Será...?

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Bom,eu tava com essa ideia a um tempinho e fiz com personagem original pq eu me imagino com ele e nao achei q fosse melhor encaixar um homem tipo o kuroko, eu ate pensei, mas nao ficaria a mesma coisa, ficaria pior pq eu nao sei escrever yaoi.... mas enfim eh isso e espero que gostem.... e eu tava ouvindo "Candy Kisses Amanda Perez (Remix) ft. Pitbull" quando escrevi, gosto mt da musica, mas acho que ela nao influenciou em nada, so pra dizer pra vcs uahsuahsuahs
OK, boa leitura ^^

Era sábado. Estava frio. Mas lá estava ela, em frente ao apartamento de certo ruivo descuidado. No mínimo ele havia ficado jogando ate mais tarde e saído no frio, se bem conhecia seu melhor amigo. Eles se conheciam desde pequenos, e vieram para o Japão juntos. Não moravam por causa da garota, que não queria abrir mão de ter uma privacidade maior e poder deixar as coisas bagunçadas sem ter alguém reclamando, e ela sabia que ele reclamaria poie era organizado.

Após bater umas três vezes a porta se abriu e ela não gostou do que viu. O ruivo estava péssimo, podre de gripe. Bakagami, não devia nem ter ido comprar remédio pensando que logo passaria...

- Sally... O que ta fazendo aqui? – perguntou com a foz fraca

- O que você acha? — ironizou

- Querida como sempre... – sorriu- Entre.

O ambiente estava aquecido, dando para tirar o casaco mais grosso. Como ela gostava do apartamento do garoto... Era aconchegante, era a cara dele. Ah... O ruivo... Ele já arrancara mil suspiros de Sally, mas não, eles eram só amigos e aquilo de não existir amizade entre homem e mulher era bobagem, eles eram a prova... Será?

Quando sentaram ela olhou-o com uma cara de....

- Eu sou um idiota, eu sei.

- Ainda bem que sabe, não foi comprar remédio ainda por quê? – agora a garota mantinha uma expressão séria.

- Ah, não precisa, logo passa

Ela levantou e foi até ele colocando a mão não sua testa.

- Bakagami, você ta com febre, precisa de remédios ou não vai melhorar logo, eu vou comprar uns e já volto

- Ta, ta. Viu, você não quer dormir aqui esta noite... E-eu faço uma comida gostosa pra nós...

- Ihh, que tu ta planejando, hein?? Mas tá, então depois de passar na farmácia eu pego umas roupas e venho...

Com gripe ou sem, era hoje, ele havia decidido... Ia se confessar, mas estava com medo da reação dela... Ela sempre o tratou como amigo e se alguém dizia que eles formavam um belo par ela discordava no modo mais descontraído possível. Mas agora não tinha volta, e afinal, ele não ia conseguir esconder pra sempre.

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Mais ou menos uma hora depois a morena estava de volta.

— Taiga, volt-

Parou de falar para não acordar o ruivo, que dormia no sofá encolhido para ver se entrava no móvel. Ela não pode deixar de rir, algo que para ela, pequena era tão simples era muito complicado ao ruivo.

Largou o os remédios na mesa de centro e foi ate a cozinha pegar um copo com um pouco de agua para dar a ele. Aproximou-se dele e chamou-o baixinho.

- Taiga... Acorda pra tomar o remédio...

De nada adiantou. Na segunda tentativa deu um sacudão nele e chamou-o mais alto o que o fez levar um susto

- Que foi?! – quando olhou a garota expressou demasiada indignação – Não dava pra ser mais delicada não??

- Eu tentei e não funcionou... Aqui, tome esses remédios. – Estendeu o copo e a mão contendo dois comprimidos. – Vá tomar um banho e tal que eu faço algo pra gente comer tá

- Não, eu disse que ia cozinhar... e você não cozinha bem – riu

- Quem disse, Taiga?!! E você nunca provou minha comida.... – “-.-“

- Ok ok...

Meia hora depois apareceu a garota no quarto com um prato de sopa que tinha um cheiro maravilhoso.

- Pelo jeito eu me enganei — disse o ruivo sorrindo e sentindo a barriga roncar

Sally apenas sorriu e sentou-se ao lado do garoto na cama, entregando o prato a ele.

- Ah, pera aí... Tu podia me dar né?? – ele fazia aquela cara de cachorro pidão, não tinha como resistir... Mas desde quando ela era tão mole mole com ele?

- Ta boom... quer que eu faça aviãozinho também? — ironizou

- Queroo – disse ele rindo, imitando uma criança

- Pois não vou fazer

Agora quem ria era ela da expressão emburrada dele. Após ele comer, ela comeu, arrumou a cozinha e limpou o que havia sujado.

- Taiga, eu vou ficar no sofá, se precisar me chama

Assim que ela virou as costas ele chamou.

- Sally! Vem cá...

- Queee?

- Tá frio e... você não quer dormir aqui comigo? – ficou um pouco vermelho após fazer a proposta, mas agora já era.

- Tá.

A cama era de casal e espaçosa, afinal tinha levar em conta o tamanho do ruivo. Sally entrou debaixo das cobertas e se aninhou perto do ruivo, sentindo seu cheiro e seu calor... como era bom estar perto dele.

- Ah, vê se não me passa gripe – brincou para esconder o nervosismo que sentia, as borboletas no estomago, será que ela... É, talvez.

- Não vou passar não... Viu eu queria te dizer que... – ele estava reunindo a sua coragem, por isso demorou um pouco [ ;) ] – E-eu gosto muito de você...

- Gosta tipo? – seu frio no estomago aumentava

- Euamovocê – falou rápido escondendo o rosto no travesseiro

- Ei, olha pra mim... Eu também – fez uma pausa, afinal acabara de descobrir que o amava – a-amo você, é, acho que da pra dizer que sim, cê sabe, do meu jeito. – ela riu e foi acompanhada por ele – Momento romântico aqui, mas nada de beijo, deixa pra quando tu melhorar.

Ela deu um selinho na bochecha dele e se aninhou mais perto dele sendo abraçada por ele. Como havia levado tanto tempo pra descobrir?

Notas finais
deixem comentsssss please! ;)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!