Notas iniciais
Como eu não sei quando vou poder escrever de volta, vou postar mais um capítulo pra vocês. Estava até agora escrevendo ele. Olha só como eu sou fofa ~sqn

–Então, meu nome é Meg. – disse a menina. Ela sorria, mas era um sorriso sapeca.

–Eu sou Samantha. – respondi a uma pergunta não feita. – Obrigada por me deixar no chalé 11.

–Na verdade, você vai ficar lá enquanto não for proclamada, mas não se preocupe, eu e meus irmãos vamos te receber bem.

–Só tenho que tomar cuidado com as pegadinhas. – disse sem pensar. Meg parou e me olhou seriamente. – Sem ofensas, Meg.

–Tudo bem. – ela sorriu. – Foi o Lucca que te falou sobre nós?

–Sim, foi sim. – sorri de volta. Era impressão minha, ou naquele olhar havia desejo? Pera, como assim?

Parei de pensar naquilo e continuei seguindo a Meg. Até que ela parou na frente de um chalé.

É claro que eu lembrava do Chalé 11, mas ele havia mudado um pouco. A pintura tinha sido refeita, porém a soleira continuava gasta como sempre. Aconchegante e acolhedora também. E, a sim, o caduceu prateado sobre a porta.

–Então, bem vinda ao Chalé 11! – disse ela abrindo a porta.

Bem, a primeira coisa que eu notei era que o chalé estava 100% mais organizado. Daí, me lembrei, era dia de inspeção.

A Meg estava seguindo para um beliche onde um menino loiro dormia na cama de baixo.

–Bem, aqui é onde você dormir. – ela apontou para cama de cima. – E esse é o Jack. Ele não dorme sempre, mas é que ontem foi o dia dele limpar a louça. Sabe como é, alguém tem que pagar quando faz pegadinhas com o Senhor D.

Não, eu não sabia, então eu simplesmente sorri, fingindo entender. Tomara que o pai deles não se zangasse comigo. Porque, caramba, eu sou só uma novata, eu acho.

–Bem, aqui está seu uniforme. – disse ela estendendo uma camiseta laranja idêntica a do Lucca para mim. – Eu vou te levar ao banheiro, aí você troca a camisa e já volta a Casa Grande.

Assenti e segui-a. No banheiro, troquei de camisa rapidamente, sem mexer na bolsa, mesmo quase morrendo de curiosidade.

Quando saí, Meg tinha sumido. Ou melhor, ela estava indo atrás de alguém com aquele mesmo olhar que tinha quando ela mencionou o nome do Lucca. Nem me importei e deixei-a ir ao encontro de quem fosse, mesmo que eu tivesse a certeza de que era atrás do Lucca que ela estava indo. Eu não sou ciumenta, a não ser que ele comece a dar muita bola pra ela, daí a coisa muda, e não vai ser ela que vai sofrer, afinal, ninguém manda no coração.

Enfim, seguindo para a Casa Grande, passaram por mim uns cinco faunos, não, sátiros, e umas quatro dríades. Eles me fizeram lembrar o tempo em que eu passei aqui, o tempo de criança.

Continuei seguindo para a Casa Grande e quando cheguei à varanda, o Sr. D. estava sentado com uma lata de Diet Coke na mão.

–Então você está de volta. – ele não perguntou, mas respondi mesmo assim.

–Estou sim. – falei cabisbaixa. – Nós sabemos que aqui não é o meu lugar, mas eu preciso de treinamento. – não sabia de onde aquelas palavras vinham, porém sentia que deveria continuar a falar. – Não vou ficar por muito tempo. Sei que você não gosta de minha presença, que isso lhe dá problemas. Vou sair daqui assim que receber escolta para o lugar certo.

Ele assentiu e sumiu, deixando para trás somente um aroma de vinho. Deuses são meio malucos. Ou melhor, esse é meio maluco.

Notas finais
Que tal? Comentem! Digam o que acham da história! Me sinto mais motivada com comentários.Só um aviso. Talvez eu passe a demorar mais pra postar devido ao meu curso e a escola. Final de ano e os professores fazem reunião pra mandar 200 trabalhos por semana, só pode.Enfim, se a história estiver boa, na opinião de vocês, divulguem!Beijos :*