombros novamente. Com um suspiro ela entrou no apartamento, a segui ficando atrás dela. Seus olhos vagavam pro todo lugar com curiosidade.

- O que você acha?

- É um lugar muito bonito. – ela murmurou e se virou para mim. – Por que estamos aqui?

- Hmmm, bem eu comprei.

- É seu?

- Seu na verdade. – ela abriu a boca e fechou novamente, fez isso algumas vezes, e seu rosto começou a ficar vermelho, e seus olhos escuros.

- Edward Masen...

- Não diga nada.

- Como não dizer. Eu te disse... – a agarrei puxando contra meu peito, ela se calou ofegante e me olhando de olhos arregalados.

- Antes de ficar nervosa me escute.

- Eu...

- Por favor? – ela apertou os lábios com força e respirou fundo.

- Ok.

- Eu adoro passar um tempo com você. Mas não quero ir a casa de Alice novamente. Eu mal suporto meus parentes na empresa, quanto mais ter que vê-los fora dela. Minha casa é completamente fora de cogitação, minha mãe nunca aprovaria nosso tipo de relacionamento, e eu não a faria passar pelo constrangimento de nos pegar em um momento embaraçoso. – respirei fundo e voltei a falar. – E hotéis são tão impessoais, podemos continuar indo a hotéis, mas para que se temos um bom lugar aqui mesmo.

- Edward, eu concordo. Mas isso é demais.

- Por quê? Você disse que aceitaria o que eu estivesse disposto a dar. É isso que posso dar.

- Mas isso...

- Não, isso é perfeito. Nosso lugar, podemos ficar aqui sem ninguém nos incomodar. E você pode morar aqui também. É grande e espaçoso. Venha ver. – a soltei agarrando sua mão e a levando para um pequeno tour.

Mostrei nosso quarto, a cozinha e sala. Os quartos extras que ela podia fazer o que quisesse com eles. Na sala grande e espaçosa eu comentei que poderíamos trazer um piano e isso a fez sorrir.

- Você toca?

- Sim. Eu adoraria tocar para você. – seu sorriso aumentou.

- Eu adoraria ouvir.

- Então vai vir morar aqui?

- Edward...

- Por favor, Isabella. Eu o comprei pra você.- Pisquei os olhos para ela se convencer mais rápido.

- Eu sinto que estou abusando de você. – ela resmungou e rolei os olhos a abraçando.

- Não sinta. Você não me pediu nada, eu quero lhe dar. É só o que posso lhe dar no momento. – ela suspirou e me abraçou de volta.

- É demais. – resmungou e a apertei contra mim.

- Por favor, eu queria lhe dar muito mais, mas é só o que posso dar.- Voltei a repetir. Estava difícil convencê-la mas eu vou conseguir.

- OK. – sorri internamente.- Eu disse que esperaria por você. Até que você me desse o que pudesse e eu vou.

- Bom.

- Então, que tal nós experimentarmos aquela cama enorme. – ela piscou pra mim e me soltou correndo para o quarto já largando suas roupas pelo caminho.

Sorri e a segui ansioso e feliz que agora teríamos um lugar só para nós.

[...]

Isabella ressonou ao meu lado, um pequeno sorriso em seus lábios e suas pálpebras tremendo levemente, ela parecia estar sonhando, e um sonho bom. Minha mão passeou por suas costas nuas e ela murmurou alegremente em seu sonho.

Ri baixo e voltei a acariciá-la, sua pele macia e doce era muito convidativa, não só ao toque, como também minha boca ansiava estar nela novamente, minha mão desceu mais e acariciei a bundinha empinada e um pequeno gemido escapou de seus lábios.

Me inclinei afastando seus cabelos e beijei sua nuca, ela suspirou e bocejou se virando para mim em seguida. Um sorriso sonolento nos lábios.

- Olá.

- Oi. Eu dormi. – torceu o nariz e sorri.

- Não tem problema. Mas eu preciso ir.

- Oh. Ok, eu só...

- Não precisa levantar. A casa é sua, lembra?

- Sim. Havia esquecido. – seus olhos brilharam de repente. – Esse apartamento enorme é meu. Vou passar a noite sozinha nessa cama enorme. – piscou os lindos olhos e passou a mão pelos seios. – Tão sozinha.

- Isabella?

- Sim?

- Não me tente. – ela deu uma risadinha, e rastejou até deitar sobre meu peito, sua mão descendo por minha barriga e agarrou minha ereção.

- Eu tenho mais camisinhas em minha bolsa. – ela piscou e massageou meu pau, grunhi e segurei sua mão a parando.

- Isabella... – ela ergueu-se e mordiscou meu queixo chupando a pele em seguida.

- Diga Sr. Insociável?- Perguntou com a voz rouca.

- Ainda sou insociável?

- Um pouquinho. – murmurou mordiscando minha garganta e gemi roucamente. – Mas podemos resolver isso rapidinho. – apertou um pouco meu pau e grunhi e a virei na cama ficando sobre ela.

- O que eu vou fazer com você, Isabella? – ela deu uma risadinha e suas mãos passearam por minhas costas.

- Eu tenho algumas idéias de Sr. Masen.

- Aposto que tem. – deu um sorriso malicioso e suas mãos foram para minha bunda a apertando. Grunhi e esmaguei meus lábios nos dela com força, Isabella gemeu se esfregando em mim e me beijando com igual desejo.

Afastei a boca da dela ofegante e sai de cima dela, ela fez um biquinho e sorri.

- Tenho mesmo que ir.

- Oh está bem. Seu chato. – ela pulou da cama, e saio rebolando para o banheiro, gemi ao ver sua bundinha empinada e corri atrás dela, ela riu.

- Acho que tenho tempo para um banho.

- Não sei não. Eu ia tomar banho de banheira.

- Não importa. – ela sorriu e me empurrou correndo para o quarto.

- Liga a água da banheira que já venho. – gemi ao vê-la saindo, e a obedeci.

Enchi a banheira e joguei espuma de banho, a banheira já estava quase cheia quando Isabella voltou e com uma camisinha na mão.

- Nossa demorou tanto pra achar?

- Não, é que meu celular tocou quando estava pegando a camisinha.

- E quem era?

- Alice.

- Hmmm, Isabella, eu gostaria que não contasse a Alice que eu lhe dei o apartamento.

- OK. – arquei uma sobrancelha e ela sorriu. – Eu sou meio doidinha Edward, mas não sou boba. Já percebi que você não gosta de Alice, ou qualquer um dos seus parentes. – sorri tristemente e a abracei.

- É uma situação meio complicada...

- Seja qual for, ela não é da minha conta. Só vou dizer a Alice que consegui alugar um apartamento muito bom. E que o meu senhorio é super gostoso. – piscou e acabei rindo.

- Então banho?

- Claro, estou muito suja. – falou sensualmente e mordisquei seus lábios carnudos.

Entramos na banheira, sentei e ela se encostou em mim, suas costas se esfregando contra meu peito, massageei seus ombros e mordisquei sua pele.

Isabella suspirou e levou as mãos as minhas coxas e as massageou, suspirei meu pau latejava.

- Cadê aquela camisinha? – ela riu e a pegou na borda da banheira, fiquei de joelhos e ela a colocou em mim, e me ajudou a sentar, ficando de frente para mim, se sentou sobre mim, uma perna de cada lado do meu corpo.

- Tão gostoso. – sussurrou enquanto sentava em meu pau, meu membro pulsando enquanto invadia sua boceta melada.

Ela arfou e rebolou até eu estar todo dentro dela. Agarrei seus quadris e a fiz se mover sobre mim, meu pau entrando e saindo lentamente de sua boceta apertada e malditamente quente.

- Oh sim... isso... – ela arfava agarrando meus ombros e me ajudando nos movimentos.

Seus seios balançavam na frente do meu rosto, e lambi os lábios antes de levar um mamilo na boca, ela grunhiu e rebolou em meu pau, e sorri começando a mordiscar seu bico.

Passei de um seio para o outro. Mordiscando e lambendo, chupando seu peito um de cada vez, Isabella gemia meu nome o tempo todo e rebolava com cada vez mais força. Meu pau já pulsava, e gozaria em breve.

Comecei a movê-la com mais força e rapidez sobre mim, ainda mamando em seus seios deliciosos, Isabella agora gritava e arranhava minha costas, sem parar de rebolar.

Desci as mãos para sua bunda e apertei e empurrei com força dentro dela indo até onde tava, ela se arqueou toda sobre mim, e gemi sentindo sua boceta mastigar meu pau e seu corpo tremer sobre o meu.

Larguei seus seios e chupei seu lábio no meu, sua boca colou na minha e seus gemidos foram engolidos pela minha boca, enquanto gozava em meu pau, eu soltei sua boca jogando a cabeça para trás e gemendo quando meu próprio orgasmo me alcançou.

Olhei na sua direção e ela sorriu pra mim. Voltei a beijar sua boca, e sai de dentro dela, e a peguei no colo e fui para a ducha. Deixei a água cair sobre nós e depois saímos nos enrolando em toalhas e voltamos para o quarto.

Isabella se jogou na cama, e tirei a tolha e terminei de me secar, peguei minhas roupas em cima de uma poltrona que havia no quarto e vesti a calça, ela ficou me olhando o tempo todo enquanto me vestia e sorri.

- O que?

- Nada. Só apreciando a vista. Você não disse que a vista da casa era tão boa. – piscou e ri.

- Eu disse, só tem vantagens morando aqui.

- Com certeza. Agora vira de costas, quero apreciar a vista traseira.

- Isabella, comporte-se. – ela rolou os olhos, mas continuou me olhando, coloquei a camisa e gravata e sequei um pouco mais os cabelos. – Precisa de ajuda pra trazer suas coisas?

- Não, eu só tenho malas. Não trouxe muita coisa de Londres.

- Você morava em Londres?

- É fiz faculdade lá, e amo a cidade acabei ficando por lá.

- Faculdade do que? – acabei me sentando na cama, era a primeira vez que ela falava de si mesma, e queria aproveitar o momento.

- Literatura. Eu fui professora.

- E por que parou?

- Eu precisei voltar. Problemas de família.

- Hmmm, você falou algo sobre uma irmã não foi?

- Sim, ela morreu há alguns anos. E senti que era hora de voltar pra casa.

- Mas voltou só agora.

- Só deu agora.

- E vai ficar?

- Bem, acho que sim. – ela mordeu o lábio evitando meus lábios e segurei seu queixo.

- Como uma professora vira modelo e dama de companhia? – ela deu de ombros e sorriu.

- Eu precisava voltar. E não queria ser professora, e um amigo me indicou a agencia.

- Quantos anos tem, Isabella?

- 25.

- E qual seu sobrenome? – ela sorriu maliciosa.

- Isso é algum tipo de interrogatório? – sorri e beijei seus lábios.

- Só informações que tem que dar ao seu senhorio. – pisquei e ela riu.

- Espertinho. Achei que tinha que ir.

- Merda! – dei mais um beijo nela e me levantei.

Mostrei as chaves e expliquei alguns detalhes e parti.

Apesar dela ter se esquivado da pergunta sobre seu sobrenome eu estava me sentindo muito feliz.

Depois de tanto anos a vida estava muito boa.

Cheguei em casa e já era hora do jantar. Minha mãe estava muito animada, pois amanhã teríamos uma festa. O noivado de Jasper e Alice. Ao contrario de mim, minha mãe adorava festa. E se eu pudesse sempre ver essa alegria nela, até agüentaria nossos parentes.

Depois do jantar fui direto para meu quarto. Amanhã seria um longo dia.

Notas finais
N/A:
Oláaa povo pervo do meu core o/
Postando rapidinho aki que me bateu um sono
uma preguiça que ta foda kkk
Então esse capitulo ja ajudou nas suspeitas de vcs??
OLha falando serio, teve varios coments que meio que acertaram o misterio do Ed, alguns acertaram algumas coisas.
E agora quem descobre um pouco do passado que a Bella esconde??
Vale outra foto montagem do Ed pelado
Eu tenho tres kkkkkkkkkk
Isso é que ser perva em o/ *lixa
kkkkkkkkkkkkkk
Agora me vou a preguiça dominou aki
xau ninas até sexta
acho que posto em curiosidades
se num me baixar o espirito louca posto em Gay?eu?
N/B: E bota longo nisso! Mandy suspira-
Aiai quero um senhorio desses! *-*
ED TO SUJA VEM ME LAVAR? (6
Hahahaha okS isso que dá depois de ler um cap. HOOOOOOOOT desses né meu povoo?? Hahahahah
E então? O que axaram? *-*
Deus do céu! Essa Bella é fogooo! Hahahahaha
Ainda bem que ela aceitou o pedido! Tmb né geente!
Depois de um puxão desse! Eu até desmaiava! *-*
Esse Edward é muito fofo né não? *-*
Hahahaha
OkS caley-me! To aprendendo com a paulinha a fazer comentS grandes! O.o
Ahhahahahaha
Beejos&até mais! Amo vcS! *-*