Senhor Jackson
3 Capítulo 3
Notas iniciais
POV – Percy
Eu olhei para o teto da sala e sorri imbecilmente. O gosto dos lábios de Annabeth ainda estava preso nos meus e o cheiro dela estava impregnado em mim. Eu devia estar corrigindo as provas ou fazendo algo produtivo ou até inventando uma mentira do porque as provas ficaram um pouco amassadas, eu não podia falar que os peitos de Annabeth os amassaram, só de me lembrar desse detalhe já me deixou mais sorridente.
- Professor? – eu tive um sobressalto, olhei na direção da porta e lá estava a diretora, Afrodite, ela tinha olhos tão brilhantes e mais pareciam um caleidoscópio, eu ficava confuso observando-os e os cabelos dela eram morenos, ela sorriu para mim.
- Há algo errado, diretora? – perguntei me ajeitando na cadeira.
Ela riu.
- Porque tão formal, professor? – perguntou ela – Pode me chamar de Afrodite só, ou até de Dite. Eu só queria saber o motivo do sorrisinho. – arqueei as sobrancelhas e ela sorriu mais abertamente, eu queria disfarçar não saber do que ela estava falando, porém por algum motivo eu sentia que ela tinha alguma ideia – Eu passei pela sua sala e vi você olhando para cima e sorrindo, eu só queria saber o porque, lógico que se isso não for muita intromissão da minha parte. Você está apaixonado, Percy Jackson?
Dei um sorrisinho e balancei a cabeça negando.
- Não é nada, eu só estava lembrando de umas coisinhas que aconteceram comigo. – respondi.
- Entendi. Então agora eu irei deixar você em paz, e vou fazer algo produtivo na minha sala. – ela acenou – Tchauzinho.
- Tchau.
Eu preciso ser um pouco mais cuidadoso ou eu perco meu emprego, se eu ficar pensando muito em Annabeth durante o horário de trabalho vai começar a parecer suspeito. É melhor eu não ficar me encontrando Annabeth na sala de aula, apesar de eu ainda ter algumas coisas que quero fazer com ela aqui, eu tenho que me contentar a dar uns tapinhas naquela bundinha linda em outro lugar não inclinada sobre minha mesa de trabalho como é nos meus sonhos.
...
Era o final da última aula eu tinha ficado dez minutos parado na minha mesa fingindo estar fazendo algo por estar esperando Annabeth, porém ela não aparecia, eu olhava no meu relógio de pulso a cada dois minutos para ver que horas eram. Acho que ela não vinha mais, havia se passado vinte e cinco minutos e desisti, comecei a guardar meus papeis e minhas coisas na minha valise preta ficando em pé de costas para porta.
Eu estava irritado, sabia que faltado ela não tinha porque tinha visto-a durante o intervalo rindo com alguns amigos dela, tive que me conter para não ir lá e pegar ela pelo braço e levá-la embora, sim, eu estava com ciúmes. Nunca senti ciúmes por nenhuma garota com quem já tinha ficado, e também não gosto de ciúmes. Mas Annabeth era diferente. Não sei por quê.
Acho que foi bobagem minha achar que ela voltaria, ela deve ter ido embora com algum dos amigos dela, que tinham a idade dela – se bem que eu não sou tão velho assim.
Sossega, Percy, pensei comigo mesmo, ela é só uma menina e não tem nenhum relacionamento com você, ela não era obrigada a vir aqui hoje. Então vai pra sua casa logo e encara a verdade, você é a porra de um frouxo e ela não quer te ver mais.
Enquanto eu me esculhambava por que Annabeth me deixou senti braços abraçarem-me por trás unindo-se na minha barriga. Eu dei um sobressalto. Pareço um gato assustado. Que merda.
- Desculpa a demora. – disse a menina que me abraçava era a doce voz de Annabeth – Espero que não tenha se zangado, eu estava ajudando um aluno e pela primeira vez ele só queria ajuda para um exercício, eu não podia deixá-lo lá. – ela deu uma risadinha e me soltou afastando-se um pouco, me virei para ela – Desculpa ter te feito esperar.
- Não tem problema. Eu imaginei que algo assim tinha acontecido – mentira – só estava guardando minhas coisas por guardar, eu ia te esperar mais um pouco. – mentira que eu estava prontinho para sair dali todo irritadinho como a porra de uma mulher com TPM.
- Espero que não tenha achado que eu tinha te deixado aqui. – ela deu um sorrisinho e colocou o cabelo atrás da orelha.
Meu coração palpitou, eu perdoo, perdoo tudo, como não perdoar aquela coisinha adorável? Lógico que ela não ia me deixar ali, como eu podia ser tão idiota de achar isso?
- Não achei que você faria isso, Annabeth. – como eu sou um mentiroso.
Toquei o queixo dela e o trouxe na minha direção, dei um rápido e leve selinho, vai que alguém aparecia. Ela mordeu os lábios. Suspirei em aprovação a aquele ato. Peguei a mão dela.
- Vamos para a minha casa. – disse.
Ela começou a corar ferozmente, arregalando levemente os olhos.
- Sua… sua casa? – perguntou ela novamente.
- É. – respondi – Vamos?
Ela parecia um pouco nervosa, ela só assentiu. Soltei a mão dela para não ficar estranho eu sair da escola de mãos dadas com uma aluna. Segui com ela ao meu lado até o estacionamento dos professores do lado direito da escola, andava casualmente, como se nada estivesse acontecendo, Annabeth estava um pouquinho nervosa, todo momento mordia os lábios e colocava a alça da bolsa no lugar e ela nem havia saído do lugar.
Abri a porta do carro para ela e a fechei novamente quando ela entrou. Indo até o outro lado, jogando minha valise na parte de trás do meu carro e entrei no lado do motorista, e a olhei.
- Porque você está tão nervosa, Annabeth? – perguntei.
Ela mordeu os lábios.
- Eu não estou nervosa… é só estranho eu ir a sua casa. – respondeu.
Eu sorri pondo o carro para se mover, não podia ficar ali conversando com ela, podia ser perigoso para nós dois.
- Não é estranho, Annabeth. – comentei – É diferente. E não se preocupe, nada que você não queira que aconteça vai acontecer.
Olhei-a pelo canto dos olhos. Ela mordeu novamente os lábios. Eu também quero morder aqueles lábios gostosos. Ela suspirou e olhei-a de verdade quando paramos em um sinal fechado. Os olhinhos cinza dela pareciam divertidos agora, não mais nervosos.
- Demora para chegarmos a sua casa? – perguntou ela.
Eu sorri envergonhado voltando a olhar para frente e continuando o caminho quando o sinal abriu.
- Eu moro perto das portas do inferno, então sim, demora um pouco.
- Ótimo. – murmurou ela.
Eu não sabia por que ela tinha achado ótimo que demorasse, eu não gostava de ficar dirigindo e dirigindo. Foi então que ela se inclinou na minha direção e começou a dar doces e pequenos beijos no meu pescoço e sua mão desceu até o meu pau e deu uma leve apertada, enquanto massageava-o continuava a beijar meu pescoço. Eu estava ficando desorientado, porém não iria pedir que ela parasse, estava tão gostoso. Logo, meu pau estava duro.
Ela abriu a minha calça e desceu o zíper puxando um pouco a mesma para baixo junto com a minha cueca e segurou meu pau apertando-o e depois de dar uma mordida na minha orelha desceu os lábios até ele. Annabeth quase me fez capotar o carro. Os lábios dela subiram e desceram pelo meu pau rapidamente enquanto sua mão ora ajudava-a a ocupar a parte do meu membro que não cabia nos seus lábios ora massageavam meus testículos. Eu fingia que estava tudo numa boa, que não estava recebendo um boquete delicioso de uma aluna minha enquanto dirigia. Eu gemia e arfava.
Quando finalmente chegamos a minha casa, esperei um pouco e aproveitei o trabalho dos quentes lábios dela.
- Annabeth, eu vou…
Eu tentei avisar, logo estava gozando na boca dela. Ela tirou os lábios do meu pau sugando-o até chegar a cabeçinha onde ela deu uma lambida quase me fazendo gozar. Ela lambeu os lábios e limpou com os dedos o canto dos lábios.
Olhei para aquela safada e sai do carro arrancando ela de dentro dele e a levando para dentro rapidamente. Assim que tranquei a porta peguei a cintura dela e a joguei contra a mesma beijando com possessão, estava louco para fazer isso há tanto tempo. Mordi o lábio inferior dela e dei uma leve puxada. Annabeth arfou.
Segurei-a para a cintura e a encaminhei até a sala sentando-me no sofá, e ela sentou-se no meu colo ficando com buceta quente sobre o meu pau que estava voltando a ficar duro como uma pedra por ela. Annabeth esfregou-se em mim de propósito e eu levantei meus olhos e a encarei, ela sorria safada.
- Você é tão linda. – comentei sem nem mesmo perceber, ela sorriu tímida e corou – E adorável.
- Você também é lindo. – disse ela tocando meu rosto.
- Eu já sei, você me disse isso ontem lembra? – perguntei.
Ela corou mais me fazendo rir.
- Não me envergonha. – pediu ela tampando o rosto com as mãos.
Afastei as mãos dela do seu rosto e dei um beijinho nos seus lábios deliciosos. Annabeth começou a aprofundar nosso beijo, agarrando meus cabelos e esfregando-se com mais força em mim. Havia uma linha tão tênue entre a Annabeth inocente e a Annabeth safada, eu amava isso. Ela parou de me beijar para buscar ar.
- Levanta. – mandei, ela logo estava de pé. Observei-a dos pés a cabeça, aquele uniforme de colegial deixaria qualquer um maluco. – Tira sua roupa para mim.
Ela mordeu o lábio sorrindo sedutoramente para mim. Annabeth começou a desabotoar a blusa com muita calma de propósito só para fazer meu pau contorcer. O sutiã era vermelho dessa vez, apertei meu pau sobre a calça esperando que ela o tirasse, porém ela foi em direção à saia, abaixando o zíper e a deixou cair até seus pés, a calcinha também era vermelha. Ela se virou de costas para mim e abriu o sutiã o deixando cair no chão e não me deixou ver aqueles peitos lindos. Ela sorriu para mim sobre os ombros e abaixou a calcinha inclinando-se para frente deixando aquela bunda perfeita empinadinha para mim então a calcinha também foi deixada no chão, e finalmente a vi completamente nua, eu não contive o gemido por ela ter deixado a gravata que ficou caída entre seus peitos.
Levantei-me e desci minhas mãos pelas costas dela, agarrei a bunda dela e a puxei para cima e ela enlaçou suas pernas na minha cintura e nos beijamos enquanto a encaminhava para meu quarto. Deitei-a na cama e continuei a beijá-la, nossas línguas brigavam e se roçavam o tempo todo. Desci meus lábios pelo seu pescoço dando beijos e lambidas ali e fui descendo para os peitos dela. Chupei os peitos avidamente. Mordi os biquinhos e lambi os deixando o mais ereto possível.
A gravata continuou no lugarzinho dela, porque estava simplesmente muito tentador. Desci para o meio das pernas de Annabeth e encarei a bucetinha dela. Depois a encarei. Annabeth estava perfeita deitada na minha cama, nua, com os peitos vermelhos por minha causa, o peito subindo e descendo rapidamente, a respiração entrecortava, as bochechas cor-de-rosa por causa do calor que estava ali, as pernas abertas e a buceta melada e rosada na frente do meu rosto.
Finalmente desci meus lábios à sua buceta. Cobri-a com minha boca e passei a lambê-la com calma, apreciando aquele gosto doce. Olhei-a novamente, ela gemia baixinho se contorcendo levemente. Ocupei-me com seu clitóris lambendo-o sem aumentar o ritmo dos movimentos da minha língua.
Continuei a somente aproveitar a buceta de Annabeth e nem importava o quanto ela me pedia para ir mais depressa, eu queria prová-la por quanto tempo pudesse. Meu pau pulsava e doía por ainda estar preso pelas minhas roupas e eu podia sentir que ele estava um pouco melado já, mas não ia parar de chupá-la, não agora.
O clitóris dela estava durinho. Dei atenção a ele jogando minha língua contra ele varias vezes, lambendo-o completamente indo de baixo para cima. Annabeth gemia sofregamente e às vezes engasgava, sempre com a mão no meu cabelo esfregando-se contra minha boca. Afundei minha língua na entrada dela várias vezes a fazendo engasgar. Meus braços ficaram abraçando as pernas dela e minhas mãos ficaram sobre a barriga.
- Ai, caralho. – sorri e fazia isso sempre que a ouvia falar um palavrão, nos encaramos, tirei meus lábios da buceta dela e soprei-a, Annabeth tremeu e arqueou o corpo – Me deixa gozar na sua boca, Sr. Jackson.
Revirei os olhos de puro prazer em ouvir aquele pedido. A bandida devia saber que me chamar de “Sr. Jackson” me deixava louco. Minha boca voltou para a buceta dela só que dessa vez não havia mais calma, chupei-a com força e lambia o seu clitóris rapidamente. Comecei a estocar dois dedos dentro dela e esse foi seu fim. Ela gemeu e rebolou contra minha boca.
Ela gemeu mais alto, mas não gritou e só me deixou mais duro. A mão dela agarrou meus cabelos e puxou os fios. Finalmente ela gozou na minha boca, limpei tudo, tive que segurar as pernas dela para que ela parasse de tentar fechá-las.
Ajoelhei-me na cama e fiquei olhando-a enquanto lambia meus lábios e meus dedos para terminar de provar seu gosto. Annabeth estava de olhos fechados, uma das mãos afrouxava o aperto no lençol, a respiração estava forte e cortada. Ela estava tão linda. Mais linda do que naturalmente é por estar deitadinha na minha cama.
Deixei-a se recuperar e quando isso aconteceu, ela se sentou na cama e puxando meu rosto para o dela, deu-me um beijo. Ela estava ansiosa, seu beijo era urgente.
- Me fode, Sr. Jackson. – pediu ela separando rapidamente nossos lábios.
Como, me diga como, eu poderia negar um pedido desses? Tirei a minha camisa e ela me ajudou com a calça e a cueca. Estávamos ambos nu, a única coisa que ela usava era aquela gravata vermelha que descia até seu umbigo e que era uma tentação e eu não ia tirar. Coloquei-me sobre ela, suas pernas abraçaram meus quadris esperando que eu a penetrasse. Nós gememos quando isso aconteceu, eu estoquei com força entrando inteiro de uma vez só.
A buceta de Annabeth me apertava com tanta força devido ao orgasmo anterior, era delicioso. Eu estava extremamente duro e não iria durar muito dentro de Annabeth. Uma das mãos dela agarraram meu pescoço e a outra ficaram entre nossos corpos e logo ela estava provocando o próprio clitóris enquanto eu estoca dentro dela. Meus lábios se ocuparam com os mamilos de Annabeth, chupando-os enquanto a buceta dela me apertava com força.
Não demorou muito e nós gozamos. Annabeth gemeu meu nome e eu apenas mordi o mamilo dela para demonstrar o meu prazer.
Ficamos quietos e deitados na cama esperando nossa respiração normalizar. Ela rosnou em um momento fazendo-me olhá-la.
- O que foi? – perguntei.
- Esqueci meu celular no seu carro. – murmurou ela sem fôlego.
- Eu vou buscar. – afrimei, levantando-me.
Coloquei uma calça moletom e ela fez biquinho. Eu ri e dei um beijo no biquinho dela antes de sair. Peguei a mochila e a entreguei. Ela se sentou na minha cama, tive que me conter para não gemer, ela ainda estava nua e ela sentou-se com as pernas juntinhas e aqueles seios lindos ainda estavam um pouco avermelhados.
- Meu pai me ligou. – disse ela.
Sentei-me na frente dela. Ela me olhou e subiu no meu colo ficando com uma perna de cada lado do meu corpo, os seios dela estavam praticamente na minha cara encarei-a antes que a tacasse novamente. Annabeth estava ligando para o pai dela, eu acho.
- Alô, pai? – perguntou ela, houve uma pausa, ela sorriu, um sorrisinho meigo, quem diria que aquela menina com aquele sorrisinho meigo está nua sentada no meu colo – É, a Thalia me avisou só agora, então eu liguei só para avisar que eu estou bem. – sem me conter dei um beijinho no mamilo dela, ela arfou e me olhou com cara feia, eu sorri – Tchau, pai. – ela desligou o telefone e me olhou reprovando-me brincando – Você é um garotinho mau.
- Você é que é uma garotinha má, mentindo para seu pai. – neguei com a cabeça – A Thalia sempre encobre você? – perguntei um pouco bravo.
- Às vezes. – ela deu de ombro e acariciou meu pescoço.
- Sempre que você vai se encontrar com algum garoto, você fala para seus pais que vai estar na casa da Thalia? – perguntei engolindo com força.
- Eu só falo que vou dormir na casa dela quando quero ir em alguma festa, ela as vezes vai comigo e as vezes ela fica com o namorado. Eu não me encontro com garotos escondida, só com você. – ela me deu um beijo – E caso queira saber, eu perdi a minha virgindade com o meu antigo namorado.
Arqueei a sobrancelhas.
- Eu não estava querendo saber isso. – afirmei choramingando.
- E foi muito bom. – sussurrou ela no meu ouvido e quando eu reclamei ela riu de mim – E você, com quem perdeu a sua virgindade?
- Com você. – respondi. Ela me olhou com os olhinhos lindos arregalados, eu tive que rir – É mentira, Annabeth, calma.
Ela riu e me deu um beijo. Abracei a cintura dela. Annabeth colocou o cabelo atrás da orelha, ela parecia pensativa.
- O que foi, Annabeth? – perguntei, apertando a bunda dela sem querer (mentira que foi de propósito).
- Nada, só estava pensando um pouquinho. – ela sorriu e me deu um beijo, eu revirei os olhos em aprovação, ela chupou a minha língua enquanto se esfregava em mim – Vamos fazer outra coisa agora. — disse ela e depois esfregou sua língua na minha.
- Vamos. – concordei a deitando novamente na cama.
Fale com o autor