Sexy Bitch
11 Eu te amo demais, para te deixar ir.
Notas iniciais
Eu ja dei autorização pra algumas ninas postarem fics minhas em sites e blogs ou comunidades.
Algumas eu não to lembrada pq pediram faz tempo.
Então eu queria pedir pra quem eu dei autorização, entrar em contato comigo, que eu quero colocar nos meus perfiz, aki do nyah, e do orkut, pra não termos problemas com plagio.
Então se eu te autorizei a postar qualquer fic minha.
Me avisa por MP aki no nyah, ou no meu email(paulahalle@hotmail.com)
Obg e bjs.
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Eu te amo demais, para te deixar ir.
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- Por que você ainda está aqui?
- Edward, você nunca faria mal a ninguém de propósito, eu sinto isso. Então não tenha medo, eu não vou a lugar algum, eu amo você.- Disse segurando meu rosto
- Você não devia.
- Mas eu faço. Agora me conte tudo.
Eu suspirei pesadamente e toquei sua bochecha, ela era tão linda, tão vital pra mim, e se ela tivesse o mesmo destino de Tânia ou Ângela, eu não suportaria outra vez. Quase me matou das primeiras vezes. Se eu perdesse Isabella...
- Edward? – ela me olhou com preocupação. E respirei fundo e assenti.
- Eu vou dizer. Mas vou começar pelo começo.
- É sempre bom ir pelo começo.
- É. Bem, eu conheci Tânia no colegial, ela era linda e alegre, tão cheia de vida e era impossível não se apaixonar por ela. Eu jogava no time da escola, ela era líder de torcida, e como um clichê eu e ela namoramos. Todos achavam que era namoro de adolescente. Mas Tânia e eu tínhamos planos, queríamos ir para a faculdade juntos, e começar nossa vida, e concordamos que devíamos nos casar.
- Quando anunciamos aos nossos pais em um jantar, eles não gostaram da idéia, diziam que éramos muito novos, e devíamos pensar mais sobre o assunto. Tânia e eu não queríamos isso, tínhamos certeza do que sentíamos. A única pessoa que ficou do nosso lado foi minha mãe.
- Esme? – Isabella me olhou incrédula e assenti confuso.
- Sim, Esme só quer a minha felicidade e ela percebeu que era Tânia. Então indo até contra meu pai ela me apoiou. Eu e Tânia fazíamos planos para o casamento, minha mãe sempre nos ajudando. A escola estava no final, e nós continuávamos determinados a casar, isso fez nossos pais aceitarem nossa decisão, então nada mais parecia atrapalhar o que mais queríamos. Até que tudo desandou.
- O que houve? – ela me incentivou a continuar e tentei me focar nas lembranças enterradas no fundo da minha mente.
- Tânia ficou doente, muito doente. Foi de repente, ela estava bem em uma semana, e na outra algo mudou, ela foi ficando fraca e mal conseguia andar ou comer. Cancelamos o casamento e adiamos a faculdade. Tânia teve que ir para uma clinica ficar internada, e eu não quis sair do lado dela. Todos queriam que eu fosse à faculdade, não havia muito a fazer por Tânia, mas eu não queria deixá-la, ela precisava de mim. Mas de nada adiantou, ela morreu algumas semanas depois.
- Oh Edward, eu sinto tanto. – eu neguei.
- Eu entrei em desespero quando me contaram. Não podia acreditar eu fiquei um ano sem saber o que fazer, sem saber como viver sem ela.
- Os médicos não descobriram nada?
- Não, ninguém entendeu como ela uma jovem de 18 anos saudável e cheia de vida morreu de um infarto fulminante. – Isabella tampou a boca em choque, e evitei seu olhar, ela segurou meu rosto me fazendo encará-la.
- Mas isso não é sua culpa.
- É sim.No começo eu achei que fosse uma fatalidade, todos diziam, os médicos diziam. Então eu tentei viver, fui para a faculdade, mesmo sem animo algum. Eu era muito retraído evitando as pessoas no começo, eu fiquei três anos na faculdade até conhecer Ângela.
- Ângela? – Isabella repetiu baixinho e assenti.
- Ela era muito diferente de Tânia, era tímida e retraída, mas era absolutamente linda e meiga. Eu cai no amor por ela, ela me trouxe luz, quando eu achei que nunca mais poderia ter isso. Eu achava que amar era impossível pra mim, e ela apareceu na minha vida.
- Isso pareceu bom.
- E foi, Ângela era especial, e quando apresentei a família, meus pais adoraram ela, principalmente meu pai. Mas eu não queria apressar as coisas. Levei com calma dessa vez, namoramos um ano, antes de eu propor casamento a ela. Meus pais exultaram quando souberam e eu estava feliz depois de tanto tempo.
- E o que houve? – ela perguntou baixinho e engoli a vontade de chorar como um bebê.
- Então tudo aconteceu de novo. Quando o casamento estava para acontecer, Ângela adoeceu, era muito parecido com o que Tânia teve, ela estava fraca e doente. Meu pânico foi imenso, e terminei com ela.
- Não é sua culpa...
- É sim, só podia vir de mim, eu não podia ver ela morrendo novamente. Nós já tínhamos acabado a faculdade, e eu estava trabalhando para meu pai, então foi fácil evitá-la, mas ela era persistente. Ela melhorou e veio atrás de mim, e quando eu a vi bem, eu tentei novamente. Mas tudo se repetiu, e ela durou menos ainda que Tânia.- Fechei os olhos sentindo a dor.
- Eu me fechei mais ainda, não podia acreditar que tudo estava se repetindo, eu não devia ser digno de amor, para perder todos que eu amo. Eu me afastei do mundo novamente e não deixava ninguém chegar perto. Até o dia que meu pai conversou comigo. Foi a primeira vez que conversamos como pai e filho, ele sempre foi um pouco distante. Ele me amava eu sabia, mas ele era uma pessoa fechada. Mas sua conversa me ajudou e eu tentei seguir em frente.
- Edward, — ela me chamou e encarei seus lindos olhos, ela passou as pontas dos dedos em minha bochecha e secou as lagrimas, que nem percebi que eu derramava. – Não foi sua culpa.
- Foi, eu sou um assassino.
- Não, você não é.
- Sou sim. Você não entende, elas estavam perfeitamente bem, até elas me amarem.
- Não foi você.
- Eu mato tudo que me ama.
- Não, foi uma fatalidade.
- Como pode continuar aqui, você não ouviu o que eu disse?
- Sim eu ouvi cada palavra, e senti sua dor, eu sei que você amou elas, e elas te amaram, mas infelizmente elas partiram, mas você não deve se culpar.
- Mas...
- Shiii.-Me calou com o dedo.- Agora me conte, como seu pai morreu?
- Ataque cardíaco.
- Hmmm. – ela evitou meus olhos e a encarei.
- O que?
- Você bem... bem você já pensou que elas podem ter sido assassinadas?
- O que?
- Bem, as mortes delas são meio suspeitas.
- Eu... Quem faria isso? Tânia e Ângela eram as pessoas mais bondosas que conheci. Ninguém as queria mal.
- Mas, e bem se a pessoa queria atingir você?
- Eu?
- Sim, vai ver alguém não queria que você ficasse com elas.
- Algum ex- namorado?
- Não, alguém que queria que você fosse sozinho.
- Isso não faz sentido Isabella.
- Bem, talvez. Mas acho estranho, as duas morrerem e do mesmo jeito. A policia não se envolveu?
- Por que se envolveria? Foi uma doença, e minha família é muito rica, a policia não da atenção a casos assim.
- Entendo. – ela parecia pensativa, mas não se afastava de mim, a olhei com esperança.
- Então você não me culpa?
- Claro que não.
- Mas...
- O que?
- Minha mãe disse... bem ela disse que era minha culpa. Que eu devia me manter longe... – abaixei a cabeça pensando nas palavras de Esme quando Ângela morreu, e ela veio me ver algumas semanas depois.
“Sabe o que isso significa meu querido, é melhor você se manter longe delas, pois qualquer mulher que chegar perto pode ter o mesmo destino, e sei que você não quer isso.”
Eu havia negado e chorado por Ângela e Tânia e pedido a Deus, para que não acontecesse novamente. Eu não suportaria carregar outra morte na consciência. Pois eu sentia que direta ou indiretamente, eu era responsável pelo que houve a elas.
Minha mãe me abraçou naquela noite e prometeu cuidar de mim e não me deixar nunca.
Meu coração estava quebrado, eu não podia me ver amando de novo, então suas palavras e seu amor foi tudo o que me restou, então foi fácil aceitar o seu amor de mãe, por que seria o único amor que eu teria na vida. Eu já tinha me convencido disso. Bem até agora.
Voltei minha atenção para Isabella que me olhava com preocupação, forcei um sorriso e ela sorriu de volta e beijou minha testa.
- Eu não vou te deixar. – ela sussurrou como se lesse os meus pensamentos e assenti apertando contra mim.
- Obrigada.
- Não há o que agradecer, eu amo você. – levantei a cabeça para encará-la e ela sorriu e roçou seus lábios contra os meus delicadamente.
- Eu não mereço você.
- Não diga isso... – eu neguei e ela parou de falar.
- Eu não mereço, mas eu não vou desistir de você, eu... – respirei fundo e a olhei profundamente. – Eu te amo demais, para te deixar ir. – seus olhos brilharam e ela gritou me abraçando.
- Oh Edward, eu também. – abracei de volta enterrando meu rosto em seu pescoço inalando seu cheiro, ela riu baixinho e se afastou. – E o que acha de passarmos o dia inteiro na cama? – ela moveu as sobrancelhas e ri.
- Eu preciso ir trabalhar.
- Ah Sr. Insociável, deixe eu fazer você esquecer o trabalho. – ela falou já passando a mão por meu peito e suspirei.
- Achei que eu não era mais Sr. Insociável.
- Você sempre será meu Sr. Insociável. – ela piscou e grunhi ficando de pé com ela ainda no meu colo.
- Eu vou mostrar quem é o Sr. Insociável.
- Isso, me mostra tudo, meu gostoso. – ri e corri com ela pro quarto.
[...]
Ouvi meu celular tocando em algum lugar, mas o ignorei, as mãos de Isabella em mim, me fazia esquecer do mundo lá fora. E era o que eu faria pelo dia de hoje. Suas mãos passeavam por meu ombro e peito, enquanto relaxávamos na banheira com ela atrás de mim, minhas costas contra seu peito e as pernas a minha volta, passei as mãos por suas coxas e ela riu.
- Então, me conte algo que ninguém saiba.
- Hmmm, eu adoro sanduiche de pasta de amendoim.
- Isso é bobo Edward, quero um segredo picante. – eu ri.
- Eu não tenho nenhum.
- Ah claro que tem. Todo mundo tem.
- Então me conte um.
- Hmmm, deixe me pensar... – ela beliscou meu mamilo e gemi.
- Isabella se comporte. – ela riu.
- Como se fosse possível. Ah lembrei um, eu já deixei um namorado me masturbar no cinema.
- Isabella! – virei para ela que sorria perversamente.
- Sua vez. – voltei a olhar para frente e tentei me lembrar do tempo de Tânia ou Ângela, Isabella me deixava confortável para lembrar delas com carinho.
- Ok, eu transei com Tânia na cama dos meus pais.
- Edward, seu danadinho. – ela riu alto e rolei os olhos.
- Você é terrível Isabella.
- Faz parte do meu charme. – ela desceu a mão pelo meu corpo e acariciou meu membro ereto, ofeguei e agarrei sua mão.
- Você disse que íamos só tomar banho.
- Edward, você deve ser o único homem, que proíbe sua namorada de te acariciar no banho.
- Bem, faz parte do meu charme.
- Oh sim Sr. Insociável, com certeza faz. – ela murmurou beijando meu pescoço e apertou meu membro me fazendo arfar. – Mas eu não desisto fácil.
- Deus...
- Hmmm, o Sr. Insaciável quer brincar. – eu ri ofegante conforme ela me apertava mais firme movendo sua mão para cima e para baixo.
Apertei suas coxas minhas mãos se movendo em sua pele, ela suspirou e se esfregou contra mim, seu centro úmido contra minhas costas.
Ela ainda tocava meu pau o massageando, o polegar deslizando na ponta e meus quadris saltaram para cima, ela chupou meu pescoço e repetiu o processo, me fazendo arfar e voltar a investir contra sua mão.
- Quero você Isabella... – grunhi sentindo meu pau pulsando e ela gemeu.
- Eu também te quero Edward.
Me levantei e a peguei no colo saindo da banheira e fui para o quarto, a joguei na cama e gemi ao ver seu corpo molhado, ela tocou seus seios e seu centro e se contorceu.
- Venha Edward. – massageei meu pau e subi na cama de joelhos afastando suas pernas, ela apertou seu seio e lambeu os lábios.
Rosnando agarrei sua perna e coloquei sobre meu ombro, e deslizei nela, sua boceta melada engoliu meu pau facilmente e gememos, ela veio rápido, sua boceta pulsando a minha volta.
Agarrei sua outra perna e a abri a deixando bem aberta e meti nela com força, meu pau ansiando por libertação, enquanto ela gemia sem sentido meu nome, eu rosnei indo cada vez mais rápido e fundo em seu centro, gemendo seu nome desesperadamente.
Não demoramos muito para vir, eu gozei e ela me seguiu pulsando a minha volta, me movi lentamente aproveitando o aperto da sua boceta, era fodidamente bom, quando meu pau parou de jorrar eu sai de dentro dela me jogando na cama ao seu lado.
Meu peito subindo e descendo como a minha respiração veio forte e rápida. Ela agarrou minha mão e a olhei de canto de olho, vi seu sorriso de olhos fechados, e a puxei para meus braços.
- Eu te amo Isabella.
- Que bom. – ela sussurrou e adormeceu contra meu peito.
Beijei seus cabelos e fiquei observando ela dormindo ao meu lado, tão calma e serena, nem parecia a Isabella fogosa. Era engraçado como ela parecia uma junção de Tânia e Ângela. Mas ao mesmo tempo tão diferente, tão única.
Ouvi o celular tocando novamente e resmunguei me levantando e fui atrás dele, o achei jogado na sala, e olhei o visor, fiz uma careta ao ver as ligações perdidas todas de Esme.
Me sentei no sofá e suspirando liguei para casa, tocou algumas vezes, e já ia desistir quando sua voz aflita atendeu.
- Alô.
- Mãe.
- Graças a Deus, sabe quanto te liguei Edward Masen.?
- Desculpe, eu não estava achando o celular. – fiz uma careta com a mentira, e a ouvi suspirar.
- Tudo bem, eu só... Sua cama estava feita está manhã, e não soube de você o dia todo.
- Eu sei mãe, me desculpe.
- Aonde está agora?
- Estou com Isabella. – a linha ficou muda por alguns segundos e me preocupei. – Mãe, está ai?
- Sim, Isabella da festa?
- Sim.
- Você não disse, bem que ela não era nada demais. – suspirei esfregando o rosto.
- As coisas mudaram mãe.
- O que mudou?
- Podemos falar sobre isso mais tarde?
- Ok, eu estarei te esperando para o jantar.
- Estarei ai.
- Ótimo, te amo querido.
- Tchau mãe. – desliguei o celular e fiz uma careta, não queria ir para casa, queria ficar aqui, mas eu devia falar com minha mãe.
- Atrapalho? – ouvi a voz de Isabella, e sorri ao vê-la com minha camisa, mas aberta e podia ver o contorno dos seus seios.
- Nunca, venha aqui. – ela correu se jogando no meu colo, e abracei seu corpo contra o meu.
- Sabe o que eu estava pensando?
- Não, o que?
- Que devíamos andar sempre nus pelo nosso apartamento. – eu ri e mordisquei seu lábio.
- Hmmm, eu aprovo isso, então como eu já estou nu, você está quebrando as regras Srta. Isabella. – ela suspirou.
- Ah eu nunca quebro as regras Sr. Masen. – ela piscou tirando minha camisa e gemi ao ver seu delicioso corpo.
- Você é maravilhosa. – ela sorriu e segurou meu rosto e distribuiu beijos por toda minha cara.
- Você não fica atrás. – sorri e olhei para o relógio.
- Você tem algum compromisso?
- Prometi jantar com minha mãe.
- Era ela no telefone?
- Sim, estava preocupada, eu nunca passo a noite fora.
- Edward, quantos anos você tem?
- 29.
- Bem, pois diga a sua mãezinha, que como um homem de quase 30 anos, você vai passar algumas noites fora.
- Algumas?
- Oh sim, algumas. – ela piscou e levantou do meu colo. – agora vou tomar um banho, já que você atrapalhou o ultimo.
- Eu atrapalhei? – arquei uma sobrancelha e ela riu.
- Claro, foi tudo culpa sua Sr. Masen.
- Melhor retirar isso Srta. Isabella.
- Nunca. – ela gritou correndo para o banheiro e ri correndo atrás dela.
Sorri feliz, um sentimento de esperança se espalhando em mim, talvez dessa vez as coisas iriam ser diferentes.
Notas finais
Titia Paulinha ta em perigo
ataque em maça de Pernilogos DUMAL psicoticos devoradores de gente, passadores da praga...
Exagerei na ultima parte, mas eu vi a mumia hj ¬¬
Enfim
vou escrever rapido antes que eu morra por picada e nem vai ser uma picada boa u.u
Pensei besteira aki
e quando eu num penso hehe.
Enfim
ja deu pra perceber os misterios que rondam nosso Sr. Insociável??
Será que bella ta certa e alguem provocou as mortes das noivas do Ed??
E o que o Ed vai falar pra Esme??
Tudo aki no proximo capitulo, nessa mesma hora e nesse mesmo site kkkkkkk.
Agora eu me vou antes que eu morra por ataque de pernilongos.
Ja posso ver as manchetes
"JOvem linda morre atacada por Pernilongos mutantes dumal devoradores de gente, a pobre jovem morreu enquanto tentava postar algo na internet" kkk
beijos povo até sexta o/
acho que em gay?eu?
fui me
N/B:
Oi pessoas lindas e maravilhosas! *-*
Tadinho do Edward né? Só eu que to quase chorando aqui?:S hahahaha
Eu amey! E vcS? o que axaram?
Tmb acham que foi proposital essas mortes ou é tudo noia da Bella?
Nháá comentem&recomendem muiitooooooooo pq a gente ama! o/
E faz bem pro ego da paulinha! Hahahaha ela merece por ser DIVA! *-*
Amo vcS!
Beejos!^^
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