Ser a sombra e ser a luz
21 Dias normais
Notas iniciais
Agora eu estava no metrô.
Resolvi que o dia da reunião com o senpai poderia ser minha abertura para ir ver Akashi, já que eles (os senpais) acabavam competindo entre si, se divertindo mais que treinando.
Expliquei a Riko porque queria sair cedo e ia recompensar com um desempenho melhor no jogo.
Devia ser nem 14:30 quando cheguei em Rakuzan.
A escola de elite era realmente intimidante ( As garotas também e, neste momento, me senti muito grata por ser uma sombra. )
Entrei em silêncio, buscando o ginásio de basquete .
Quanto mais eu procurava, mais perdida eu parecia, então refiz o caminho inteiro até a porta do colégio e liguei para o ruivo.
— Arisu. - Respondeu monotonamente.
— Oi, Akashi. Eu estou na frente da sua escola e eu realmente me perdi ai dentro, mas não achei a quadra. Pode me buscar? - Pedi, corando um pouco.
— Claro. Vou pedir ao Kotaro para te buscar, estou supervisionando possíveis candidatos para o time. Fique onde está, certo ?— Pediu, no mesmo tom. - Mais uma coisa. Não se incomode com o que ele fala. Ele pode ser um pouco hiperativo.— Alertou.
— Certo. Obrigada.— Desliguei depois de ouvir um fraco ' sem problemas ' e ouvi-lo chamar " Kotaro".
Não passou muito tempo, o fluxo de alunos tinha diminuído consideravelmente quando levei um susto com um menino no meu rosto.
— Oi!— Gritou, fazendo-me afastar instantaneamente.— Você é a Yozora, certo?— Assenti fracamente, seu sorriso brilhante e fofo ofuscando minha visão. - Ah! É tão legal finalmente te conhecer! Você demorou a vir, huh? - Pegou minha mão e começou a me arrastar pelos corredores. - Sou Hayama Kotaro. Me chame de Kotaro se quiser. - Disse, antes de começar a tagarelar.
" Ele é mesmo hiperativo. "
Tomei esse tempo para analisar suas características.
Seus cabelos eram bem curtos e de um loiro morango, enquanto seus olhos arredondados tinha um tom diferente de castanho, parecendo até ser cinza. Sua pele tinha o mesmo tom que a de Kise, mas parecia que ele pegava mais sol e ele deveria ter por volta de 1,75 à 1,80 de altura.
Indo em seu ritmo acelerado, alcançamos a quadra em três minutos.
— Chegaaamos!— Kotaro anunciou bem alto e alguns meninos pararam o que estavam fazendo, sussurrando entre si quando me viram.
As pessoas costumavam a me notar quando eu estava em contato direto com alguém tipo Kotaro, ou então com alguém que chama bastante atenção, como Kise.
— Que bom que pode vir, Arisu. Estava começando achar que havia se esquecido.— Akashi disse, erguendo de leve uma sobrancelha para mim, quando parou na nossa frente.
— Também é bom te ver de novo.— Repliquei , 'animada'. — Desculpe por isso. Riko é um pouco rígida com relação ao treino. — Ajeitei meu cabelo em nervosismo.
A presença de Akashi era assombrosa e fria, apenas sua presença fazia-lhe tremer como folha contra o vento.
Ele não mudou nada, apenas cresceu um pouco mais, chegando perto da altura de Kotaro e seu cabelo voltou a crescer, quase dentro dos seus olhos, o que me fez suspirar discretamente.
Sempre preferi o penteado longo, mas parece que ele está sem cortar de propósito.
— Entendo.— Disse com tranquilidade, mas sabia que ainda estava irritado com a demora. — Venha.— Fez um sinal para segui-lo, dando as costas. Involuntariamente, dei um suspiro de alívio. — Nosso treinador tinha algo a tratar hoje, então pediu para que eu vigiasse todos.— Explicou. — Você já conheceu Kotaro, especialista em dribles.— Apresentou.
Kotaro acenou para mim e fez uma cesta.
— Aquele é Reo Mibuchi.— Apontou para um menino alto de cabelos pretos lisos que iam quase no ombro. — Especialista em arremessos de longa distância.— Apontou para um menino _ Ou homem? _ negro super musculoso que estava tomando água. — Eikichi Nebuya, ala pivo. — Apontou para outro lugar. — Chihiro Mayuzumi, nosso sexto jogador especialista em passes. Gostaria que o mantivesse fora de seu relatório .— Pediu e eu mal me encolhi com o tom assertivo.
O menino era como um Kuroko mais maduro, seu cabelo pálido e cinzento, os olhos foscos e sem foco, tinha uma toalha azul acima dos ombros, nos deu um olhar rápido, parecendo considerar-me por um momento, antes de largar a toalha no banco e se mudar para perto de outro aluno.
— Incrível.— Comentei, quase em reverência. — É realmente incrível que três reis sem coroa viessem para a mesma escola. Você criou um tipo de mini exército.— Acenei usando um tom de provocação, me sentindo mais confortável ao seu redor do que antes. — Feito xadrez. Tem um cavalo, o bispo, a torre, um peão e a cabeça da estratégia, certo ? Kotaro, Reo, Nebuya, Chihiro e você.— Olhei-o com o canto do olho, para encontra-lo me encarando. — Você tinha planejado isso antes de vir para cá ?— Perguntei, ligeiramente divertida, mas ainda mantive uma expressão séria, enquanto cruzava os braços.
— Sou estrategista e não um vidente.— Rebateu sem emoção.
Soltei um pequeno riso, sacudindo a cabeça, enquanto analisava a equipe.
" Ele sabia. * suspiro* Vai ser um problema, ganhar desses caras."
— Como você está ? Soube que sua perna tem dado problemas .— Perguntou, apesar de manter a mesma expressão.
— Oh... ela não anda doendo desde a partida contra a Touo e sai do repouso hoje. Espero que não volte a acontecer , mas o meu médico estava otimista da última vez.— Encolhi os ombros com um sorriso sereno , tentando disfarçar minha suspeita. ' Como mesmo ele sabia que era minha perna que estava me atrapalhando ?' — Como vão as coisas na sua casa? Ainda com aquele antigo problema? - Dessa vez, resolvi olhar para ele e o menino ruivo, com franja excessivamente grande e de olhos heterocromáticos devolveu o olhar.
— O mesmo de sempre.— Respondeu, inalterado.
Sr. Akashi achava que um casamento arranjado com a filha de outro ricaço valeria a pena e garantiria os fundos lucrativos para seu filho, além de ter matrimonialmente um acordo de ter essa família como patrocinadora.
Desde que Akashi compartilhou isso comigo, numa fatídica tarde de primavera, venho apoiando ele a tentar convencer seu pai de que não haveria necessidade para uma decisão desse tipo.
— Mais agora ele disse que posso escolher uma pretendente. E se ele gostar dela, ele desiste da ideia.— Completou.
Soltei um Uul sem querer ao olha-lo com as sobrancelhas arqueadas.
Fazer Sr. Akashi, um homem muito orgulhoso, voltar atrás da sua ideia era algo bem raro.
— Isso é muito bom, Akashi! Tem alguém em mente? - Perguntei, curiosa.
— Na verdade, tenho. - Disse, encarando-me por mais alguns segundos, antes de voltar a observar o jogo.
Pensei por alguns instantes se devia força-lo a dizer quem era, mas eu nem devia conhece-la e se ele quisesse falar, teria falado, então, sentei no banco perto dele.
Puxei o celular para ver as horas e vi duas mensagens do capitão, mas resolvi ignorar, sabendo que levaria uma bronca de qualquer jeito ( Droga, sim?).
Momentos depois, pensei comigo mesma que havia feito bem em me manter em silêncio e deixa-lo fazer a seguinte pergunta :
— Até hoje não sei o que aconteceu com essas cicatrizes... Eu não gosto de não saber, Arisu. O que esteve escondendo de mim durante esse tempo?— Perguntou-me friamente, um olhar quase assassino no rosto.
" Droga Momoi, você precisava mesmo contar pra todo mundo?..."
Hesitando, contei-lhe tudo, desde o principio.
[...]
"Que dia ! Akashi-san não perdoa mesmo! " Inflei minha bochecha, olhando para todos os contatos que ele adicionou na minha agenda apenas para 'manter supervisão'. " Me pergunto quem será que está em sua mente para o noivado... Não pode ser Momoi... ou pode ? " O pensamento dos dois juntos me fez assustada. " Iie ! Não pode!"
Suspirando, cliquei na secretária eletrônica que estava piscando irritantemente.
— Você está bem, Yozo-chan ? A treinadora disse que teve de ver algo importante... não é sua perna de novo, certo ? Por favor mande uma mensagem.— A voz de Kuroko passeou por toda a casa.
— Kuro-kun... — Encarei o telefone.
Kuroko está muito chateado pela derrota, eu consigo dizer, mas ele não quer demonstrar isso.
Agora, outra pessoa estaria preocupada com as atitudes grosseiras de Kagami, mas sei que é o jeito dele, ele é assim mesmo quando está se empenhando.
Com Kuroko é diferente.
Ele não é a pessoa mais barulhenta, mas ultimamente nem anda fazendo seus comentários espirituosos, nem comentando sobre as atitudes de Kagami.
Seu silêncio se passa até perto de mim. Isso me preocupa.
— Jogos treinos a partir de amanhã! ♥ — Foi a mensagem que recebi de Riko.
— Arigato! =D — Respondi.
Mordi o lábio inferior, digitando o contato de Kuroko.
— Kuro-kun , eu estou bem. Só tinha umas coisas pra fazer e não dava pra deixar para outro dia. Obrigada por se preocupar! XD -
Em segundos ele respondeu.
— Que bom que esteja bem. Se não estiver se sentindo bem, pode me ligar. A qualquer hora realmente. -
" Bem, ele sabe que estou mentindo..."
— Obrigada, Kuro-kun! Você é o melhor. ♥ Até amanhã então?-
— Hai. Até amanhã, Yozo-chan. :) -
" O velho Kuroko de sempre. "
[...]
Ouvi atentamente os senpais falando do jogo.
Aparentemente, Kiyoshi-senpai gostaria de ver os primeiro anistas jogando.
" Parece que eu vou ficar de fora. Mais até que é bom. Aqueles três ali tem que se acostumar com a quadra. " Inclinei-me no banco preguiçosamente.
— Que o Kagami tem sido muito estúpido, ele não vai perceber se apenas falarmos com ele, não é ?— " Ai " — Estava pensando, ele nunca apareceu com problemas ou dúvidas, mas aquele que precisa perceber é o Kuroko.— Kiyoshi-senpai concluiu.
" Parece que ele notou também. Quero dizer, ele é bem atencioso se notou. " Olhei-o por um tempo, mas virei a cabeça rápido quando ele me mandou um sorriso. " E eu pensei um pouco mal dele no início. " Cocei a cabeça, observando o jogo.
[...]
" No final ele fez tudo sozinho mesmo. " * gota anime * " Bakagami, Cabeção. "
Kuroko veio até mim dizendo que iria falar com o capitão, pediu para que eu pegasse carona com Kagami.
Concordei sem me preocupar.
Se alguém consegue por juízo na cabeça de outra pessoa, esse alguém é Hyuuga Junpei.
O menino ruivo disse que queria treinar, então me levou até em casa e voltou para o parque.
— Cuidado com as pernas, chile-kun! - Alertei.
— Tá! - Gritou de volta, obviamente irritado com o apelido.
Estiquei-me quando fechei a porta.
Parei e pisquei várias vezes, quando meu telefone começou a tocar.
— Oi, oi. Eu deixei ele em cima da mesa ?— Murmurei, lendo o identificador.— Oh...?.... Ehh!?— Escancarei a boca. — Aira!— Exclamei, ultra contente.
— Gnoma! Estou ligando toda a maldita noite ! - Xingou.
— Camaleão.— " — Não me chame disso! -" ela gritou. - Você esqueceu que o fuso-horário é diferente?— Silêncio. — Você esqueceu, né ? - Provoquei.
— Ca-cala a boca!— Acabei rindo. - Bem, de qualquer forma... Vamos entrar em férias de duas semanas por ter passado nas provas. Seu pai me deu passagens pra te visitar.— Explicou.
— Sério? Sério? Isso é ótimo! Você vai adorar aqui! E eu posso apresentar você aos meus amigos.— Balancei de um lado a outro, não contendo a emoção.
— Ohh. Você fez amigos mesmo ? Não era mentira ?— Zombou.
— Não seja malvada.— Choraminguei.
— Desculpe, desculpe.— Riu. — Não sei se Luna vai querer ir. Ela não tem se sentido... bem. Na verdade, não sei porque, mas ela parou de falar comigo.— Disse, com uma voz murmurante.
— O que foi que você fez agora ?— Perguntei, desconfiada.
— Não fiz nada, eu juro!— Imaginei seu olhar indignado. — É que... não estamos muito bem, desde que você foi estudar aí... desde a época da Teiko.— Disse com voz pensativa. — Quando você vinha nas férias, ela andava conosco, mas você reparou como ela me evitava ? E como ela agia diferente com você...?— Agora parecia chateada.
— É... eu reparei. Mais não deve ser nada, Aira.— Tentei convence-la, um pouco incerta.
Luna podia ser bem dramática com a menor das coisas.
— Não aja como se não fosse nada. - Repreendeu e eu encolhi os ombros, mesmo que ela não estivesse vendo. — Ela não é assim... ou não era. É como se... só fosse conveniente estar perto...não sei... - Sua voz sumiu.
Fiquei uns segundos em silêncio.
— Bem, se ela quiser vir, papai sempre pode ajudar com isso. Não preocupe sua cabecinha linda.— Nisso, ela riu. - E você ?— Perguntei.
— Claro que sim, oras! Quem você acha que sou ??— Disse, me fazendo rir.
— E quando você pretende vir exatamente ? - Pedi.
— Uhhn. Antes da tal copa do inverno que você disse. As passagens e volta expiram antes dela começar. Uma pena que não dê pra te vermos jogando.— Lamentou.
— Tudo bem, eu posso conseguir gravações das partidas, com... contatos meus. - Esperei ela parar de me provocar depois dessa frase. — Vocês podem ver meus treinos.— Sugeri. — É tão legal quanto uma partida oficial. nós somos sempre profissionais.— Fiz minha voz de atriz.
— Certo.— Ela riu. - Tenho que ir pra escola, últimos dias. Uhul! Até lá!— Despediu-se.
— Até e não atravesse a rua correndo!— Alertei.
Olhei para o telefone, pensando no que ela disse.
Eu realmente não sei o que aconteceu com Luna.
Sei que ela sempre teve problemas com sua mãe, mas nunca deixou isso afetar, assim como não deixei aquilo me afetar tão profundamente.
Joguei-me no sofá, tentando desfranzir a testa.
— Vou ficar cheia de rugas. - Estremeci.
[Grande salto no tempo]
— Este ano, iremos ter 2 treinamentos de campo. Um no começo e um no final. Um na praia e outro nas montanhas.— Riko anunciou.
" Hah. Os senpais não gostaram muito. "
— O objetivo agora é se preparar para as qualificações e para superar as nossas fraquezas, das quais ficamos conscientes no último jogo. E já que estamos em falta com membros, energia é importante para nós. Então iremos aumentar a quantidade de corridas em nosso treino normal.— Explicou.
— As qualificações da copa de inverno já estão ao virar da esquina , literalmente! Nós vamos fazer total proveito dessas férias. Vamos animar!!— Hyuuga-senpai gritou, tentando motiva-los. — Vamos lá, dispensados! -
" Todos estão tão tensos. " Pisquei, olhando-os com leve compreensão, mas sem realmente poder fazer algo a respeito.
Quando a treinadora saiu e eu já ia para o vestiário, Hyuuga-senpai gritou-nos de volta.
Ele começou a explicar em tom baixo que por ficarmos no acampamento a Riko teria de cozinhar e Izuki-senpai acrescentou que ninguém mais conseguirá cozinhar devido ao cansaço, ao que parece, eles já passaram por algo do tipo.
" Nós vamos morrer...."
[Dia seguinte ]
" Conhecendo o sabor da comida do acampamento? Conta outra !"
Eu estava tendo um debate interno comigo entre descrença e medo.
Riko preparou todos os pratos que faria nas férias e começou a servi-los, o primeiro diz-se ser curry.
" Os legumes estão inteiros..."
Dei uma garfada, rolando um pouco na boca, mas...
" Po*** , que nojo! "
Tentei concentrar-me pra não cuspir.
" Tem uma panela cheia! "
Senti uma lágrima escorrer um pouco, mas fingi coçar o olho para limpa-la e engoli.
" Pela Riko, eu vou comer! "
Comecei a por tudo para dentro, meio que amassando, sem realmente mastigar direito e consegui terminar o prato.
Notei Koga-senpai encarar-me assutado.
— Obrigada pela comida !— Agradeci, sentindo a comida cair pesada no estômago.
Pisquei, olhando para Hyuuga-senpai, que também olhou para mim.
Ao que parece, ambos tivemos a mesma ideia.
Ele levantou e disse que ia comprar refri.
Kiyoshi-senpai foi pegar mais na panela, acabando por encher meu prato de novo.
Provei o gosto na língua mais uma vez e apesar do choque inicial, até que era legal. Meu maior problema foi o gosto amargo e azedo que vem em seguida, ele assumia a íngua de tal forma grosseira e a textura dos legues mal cozidos só piorava tudo.
De repente, Kiyoshi-senpai não parecia muito bem, assim como Mitobe-senpai, ambos se curvando de leve, rostos esverdeando.
Por instinto, empurrei a lata de lixo no rosto de Kiyoshi-senpai, vendo ele vomitar tudo, Mitobe-senpai apenas deitou a cabeça na mesa, a coloração do rosto aos pouvos voltando a ser corada.
Riko estava muito distraída, anotando as dicas que os demais davam.
" Parece que não afetou muito meu estômago. " Me perguntei, olhando pra minha barriga em desconfiança, mas tendo que esfregar as costas do senpai quando ele vomitou de novo
Notei que Riko-senpai foi pedir ajuda a Kagami a refazer.
" Bem, ele cozinha melhor que eu. Acho que pode ajudar ?"
Algum tempo depois, de Kyoshi-senpai dizendo que as vezes vomitar pode ser o melhor para Mitobe-senpai, ainda um pouco afetado do pranto anterior, Riko serviu outro curry.
Desta vez a aparência estava boa, o cheiro convidativo e, o mais importante: legumes picados!
Ouvi os meninos reclamarem de comer novamente, então fui em frente e provei.
— Ta bem melhor que antes!— Comentei. — Aquele amargo foi embora. Ainda bem. - Sorri em alívio, continuando a comer.
É comida grátis! Não tenho do que reclamar realmente.
Kuroko pareceu concordar comigo.
— Vocês se serviram ?— Hyuuga-senpai perguntou, pousando uma lata de refri na minha frente.
— Foi. - Respondemos.
Então, Kiyoshi-senpai teve a ideia de pedir a Riko uma repetição do que ela fez e na hora do queijo, ela jogou algo junto.
— Que po*@# é essa !? — Gritaram, enquanto eu me esforçava ao redor deles, tentando enxergar.
— É proteína e vitamina em pó. O Curry puro não tem as vitaminas necessárias.— Disse em tom pequeno, querendo ter certeza do que falava, mas sendo altamente desanimada.
— Então coloque uma salada!— Ralharam.
[ Mais tarde ]
— O segundo prato é guisado de carne!— Ela abriu a panela.
— Eu vejo um peixe inteiro...— Comentei, assombrada.
— Porque não estão cortados!?— Gritaram em seguida.
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