Set Fire To The Rain Hiatus ler meu perfil SMS
8 Capítulo 7
Notas iniciais
Narrador
Passava-se das 8 horas da manhã. As garotas encontravam-se dormindo ,ainda, pois estavam mortas de cansaço. Mas isso não durou muito tempo, pois elas foram acordadas por um balde de água fria. As garotas gritaram de susto .
––Puta que pariu, tá fria! – gritou Alice, pulando da cama.
–– Quem foi o puto que fez isso? – perguntou Bella. Limpou seus olhos e deu de cara com Edward e Jasper, rindo.
––Bom dia meninas. – disse Edward, cinicamente.
–– Tinha que ser você né, seu puto! – gritou Isabella, nervosa.
Edward deu de ombros e fingiu não ouvir o que a garota de longos cabelos loiros havia dito.
–– Jasper amor... – disse Alice dengosa. – Perdeu a noção do perigo, traste?– gritou, irritada.
––Não Alicinha. – disse Jasper, sarcástico.
–– Alicinha o caramba. – disse Alie, ficando ainda mais irritada.
Bella deixou os três discutindo e voltou a dormir. Mas Edward foi logo acordá-la, novamente.
–– Oh inferno da minha vida! – disse Isabella, furiosa. –– O banho que eu te dei ontem não adiantou não? Quer que eu te dê outro? – perguntou, sarcástica.
–– Não pois você que vai tomar um. – disse Edward, com um sorriso diabólico no rosto.
Isabella não teve como protestar, pois Edward a jogou pelos seus ombros e foi em direção à piscina. Assim que estavam perto da borda, Edward a arremessou em rumo à piscina.
––Filho da mãe você me paga. – disse Isabella retirando a água cheia de cloro do rosto.
––Olhe Bella quem veio te fazer companhia .– Edward apontou para Jasper que vinha trazendo Alice, que gritava insultos à ele.
––Agora vão dizer como conseguiram entrar na festa de ontem? – Edward as perguntou.
––Creio que isso não é de sua conta. – Isabella disse, saindo da piscina , sendo seguida por Alice.
––E você Alice, quem disse que você pode ficar com o Caius ? – Jasper despejou essas palavras com toda fúria, pois a ideia de ver sua amada nos braços de outro era o fim para ele.
–– Aqui queridinho está escrito na minha testa que sou sua? – perguntou, mas interrompeu-o quando o mesmo foi responder. –– Eu beijo quem eu quiser, e isso não é da sua conta! – disse, nervosa.
––Você ainda me ama que eu sei . – Jasper falou triunfante.
–– Jasper ,quem anda contando mentiras para você dizendo que eu te amo? – perguntou, fingindo um falso tom de surpresa. –– Realmente essa pessoa te iludiu. Porque ,meu filho, a fila anda. Agora eu estou com o Caius. – disse irônica.
––Eu mato aquele desgraçado se eu ver você com ele. – ameaçou, Jasper.
––Então terá que me matar também. – Alice disse. –– Pois eu amo ele, muito. – Era tudo mentira o que Alice dizia, pois ela ainda amava Jasper.
––Mais que infernos da para parar de brigar vocês dois? – Edward falou perdendo paciência com os dois.
–– Venha Alice vamos sair dessa piscina que eu estou congelando. – Bella disse. –– E vocês dois, seus putos, iram pagar muito caro.
As garotas saíram da piscina e viram o estado que se encontravam. Seus pijamas estavam todos molhados. Obvio. Mas estava transparente e a lingerie das duas ficavam completa,ente expostas. O pijama colado ao corpo realçava as curvas das duas.
–– Alice, tá pensando o mesmo que eu? – perguntou Bella.
–– Claro Bella. – Os rapazes não estavam entendendo nada.
Assim as meninas começaram a desfilar no meio dos homens que se encontravam por lá. Os homens que trabalhavam para Edward estavam babando pelas meninas que faziam um belo desfile. Mas para “piorar” a situação começaram a dançar.
Damon e Jacob chegaram perto de Jasper e Edward que estavam, literalmente, babando nas meninas.
–– Edward e Jasper fechem a boca ,estão fazendo um rio de baba aqui. – Damon disse e Jacob caiu na gargalhada.
–– Então Damon quem você acha que desfila e dança melhor? – Jacob perguntou para atiçar os dois que encontravam-se “concentrados” demais.
–– Deixe me ver bem a Bella tem uma beleza muito diferente. Ela tem um jeito selvagem. Alice tem uma beleza mais delicada e comum...mas deve ser uma loucura na cama. – Damon disse.
–– Decide logo Damon. – Jacob disse. Nesse momento, Bella desceu até o chão, muito sensualmente. –– Fico com a Bella. – ele disse. Nesse momento até os dois estavam babando.
–– Caramba eles nem deram atenção? – perguntou Damon, chateado.
–– Damon, já sei como chamar atenção deles. – disse Jacob, maléfico.
–– Como? – perguntou Damon, sabia que as ideias do amigo eram sempre boas.
–– Damon, ficou sabendo que Alice e Bella vão sai para encontrar Alec e Caius? – perguntou Jacob, controlando-se para não rir.
Jasper e Edward saíram do transe em que se encontravam.
–– Como é que é? – gritaram, Edward e Jasper, juntos.
–– Viu Damon o que eu falei? – Damon não conseguiu falar nada por causa do riso.
–– Responda, Jacob! – gritou Edward, nervoso.
–– Estava brincando. – disse ele, rendendo-se.
–– Já basta esta palhaçada. – disse Jasper, passando a mão pelos cabelos. – Alice e Isabella pra casa agora. – disse ele nervoso.
–– Não somos cadelas para vocês falarem uma coisa e nós obedecermos com o rabinho entre as pernas. – disse Alice, nervosa.
–– E Edward não estrague a diversão dos rapazes... Não é mesmo rapazes? – perguntou Isabella.
–– Sim...- disseram em coro.
Damon e Jacob não se cabiam de tanto rir da situação. Alaric, um dos homens de Edward, tentou passara as mãos em Isabella, mas Edward à tirou de lá, bem há tempo.
–– Wow! Eles estavam gostando! – disse Isabella, fingindo-se de santa.
Jasper Hale
Não aguentei ver toda aquela palhaçada. Quem Alice pensa que é pra fazer essa merda toda? Ela estava praticamente esfregando-se nos homens de Edward.
–– Alice, venho comigo, sim? – tentei ser o mais paciente possível.
–– Não Jaspito. – disse Alice, rindo.
–– Se não for por bem... vai ser por mal. – dissera, agarrando seu braço.
–– Me põem no chão seu selvagem! – gritou quando peguei-a do chão e coloquei em meus ombros.
–– Me solta! Argh! Eu te odeio tanto! – disse Alice, nervosa.
–– Se eu te colocar no chão, você promete não correr? – perguntei, desconfiado.
–– Tudo bem. – Alice disse.
–– Se você tentar fugir, eu te pego, de novo. – disse, grosso.
–– Pode confiar em mim. Diferente de algumas pessoas, eu costumo cumprir o que falo. – Alice disse.
–– Alice, eu sei que te fiz sofrer, mas eu fiz pro seu bem. – eu disse.
–– Nossa! Deve ter ido uma escolha muito difícil, amor ou máfia? – ela disse inocentemente.
–– Enquanto estávamos separados...eu não fiquei um segundo sem pensar em você. – eu disse, verdadeiro.
–– Jasper, eu não sei se posso confiar em você... – Alice disse, chorando.
Vê-la assim me machucava. Eu não sou um fudido mafioso sem sentimentos.
–– Se me amace de verdade não terminaria comigo e não me trocaria por nenhuma mulher. – ela acusou, limpando suas lágrimas.
–– Alice entenda meu lado . –supliquei.
_ Que lado Jasper? – ela perguntou rudemente. –– Me fale! Que lado? – ela disse, avançando em mim e desferindo leves socos em meu tórax. –– E o meu lado alguém algum dia entendeu ele? – ela perguntou. –– Deixa que respondo. Não ninguém nunca entendeu. – ela disse, chorando. –– Depois que você foi embora, vivi um inferno sempre que acontecia algo naquela casa Esme descontava em mim. – ela disse. Eu sabia que era verdade. Esme nunca gostara dela.
–– Alice...me desculpe... – eu supliquei.
–– Desculpas, não vão curar minha dor. – ela disse. –– Desculpas, não vão suprir a falta que você me faz...não vão... – ela disse, apoiando-se em meu tórax.
–– O quê... O quê eu preciso fazer pra você me dar seu perdão? – perguntei.
–– Saia da máfia. Deixe essa vida de lado. – ela disse, decidida.
–– Eu...não posso. – eu disse, sofrido.
–– Então esqueça que eu existo. Esqueça que um dia eu fui sua. Porque eu também vou me esquecer de você. – ela disse dando de ombros. Antes de Alice ir embora, puxei-a pelo braço, fazendo com que nosso corpos colassem-se um ao outro. Enlacei sua cintura e colei nossos lábios. Ela tentou livrar-se de meu aperto, mas acabou desistindo. A sincronia de nossos lábios era única. Nenhuma mulher conseguiria substituir Alice. Nenhuma.
–– Alice...eu te quero tanto. – eu disse quando o ar fez-se necessário.
–– Isso não vai acontecer...nunca. – ela disse, correndo em rumo à mansão.
–– Alice, eu não vou deixar você escapar de mim. Não de novo. – eu disse.
Edward Cullen
–– Você vem comigo. – eu disse puxando Isabella com certa ignorância.
–– Ai seu grosso! Era só pedir com delicadeza! – ela disse, nervosa.
–– Eu não admito essa pouca vergonha na minha casa! – eu disse ignorando-a .
–– Era pra rir? – ela perguntou, séria. –– Você não manda em mim e além de tudo, você não é um grande exemplo de “o que é certo”. – ela disse, irônica
–– Não teste minha paciência, Isabella – eu disse, nervoso.
–– Porquê? O que você vai fazer? – ela perguntou , sarcástica.
–– Isso. – eu disse puxando-a e colando nossos lábios, em um beijo selvagem.
–– Nunca mais faça isso. – ela disse me dando um tapa na cara.
–– Porque não correspondeu o beijo? – eu perguntei irritado. Não é comum, Edward Cullen ser rejeitado.
–– Porque eu não quis. – ela disse como se fosse obvio.
–– Porque você beijou o Alec e não me beijou? – perguntei irritado.
–– Na verdade, Alice disse que foi só um selinho. – ela disse.
–– Então você nunca beijou ninguém? – perguntei, surpreso.
–– Não. – ela disse, como se tivesse orgulho.
–– Em que mundo você vive garota? – eu perguntei.
–– Vivo em um mundo onde pessoas como você não existem. – ela disse.
–– E que mundo seria esse, posso saber? – perguntei, irônico.
–– Porque você mesmo não descobre? – disse me desafiando.
Narrador
Assim a garota foi para seu quarto e encontrou uma Alice chorando ela já sabia que era por Jasper .
Elas passaram a tarde inteira no quarto conversando. Alice contou o que aconteceu com Jasper e ela no jardim. Alice teve que admitir ela ainda amava aquele desgraçado que acabou com sua vida .
–– Alicinha... – Isabella disse, manhosa.
–– O que você quer? – perguntou Alice.
–– Seu irmão me beijou. – disse Isabella.
–– Meu irmão o quê?! – Alice perguntou, caindo da cama.
–– Me beijou. – disse Isabella, rindo.
–– E o que você fez? – perguntou Alice, interessada.
–– Bati na cara dele. – Isabella disse. Alice riu. Mas as risadas continuaram no piso inferior da mansão.
–– Tem alguém aqui... – Alice disse.
–– Sim. E estão lá em baixo. – Isabella disse, concordando.
–– Vamos lá ver. – disseram juntas.
(…)
–– Olha, sua casa está virando um bordel, Cullen? – perguntou Tanya. Vendo as meninas descendo a escada.
–– Deve ser por isso que tem duas putas no sofá. – disse Alice, apontando para Irina e Tanya.
–– E essa daí é quem? – perguntou Irina apontando pra Isabella.
–– Isabella Swan. Prazer. – disse Isabella estendendo-lhe a mão. Foi ignorada.
–– Eddie... – disse Tanya com uma voz irritante.
–– Pode ficar no quarto de sempre. – disse Edward. Fazendo Bella ficar triste.
–– E eu Jasper? – disse Irina insinuando-se.
–– Irina, tem um quarto de hospedes. Pode ficar nele. – disser Jasper, sem desgrudar os olhos de Alice.
–– Pensei que dividiria o quarto com você. Sempre fazemos isso. – disse Irina. Alice baixou a cabeça, estava triste.
–– Pensou errado. – disse Jasper. Alice sorriu.
–– Vamos Alice, Caius e Alec vão ficar irritados se chegarmos tarde. – disse Isabella, mentindo.
–– Vamos Bella. – disse Alice.
(…)
Assim, as meninas ficaram até a hora do jantar no jardim. Onde ninguém ia. Elas tinham que dormir cedo, pois fariam suas matriculas na faculdade na manhã seguinte.
–– Bella, eu vou cursar moda. E você também podia cursar alguma coisa. O que você gosta de fazer? – perguntou Alice, quebrando o silencio.
–– Ler. Eu amo ler. – Bella disse.
–– Isso! – exclamou Alice, assustando Bella. –– Você irá cursar literatura. – disse Alice, quicando no banco.
(…)
Na hora do jantar haviam vários tipos de talheres na mesa e Isabella estava em dúvida por onde começar pois antigamente não existia isso. Nunca havia sentado-se numa mesa real (N/b: Não real no sentido de existir e sim no sentido de realeza), que era somente onde existia tamanho luxo, na época.
–– Não vai comer Isabelle? – Tanya perguntou.
–– É Isabella, e estou sem fome. – mentiu ela.
–– Ou não sabe como comportar-se em uma mesa? – alfinetou, Irina.
–– Estou sem fome, mesmo. – disse, suando frio.
–– Vamos lá Isabelle, tente. – disse Tanya, forçando-a.
–– Bella...você não é forçada á comer. – disse Alice, vendo a dificuldade de Bella.
Mesmo assim a garota não desistiu. Mas sua tentativa foi fracassada. Acabou derrubando seu prato no chão junto com sua taça. Porém ao sair da mesa Bella enganchou-se na toalha da mesa e levou-a junto.
–– Sua selvagem! – gritou Tanya. –– Olhe o que você fez. – disse apontando para a prataria no chão.
–– Me desculpe. – disse Bella, correndo rumo ao quarto de Alice.
–– Tanya sua peste. Cale a boca. Ela não teve culpa! – gritou Alice. Levantando-se da mesa.
–– Ela é uma selvagem! — gritou Irina.
–– Ela não é uma selvagem! – disse Alice, trincando os dentes.
–– De que selva ela veio? – disse Tanya, rindo.
–– Ela não veio de selva nenhuma e de onde ela veio não importa à vocês. – disse Alice, nervosa.
Quando estava subindo, lembrou-se de que Isabella não havia jantado. Passou na cozinha e preparou dois sanduíches e um copo suco para a amiga.
–– Alice, eu pareço uma selvagem? – perguntou Isabella, olhando-se no espelho.
–– Claro que não! – disse Alice. –– Não ligue para o que a Putanya diz.
–– Putanya...gostei. – disse Bella, rindo.
–– Agora você vai comer e depois vamos dormir. Temos de ir cedo na faculdade fazer nossas matriculas.
Notas finais
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