Sete Minutos No Céu

11 It's a beautiful day... let's have sex? FINAL


Notas iniciais
Escrevi o ultimo trecho desse capítulo como se Kurt tivesse narrado a história desde o começo. Foi um final bem legal, espero que vocês tenham gostado. Leiam.

KURT'S POV

[...] "– Esses são os papéis da minha transferência. Não quero mais estudar na Dalton, quero estudar aqui, com Kurt."

Eu estava na sala do diretor e comecei a chorar igual a uma garota.

– Tá tudo bem? Pensei que você fosse gostar dessa idéia, me desculpa. — Blaine tentava achar uma solução para meu choro.

– Você é perfeito. Transfere ele logo aí. — Falei olhando para Figins.

– Pronto, Sr. Anderson. Aqui estão seus horários. Bem vindo a McKinley High.

Saímos da sala de Figins de mãos dadas, andando pelos corredores. Eu tinha faltado à aula hoje, mas não iria perder o coral por nada. Entrei acompanhado de Blaine e ninguém entendeu nada. Mr. Shue entrou na sala e entendeu menos.

– O que o Blaine faz aqui, Kurt? — O professor me perguntou e todos olharam para nós.

– Ele pediu transferência, vai estudar no McKinley agora. E como estamos namorando... — Ouvi as meninas gritarem e vi os meninos fazerem cara de nojo. — Pensei que ele podia entrar no glee, já que a voz dele é como unicórnios rugindo no arco-íris.

– Eu concordo. Bela colocação, Kurt. — Disse Brittany.

– Toda ajuda para as Nacionais são aceitas. Bem vindo ao ND, Blaine.

Todos aplaudiram-o. Estava com muito orgulho do MEU namorado. Tivemos sorte de Blaine conseguir um armário do lado do meu, e conseguíamos nos ver quase sempre pelos corredores.

– Ei, lindo, terra chamando. — Blaine estalava os dedos no meu rosto.

– Que foi?

– Vamos no Lima Bean tomar um café?

– Prefiro um sorvete. — Café já me enjoava. Todo dia café não há quem aguente.

– Prefiro um cinema. — Sugeriu Blaine.

– Prefiro parque. — Sugeri.

– Prefiro um passeio de carro. — Sugeriu Blaine.

– Prefiro patinar. — Sugeri.

– Prefiro ir pra sua casa. — Blaine sugeriu.

– Prefiro ir na sua casa pra gente transar.

Silêncio. Blaine começou a rir, eu também. Como o assunto surgiu rápido.

– Estou te esperando no carro.

Blaine me deu um selinho e foi andando. Era o homem da minha vida.


BLAINE'S POV

Eu estava brincando de irritar Kurt quando de repente o mais velho me disse uma coisa que me surpreendeu.

– Prefiro ir na sua casa pra gente transar.

Comecei a rir. Estávamos em uma brincadeira inocente a 5 minutos atrás e ele me solta uma dessa. Concordei, óbvio. Seria burro se recusasse sexo do meu namorado. Fui até o carro o esperar e um pouco depois vem vindo meu amor. Entramos no carro.

– Minha casa ou sua?

– Blaine, meus pais não estão em casa.

– Nem os meus.

– Minha cama é mais confortável. — E era mesmo. A minha cama parecia pedra.

– Minha cama é maior.

– Meu quarto é arejado. Já que vou ficar em baixo, não quero você pingando de suor em mim.

– Kurt, meu quarto tem ar condicionado. — Um bem velho, mas tinha.

– Mas meu quarto... meu... tabom, vamos na sua casa.

– Yeah, venci. — Dei um soco no ar, Kurt dizia que eu era igual uma criança de 4 anos.

– Parecemos um casal de velhos brigando.

Ri e liguei o carro e fomos até a minha casa.


KURT'S POV

Depois de concordarmos que iríamos fazer sexo, chegamos a casa de Blaine; Desde a primeira vez que transamos, parece que abrimos uma válvula de tesão, pelo menos na minha parte. Toda vez que olho Blaine minha vontade é arrancar suas roupas. Subimos as escadas quase arrancando nossas roupas já. Entrei no quarto já sem camisa e Blaine só de cueca. Roupas que eu nem lembro de ter tirado. O tesão era tanto que eu não podia me conter. Blaine insinuou que iria me jogar na cama, mas me preensou na parede e começou a beijar meus pescoço. Aproveitou do meu momento anestesiado e tirou minha calça e minha cueca, os dois de uma só vez.

Seus olhos brilhavam ao olhar pra minha ereção. Em alguns intervalos da aula o moreno me mandava uma mensagem com piadas e trocadilhos sobre meu pênis. Ele o amava. E claro, que quem ama, chupa. Ri em pensamento. Porém, quem iria chupar quem era eu. Me ajoelhei e abocanhei seu membro com a boca. Comecei a sugar com tanta força que pensei que iria arrancá-lo. Meu deus, sintia como se fosse profissional nisso. Não sei como vivi tanto tempo sem isso. Senti que ele estava chegando ao fim, porque colocou as mãos sobre meus cabelos cheios de gel e empurrava forte. Blaine estava fudendo minha boca com seu pau e eu amava aquilo; gemia de um jeito muito bom e alto. Foi quando o moreno não aguentou mais segurar e soltou seu líquido na minha boca. Fiz questão de mostrar que tinha engolido tudo.

– Bom garoto. — Falou quase sem ar. O tesão estava me consumindo e eu só queria fazer uma coisa: ser chupado por Blaine. Eu fui apontando pra ele fazer, mas o que me surpreendeu foi o que ele disse.

– Nã nã nã nã nã. Hoje eu vou te maltratar e deixar só na vontade.

E riu.

– Como assim na vontade?

– Deixa eu te mostrar. — Disse Blaine malicioso. Agarrou forte meus dois punhos e colocou na parede. Sem movimentos, eu, não sabia o que fazer, deixei-me ser conduzido. Blaine abriu minhas pernas e começou a falar coisas sexys no meu ouvido. Nunca pensei que podia sentir tanto tesão assim. Ele esfregava sua ereção na minha bunda, e quando eu pensava que ele ia enfiar, ele brincava mais um pouco comigo. Aquilo estava me matando lentamente. Acho que ele queria que eu implorasse por sexo, e eu faria.

– B, por favor. — Disse quase inaudível.

– O quê?

– Termina isso logo.

– Isso o quê? — Primeira vez que eu via esse Blaine provocante, e eu realmente gostava dele. Ele começou a passar a mão pela minha virilha e começou a brincar com a cabeça do meu pênis. — Isso?

– É... isso. — Eu estava demasiado de tesão.

– Hm, então vou parar com isso.

Dizendo isso, senti uma coisa gelada no meu ânus. Lubrificante. Blaine ia meter com tudo, eu o conheço. Iria doer um pouco, mas o momento estava tão agradável que eu nem me importei.

– Enfia isso logo de uma vez. Você tá me fazendo de sua puta.

Blaine quando ouviu isso enfiou todo seu pênis em uma estocada só, me rachando ao meio. Seu peito estava colado com minhas costas e ele sussurrou no meu ouvido:

Minha puta.

Aquilo era muita tortura pra mim. Ele saiu de dentro de mim e ficou brincando com a minha entrada, fingindo que iria enfiar, mas depois tirava. Ele tinha total poder sobre meus braços e eu não podia fazer nada. Apenas esperei quando ele tivesse quando entrando. Blaine então colocou a cabeça do pênis na minha entrada e eu sabia que era a hora correta. Me joguei pra trás, fazendo ele me penetrar por inteiro. O moreno gemeu bem baixinho... e bem sexy.

– Você sabe, né. Vai ter que gozar pra mim sem ser tocado. Senão eu não paro.

Começou as estocadas, cada vez mais fortes e com vontade. Eu gritava seu nome, gritava o nome BLAINE mas a única coisa que saía da minha boca era BLAAHHAH.INE. Eu tinha inventado outro idioma. Blaine era tão bom naquilo que estava me deixando louco. Como eu iria gozar sem ser tocado? Incrível, quase impossível, mas aconteceu. Em poucos minutos eu soltei sete jatos de porra na parede do quarto de Blaine.

- É você quem vai limpar isso!

Ele soltou um sorriso lindo e começou a transar mais forte comigo, apertava meus pulsos de um jeito como se ele fosse me perder. Não iria. Depois de algumas estocadas lentas, senti algo me preenchendo por dentro. Era Blaine. Era o líquido que me pertencia entrando em mim. Estávamos os dois acabados. Aquela tinha sido a melhor transa de toda a minha vida, e de toda a vida dele também.

Blaine me abraçou por trás e me encaminhou até a cama, aonde nos deitamos abraçados um de frente pro outro. Blaine estava cansado e com os olhos quase cerrados quando eu decidi fazer uma coisa. Dei um selinho no mais novo e sussurrei no seu ouvido.

– Eu te amo.

O moreno abriu os olhos meio que arregalados e me olhou. Olhou todas as feições do meu rosto. Deu um sorriso lindo e me respondeu.

– É a primeira vez que você fala isso.

– Mas não é a primeira vez que eu sinto isso. — O abracei forte.

– Eu também te amo, muito. — Blaine falava com felicidade.

– E depois você diz que eu minto quando digo que você parece ter 4 anos.

Rimos. Olhamos um nos olhos do outro e sabíamos que mais nada desse mundo poderia nos separar. Estávamos juntos agora. Mudamos até nossos status no facebook e anunciamos pra todos da família. Não importávamos com o que falariam nas ruas por sermos um casal gay em Lima. Estávamos juntos pro que der e vier. Olhei para o lado e vi Blaine dormindo igual uma pedra. Ele era o homem que eu precisava pra mim, e desde o primeiro dia que o vi eu já sabia disso. Blaine Anderson era totalmente Kurt Hummel e nada mudaria isso. Não importava tudo que passamos, Sebastian, Wesley, David Karofsky, ninguém. Éramos predestinados um para o outro, como se nosso destino fosse uma sintonia, uma música, uma peça da Broadway. Claro que tivemos imprevistos no caminho, mas quem não tem? Que casal nunca soltou uma lágrima de tristeza? Mas também que casal nunca soltou uma lágrima de felicidade? Se eu e Blaine estamos juntos hoje, foi porque dependeu de nós, apenas nós. E se você algum dia conhecer o amor da sua vida, só dou um aviso: Corra atrás. Não deixe nada nem ninguém te impedir de falar o que você sente. Amar é assim, tem altos e baixos, mas você nunca irá saber se não tentar.

Tenho Blaine Anderson nos meus braços agora, dormindo depois de um sexo inesquecível. E eu sei que é esse homem o MEU homem. O homem que sei que vai ser aquele a me esperar no altar. Aquele que não vai dormir enquanto eu não dormir e que vai enxugar todas as lágrimas caídas no meu rosto. Foi um caminho difícil até aqui. Cheguei a pensar em desistir. Pensei que nunca teria ele em meus braços. Tive que desistir do meu orgulho algumas vezes por ele, e isso significa que eu mais a ele do que a mim mesmo, e isso é realmente especial em uma relação. Nem Sebastian nem ninguém poderiam ter atrapalhado nós; nada que falassem ou gritassem iriam me separar do meu Blaine. E eu sabia isso porque eu podia olhar nos olhos do cara que eu amo e falar "EU TE AMO" sem medo.

Eu estava pensando em tudo que conquistei até chegar aqui, quando Blaine percebe que havia dormido. Ele levanta, ajoelha na cama, chega bem perto de mim e fala a frase que eu esperei ouviu em toda a minha vida:

– Kurt Elizabeth Hummel, você aceita casar comigo?

– É claro. — Nos abraçamos e nos beijamos. Eu sabia, era com ele que eu iria ficar o resto da minha vida. Quando nos soltamos, começamos a nos beijar de novo. Acho que é hora de um sexo bônus. Me desejem sorte, com o casório e com o sexo surpresa. Até uma próxima.

Notas finais
E CHEGAMOS AO ÚLTIMO CAPÍTULO DA FANFIC. EBAAAA! QUE FELIZ. Chegamos até aqui e poderemos ir aonde quiser agora. Obrigada a todos que acompanharam a fanfic. Foi a minha primeira fanfic sobre GLEE e eu estava muito nervosa sobre ela. Espero que tenham gostado. Estou escrevendo mais fanfics e quero que vocês a leiam. Até outra fanfic, pessoal. Quem sabe uma que acontecerá depois desse momento: O casamento de Kurt Hummel e Blaine Anderson. HAHAHAHA, COMO SOU MAL E ADORO MALTRATAR AS PESSOAS. Amo vocês e me digam o que acharam! FIM DE FANFIC É TÃO TRISTE! :'(