Notas iniciais
Essa história também está sendo postada no SS ;u; e é de minha autoria
Aqui é tipo Ctrl C e Ctrl V q-q
≾Estarei dedicando essa fanfic toda a minha linda, maravilhosa e perfeita senpai Caty-Senpai ♥ [@CatyBolton]
≾Já vou avisando que essa fanfic poderá ter no futuro algo do tipo masoquismo ¬u¬ mas relaxe que quando tiver eu avisarei para aqueles que não quiserem ler, e até mesmo nem sei se farei ou não.
≾Algumas coisas desta fanfic é inspirada na fanfic "Everbody Hates Pip" e "Broken Soul" ambas da @CatyBolton 「Super recomendo as fics*u*」
≾Por que Sete desejos? Pois todo mundo sabe que 7 é um número macabro u.u
≾Os próximos capítulos serão maiores e a capa será adicionada em breve. Ah, o capítulo não foi revisado, desculpe por qualquer erro
≾Ta, vou parar de enrolar vocês. Boa leitura ♥

apítulo 0

『Introdução

Como é ser amado? Uma pergunta que o pequeno louro fazia todos os dias que levantava de sua "cama" para ir para a escola, Pip era apenas o garoto odiado por todos, em que ninguém gostava dele. E a única pessoa pelo qual ele compartilhou seus sentimentos estava em sua cidade natal e provavelmente nem se lembrava dele.

Era isso, um garoto constantemente confundido com franceses, apesar de ser britânico, em que servia como motivo de piada por aqueles que riam da desgraça e do sofrimento dos mais incapazes de se defender socialmente. Por que? Por que a vida tinha que ser tão cruel para Philip Pirup? Aquilo era algo que nem o mais sábio poderia responder.

Pip nem se dava ao luxo de contar quantas pessoas já foram legais com ele, a quantidade não passaria de cinco provavelmente. Portanto se contarmos o tanto de vezes que ele fora gentil o número não estaria dentro de nossa compreensão. Apenas com um sorriso no rosto ele tentava ser o mais educado e simpático com os que o rodeavam por mais que o insultassem e ofendessem ele nunca tentava lutar contra esse comportamento dos outros.

Por vários anos foi assim, difícil saber como Pip não estourara antes e como ele manteve tudo calmo e tranquilo. Mas até mesmo a mente mais paciente chega algum dia em um limite, um momento que não se pode mais aguentar toda a tristeza acumulada por muito tempo em cada nervo do corpo. Chega aquele momento em que o que mais quer é que tudo apenas acabe o mais rápido possível.

Não é a toa que Pip tentou de várias maneiras cometer suicídio apenas desistindo em última hora, ele tinha medo da morte, apesar de que o que temia não era o inferno. Nesse caso ele tentou algo pior que o suicídio. As chances de dar certo eram pequenas, mas ainda existiam. Por isto mesmo o britânico recolheu o máximo de informações possíveis e começou a pesquisar como ele poderia fazer isso.

Depois de duas semanas de elaboração ele finalmente estava pronto, desenhou um círculo no chão com várias variações geométricas, traçando várias figuras contendo cada uma um significado diferente. Acendeu quatro velas, cada uma em uma direção relativa a algum ponto cardeal, pegou uma faca e rasgou um pouco de sua pele do braço direito sangrando sobre o desenho. Começou a proferir algumas palavras de línguas mortas. Sim, era aquilo, ele estava invocando um demônio.

- O que meus pais pensariam se eles estivessem vivos? - A frase que não saia da mente do garoto enquanto lágrimas escorriam pelo seu rosto pálido ao mesmo momento que uma mão deslisava por seu ombro.

- Em que posso ajudar? — sussurrava o demônio no ouvido de Pip. Se ele estava arrependido por isto? Era algo que nem mesmo Pip sabia se responderia

Notas finais
Acho que já descobriram quem é o demônio, não é? ¬u¬