Seria Amor?

19 Hospital [Mô&Cê]


Notas iniciais
taí mais um pítuu! esse não ta curto, e veio bem rápido [/sóessetbm¬¬] uashasuahsuahshaah,e ele é bem Mô&Cê *.* [/gostei de escrevê-lo] boa leitura genteee Capítulo reeditado em 16/02/2010
Magali e Dona Luísa acordaram quase juntas. Olharam para o lado, e lá estava Mônica. Com uma aparência muito melhor do que no dia anterior, mas ainda meio pálida, sem contar no estado de seu corpo, coberto pelo avental, cheio de arranhões e feridas, braço e cabeça com faixas.

Magali foi ao banheiro enquanto Dona Luísa conversava com sua filha. De alguma forma, sabia que a ouviria.

Os médicos chegaram e pediram para elas se retirarem. Eles aplicariam alguns remédios através de soro.

Magali se despediu de Mônica com um beijo na testa e foi embora.

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Cebola estava chegando ao hospital quando percebe alguém o seguindo... Mas ele olhava para trás e não via ninguém suspeito.

Chegou então na recepção e perguntou onde Mônica Sousa estava. Recebendo a resposta foi direto para o quarto.

Chegando lá, os médicos não estavam mais, apenas Dona Luísa, lendo um livro ao lado da cama onde Mônica encontrava-se.

Cumprimentou a mãe da menina. Chegou até Mônica, pegou sua mão e acariciou-a fitando o estado em que ela se encontrava. Algumas lágrimas insistiram em cair do seu olhar, triste, mais raivoso. Pensava em como era bobo, ele estava quase se convencendo de que estava apaixonado por Mônica.

Ele ainda não sabia a causa do acidente, mas sentia-se culpado, sujo. Mas por quê? Ela que se enfiou no meio da rua... A culpa persistia em ficar ali na mente, o atormentando.

Dona Luísa, pediu para Cebola ficar ali mais um pouco, ela precisava tomar um ar. Dito isso, retirou-se do quarto.

Cebola agora que estava sozinho com a amiga, pois se a chorar.

Não queria perder sua amiga, não queria que todas as lembranças de seus momentos juntos tivessem que ser jogadas fora. Não sabia se resistiria se acontecesse algo pior com Mônica. Ele não suportaria a dor, de ter tido uma convivência parcialmente boa, se não fosse pelas milhares de coelhadas que levara na infância, tudo fora, com certeza, por amor... amor de amigo, aquele que está sempre ao lado nas horas boas e ruins, aquele que respeita as divergências, que nas horas incertas, sempre chegam nos momentos certos...Amigos de verdade. Isso, na infância, eram esses os momentos que não queria esquecer, mas... e agora?

E o sentimento que Cebola sentira agora? Ainda era amor? Sim... Que tipo de amor? O amor de amigo? Que ele tinha com Mônica desde a infância até hoje? Sim, mas é só?

Cebola se perguntava o que Mônica realmente era pra ele. Não sabia o que responder para si mesmo... Mônica era sim uma amiga, mas não era isso que Cebola queria ser dela, não era “apenas” isso...

Foi despertado do transe com Dona Luísa entrando no quarto a fim de pegar algo que esqueceu, quando saía, olhou para Cebola e disse:

-Querido, fale com ela, ela pode não responder, mas garanto que mesmo dormindo te escuta...

Disse isso e saiu.

Cebola ficou pensando... “Mônica não me ouve nem acordada...” Deu uma leve risadinha de canto e sentando na cama, aproximou seu rosto ao dela.

De olhos fechados, o garoto pronunciou as primeiras palavras de muitas que viriam pela frente, se não fosse interrompido por sentir a respiração ofegante da menina.

Abriu os olhos e admirou-se ao ver a menina sorrindo, mas ainda de olhos fechados.

Emocionado, abraçou a menina carinhosamente como um gesto de proteção.

Mônica abria os olhos lentamente e alegrava-se com a presença do seu amigo.

Cebola distanciou-se, e olhou nos olhos dela. Nem sabia o que sentia direito.

Ainda tonta, hesitou ao questioná-lo sobre o que havia acontecido. Mas o fez.

Cebola espantou-se. Ainda chorando perguntou qual a última coisa que ela se lembrava.

Mônica olhou fundo nos olhos de Cebola, a última coisa que lembrava era a imagem dele aos abraços com Irene. Sentiu-se mais tonta. Percebendo isso, Cebola diz que vai chamar a enfermeira, mas é impedido.

-Cebolinha... não precisa. –Mônica disse lentamente segurando seu braço.

O garoto voltou e sentou na cama novamente. Acariciou os cabelos da menina.

-Mônica, me desculpe...

-P-por quê? *Será que ele sabe que eu vi?*

-Por eu ter sido um idiota o tempo todo!

-Um idiota? –Mônica fazia-se de desentendida, ela não tinha certeza se ele sabia do que estava falando.

Cebola, ao invés de dar uma resposta, fitou os olhos castanhos da menina... O menino decifrava facilmente o olhar de Mônica, que com muita evidência, demonstravam-se carentes. Com muita calma, aproximou seu rosto ainda mais ao de Mônica, os corações de ambos mudavam de velocidade. Encontravam-se agora com desejo. Desejo de ter um ao outro, desejo de não se separarem jamais. Seus olhos fechavam-se e instantaneamente aproximavam-se mais, fazendo sentirem a respiração abafada e acelerada um do outro. Logo selaram seus lábios calmamente, iniciando assim um beijo, intenso e apaixonante. Os corações estavam a mil. A mão de Cebola acariciava os cabelos da menina. Esqueceram totalmente de onde estavam e o que estava acontecendo. Queriam apenas ficar ali e assim.

Foi um beijo, demorado ao ponto de deixá-los ofegantes.

Ao se afastar, Cebola percebe felicidade nos olhos da garota, que ainda com a respiração acelerada sorri brevemente.

Ainda com as mãos nos cabelos dela, da uma risadinha meio de canto, encantadora, na opinião de Mônica.

Encararam-se até ouvir alguém abrindo a porta. Cebola não falou nada, não fez nada. Continuou como estava. Até perceber que a pessoa já se encontrava dentro do cômodo.

Como o indivíduo não havia falado nada, deduziram ser Dona Luísa. Mas quando Cebola olha para trás, não é bem ela que encontra.

Notas finais
Genteee, que susto vcs me deram, eu realmente havia pensado que vcs tinham abandonado minha fic.
obrigado por não terem feito isso
muuuito obrigado por tudo.
ah, e agradeço tbm os meus maisde100reviews *.* AMOOO
valeu genteee
beijoos e... DEIXEM REVIEW O/ [/eunãopossoperderocostume]