Notas iniciais
Roli aqui ^^
Sei que esse capítulo era para ser postado pelo Jonathan, mas por problemas com o PC (Acho que o Marvin pode estar envolvido também) ele pediu para que eu postasse XD
Esperamos que gostem!
Beijos!

- James? Levante-se – disse Douglas.

- Ué? Nós não morremos? Ou morremos?

- Não James, estamos todos vivos. Levante-se.

E James se levantou. Viu que estava no chão do restaurante. E ele estava inteiro. Tudo estava normal. Olhou para cima, e viu que o céu estava calmo, sem todas aquelas explosões. Caroline estava sentada numa cadeira. Então James perguntou para Douglas:

- O que aconteceu? A cúpula havia rachado, e...

- James, isso foi tudo parte do show. A produção fez a cúpula rachar de propósito, para aumentar a emoção entende.

- Nossa, mas foi muito real. Praticamente nascemos de novo.

Ficaram um pouco em silêncio, olhando o restaurante que estava praticamente vazio. Olharam um para os outros, enfim Douglas disse:

- Vamos embora então. O estacionamento é por aqui.

- Douglas espere! – disse Caroline – e Apolo? Temos de falar com ele!

- É mesmo! Mas ele já deve ter ido embora... – todos se lamentaram, do tipo daqueles lamentos quando você ganha um prêmio surpresa, mas depois vê que é apenas uma escova de dentes. Rosa. Quebrada.

- Bem, podemos passar no Olimpo, como íamos fazer antes – disse James.

Então andaram desanimados até o estacionamento. Muito desanimados. Parecia até que estavam com uma escova de dente rosa e quebrada.

Enquanto saíam do restaurante, Caroline, encabulada e com as bochechas extremamente coradas, chegou perto do professor e sussurrou, para que só ele ouvisse:

- Sobre aquela nossa conversa, antes do espetáculo...

Instantaneamente, o professor começou a olhar para os lados. Tentando ignorá-la.

- Eu estava meio desesperada... Como deu para perceber. – Caroline continuou, dando um sorriso tímido ao lembrar-se de sua situação.

- Hn... – Ele a cortou, parando abruptamente. – Tudo bem, senhorita Price. Sério. Foi momento de carência. Sei disso... – E recomeçou a andar.

- Ok então. – Ela disse, sem saber direito o que fazer. Correu para alcançar Douglas e James, e murmurou para si mesma: — Ele me chamou de senhorita Price?

Chegaram no estacionamento, e viram a nave. Começaram a andar até ela e então viram Apolo. Ficaram maravilhados com ele, com se tivessem ganhado uma escova de dente rosa, e um creme dental também.

A nave de Apolo era um carruagem. Uma carruagem que reluzia como fogo, era celestial, brilhante, e mais outros adjetivos do tipo. Apolo disse que levaria eles para o Olimpo, e também que poderia levar a nave de Douglas junto. A carruagem de Apolo serviria como um guincho, mesmo sendo muito menor que a nave de Douglas. Decolaram, e a nave se movia extremamente rápido. Enquanto iam, perguntaram para Apolo:

- Como é o Olimpo? É grande? Onde ele fica? Como vai Zeus?

- Calma crianças, calma, vocês verão como está o... – Apolo deu uma pausa, como se tivesse más lembranças – o Olimpo.

Continuaram “navegando”, e viram planetas, estrelas, galáxias, tudo o que tem no Universo. James conseguiu escutar até um trecho de “Across the Universe”, voando pelo espaço. Até que Apolo disse que chegaram ao Monte Olimpo.

***

O Monte Olimpo sempre foi lar dos deuses olimpianos. Nunca na história universal, um monte mudou tanto de lugar nos últimos 14,5 bilhões de anos. Hoje ele está quieto e calmo no planeta Withesun. O Olimpo nunca esteve tão calmo e ao mesmo tempo tão movimentado. Mais detalhes a seguir.

A carruagem pousou na cidade olimpiana. Eles desceram muito entusiasmados, e então viram a cidade.

Era linda, tinha pessoas e crianças correndo por todos os lugares. As casas eram brancas e de mármore, e eram muito bem feitas, muito bonitas. Tinha templos por todos os lugares, templos em homenagem a todos os deuses. Mais para cima, era possível ver o templo principal, onde todos os deuses se reuniam. Começaram a andar até lá.

- Nossa, eu estou muito feliz – disse Caroline, olhando para tudo muito feliz – nunca imaginei que fosse conhecer o Olimpo! Eu estou no Olimpo!


- Sim, sim, bem-vindos ao Olimpo! – disse Apolo, apontando para tudo.


- Vamos! Vamos logo para o templo principal ver os outros deuses! – disse Caroline


Começaram a andar pela cidade até o grande templo principal. Viram várias crianças, ninfas, e todos esses animais mitológicos. Andaram bastante animados, até que Apolo parou e disse:


- Ah sim, lembrei de uma coisa! – todos pararam para escutar o deus – olhem, preciso mostrar uma coisinha primeiro. Me acompanhem!


E ele saiu da estrada principal, que levava ao templo principal, e foi por uma outra rua, que não era principal, e não levava ao templo principal. Os três humanos e o robô seguiram o deus, e chegaram a um templo dourado: o templo de Apolo.


Era como um templo comum, mas era muito maior, que faria qualquer mansão ficar com inveja. E também era feito de ouro maciço, extraído do próprio Monte Olimpo. Dentro era muito maior e elegante: por todo lado tinham sofás, televisões, mesas, todas perfeitas, muito bem limpas. E também tinham empregadas por todo o lado. “E que empregadas!” pensou James.


- Tenho mais umas 20 dessas – disse Apolo, em seguida deu uma olhadinha para James – estou falando da mansão.


Andaram bastante, pois o lugar era imenso. Apolo ia contando várias de histórias relacionadas com dinheiro, mulheres, mansões, dinheiro, tapetes, dinheiro e dinheiro. Uma delas até que foi interessante, então lá vai:


“Um dia, numa maravilhosa tarde de domingo, eu estava contando minhas barras de ouro no meu cofre de ouro, e decidi fazer alguma coisa útil, fazer alguém feliz. Então reuni todas as minhas 784 empregadas, e disse para elas: ‘vamos brincar de esconde-esconde. Quem me achar primeiro ganha 500 mil dólares.’ Então o jogo começou. Levou um tempo para elas me encontrarem, pois sou muito bom nesse jogo. Então a empregada chamada Antonieta me encontrou, e dei os 500 mil dólares pra ela. Ela ficou muito feliz. Mas então ela reclamou que dinheiro não compra saúde, então criei uma fábrica chamada ‘Saúde’ e dei o dinheiro para ela comprar. Depois fui brincar com um dos meus Jets Skis na minha piscina, e também brincar de 500 metros rasos na minha banheira. Então decidi sair de casa, por que tudo aquilo estava muito monótono. Peguei uma de minhas carruagens e naveguei pelo Universo. Encontrei um homem muito pobre. Ele me disse que o sonho dele era ganhar uma barra de chocolate. Comprei a fábrica da Nestle pra ele. E fim! Gostaram da história?”


Assim que ele terminou, todos parece que “processaram” tudo o que ele falou, e disseram que gostaram, apenas para não serem mal-educados. Marvin não disse nada.


- Dinheiro cura a depressão? – perguntou Marvin para o deus.


- Talvez sim. Quer um pouco de dinheiro?


- Não. Eu não preciso de dinheiro para viver.


- Eu também não, mas gosto dele mesmo assim.


- Não é chato ser rico assim o tempo inteiro?


- Até que não. É bem divertido. Você devia tentar.


Então chegaram em uma sala de cinema. Todos ficaram impressionados que Apolo tinha uma sala de cinema em sua mansão. Marvin não se impressionou tanto.


- Isso é pior do que eu imaginei...


- Tudo bem! – disse o deus – cada um sente em uma cadeira estofada e extremamente confortável, que eu vou colocar uma coisinha pra vocês verem!


Todos sentaram, foram servidos com pipoca, e a tela gigante começou a exibir um documentário sobre os deuses, a vida, o universo, e tudo mais.

Notas finais
E então?
Bom? Ruim?
(Não. Nós nunca cansamos de dizer isso XD )
Beijos! ♥