Sex Games 2

5 Vibradores não?! Ou seria quem sabe?!


Notas iniciais
Hora de saber como o nosso supervisor vai reagir diante das aquisições de Sara.

— Achei válido você ter dado aquela chamada no Hodges para ele não espalhar sobre a Sara. — comentou Catherine durante o trajeto para sua casa a qual Grissom estava indo lhe deixar após a mulher lhe pedir carona.

Depois da "bronca" do supervisor nada mais a respeito de Sara e suas compras foi comentado à mesa durante transcorrer todo do café entre Grissom, Catherine e Hodges.

— E o que eu disse à ele vale pra você também. — retrucou o supervisor parando no sinal.

— A mim por quê? Sou alguma fofoqueira como ele é? — indignou-se a loira.

— Não. Mas falo em relação a fazer piadinhas ou comentários com a Sara que podem vir a constragê-la. O que ela faz ou não, compra ou deixa de comprar da porta para fora do laboratório, não diz respeito a ninguém. — discursou Grissom com seriedade.

— Eu sei que não. E eu não pretendia fazer piadinha alguma com ela, tá bom? Não sou indiscreta a esse ponto. Cada qual sabe da sua vida e o que faz dela fora do trabalho.

— Exatamente.

O semáforo abriu e houve um breve instante de silêncio dentro do veículo.

Uma dúvida parou em Catherine diante daquele comportamento "protetor" de seu amigo em relação à Sara. Então Catherine não pensou duas vezes em tirar isso à limpo, mesmo ciente de que seria pouco provável arrancar dele uma resposta satisfatória.

— Está te incomodando esse lance da Sara, né?

— Por que me incomodaria? — rebateu após poucos segundos em processo de assimilação do questionamento. Tinha que ser bem cuidadoso e medir as palavras para não comprometer Sara e ele.

— Ah, Gil... Você sempre teve um carinho especial por ela desde que Sara chegou.

— Não viaja, Cath. — tentou desconversar.

— Não tô viajando. Você gosta dela?

— Gosto dela assim como gosto de você, como uma amiga e colega de trabalho. — mentiu e tentou parecer o mais convincente possível.

— Não é o que parece.

Ele não soube o que dizer em resposta.

— Sabe que eu acho que logo no começo da Sara no laboratório, ela tinha uma paixonite por você tipo como o Greg criou por ela? — sem que Catherine visse enquanto fazia suas explanações, Grissom franziu a testa. Comparar o sentimento de Sara em relação à ele com o de Greg para com ela, não fazia a mínima lógica para o supervisor. Eram sentimentos completamente distintos. Só que Catherine não sabia disso. — Mas com o tempo parece a paixonite dela passou e hoje em dia acredito que ela te admire muito assim como os demais.

Você não sabe da missa a metade, Cath!, pensou o supervisor com uma tremenda vontade de rir do fato de Sara APENAS lhe admirar, mas se conteve de fazer isso. De fato sua namorada lhe admirava, mas, acima de tudo, ela lhe amava. O que Catherine definia como uma "paixonite" de sua namorada, na verdade, era amor e sempre foi, desde o começo. E Grissom tinha certeza de que esse sentimento jamais passaria, pois era forte demais para isso.

— E sabe que foi bom ter passado essa paixonite dela? Porque você e ela acho que não daria muito certo. Me desculpa sinceridade, Gil, mas você é complicado demais pra qualquer uma de nós mulheres te entendermos, meu amigo. — de canto de olho ele viu a loira sorrir. — Além do mais, como diz aquele velho ditado: onde se ganha o pão, não se come a carne! Então...

— Eu acho que a cafeína não te caiu bem, Catherine.

Sem se abalar ou chatear com a fala do amigo a loira apenas caiu na gargalhada. Momentos depois Grissom estacionava em frente a casa dela e eles se despediram.

— Queria só ver sua reação se soubesse que as coisas que Sara comprou no sex shop são pra usar comigo, Cath. — o supervisor sorriu em divertimento, balançando a cabeça de um lado para o outro enquanto via sua velha amiga ir rumo a porta da casa dela. Ao ver Catherine entrar em casa, o supervisor deu partida no carro rumo a sua própria casa para encontrar sua namorada maluca.

***

— Sara, cheguei!

— Na cozinha, Gil.

Ele seguiu para lá após largar sobre o sofá a sacola que continha apenas um dos presentes dentro, já que o outro se encontrava devidamente guardado no porta-luvas do carro. Depois tiraria de lá para guardar em outro local mais seguro e reservado.

— Pra quem disse que não ia demorar, você até que demorou, hein.

Ele deu um beijo rápido em sua namorada e se explicou enquanto acomodava-se numa cadeira ao lado de Sara, que tomava algo e enquanto comia os chocolates que haviam comprado no sex shop.

— Catherine me pediu uma carona até à casa dela aí, tive que deixá-la antes de vir pra cá.

— Hum... Quer chá? — ela viu Grissom espiar dentro de sua xícara.

— Não, tomei café com a Catherine e o Hodges momentos atrás, lembra?

— Ah é, tinha esquecido. Mas você quer chocolates? — Sara lhe empurrou a caixa com os doces em formato de pênis e ao vê-los Grissom fez uma careta.

— Obrigado, mas não. — ele empurrou a caixa de volta para sua namorada.

Ela estranhou sua recusa, porque seu namorado é uma formiguinha quando se trata de doces, mais ainda quando se trata de chocolates.

— Por que? Eles são deliciosos. Ao leite, os seus preferidos por sinal.

O supervisor encarou a caixa com as guloseimas com aquele formato nada atraente para ele e fez uma careta.

— Não duvido que sejam deliciosos, mas com esse formato que eles têm me tirou por completo a vontade de prová-los.

Mesmo nervosa diante da expectativa de saber o que Hodges pode ter comentado a seu respeito para Grissom e Catherine, Sara não resistiu em rir do que seu namorado acabava de dizer.

— Mas que bobagem, Gil.

— Pode até ser, só que não consigo comer esses chocolates com eles tendo esse formato. — ele torceu o nariz para os doces e encarou sua namorada que balançava a cabeça enquanto exibia um sorriso.

— Então fico com os chocolates todos pra mim.

— São todos seus.

Ele não fazia a mínima questão daqueles chocolates mesmo, não eles tendo aquele formato.

— E... O Hodges, Gil? — ela quis saber logo depois. Tinha até medo da resposta, mas ainda assim precisava estar ciente do que aquele fofoqueiro disse para saber se lhe esganava mais tarde no laboratório ou não.

— Ah! — o homem suspirou ao final de sua exclamação. — Nem me lembre dele.

— Ai, meu Deus! O que foi que ele disse a meu respeito? Com certeza falou das compras, né?

Ela podia apostar que ele tinha feito isso.

Para não constranger sua namorada, Grissom contou somente o necessário e omitiu os comentários indiscretos feitos por Catherine e Hodges após este ter revelado sobre as "aquisições" de Sara. E o supervisor finalizou contando da "chamada" que deu no técnico de laboratório alertando-o caso ele fique comentando por aí sobre as compras de Sara.

— Jura que fez isso?

— Claro! Tenho que zelar pela vida particular da minha namorada, ainda que, ele não saiba da gente.

Ela sorriu agradecida e enternecida com o feito dele. Sabia bem que diante da ameaça de Grissom, provavelmente, Hodges não ousaria comentar nada com ninguém, porque para o técnico de laboratório o que o supervisor dizia era ordem e ele dificilmente o desobedecia.

— Eu tenho o melhor namorado do mundo! — ela comentou antes de lhe dar um beijo estalado na boca e vê-lo sorrir.

— Na verdade tento ser o melhor pra você.

— E tem conseguido com louvor.

Ele sorriu contente em saber daquilo.

— E você como foi com o Hodges?

Ela revirou os olhos e mordeu um pedaço do chocolate que segurava.

— Foi um horror!

Ela relatou toda a indiscrição de Hodges, inclusive seus comentários e insinuações feitas a respeito dela e até mesmo sobre Grissom ao falar de Heather.

Grissom quis esganar Hodges pela indiscrição desacerbada do sujeito. Ele tinha que falar justamente para sua namorada sobre Heather.

— Pelo visto ele foi BEM indiscreto com você.

— Bota bem nisso. Ainda mais quando falou pra mim dos supostos sentimentos que você tem pela sua amiguinha Heather.

O supervisor coçou o queixo e achou melhor mudar o rumo daquela prosa. Lembrou do presente na sala e na mesma hora comentou dele a Sara, enquanto se levantava e lhe estendia a mão num convite de que a namorada o acompanhasse até a sala para receber seu presente.

Sara o observou e aceitou de bom grado acompanhá-lo. Se bem conhecia seu namorado como julgava conhecer, aquela menção do presente foi uma maneira bem providencial para sair do assunto Heather. Melhor mesmo não entrar em detalhes naquele assunto para não arrumar briga desnecessária.

— Eu espero que goste. — ele comentou quando já estavam na sala e entregava à Sara a sacola da joalheira.

A mulher sorriu, apanhando a sacola da mão do namorado. De dentro dela, Sara puxou um estojo preto quadrado. Ao abri-lo, encontrou uma correntinha dourada que trazia um pingente em formato de coração, preenchido por uma pedra brilhante na cor vermelho profundo, vívido, quase de semáforo, que soube por seu namorado tratar-se de um rubi.

— Meu Deus, Gris! É lindo. Eu amei. — ela lhe deu um abraço apertado e buscou sua boca num beijo intenso e demorado, que chegou a tirar o fôlego do casal.

— Depois de um beijo desses não tenho quaisquer dúvidas de que gostou mesmo do presente.

Ela sorriu.

— Coloca pra mim, amor.

Tirando a joia do estojo lhe estendido por Sara, Gil viu sua namorada virar de costas para ele. Então ela ergueu os cabelos e assim ele pode prender a correntinha em torno de seu pescoço.

— Ficou lindo em você. — elogiou o homem após sua namorada virar e ele vislumbrar seu presente enfeitando o pescoço dela.

— Não vou mais tirá-lo daqui.

— Agora você vai poder carregar meu coração aonde quer que vá.

***

— Não posso acreditar que mesmo eu tendo pedido para não comprar isso, você foi e comprou? — ele fez uma careta ao fitar os vibradores nas mãos dela. Segundo Sara um dos aparelhos que era de cor azul e em formato da letra C era para ser usado pelo casal em conjunto e o outro menor, de embalagem na cor vermelha, que mais parecia um batom seria usado só por ela. — E não satisfeita ainda me compra dois, Sara.

Ela segurou a vontade de rir de suas insatisfeitas palavras. Já esperava por aquele "ataque" dele diante de sua revelação sobre os vibradores. Apesar de todo o tato usado momentos antes para contar sobre aquelas duas aquisições que até então ele não sabia, ainda assim, Grissom não parecia nada contente com aqueles brinquedos que ela comprou. E o pior é que sua zanga, o deixava uma graça e causava vontade de rir em Sara. Mas ela se segurava para não fazer isso.

— É que a vendedora falou tão bem das maravilhas que essas coisas fazem, amor, que não resisti. — justificou-se, usando de um tom carinhoso e uma cara manhosa só para amenizar a situação e amolecer seu namorado.

— Ah, não... Não... Não... Não faça essa cara comigo Sara Sidle. — o supervisor balançou o indicador em negação ao entender as intenções de sua namorada ao fazer uso daquele seu artifício com ele. — Não vai me convencer dessa vez. Você não vai usar essas coisas. Não precisa disso. Eu disse à você na loja.

— Mas eu queria tanto usar com você. — choramingou para ver de colava e fazia com que Grissom mudasse de ideia.

— Céus, Sara!

Ele suspirou e rolou os olhos em direção ao teto do quarto. Por que ela foi querer justamente isso? E também o que aquela vendedora tinha que ficar falando dessas coisas com sua namorada maluca?

Diante de toda a resistência dele, Sara resolveu aproveitar o momento para tirar suas dúvidas e desfazer as deles que possivelmente eram as responsáveis por toda aquela rejeição aos toys adquiridos.

Segundo Brice lhe aconselhou, ela tinha que conversar com seu namorado e lhe explicar que o vibrador não é nem um adversário que compete com ele na hora do sexo, muito pelo contrário, o vibrador é um grande aliado do homem na busca de ajudar a aumentar o prazer da parceira durante o sexo.

"Eu sempre digo as clientes e seus parceiros quando eles vem aqui... Homem inteligente é aquele que agrega o uso do vibrador na relação íntima do casal, pois o vibrador possibilidade uma liberdade dentro da relação. Quando um casal utiliza o acessório na hora do sexo, os dois conseguem brincar", foram as palavras de Brice ao finalizar sua fala. E era isso que Sara pretendia fazer seu namorado cabeça dura entender.

— Você não quer os vibradores por que acha que eles vão competir com você ou pior, que eu vou te substituir por eles?

— Não!

Olhando para ela munido de uma careta a resposta dele saiu sem um pingo de certeza e poder de convencimento, o que fez Sara concluir que seu namorado fazia parte de fato do grupo de homens, que viam os vibradores como adversários como Brice definiu e ela muito bem já havia pensado antes. Só que tinha tirar isso da cabeça dele. Jamais isso fazia ou faria sentido.

— Gil esses acessórios não irão competir com você ou te substituir. Jamais! Os vibradores vêm para agregar numa relação e inclusive, eles são capazes de criar uma maior intimidade e parceria entre um casal, sabia? — explicou.

Ela usaria de todo seu arsenal de convencimento para fazê-lo aceitar agregar aqueles toys na relação deles. Depois de todas as coisas boas e os prós que Brice disse a respeito do uso de vibradores, Sara estava mais do que disposta a experimentar isso com seu namorado. O negócio era convencê-lo a embarcar com ela nisso. Mas se ela já conseguiu fazê-lo aceitar duas vezes a histórias de fazerem jogos sexuais, então ela era capaz de fazer Grissom dar mais esse passo.

— Por acaso você virou alguma sexóloga e eu não soube? — um tímido sorriu podia ser visto querendo escapar em Grissom ao fim de seu questionamento.

— Não. — Sara sorriu. — Mas quem sabe no futuro. Mergulhar nessas questões de sexo que envolvem os jogos têm me feito pesquisar bastante coisas, sabia?

— Tô vendo.

— Mas foi a vendedora da loja quem me falou isso sobre os vibradores. — revelou.

Grissom esticou os lábios em um bico e suspirou, lançando um olhar aos vibradores que agora descansavam entre Sara e ele, bem sobre a cama do casal.

Os mais modernos até podiam achar "santa insegurança" de um homem achar que um simples vibrador poderia ser um adversário. Mas fazer o quê se ele realmente sentia certa insegurança e receio por aquele sex toy. Não é que ele não confiasse em seu taco e visse no vibrador um substituto em potencial. Não se tratava disso. Era algo que nem mesmo ele sabia explicar direito. Apenas não queria saber daquele acessório fazendo parte de sua relação íntima com Sara.

Não é todo homem que é moderno e aberto a aceitar pacificamente tudo na intimidade. Ele como qualquer outro homem tinha suas dificuldades (mais até que os demais por conta de seu jeito). Só que com sua namorada maluca e desinibida, ele já até tinha mudado isso um pouco desde quando iniciaram o relacionamento deles até o atual momento em que estavam.

Já havia aceitado fazerem algumas peripécias ao longo desse tempo que estavam juntos. Um bom exemplo disso é essa história dos jogos, que nunca até então havia cogitado fazer. Mas Sara conseguiu o convencer. E não bastou a primeira vez e estavam indo para a segunda aventura. Mas aquele lance do vibrador era algo que muito dificilmente ela o convenceria. Porque ele tinha suas reservas e até dificuldade de aceitar aquilo.

— Olha eu te garanto que só usarei quando você estiver junto. Nada de usar sozinha. — tentou negociar para ver se assim ele cedia.

O supervisor apenas olhou para a namorada. Não se tratava da questão dela usar sozinha ou na companhia dele, o fato era que ele não conseguia aceitar aqueles apetrechos fazendo parte da relação deles. Era tão difícil assim dela entender? Pelo visto era!

— Sara, eu sinto muito, mas não dá. Eu não vou me sentir confortável com... Essas coisas fazendo parte dos nossos momentos íntimos. — confessou.

Foi a vez dela de suspirar e por fim dar-se por vencida quanto a tentar convencê-lo sobre os vibradores. Se ele estava afirmando que não dava e que não se sentiria confortável, então ela tinha que respeitá-lo do mesmo modo que ele lhe respeitaria caso ela não aceitasse algo.

— Tudo bem!

— Tudo bem? — ele estranhou a aceitação dela. Por um momento chegou a achar que ela fosse insistir mais. Até já estava se preparando para fazer um discurso de réplica. Mas pelo visto não seria necessário.

— Sim, tudo bem. — ela reafirmou e depois explicou: — Não adiantaria nada eu insistir mais para no fim você ceder sem ser de sua vontade e acabar fazendo o que não quer só para me agradar. Você também tem que querer isso. E este não é o caso. Então encerramos o assunto.

— Você ficou chateada, não foi?

Ele se sentiu um tanto egoísta, pois só levou em consideração o seu lado no fato e não pensou no dela, na vontade explícita que sua namorada disse sentir em fazer uso daqueles acessórios com ele.

— Não, querido.

E ela estava sendo sincera. Talvez no fundo o que houvesse era um pouco de frustração por não experimentar algo novo com ele, mas chateação com seu namorado jamais. Ela entendia seus limites. Sabia como ele era e o quanto de progresso já havia conseguido somente em convencê-lo dos jogos e também de tê-lo feito ir com ela ao sex shop. Para ele tudo aquilo já era muito e ela ainda vinha com essa questão dos vibradores. Era demais para ele.

— De verdade? — ele insistiu.

Ela afastou para o lado os objetos de rejeição de seu namorado e foi se acomodar no colo de Grissom.

— Sim. Eu não teria porque mentir pra você. Obviamente que estou um pouco frustrada com a situação, porque como eu te disse queria experimentar essas coisas com você. Mas se você não consegue, eu não vou te obrigar. Além do mais, os vibradores não foram os únicos objetos de divertimento que compramos.

— Compramos coisas interessantes.

— Bastante.

— E o que pretende fazer com os vibradores?

— Vou jogar fora.

Seria uma pena, mas fazer o quê?!

Diante do que ela disse o supervisor pensou melhor.

— Não faça isso. Guarde-os. — Grissom pediu, surpreendendo Sara.

— Guardar? Posso saber por quê?

Não fazia sentido guardar algo que provavelmente não usaria. Melhor seria se desfazer daqueles dois objetos.

Mas para sua total surpresa, a segunda ali, ela ouviu algo de seu namorado que lhe deixou bastante esperançosa:

— Somos seres suscetíveis à mudanças, Sara. E pode ser que mais pra frente, eu reveja meus conceitos e quem sabe, mude de ideia quanto a essas coisas. — apontou para os acessórios na cama.

Notas finais
Catherine está por fora das coisas kkkkk. E o Grissom que não quer os vibradores, mas quando Sara disse o destino que daria aos objetos, ele interviu e ainda deu indícios de que pode mudar de ideia quanto ao uso dos acessórios. Mais será mesmo que rola os vibradores em algum jogo futuro? É esperar pra ler. Bjos e até semana que vem quando teremos o primeiro jogo desta temporada.