Seria Amor?
22 Onde Mariana está?
Notas iniciais
xD
Creio que demorareiparapostaropróximoprontofalei x.x
Bom... eu vi que meu leitores antigos simplesmente EVAPORARAM. ç.ç
Não os culpo de fato, já desisti mil vezes dessa fic e não consigo desistir =D
Muito obrigada pelas reviews povo, espero que curtam esse cap!
Beijão
. # Dia seguinte
Segunda feira. Como rotina todos iam á escola, sonolentos e desanimados.
Mônica foi recebida com muitos presentes e cartinhas por todos seus colegas, isso a deixava feliz, a fazia esquecer-se dos pequenos problemas que a perturbavam ultimamente. Mal havia dormido essa noite, seu amigo de infância não saía de sua mente. E Irene também não.
Cebola tentava aproximar-se dela durante todo o tempo, porém, a mesma o olhava com um desdém que o fazia recuar, mas não desistir.
Magali estava esperando o momento certo para falar com a amiga.
Cascão, como de costume, estava enchendo o saco da comilona, e de todo o resto da turma.
A professora fez a chamada, deu boas vindas à Mônica e começou a lecionar. Como sempre, a turma não parava quieta e todos se perguntavam que fins levaram Irene e Joaquim. Cada um tinha uma versão para a história, Magali e Cascão, como foram os “cúmplices” sabiam que nada daquilo era verdade.
Mariana não havia ido à escola, isso preocupara um pouco a dentuçinha. A aula se passou. Cebola já havia ‘quebrado a cara’ dezenas de vezes. Decidira que falaria com Mônica na saída, ou à tarde.
Na saída, Mônica e Magali foram até a casa de Mari procurar pela menina.
No caminho Magali pensara em falar com Mônica sobre aquilo, porém, a Sousa estava muito feliz (pelo menos aparentava estar) para tratar de um assunto desses logo agora. Mas mudou de idéia quando Mônica derramou uma lágrima que era para passar despercebida por Magali.
A comilona insistiu para que Mônica desabafasse. Mônica explicou tudo, absolutamente tudo para sua melhor amiga. Magali ficou incrédula com tanta informação.
A Sousa havia percebido que Magali tinha algo engasgado em sua garganta e estava hesitando falar. Porém, insistiu e a comilona acabou contando que Mariana sofrera de alucinações na infância e talvez estivesse voltando a ter.
Mônica prestou atenção em cada palavra dite pela amiga. Chegaram à frente da casa de Mariana e viram um carro de polícia estacionado lá. A mãe da garota chorava enquanto mostrava uma foto aos policiais.
-O que aconteceu?
Mônica perguntou para a senhora.
-Você é amiga dela? Você sabe onde ela está? – Não a deixou responder e continuou ainda desesperada – Ela sumiu, desde ontem a tarde eu não a vejo.
O policial havia dito à mãe que ainda não podia formar grupos de buscas, pois mal haviam passado 24 horas.
Mônica e Magali ficaram surpresas.
-Eu sei que não é uma boa hora... Mas eu precisava lhe perguntar algumas coisas... — Disse Mônica um pouco aflita.
-Tudo bem querida – a mãe de Mariana disse se acalmando um pouco – Entrem! – Fez um gesto para Mônica e Magali a seguirem.
Chegando à sala se encantaram com a beleza e organização do lugar. Parecia até novela, As paredes brancas, cortinas vermelhas, dois sofás e uma poltrona de couro pretas, uma delicada mesinha de centro em madeira ônix e vidro que faziam conjunto com o raque. Joana ofereceu-lhes o sofá para que se acomodassem.
Logo Mônica começou a perguntar.
-Bom... Mariana teve algum... Problema ligado a ver coisas que não existiam?
Joana a olhou surpresa. Como Mônica sabia disso? Não a perguntaria, porém, algo a dizia que essa conversa as levariam para algum lugar.
-Sim! Ele sofria de um problema que lhe causava alucinações. Isso faz mais que cinco anos... Mas, ela conseguia distinguir a verdade até então. Mas aí, tivemos que interná-la por um tempo, quando percebemos que o que ela via não era surreal, por mais que não tivesse acontecido, era um fato até possível. Depois disso, ela nunca mais apresentou problemas.
As jovens ouviam tudo com atenção. Logo Joana fez uma cara como se lembrasse de algo, então continuou:
-Na verdade... Na semana passada, ela disse que entrou alguém aqui em casa e quebrou a maioria dos móveis. Mas quando eu cheguei, estava tudo intacto. – Parou pra pensar mais um pouco – Isso foi o que aconteceu de anormal durante esse tempo...
-Ela passava o tempo todo em casa lá em Curitiba? Como eram os amigos dela?
-Não, ela saía bastante, principalmente à noite. Ela dizia que ia para a casa das amigas, muitas vezes voltava um pouco bêbada, mas nada que me preocupasse. Suas amigas tinham um estilo estranho, um pouco piores dos que minha filha vem usando. Sempre com uma cruz no pescoço ou algo do gênero.
Mônica achou tudo muito estranho. Algumas coisas passaram pela sua cabeça.
-Você tem certeza que ela ia para a casa das amigas?
-Não, mas creio que ela não mentiria para mim... –Joana respondeu um tanto insegura. – Ela gostava de ir muito ao cemitério, disse que gostava de visitar sua avó. Fofa, não?
-Cemitério?
Mônica e Magali começaram a ligar as coisas e logo se levantaram.
-Aonde vão meninas?
-Você já procurou por lá?
-Cemitério?
-Sim
-Não havia pensado nisso... -Deixe com a gente, legaremos com notícias. Ou não. –Dito isso as duas adolescentes saíram correndo dali.
--
-Cebola, não fica assim cara, sabe que a Mônica gosta de você...
-Que Mônica o quê? Tá louco? Eu não to pensando nela!
Cebola respondeu nervoso ao comentário do amigo.
Os dois estavam andando pela rua até que vêem duas garotas correndo em suas direções. Logo elas trombaram com eles, os derrubaram no chão e continuaram correndo.
-Peraê, o que é que tá pegando? – Cascão levantara e corria atrás delas. Cebola, sem escolha, foi também.
-Mariana! Cemitério! – Foi tudo o que Magali pôde pronunciar. Eles continuaram com dúvida, mas alcançaram-nas e seguiram para o cemitério.
Notas finais
Muito obrigada novamente!
eu poderia falar DEIXEM REVIEWS mas isso ficou clichê =D. Então, para estrear o .::CAPÍTULO 22::. eu falo assim:
RECOMENDEM A FIC =DDDDD
[/ta bom... eu ´paro u_u
Beijos gente e... Deix.. [/opa esqueci] [/ah, foda-se]
Deixem reviews o/
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