Sensations
22 Aliquam.
Notas iniciais
Prontos para mais um capítulo emocionante?
Vamos lá.
Pra hoje, apenas uma sugestão de música que com certeza a maioria deve conhecer.
1 - Bad Romance (Lady Gaga Cover) por Thirty Seconds To Mars
Link direto:
http://www.kboing.com.br/30-seconds-to-mars/1-1035205/
Belesminha?
Falo com você lá embaixo. ;)
(Mia’s POV)
Não encontrei outra solução. Não encontrei outra opção a não ser procurar pelo único que poderia me dar abrigo.
Just because I'm losing,
Doesn't mean I'm lost;
Doesn't mean I'll stop;
Doesn't mean I'm across.
Me receberia?
Just because I'm hurting,
Doesn't mean I'm hurt.
Doesn't mean I didn't get what I deserved.
Nem que só por alguns minutos?
No better and no worse.
-Mia?
I just got lost!
Every river that I tried to cross.
Every door I ever tried was locked.
-Posso entrar?
Ohhh and I'm just waiting 'til the shine wears off.
-Não deveria estar na premiação?
-Eu quis ir embora. Vai me deixar entrar ou vamos ficar conversando aqui mesmo?
-Entre. –Deixou-me passar.
Adentrei a casa. Expirei forte como para me confortar de que estava a salvo.
You might be a big fish.
-Parece que brigou com o Jared.
-Sim, mais uma vez.
-Quer conversar sobre?
-Na verdade... –Pausei. –Não. Só gostaria de saber se posso ficar um pouco aqui com você. Passarei a noite em um hotel, mas a solidão me mata.
-Hotel? Está brincando?! Ficará aqui.
-Eu juro que não vim com pretensões de te incomodar.
-Você sempre me incomoda, sua chata.
Deixei cair um sorriso
-Eu estava fazendo uns ovos mexidos. Está afim?
-Claro.
Me deu uma cerveja. Rodei um pouco a garrafa entre as minhas mãos. Quando colocou o prato a minha frente, agradeci sorrindo fraco.
Minha mente rodava. Mal conseguia me concentrar na comida a minha disposição.
-Tem certeza de que não quer conversar? Mal tocou na comida.
Tive meus olhos vermelhos pela pressão que fiz ao tentar me controlar.
-Estou desesperada, amigo. Meu casamento acabou.
-Ah, não... Mia. –Levantou de sua cadeira e me abraçou. –É só uma crise, minha querida. Vai passar.
-Não vai. Eu sei que não.
-Como pode ter tanta certeza?
-Ele não me acha mais tão atraente quanto às outras. Tantas já garantiram o lugar ao delas na nossa cama.
-... O Jared sempre teve muitas mulheres. Não deve estar sendo tão fácil controlar os seus impulsos.
-E é por isso que quero sair dessa situação. Ajude-me a sair, por favor.
-... Não posso.
-Por quê?
-Seria traição.
Deixei minha cabeça cair.
-Eu só... –O interrompi.
-Não. Me desculpe. Pedi muito de você.
-Eu te amo.
-Eu também. É como um irmão pra mim.
-Eu te amo como uma mulher.
O encarei.
-... O... O que?
-Eu te amo, sempre te amei.
-Como nunca percebi?
-Esteve claro o tempo todo, não enxergou por que seus olhos só viam o Jared.
Tentei me distanciar, mas me segurou.
-Não imagina quantas vezes te desejei, Mia. Quantas noites eu te olhei sedento na pista de dança enquanto ele estava fora. Era tão fácil pra eu poder te levar pra cama.
-Pare.
-Mas eu não quis. Tudo por causa da minha maldita fidelidade.
-Pare.
-Todas as mulheres que eu me deitei tiveram o seu rosto. Mas sempre quando eu acordava o peso da culpa me açoitava.
-PARE! –O apertei.
-Eu não posso parar. Liberte-me, meu amor. Nem que seja por uma única noite.
-Ah! –Suas mãos estavam por baixo de meu vestido.
-Eu prometi nunca me casar. Mas vejo que essa possibilidade não é tão inevitável. Eu só o faria se fosse com você.
Eu lutei para detê-lo, mas era forte demais. Aquela fortaleza me contagiou. Notei quando o beijei, quando respondi aos seus apelos e quando estávamos nus em seu quarto.
And you'll be lost!
Movimentava-se tão masculamente sob mim. Meus dedos percorriam cada traço bem desenhado com desejo e redenção.
Arqueei o máximo quando sugou meu mamilo.
Tocamos, chupamos todas as áreas escondidas dos nossos corpos.
Temi quando se acoplou a mim. Era grosso, mas... Delicioso.
Eram tão parecidos fazendo amor...
Lento e Lento.
Forte e Forte.
Rápido e Rápido.
Torturante e Perdidamente Apaixonante.
-Linda. –Sussurrou ao meu ouvido.
Agarrou minhas mãos colocando a cada lado de meu corpo.
Deus, não tínhamos nos protegido!
-Desejo. –Mordeu meu pescoço.
Até atingir o alto.
Ele urrou ao acontecer e se limitou a dizer:
-Meu nome... Diga.
Gemi.
-Diga.
-Shannon.
O controle fugiu das minhas atitudes. Repetimos a investida durante diversas vezes na noite até o amanhecer.
Recolhi-me de encontro ao seu peito.
Não sofria com pesar.
-Eu não queria que essa noite acabasse nunca.
O olhei e me retribuiu.
-Obrigado.
-Pelo o que?
-Sei que não vai desistir de mim pra ficar com o Jared. Agradeço por ter me dado essa noite.
-Vai encontrar alguém melhor.
Sorriu.
-Não costumo me entregar tão facilmente.
Acariciei seu rosto.
-Te quero bem, Shann. Gosto muito de você.
-Pare de se preocupar comigo. Estarei bem se estiver bem, se meu irmão estiver bem. –Pegou minha mão e a observou atentamente. –Tenho de admitir, formam um belo casal. Mas se porventura, encherem um do outro... –Voltou a me olhar. –Tem meu telefone. –Piscou.
-Idiota. –Ri.
-Vai ser mesmo difícil te encontrar e não se lembrar de tudo... O que aconteceu. –Disse malicioso.
-É... Não tinha pensado nisso.
-Você pensa?
-Está marcado pra morrer! –Pulei em cima de Shannon junto das suas gargalhadas exorbitantes.
Tomamos café e almoçamos juntos. Shannon me levou para casa e me desejou sorte. A essa altura, já possuía mais de duzentas ligações perdidas e cem mensagens de texto de Jared.
Coloque Bad Romance (Cover Lady Gaga) – Thirty Seconds To Mars para tocar.
Abri a porta.
-Onde esteve?
-Passei a noite em um hotel.
-Mentira. Liguei para todos da cidade. Tinha reserva no Helmsley, mas não apareceu por lá.
-Passei a noite na casa de uma amiga.
-Vai continuar mentindo? –Levantou.
-De um amigo.
-Mikhail, Leandro...
-Shannon.
Tomou-me o braço e jogou-me no sofá. Enfiou as mãos por baixo de meu vestido e arrancou-me a calcinha.
-Jared!
Cheirou o tecido.
-Transou com ele.
-Se queria saber, bastava perguntar.
-Era de se esperar. –Me puxou. –Agora que a minha querida esposa chegou, poderá desfrutar de um belo espetáculo. –Seguiu para o quarto, me puxando.
-O que vai fazer?
Empurrou-me com força e se reteve na porta.
-Tome um banho e se vista. Vamos sair. –Bateu a porta.
(Jared’s POV)
Quando saímos era tarde. Ficamos em silêncio durante a viagem. Paramos em frente a uma casa discreta, que não prometia muitas surpresas.
-Que lugar é esse?
-Pare de fazer tantas perguntas. Vai saber quando entrar.
No lugar havia muitas mulheres seminuas com olhares sedutores tanto para mim, quanto para ela.
-Só pode estar brincando. –Exauriu.
-Nunca estive tão sério em toda a minha vida.
Fomos conduzidos a um quarto e trancados nele com diversas mulheres. Algumas já vinham ao meu encontro e me atiçavam sensualmente.
Fui puxado.
-Jared!
-Aprecie, meu amor. É sua vez agora.
Olhou-me escandalizada.
Ignorei suas reclamações e protestos. Respondi a todos os apelos. Com o tempo, Mia tentou abrir a porta sem êxito.
-É inútil. –Disse por fim.
-Estou obrigada a te ver fazendo isso?
-Foi o que escolheu.
De acordo com o decorrer do desenvolvimento dos gemidos e das investidas, ouvi gritos. Não de socorro, mas de dor. Vinham dela própria. O volume aumentava e se tornava ensurdecedor. Estava sentada com as mãos no ouvido.
Corri até ela.
-Amor, já acabou! Pronto, pronto! –A envolvi.
Olhei pras garotas que não entendiam o que acontecia.
-Saiam daqui!
Bateu em meus braços, tentando me repudiar.
-Me desculpe! Me desculpe!
Por fim, se deixou aproximar.
-Me desculpe. –Sussurrei.
-Por que faz isso?
-Eu quero que sinta tanto sofrimento quanto eu. Ah, Mia... Tem me machucado tanto nesses últimos tempos.
Deitou no chão. Acompanhei sua ação.
-Estamos loucos.
-... Me tire daqui.
I want your love
And I want your revenge
I want your love
I don't wanna be friends
J'veux ton amour
Et je veux ton revanche
J'veux ton amour
I don't wanna be friends
Ficamos enclausurados dentro de nosso apartamento durante duas semanas. A comida era trazida por amigos e familiares. Ela só demonstrava sinais de carinho com Miguel. Maltratava-me com o silêncio e frieza.
Recusei-me deixá-la sozinha.
Recusei-me deixá-la.
Ao comermos na mesa, não demonstrava nenhum apetite. Estava cada vez mais magra.
-Não está comendo.
Sem resposta.
Joguei meu talher no prato.
-... Não pode ficar sem falar comigo pela eternidade.
Novamente silêncio.
-Se morreu, me avise pra mandar enterrar. –Provoquei para ver alguma reação.
Sorriu sem humor.
-Acertou mais uma vez, Jared. –Sua voz era quase inaudível. –Estou morta.
-Não está morta! –Bati com força na mesa. –Está aqui. Comigo.
-Quem é você?
-Jared.
-Não é. O meu Jared... –Pausou com a falta de ar. –Não reside nesse mundo há tempos.
-Do que está falando?
-É um andrógino. Nem tão pouco se parece com o original.
-E como é o original?
-... O mais doce dos amantes.
-... Mia.
-Ele prometeu me proteger de tudo e de todos. –Estava tremendo. –Sempre soube estar segura nos braços dele. Jamais me feriria. Ele prometeu me amar em todas as nossas vidas. –Olhou pra mim com tamanha tristeza. –Como pode dizer ser alguém tão perfeito se ao menos deixou de existir?
-Eu te amo, Mia. E peço que me perdoe.
–Cale a boca! –Segurou o peito. –Cale essa maldita boca. — Uma raiva se apoderou dela. –Não ouse repetir essas palavras novamente. Verme.
Cuspiu ao passar por mim.
Tentou passar a noite em claro, mas era de praxe terminar por dormir com o cansaço. Contabilizei todas as vezes que inspirou e expirou estando tranqüila.
Eu não dormi.
Estranha rosa.
Voltou aos ensaios. Insisti em acompanhá-la sempre, mas de todas as formas me evitava.
Nem mesmo contou qual Ballet faria.
Nem mesmo contou se ainda existia amor dentro de si.
O Lago dos Cisnes...
Soube de que havia se recusado de fazer o papel de Odette/Odile, porém com a insistência de Mikhail acabou por aceitar.
Uma chamada me fez assustar. Outra vez, Mia passara mal.
Depois de um engarrafamento, consegui chegar ao centro de dança. Encontrei-a numa sala a meia-luz.
-Eu tentei me apressar, mas o trânsito era...
-Estou grávida. –Me interrompeu.
-O... Que?
-De um mês. E já adianto, se quiser saber se o filho é realmente seu, estou de um mês. Então, sim é seu.
-Isso é maravilhoso, meu amor! –Fui abraçá-la, mas me afastou.
-Sem toda essa hipocrisia. Falei o que precisava saber pra mais tarde não jogar que não sabia e que sou a megera da história.
-Não está feliz?
-De trazer um filho ao seu mundo? Já estava infeliz o bastante por Miguel. Agora estou ao dobro.
-Não faz isso comigo.
-Fazer o que? –Se aproximou. –Sofrer? Está doendo, não está? Em mim doeu mais. –Arrumou sua bolsa. –Foi o que escolheu. –Deu-me as costas.
O Lago dos Cisnes estreou. Novamente sua estupenda atuação comoveu. Muitos dos comentários a apontaram como a última bailarina da eternidade.
-Sua emoção convencia mais do que a de Pavlova. –Escutei alguém dizer enquanto passava pelas coxias.
Terminado o espetáculo, a visitei no camarim. O difícil acesso não me surpreendeu.
-Seu desempenho foi brilhante, meu amor.
Olhou-me com escárnio.
-Foi, não foi?
-Ouvi falar que convenceu mais do que Anna Pavlova.
Soltou uma risada alta e exuberante.
-Deus! Muito interessante ouvir esse tipo de coisa. Deixa-me ainda mais intrigada com algo que conversava com os meus amigos, meu querido marido. Se eu estivesse feliz e satisfeita com a minha deliberante vida e com as pessoas que me cercam, seria menos intenso?
-É perfeita em qualquer situação, Mia. Seja na mais brilhante ou pior fase de sua vida. –Mikhail disse esbarrando em mim e estourando a champagne.
-Maestro! –Sorriu com mais vontade.
-Te espero lá fora.
-Já vai tão cedo, meu bem? –Ironizou.
-Se demorar, a trarei pelos cabelos.
-Esperarei AN-SI-O-SA-MENTE. –Riu.
Passaram-se quarenta minutos. Estive para voltar, quando a vi se encaminhar ao carro quase tropeçando nos próprios pés.
-Não precisava ter me esperado. –Se apoiou na minha janela.
-Entre.
Sorriu e me obedeceu.
-Adoro quando dá uma de macho possessivo.
Me olhou pervertida.
-Está bonito essa noite. –Tocou meu rosto.
-E você bêbada.
-Poderia se aproveitar de mim. Depois do êxtase me tornarei insuportável.
Sua mão percorreu minhas braguilhas.
-Tenho saudades de fazer amor com você.
-Pare, Mia.
-Toque o último compasso bem suave. -Continuou a me tocar.
-Disse para parar!
-... Quase me esqueci. -Tirou sua mão e sorriu.- Têm outras para satisfazê-lo. Sou desinteressante. Pff...
-Só fala bobagens.
-Não me ama mais, Jared!
Estacionei o carro. Saiu sem avisar. Chegamos ao apartamento e ela começava a tirar as roupas.
-Tome banho. Fede a álcool.
Quando se virou para mim, estava completamente nua.
-Quanto tempo mais vai me evitar?
-O suficiente.
Riu pouco.
-Boa sorte. -Deixou-me.
Ouvi o barulho de ducha. Logo, fui para cama esperar que voltasse. A demora me preocupou, mas fora apenas um modo de chamar a atenção. Saiu com o roupão e os cabelos por escorrer. Desabou na cama e dormiu sem me retribuir um olhar.
No dia seguinte, acordei com seus olhos pousados em mim.
-Algum problema?
-Não. Só estava te esperando acordar. O que acha de tomarmos café juntos?
-Uma boa idéia.
Sorriu.
-Já encomendei tudo. Venha. –Me puxou.
O que tinha na mesa encheu os meus olhos. Muito eu não comia há anos.
-Onde achou isso tudo?
-Liguei para sua mãe.
Ri.
-É incrível.
-Podemos sentar ou vamos ficar só a observar?
Durante aquela manhã a doce Mia de dezessete anos, a minha protegida, havia voltado. Minha alegria tomou conta de meu corpo.
Os velhos risos.
A velha felicidade.
O nosso amor duradouro.
Tudo.
Tudo de volta ao seu devido lugar.
-Promete me amar pra sempre?
-Sabe que já te prometi isso tantas vezes.
-Mas quero que seja renovada.
-Mia...
-Vamos. –Sorriu. –Me prometa.
-Eu prometo. Pra sempre. –A beijei.
Peguei-a nos braços e a deitei sobre nossa cama.
Deleitei-me com seu corpo como se fosse a primeira vez. Parecia tudo novo.
-Não me deixe.
-Nunca.
Com urgência, arremeti dentro dela.
-Ah, Jared!
-Minha...
Que esse ato desenhe em todos os espaços a promessa de um amor eterno.
-Eu te amo. –Disse em português.
-Eu te amo. –Repeti junto de seus mágicos olhos.
(Mia’s POV)
-Amor, vou sair para comprar comida.
Ele saiu e me deixou só. Caminhei por todo o apartamento guardando todo e qualquer fragmento de nós dois.
Segurei meu filho por uma última vez.
-Fique bem, meu amor.
Como se parecesse me entender, Miguel começara a chorar. Aquele som que me cortava o peito foi o mesmo que me deu forças para continuar.
Refleti sobre o espelho, alisei o meu cabelo. Tomei todas as minhas pílulas de uma única vez.
Enchi a banheira, coloquei a minha champagne ao lado.
A lâmina que cortou os meus instrumentos fora responsável por tingir toda essa água turva.
Braços caídos. Esses... Braços.
Vermelho.
(Jared’s POV)
-Esqueci de pegar minha carteira. –Gritei.
Berros de Miguel me assaltaram. Corri até o quarto e vi que estava tudo bem. Consegui acalmá-lo. O deixei e me dirigi até o quarto.
-Mia?
A porta do banheiro entreaberta denunciou a água com cor avermelhada que surgia.
-MIA!
Estava afogada na banheira.
Tirei-a rapidamente de lá. Tinha os pulsos e pés cortados.
-Meu Deus! O que você fez?!
Peguei-a no colo e a cobri com uma toalha.
-Shannon, preciso de você. Mia estava afogada na banheira, estarei a levando para o hospital.
-Mas o que aconteceu?
-Ela tentou se matar.
-Ainda respira?
-Tem pulso fraco. Por favor, venha o mais rápido que pode. Estou pegando um táxi.
-Certo.
Desliguei.
Porém ao chegar ao hospital, era tarde. Tarde demais...
Notas finais
Bem, quero primeiramente agradecer às pessoas que apareceram para comentar a fic. Algumas eu não conhecia e fiquei feliz de tomar conhecimento delas. Porém, o número de comentários ainda continua baixo. Comentem, recomendem, DIVULGUEM! Vamos lá, gente. Se esforcem. Eu sei que podem mais. ;)
Bem, como eu dei a deixa no último capítulo, eu e o site 30EchelonSTM estamos numa campanha de trazer a banda para o Rock in Rio 2013 através de uma petição assinada pelos fãs. Portanto, fiquem ligados no site para maiores informações.
Mas eu andei pensando... Quem concorda de trazê-los em 2012 também?
Estejam antenados. ;)
Não se esqueçam de promover #Sensations no twitter.
See ya
Beijoletos. o
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