Notas iniciais
Yo, lovers! Me adiantei e postei o primeiro capítulo. Espero que gostem. ;D

Na verdade não sei como começar. Estou evitando de todos os modos ser piegas, mas é quase que inevitável.

Estive a refletir sobre algumas coisas que minha mãe esteve por me dizer poucos minutos atrás. Sabe, eu estou retratando a minha adoração por meu astro através de fotos tiradas com legendas subliminares. Sim, pode parecer estranho, mas eu me considero uma artista e preciso extrapolar meus limites criativos, certo?

Ela gosta e acha original. E além disso, estou escrevendo uma história em que o imagino como personagem principal.

Mas aí, vem a pergunta: Pra quê tanto desgaste? Ele alguma vez vai reconhecer tal esforço?

Eu desejo que isso aconteça, mas não é o suficiente.

Não me imagino como tantos que esperam por uma simples aparição para um aceno supérfluo. Ele é inteligente, mas não Deus.

Porém nesse momento, proíbo-me de criticar. Estamos todos correndo atrás de um sonho que pode sim virar realidade. Sim, meninas ele pode nos olhar e falar: "Você é tão grande quanto eu".

Mas e quando as situações em que ele está exposto te atingem tão profundamente que pode jurar que isso se liga de maneira instintiva ao seu âmago? Não é loucura! É a apenas a sensação em que já esteve em tais lugares ou onde consegue se colocar em diferentes situações que só conhece por fotos.

Os seus sentidos te extrapolam. Você se sente humilhada e amada sem ao mesmo entender por quem. –Suspiro. –Delírios de uma mente criativa? Não vejo dessa forma.

Amo a arte desde que me conheço como gente, mas a interferência dela na minha vida pessoal me faz sofrer e me iludir. Por isso, lente que me julga, se possui sábia verdade diga-me onde estou a construir castelos de areia. -Fita a lente.

...

-Retrai e olha para o chão.- É o silêncio que eu esperava. É a solidão que reina todos os dias em meu quarto à procura de que minhas palavras façam a felicidade de outrem. –Olha para a câmera e deixa escorrer uma lágrima. –Eu gostaria muito se recebesse olhares congestionados agora, se importa se eu for procurá-los nesse momento? –Pausa, ainda olha para a câmera.

Desliga.

Ele acaba de ver o seu vídeo e retorna ao momento em que o rosto dela questiona a câmera. Deus, era linda. Podia compreendê-la perfeitamente.

Uma batida na porta havia o tirado do ato de parabenizar a criatura divina que havia colocado outro ser na Terra para que ele pudesse estimar e proteger. Desligou a televisão com pesar:

-Entre.

Uma moça loira entreabriu a porta e se limitou a fitá-lo:

-Alguma coisa?

-Nada ainda. Você tem que concordar que é difícil procurar uma moça por apenas um nome em um país desconhecido com mais de 190.000.000 habitantes.

-Faça o que tem que fazer. Encontre-a.

-... Ok, Jared.

Era preciso, nem que levasse toda a eternidade.

Notas finais
E aí? Tudo certinho? Vou firmar um compromisso com vocês e prometo postar um capítulo a cada domingo. E a propósito, aí segue meu facccccccccce: http://www.facebook.com/yami.couto E meu twitter: http://twitter.com/#!/yami_couto Para quem quiser me acompanhar. E ísso, minha gente. Beijoletos.