Notas iniciais
Tô no tédio em casa e resolvi escrever um capítulo bônus pra vocês já que acho que todos querem me matar por eu só escrever Seblaine.

KURT'S POV

Eu estava no palco esperando sair o resultado dos corai e como ato de amizade, Sam pegou na minha mão e me disse que estava muito nervoso. Ele era como o bebê do coral. Apertei a mão dele forte porque o jurado estava vindo. Nesse momento olhei para Blaine e ele olhou pra mim.

_ E AGORA, O VENCEDOR QUE IRÁ PARA AS REGIONAIS É... DE LIMA, OHIO, NEW DIRECTIONS.

Foi maravilhoso escutar aquilo. Eu pulava, comemorava, não sabia o que fazer. Sam estava tão feliz também que me pegou no colo e começou a rir, eu também. Num momento Sam estava me segurando no colo e no outro ele estava no chão. Blaine havia dado um soco nele. Porque? Ele estava com... ciúmes? Saí atrás de Blaine o procurando pra ver o que tinha acontecido, foi quando vi Wes.

– Oi Wes, você viu Blaine?

– Oi Kurt, parabéns por ter ganhado. Ele foi bufando em direção ao ônibus. — Apontou para um ônibus preto. Certamente era o que eles tinham vindo.

– Tudo bem, obrigado. — E saí correndo.

No caminho até o ônibus fiquei pensando o que perguntar pra Blaine. Se ele estava com ciúmes de mim. Que fofo. Ciúmes de mim. Sorri. Porém esse sorriso se foi quando eu entrei no veículo. Não acreditava no que eu estava vendo.

Sebastian deitado no chão e Blaine em cima dele. Os dois quase nus e Blaine... Blaine estava... chupando Sebastian. Que nojo. Pelo jeito que estavam tão "animados" nem me perceberam na porta. Só 5 minutos depois quando Sebastian havia gozado e olhado pra mim. Ele estava... rindo da minha cara. Ai que raiva.

Queria sair daquele ônibus, mas meus pés não se moviam. Só fiquei ali, olhando Blaine chupar Sebastian. Foi quando Blaine virou pra trás e me viu. O rosto dele arrependido foi o pior de tudo. Um rosto cheio de PORRA DE SEBASTIAN arrependido. Era o final pra mim. Engoli seco e saí correndo atrás do ônibus. Enquanto eu corria ouvia o moreno me chamar, mas fingi que não.

Entrei no ônibus e implorei pro motorista sair arrancando. Sorte minha que todos haviam entrado no ônibus. E assim fomos embora, deixando Blaine descamisado no estacionamento.

Sentei num banco e nem chorei. Estava estático pela imagem que havia visto ainda. Nisso, Mercedes sentou ao meu lado. Ela era minha melhor amiga e eu precisava desabafar com ela.

– O que aconteceu, lindo? — Ela me abraçou e soltei algumas lágrimas.

– Resumindo. Eu amo Blaine e ele disse que me ama também. Ele deu um soco em Sam por ciúmes e quando eu fui atrás dele, ele estava chupando outro cara.

Ela não respondeu. Sabia que palavras não eram necessárias. Apenas me abraçou até chegarmos no colégio. Lá, ela pegou meu carro e me levou até em casa. O que eu precisava era de uma boa dose de sono.

BLAINE'S POV

Sozinho no estacionamento a única coisa que eu fiz foi chorar. A raiva de Sebastian era tanta que eu entrei no ônibus de novo e o expulsei, joguei ele pra fora. Os Warblers que me desculpem, mas eu preciso ir atrás de Kurt. Peguei a chave do ônibus e fui. Foi a coisa mais estranha que eu já havia feito. Roubei o ônibus que tínhamos alugado para as Seletivas, mas eu não me importava. Só queria ir atrás de Kurt.

Nossa como era difícil dirigir um ônibus. Freei longe do colégio e vi ele ir pra casa acompanhado de uma amiga. Ela o deixou em casa e foi embora. Essa era minha chance.

Fui até a porta e vi que não tinha ninguém em casa. Kurt deve ter mencionado comigo que os pais dele estão em Lua de Mel. Subi as escadas e ouvi ele chorando. Nunca me senti tão ruim. Entrei no quarto. Acho que ele não tinha idéia que era eu.

– Finn, será que você pode me deixar sozinho? — Foi quando ele levantou o rosto e me viu. Um sorriso brotou, mas depois acho que ele lembrou porque estava chorando e o sorriso se foi.

– Posso me explicar? — Sentei no canto da cama.

– N-Não... deixa eu falar antes. — Levou um tempo até ele parar de chorar. — Eu não tenho porque ficar bravo com você. Você estava com ele, seu namorado. Eu entendo. Só saí daquele jeito porque foi uma cena um pouco... foda de se ver. — Riu. Meu deus, ele era perfeito. Como ele podia rir num momento como aqueles? — Eu acho que se você veio até aqui, é porque realmente se importa comigo.

– Eu roubei um ônibus.

De repente a feição de tristeza que ele tinha no rosto havia sumido e Kurt tinha comecado a gargalhar. Tipo, muito. Por uns 10 minutos.

– Vai devolver o ônibus. Depois você volta aqui e conversamos.

– Tudo bem, Kurt. — E saí. Ele era lindo, amigo, lindo, legal, lindo e compreensível. Com certeza era ele que eu queria ficar. Devolvi o ônibus e todos estavam bravos comigo. Não me importava. Kurt era o que eu mais pensava agora.

Sebastian tentou falar comigo durante a viagem, porém ele sabia que havia terminado ali. Cheguei na Dalton, entrei no meu carro e fui até a casa de Kurt. Chegando lá, a porta continuava aberta e ele continuava no quarto dele.

KURT'S POV

Eu estava no meu quarto esperando Blaine voltar. Ele passou aqui antes, mas tinha roubado um ônibus. Ri. Agora ele está vindo de carro e eu estou o esperando.

– Voltei. — Falou entrando pela porta.

– Que bom. Brigaram com você porque você roubou o ôni....- Fui interrompido por um beijo. Meu deus que beijo. Era um beijo Blaine e eu amava beijos Blaine. Até que ele se afastou, sorrindo. — UAU.

Ele sorriu do jeito mais lindo do mundo. Eu o beijei de novo. Creio que palavras não eram necessárias naquele momento. Sabíamos muito bem o que queríamos. Continuar aquele dia no quarto.

A língua dele dançava com a minha dentro de nossas bocas. E aquela pegada... As mãos deles corriam pelas minhas costas. Não precisava pensar muito em saber que iria ser o passivo e o ativo. Entre os beijos falei:

– Blaine... eu... sou virgem.

Ele me deu um sorriso tão inocente e feliz.

– Então eu vou cuidar de você.

Ele me deitou e sentou em cima de mim. Estávamos nos beijando fazia uns 5 minutos mas eu já sentia a ereção dele roçando minha perna. Aquele momento estava sendo especial. Blaine sabia como me tratar na minha primeira vez e isso era o que fazia a nossa transa especial. Ele tirou minha blusa social apenas com toque. Ele arrancou. Geralmente eu ficaria bravo porque era uma blusa de grife, mas nem me importei, só ouvi os botões caindo no chão. Tentei tirar o blazer dele, mas aquele blazer da Dalton tinha botões que mais pareciam códigos. Precisava de uma senha pra tirar. Blaine ria do meu rosto desconfortável não conseguindo tirar o Blazer.

– Deixa que eu faço isso pra você, bebê. — E tirou, com a maior calma do mundo.

Voltamos a nos beijar. Tirei a regata dele. Essa eu consegui. Ele deitou em mim e continuamos nos beijando. Corpo com corpo. Ele levantou da cama e desabotoou a própria calça, revelando uma boxer azul marinho. Que corpo ele tinha. Ajoelhou na cama e tirou minha calça. Droga. Acho que foi um dia ruim pra escolher uma cueca com estampa.

– Cavalinhos? — Blaine começou a rir, e eu também.

– Estavam todas na lavanderia...

– Eu achei muito fofo! Eu acho você fofo!

E voltamos a nos beijar, agora só de cueca. Nossas ereções roçavam e eu gemia baixinho. Ele percebeu que era hora de fazer alguma coisa. Foi abaixando para me chupar, porém eu me lembrei da cena que havia acontecido mais cedo e o puxei de volta. Eu iria fazer isso. Inverti as posições na cama e fui descendo, trilhando um caminho com a língua do pescoço até a barriga. Ele gemia se remexendo todo. Tirei sua cueca e o pênis dele saltou pra fora. Meu deus, que lindo que ele era sem roupa.

O que eu estava esperando? Comecei a chupar Blaine rápido, porque é assim que gostamos, pensei. Em menos de 3 minutos ele gozou na minha boca, fazendo um movimento muito sexy. Ele me puxou pra cima de me deu um beijo. Eu já não aguentava mais de prazer.

– Bla... ine. — Mal conseguia falar seu nome.

– O que foi, meu amor? — Disse enquanto beijava meu pescoço.

– Eu quero. Você. Em. Mim. — Falei pausadamente.

Blaine sabia que eu não conseguiria falar mais nada. Ele carinhosamente me virou na cama. Procurou na sua calça sua carteira e pegou uma camisinha. Molhou um dos dedos e enfiou na minha entrada. Aquilo doía. Enfiou dois. Gemi um pouco de dor, mas ele me deu beijinhos nas costas. Aquele momento estava sendo perfeito pra mim. Então eu decidi, está na hora.

– Vai.

Ele apenas foi, enfiou seu membro em mim. Era muito grosso seu pênis, então ele foi colocando devagar. Era como se eu morresse. Estava me rasgando ao meio, mas eu não me importei, era bom de um jeito estranho. Quando ele já tinha enfiado tudo, perguntou se podia começar e eu falei que sim.

Blaine pegou na minha cintura e começou estocadas leves para eu me acostumar. Quando ele viu que eu estava começando a gostar, foi aumentando a velocidade. Eu gemia muito alto e agradeci por estarmos sozinhos em casa. Blaine com uma mão puxava minha cintura e com a outra me masturbava. Como ele era bom naquilo.

– Eu vou... vou... AA-AH. — Poisé, gozei na mão de Blaine.

Acho que isso ajudou porque pouco depois o meu amor gozou também, me preenchendo por inteiro por dentro. Quando ele saiu de mim era como se algo me faltasse. Fez um nó na camisinha e jogou no lixo que tinha ali perto. Nos deitamos e nos abraçamos, suados.

– Você gostou? — Disse ele distribuindo beijinhos no meu pescoço.

– Tá brincando? — Parei pra suspirar. — Foi a melhor coisa que já me aconteceu.

– Não está bravo comigo?

– Não. Nem fala nisso. Só quero passar o resto da minha vida assim, do mesmo jeito que estou com você agora. Deitado no seu peito enquanto você alisa meu cabelo. Se eu tiver isso, morrerei feliz. — Éramos perfeitos um pra o outro, como duas almas que se encontraram.

– Que bom! — Sorriu.

E ficamos ali, dormindo igual dois anjinhos. Eu sabia de uma coisa. Gostava de Blaine e ele gostava de mim, e por enquanto, era o que importava.



Notas finais
Ainda não acabou! Beijos.
ATUALIZADO: Meu notebook quebrou a tela e vou demorar pra postar o resto quando resolver o problema. Beijos e desculpe o inconveniente.