Sensations

25 Amittere.


Notas iniciais
Hey, meus queridos! Como estão? Quanto tempo! Pois é, sei que faltei com vocês há uma semana, mas tenho bons motivos. Andei na semana de provas e concedi todo o meu tempo para tal. Além disso, sabem que estou com a campanha de trazer Mars aqui pro Brasil, mesmo com insistência deles de querer dar uma parada. Enfim, falo com vocês sobre isso lá embaixo.
Capítulo não muito grande, já que a fic está no final, não posso ir adiantando muitas coisas.
Para hoje, 3 sugestões de músicas:
1 - P.D.A (We Just Don't Care) do John Legend;
2 - Virgem da Marina Lima;
3 - Ordinary People do John Legend.
Links diretos:
http://www.kboing.com.br/john-legend/1-43785/#
http://www.kboing.com.br/marina-lima/1-47917/#
http://www.radio.uol.com.br/#/letras-e-musicas/john-legend/ordinary-people/2485441
Se divirtam. ;)

Coloque P.D.A (We Just Don’t Care) – John Legend para tocar


–Mia! MIA! Estamos atrasados! –Cheguei à porta do quarto.

–Espera. Eu não sei qual saia usar. Me ajuda. –Disse voltando do closet com duas. –Qual fica melhor?

–É uma escolha realmente difícil. –Observei as duas de cortes totalmente extremos. –Amo suas pernas, mas não que a observem. A branca.

Ela riu e pude sentir minhas costas se inflarem.

–Sabia que ia escolher essa. Fico com a outra. –Começou a guardar a minha preferida.

–Sabe, meu amor... O seu mal é achar que sou igual aos outros homens. –A abracei por trás e lhe disse em seu ouvido. –Irá com a branca e guardamos essa para uma ocasião mais própria.

–O que eu ganho em troca?

–Um maravilhoso Golden Ticket.

–Sai daqui! –Se debateu. Prendi-lhe mais.

–E a maravilhosa oportunidade de conhecer intimamente o Frontman da banda Thirty Seconds To Mars.

–Uhul! Mal posso esperar.

–Se apresse, linda. –Mordi o lóbulo de sua orelha.

–Se continuar com isso, aí que vou me atrasar. –Disse tentando manter a compostura.

Foi minha vez de rir.

–Vou buscar o Miguelzinho no quarto. –Estive saindo.

–Certo.

Esperou que me afastasse um pouco e pegasse a outra peça de roupa rejeitada.

–A BRANCA! –Gritei de fora.

–... Merda.


Com os constantes flashes de fotógrafos em cima de nós no aeroporto, Miguel se mostrava cada vez mais irritado.

–Poderiam pelo menos diminuir os flashes? Estão deixando meu filho assustado. –Falei com uma calma absurda.

–Desculpe, Jared. –Alguém respondeu.

Porém, cerca de segundos passados, novamente aumentaram e passaram a esbarrar em nós. Nem conseguíamos andar e Miguel começou a chorar incontrolavelmente.

–Será que podem pelo menos nos dar passagem ou terei que agir com grosseria?! –Mia se exaltou. –Somos sempre simpáticos e receptivos com todos, mas não estão sendo conosco! Deviam se envergonhar por estar fazendo uma criança chorar!

Como um líder e seus súditos, respeitaram o caminho e poucas fotos foram disparadas. A maioria de desculpou, mas ela se manteve irredutível.

–Posso dizer que é a mulher mais excitante que já conheci?

Ainda carregava uma carranca.

–Odeio quando me desrespeitam, ainda mais quando é injusto.

–Já deveria estar acostumada. Sempre vai piorar.

–Nunca vou me acostumar. Não sou esse tipo de pessoa e nem vou ser.

A encarei surpreso. Olhava para o lado ressentida. Éramos tão diferentes... Mas complementares. Perfeitos.

–Nunca me deixe.

Olhou-me.

–O que? –Parecia confusa com a repentina mudança de assunto.

–Nunca me deixe, Mia. –Falei mais convicto. –Eu me perco sem você.

–Por que está falando isso?

–Só quero que saiba e jamais esqueça.

Sorriu maravilhosamente.

–Mesmo depois de tudo o que aconteceu acha que vou te deixar, seu velho idiota e chato? –Acariciou meus cabelos.

–É sempre bom renovar os votos.

–Se te deixa mais confortável. Mas palavras vão ao vento, certo? –Beijou-me docemente. –E eu tenho muito mais do que isso pra oferecer.

–Ah, é? –Mordi seu lábio inferior.

–Hey, vocês! –Alguém nos chamou.

Olhamos preguiçosos, acreditando que seria mais um fotógrafo.

–Vão viajar ou não?

Contraí o rosto.

–Tomo?

–Não. Sua querida avó. Claro que sou eu!

–Nós. –Shannon chegava ao seu lado.

–O que fazem aqui? –Mia se separou de mim.

–Acham mesmo que a gente vai permitir que viajem sem que tenham alguém pra perturbar todo esse clima meloso? Não mesmo.

–E afinal, alguém tem que cuidar da criança. –Tomo disse.

–Tomo o fará. –Shannon disse.

–Não mesmo!


Estávamos acomodados no avião. Tomo e Shannon haviam se sentado atrás de nós. Mia parecia um pouco distante.

–Tudo bem? –Segurei sua mão.

–Sim.

–Parece longe daqui.

–Talvez esteja. Voltar ao Brasil sempre me traz muitas lembranças.

–Boas?

–Também. Mas as ruins dominam a minha mente na totalidade.

–Não deveria se preocupar.

–É impossível.

–Não entendo o motivo de olhar tanto para trás. Já aconteceu, não vai mudar. Aprendeu com isso, certo?

–As coisas não funcionam desse modo, Jared. Os erros ficam e o peso também. Acabam por atrapalhar o andamento da vida.

–Por que deixa que isso aconteça.

–Por que não me deixa sozinha com os meus fantasmas? –Ficou séria.

–Por que eu sei que quer se salvar deles. Me chamou por esse intuito.

–Tem certeza de que sou eu que está vivendo no passado?

Um tapa sórdido no rosto.

–Vamos parar, ok? Já basta viver com isso todos os dias, falar sobre piora ainda mais.

Soltei sua mão. E ela tentou compreender o porquê.

–Isso não pertence ao passado, Mia. Pertence a uma existência. E pelo visto serão necessárias inúmeras vidas para que entenda.

Ficou em silêncio. Virou-se para a janela e se encolheu.

–O importante não é quantos socos você dá em uma luta e sim o quanto consegue persistir nela.

Riu ligeiramente.

–Rock Balboa.

–Eu sei. Meu pai...

–Sempre assistia todos os filmes da série.

Miguel riu. Nós rimos junto. Nossos olhares se acariciaram quando se encontraram.

–Obrigada. –Estava cândida.

–Estarei contigo em todos os momentos. Na riqueza e na pobreza; na saúde e na doença; na alegria e na tristeza; até que a morte nos separe.

–Como Deus determinou.

Tomei sua mão novamente.

–Consegue ver que belos presentes me deu?

–A vida é longa, meu bem. –Piscou.

–...

–Quero mais um filho.

–Nem tivemos o próximo. -Sorri.

–Mas quero. Desejo essa família gigante e fruto do nosso amor.

–... Hoje você está inspirada. Não sei se suportarei até o fim dessa viagem para tê-la aos meus braços.

A felicidade de Miguel se transformou em choro. O pegou no colo.

–Sim, suportará. Alguém está precisando de uma limpeza.

Minha expressão não deve ter sido a das melhores, pois comandou em seguida.

–Da próxima vez, é você. –Levantou-se e seguiu para o banheiro.


–Eu estou tentando.

–Você é burro, Tomo. Esse excesso de cabelo te afeta demais.

–E você, que mal tem?

–Podem parar de agir como duas galinhas e fazer o favor de falar o que está acontecendo? –Disse, após de acordar de um cochilo.

–O Tomo não consegue abrir a lata de refrigerante.

–Jesus! Eu fui acordado por uma lata de refrigerante. Me dá essa merda!

–Não. Isso é uma questão de honra.

–Onde está a Mia?

–Voltou, mas foi ao banheiro de novo. Acho que ela está se pegando com algum cara lá.

–Shannon, vai se fuder.

–Eu também te amo, irmãozinho.

–Quase lá, quase lá! — Depois de uma pausa. –Ei, me devolve!

Mia se sentou ao meu lado com a lata em mãos. Abriu num piscar de olhos.

–Problema resolvido. –Levantou a lata para que pegasse.

–Não tem graça. Aeromoça, me traz mais uma?

–E quanto a você, Shannon, estava cuidando da minha higiene pessoal. Tudo bem pra você?

–Acho que não. Só se eu tivesse te ajudado.

–Babaca.

–Obrigado. –Disse Tomo quando recebeu o refrigerante.

–Isso é criancice, Tomo

–Ninguém pediu pra acabar com a minha brincadeira.

Riu.

–O que estava fazendo? –Questionei.

–Xixi. –Riu mais.

–Demorou.

–Até poucos minutos estava roncando, Jared.

–Quando fui acordado por uma lata de refrigerante.

–Mimadinho. –Ajeitou suas coisas em sua frasqueira.

–Como é?

–Mimadinho. –Parecia sublinhar a palavra ao dizer.

–Se quer que eu te estupre naquele maldito banheiro nesse exato momento, fala isso de novo.

Gargalhou.

–Ai, Jared... Você é tão... –Pausou. — Mimadinho.

–Você pediu. –A puxei pelo braço, levantando-lhe.

–Ai, adoro assim, amor. –Riu mais.

–Droga, Mia. Sabe que me excita quando faz isso.

–É essa a intenção.

–E como acham que vão conseguir essa proeza? É proibido. –Shannon retrucou.

–Tem uma coisa chamada suborno. Talvez goste de usar, irmãozinho. –Bati em seu ombro. -Cuidem de Miguel.

–Como sempre.

Ao entrarmos na cabine, tinha a mão por debaixo de sua saia.

–É uma pessoa suja, Jared Leto.

–Desculpe por ferir sua integridade, ó santa imaculada.

–Pode fazer quando quiser, mas apenas por debaixo da sua batina.

–... O que?

–Esquece. –Me beijou.


De volta às poltronas.

–Deu pra ouvir os gemidos daqui.

–Se inspirou? –Ela alfinetou.

–Está maldosa comigo hoje, Sra. Leto.

–Não está sendo um bom menino, Shann.

–Vou me comportar. –Jurou beijando os dedos.

–Espero.

–Quanto tempo ainda falta para chegarmos? – Tomo perguntou.

–Horas. Muitas horas. –Disse.

–Vamos chegar à noite, não é? – Ela indagou.

–Acredito que sim.

–A cidade fica tão linda de noite...

–Essa cidade só tem coisa linda mesmo.

Ruborizou.

–Que droga!

–Adoro te ver vermelha. –Apertei sua bochecha.

–Idiota.

–Não me trata assim, amor. –Beijei sua clavícula.

–Desculpe.

E um barulho de lata abrindo no interrompeu.

–PORRA, TOMO! Estou todo molhado, seu filho da puta!

Rimos baixinho.


Coloque Virgem – Marina Lima para tocar.


–Sejam bem-vindos ao Rio de Janeiro. –Escutei a aeromoça dizer.

–Acorde, vida. Chegamos.

Aninhou-se mais ao meu peito, porém despertou sorrindo.

–Finalmente. Minha casa.

Vimos à vista pela janela.

–É linda, não?

A admirei sem que percebesse.

–Sim, é.


A tranqüilidade com que fomos recebidos no aeroporto era relaxante. Acertamos tudo o que precisávamos, pedimos nosso táxi e seguimos para algum hotel.

–Pare o táxi. –Disse.

Antes que pudesse perguntar o por que, ela saltou do carro. Era Ipanema, talvez Leblon, não sei ao certo, só da visão dela correndo para a praia pouco iluminada. Abriu os braços, voltada para o mar.

Miguel estava tão fascinado assim como eu.

–A cidade mais perfeita do mundo. –Retornou a nós.


O vento levava seus cabelos ao rosto, lhe dando uma impressão travessa.


Outros olhos e armadilhas.


Os lábios entreabertos demonstrando um desejo reprimido.


Outros olhos e armadilhas.


E satisfação da conquista.


Outros olhos e armadilhas.

–O que?


Enfeitiça-me de todas as maneiras.


Outros olhos. –Ah! - Outros olhos!


Entorpecendo todos os meus membros.


E armadilhas...


–Vamos. –Beijou a face de seu filho e me puxou pela mão.


No hotel, cada um para o seu quarto. Mia ligou para sua mãe que insistia ao dizer que devíamos ficar na casa da família.

–Não é necessário, mamãe. Ficamos bem no hotel. –Pausou para ouvi-la. –Eu sei, eu sei. Amanhã mesmo passaremos o dia com vocês. Não se preocupem. Eu também te amo. Durma bem. Tchau. –Desligou. –Ela é um pouco difícil às vezes.

–Sério? Então o mal vem de família.

–...

–É brincadeira.

–Vou colocar o Miguel para dormir. –Levantou.

Abracei-lhe quando estava o arrumando.

–Eu estava brincando.

–O que eu não entendo é que se me acha tão difícil qual a razão de ainda estar comigo? Droga, Jared! Sabe do meu temperamento, não tinha que ser obrigada a ficar aturando suas brincadeiras.

–Está sensível por causa da gravidez?

–Agora eu estou sensível por causa da gravidez! Não, não estou. Quero que me respeite e me entenda. –Tirou minhas mãos de si.

–Te respeitar sim, mas entender... Está pedindo um pouco demais. –Cocei a sobrancelha.

–Ai, Jared! Sai daqui!

–E pra onde sugere que eu vá?

–Longe de mim. –Pegou minhas coisas e jogou em mim.

–Não quero brigar. Se me quer longe, farei o que pede. Mais tarde conversamos.

–Isso! Vai lá!

Abri a porta, mas dei um sorriso maroto.

–Estou indo, hein?

–Vai logo!

Saí e andei a passos lentos para o elevador.

–Jared!

Virei-me.

–Sim?

–... Volta.

Antes que pudesse chegar ao quarto, veio me abraçar correndo.

–Me desculpe.

–Tudo bem. –Dei um beijo em sua cabeça. –Vamos voltar.


Fomos recebidos com festa pelos parentes de minha mulher. Shannon se enturmou fácil com os homens da família, enquanto durante algum tempo Tomo se sentiu deslocado, assim como eu.

–Quando a Vicky chega? –Perguntei.

–Amanhã.

–Certo. –Bebi o suco que a mãe de Mia havia feito.

–Não deveria estar falando com os demais?

–... Não tenho certeza se sou muito querido. Aprontei bastante.

–Então admite? –Riu.

–Seria hipócrita se não o fizesse.

–Realmente, Jay. Mudou da água para o vinho.

–A Mia faz milagres, não? –Se aproximou seu irmão. –Cara, fica tranqüilo. Ninguém guarda rancor de você. Se ela está feliz, estamos também. Vemos o quão bem faz a nossa queridinha.

–Isso... Deixa-me mais tranqüilo.

–Relaxa e vem fazer parte da conversa. O tema é: Como as mulheres podem mudar um homem.

–Talvez eu possa falar sobre a minha experiência. – Ri.

–Vem você também, cabeludo. –Chamou Tomo.

–... Claro.


(Mia’s POV)


Observava a cena com orgulho. Era bonito demais ver o meu homem se juntar aos tantos outros que também guardavam uma parte do meu coração. Mas como ocultar? A maior parte pertencia a ele... Somente.

–Só está faltando babar.

Retribuí a brincadeira de minha mãe com um sorriso.

–Estou muito orgulhosa dele, mamãe. Avança a cada dia. Não tenho direito de pedir mais.

–Tive medo que fosse te fazer mal e de fato, fez.

–Passou. Quero enxergar as coisas daqui pra frente. Podemos combinar isso?

–Podemos. Mas mesmo assim, tome cuidado.

–Sei onde piso.

–Espero que saiba. Leve esses pratos para a mesa. –Entregou-me alguns.

Saí da cozinha recebendo um caloroso olhar de meu marido.

–Do que estão falando?

–Estamos difamando as mulheres, minha querida. –Shannon brincou.

–Então serei obrigada a deixar a todos sem sobremesa.

–Deixar sem sobremesa? Vou expulsar todo mundo! –Mamãe me acompanhou.

–Não saberemos nem ao menos que delícia vamos perder? –Meu pai falou.

–Um brigadeirão dos deuses.

–Hum... Afrodisíaco. –Jared tentou, mas todos os olharam.

Após alguns minutos de tensão, riram juntos.

–Bem-vindo a família de novo, filho. –Meu pai o cumprimentou.

–Acho que vi alguém borrar as calças. –Shannon disse e meu irmão gargalhou.

–Vamos. Todos se sentando a mesa. –Mamãe ordenou.


(Jared's POV)


–Sua família é fantástica.

–Obrigada. A sua também.

–Me acolheram de uma forma especial hoje. E vi o esforço de seu pai ao tentar se comunicar comigo.

–É, o cursinho de inglês ajudou bastante. –Sorriu.

–Poderia me ajudar no português.

–Quando quiser.

Beijei a ponta de seu nariz.

–Cansada?

–Uhum.

–Durma. –A apertei. –Teremos excelentes dias pela frente.

–É uma promessa?

–Sim.

–Vou cobrar.

–Não vai nem precisar.

Ressonou baixo.

–Nunca mais.


Coloque Ordinary People – John Legend para tocar.


O sol nos despertou.

Girl, I’m in love with you.
This ain't the honeymoon.
Past the infatuation phase.


Saboreei seu corpo com lentidão


Right in the thick of Love,
At times we get sick of Love,
It seems like we argue everyday.

O prazer era incomparável ao sentimento.


I know I misbehave
And you made your mistakes
And we both still got room left to grow.


E ainda insistia no desacreditar.


And though love sometimes hurts,
I still put you first.
And we'll make this thing work,
But I think we should take it slow.

Essa roupa poderia não ser apropriada.


We're just ordinary people.

Mas era você.


We don't know which way to go.

Que me convencia.


Cuz we're ordinary people.

E não importa quanto terei que pagar.


Maybe we should take it slow (Take it slow, oh, oh, ohh).

Pra te fazer sorrir.


This time we'll take it slow (Take it slow, oh, oh, ohh).

Salvação independente.


This time we'll take it slow.

Vida.


This ain't a movie no,
No fairy tale conclusion ya'll.
It gets more confusing everyday.

E se todos os dias fossem iguais...

Sometimes it's heaven sent
We head back to hell again.
We kiss and we make up on the way.


Persistia a te amar.


I hang up you call,
We rise and we fall,
And we feel like just walking away.


Não, eu não vi aquela garota que me chamou.


But as our love advances,
We take second chances
Though it's not a fantasy.
I still want you to stay.


Meus olhos seguem muito ocupados...


We're just ordinary people.

Com essa minha obsessão...


We don't know which way to go.

Por você, minha querida.

Cuz we're ordinary people.

Posso gemer seu nome se precisar?

Maybe we should take it slow (Take it slow, oh, oh, ohh).

Dançando calmamente só me esquentaria.

This time we'll take it slow (Take it slow, oh, oh, ohh).

Mas é tudo tão incompreensível na sua cabeça.

This time we'll take it slow.

Não me elogie.


Take it slow.

Apenas me embeveça.

Maybe we'll live and learn;

Pegue a


Maybe we'll crash and burn;

Fertilidade

Maybe you'll stay, maybe you'll leave,
Maybe you'll return;

Dos olhos

Maybe you'll never find;

Gentis dela

Maybe we won't survive;

E crie a verdade


But maybe we'll grow,
We never know.
Baby, you and I.


Humana.

We're just ordinary people.


O seu rosto se adéqua tanto...

We don't know which way to do. (Hey!)

Ao espaço que reservo no peito.

Cuz we're ordinary people.

Vou enlouquecer. Mas que se foda!

Maybe we should take it slow. (Hey!)

Arranque toda essa confusão de mim.

We're just ordinary people.


E a ilusão se dilui.

We don't know which way to go.

Conto nos dedos as minhas vitórias.

Cuz we're ordinary people.

E não os dias que vamos passar ainda... Juntos.

Maybe we should take it slow (Take it slow, oh, oh, ohh).

E agora tudo parece tão claro.

This time we'll take it slow (Take it slow, oh, oh, ohh).

E agora tudo parece tão cabível.

This time we'll take it slow.


Que me gera o medo de reclamar.

Take it sloww.

Suspiros seus.


This time we’ll take it slow.


Que me tomam.

Take it slow.

Entreguei a ti...

This time we’ll take it slow...


A alma de um sonhador.

Notas finais
Reviews? Estou perdoada?
Então, sobre a campanha: no Twitter estamos divulgando através da #MarsInBrazil.
A petição está disponível por aqui: http://twitition.com/wz6kd
Assinem e divulguem.
Temos também nosso site oficial (Encontrarão todas as informações que precisarem por lá): http://marsinbrazil.weebly.com/
E em breve teremos um blog com várias novidades.
Contamos com todos para nos ajudar na divulgação por todas as redes sociais. (Estamos no facebook também.)
Dentre algumas semanas, o blog das autoras estará finalmente disponível. (Pensam que esqueci? Não mesmo.)
Obrigada pela paciência, gente. ;)
Vejo-os em breve.
Beijoletos.
P.S.: As autoras salen_stines; gabiscullen e mandybrandao fazem parte da equipe "Mars In Brazil". Por isso, fiquem ligados em suas fics para mais informações.
P.S. 2: Não esqueçam de divulgar, comentar e recomendar essa fic. É muito importante para mim. ;D