Senhor Jackson
8 Capítulo 8
Notas iniciais
Eu passeei com Annabeth pela floresta, ganhei alguns beijos demorados no meio da floresta, nunca na minha vida eu gostei tanto de uma floresta. Nunca mais reclamo com o Grover quando ele me obriga a vir a esse chalé e ao invés de todo mundo ficar lá dentro, ele obriga a gente a acampar e o desgraçado tranca o chalé, então todo mundo do lado de fora junto da natureza e dos mosquitos dos infernos. Mas tirando essa parte, que o Grover é um chato, eu ganhei vários beijos naquela floresta. Annabeth puxava meu pulso, me trazendo de volta pra ela e me dando aqueles beijos deliciosos.
Annabeth gostou do quarto em que dividiríamos, principalmente que a cabeceira da cama era de barras de madeira, ela sorriu para mim e disse que seria mais fácil prender-me ali.
– Você quer abusar mesmo de mim, bebê? – perguntei, fazendo biquinho.
Ganhei mais um beijo, meus olhos até reviraram de prazer.
– Lógico que quero. Ainda mais porque agora você fica fazendo biquinho usando esses óculos.
Eu ri e ela também e mais uma vez nos beijamos. Estava gostando tanto de poder só ficar beijando Annabeth, eu gostava de ficar só fazendo isso, transar é bom, porém ficar beijando aquela boquinha deliciosa e apertar a cinturinha daquela loira baixinha é muito melhor.
Só que aquela safada sempre tenta levar o beijo para outra coisa. Tentava me segurar para poder fazer tudo que queria fazer, eu fiquei pensando muito sobre isso (sim, eu pensei, e talvez eu me masturbei pensando nisso, ninguém pode provar nada), eu havia planejado coisas e Annabeth havia planejado coisas então era melhor não nos ocuparmos fazendo sexo adoidados por aí e perdendo nosso tempo de ficar juntos.
A primeira coisa que tinha planejado era cozinhar. Annabeth estava fazendo corpo mole.
– Vamos, Annabeth! Vem cozinhar comigo! – mandei rindo ao ouvi-la resmungar.
– Eu não gosto de cozinhar! – ela saiu do quarto e veio até mim franzindo o nariz para parecer nervosa, eu acho, era muito adorável na verdade – Não tem nada de divertido em cozinhar.
Quando a minha bebê se aproximou o suficiente, abracei a cintura dela e beijei-lhe a ponta do nariz.
– Pode ser divertido cozinhar. Dúvida?
Ela assentiu. Dei um selinho nela e me afastei, puxei a minha blusa para cima e entreguei a ela. Annabeth me encarou com os lábios entreabertos.
– Isso não vale. – murmurou ela.
Eu ri e virei de costas para ela enquanto pegava o avental para cozinhar e coloquei no meu corpo. Virei-me novamente na direção de Annabeth e foi a minha vez de olhá-la com a boca aberta. A blusa dela e o short dela estavam jogados no canto da cozinha perto da geladeira e ela estava usando a minha blusa, estava tão grande e comprida nela. Eu tive que agarrá-la, o que mais eu poderia fazer? Segurei a cintura dela e a puxei para mim capturando seus lábios.
– Você fez de propósito, não fez, bebê? – perguntei beijando o pescoço dela a ouvindo gemer baixinho.
– Juro que não. – murmurou ela enquanto eu apertava a bunda dela.
Eu pretendia torturá-la enquanto cozinhava, porém isso foi impossível de ignorar. Eu até tentei começar a porcaria do frango, mas coloquei aquela coisa de volta na geladeira e peguei chantilly. Annabeth torceu as sobrancelhas sem entender.
– Não íamos fazer o frango? – perguntou ela.
Tirei a merda do avental e agarrei a cintura dela, Annabeth deu um gritinho pela surpresa, sentei-a sobre o balcão e tirei a minha blusa de Annabeth.
– Não, você está me provocando! – respondi nervoso.
Annabeth mordeu o dedo fazendo cara de inocente.
– Eu? – perguntou ela fazendo biquinho – Eu estou te provocando, senhor Jackson?
Lá vem essa safada me atingindo nos meus pontos fracos. Agarrei a nuca dela e trouxe seu rosto de encontro ao meu. Annabeth mordeu meu lábio inferior e puxou-o levemente, Annabeth sorriu quando eu rosnei.
– Ah minha bebezinha… eu quero te deixar toda melada.
Eu estava falando sobre melá-la de chantilly, sério. Mas Annabeth sorriu maliciosa e mordeu o lóbulo da minha orelha.
– Você já está conseguindo, senhor Jackson. – sussurrou ela.
Apertei as coxas dela e rosnei novamente, tirei o sutiã dela e comecei a brincar com o chantilly. Chacoalhei o tubo e espirrei um pouco no colo do peito de Annabeth. Ela soltou um suspiro assim que minha língua começou a limpar a área. A pele dela já tinha um gosto delicioso, mas ficar docinho assim, só deixava o ato de lamber a pele dela mais sensual.
Quando foi a vez dos seus seios, eu tive que me controlar muito para não mordê-la, eu iria machucá-la se mordesse seus peitos do jeito que queria. Deslizei minha língua preguiçosamente desde a base até o topo do seu seio rodeando o mamilo, o deixando sujo de chantilly só para deixar Annabeth mais ansiosa.
– Senhor Jackson… – murmurou ela baixinho.
Chupei o biquinho finalmente e fechei os olhos só para poder aproveitar melhor o momento. As mãos de Annabeth acariciaram meu cabelo enquanto meus lábios chegavam em seu seio e minha língua limpava o chantilly lentamente. Ela soltou um gemido preguiçoso e deu uma leve reboladinha contra meu quadril, procurando por atrito. Tudo foi feito com muita calma, eu saboreava com prazer o ato e tudo que vinha acompanhado dele: os gemidos de Annabeth, o gostinho da pele dela junto do chantilly e as caricias das mãozinhas dela no meu cabelo.
Suspirei passando para o outro seio, deixei-o branco de chantilly e fiz a mesma coisa que havia feito no seio direito. Lambi em volta com calma, depois chupei levemente o biquinho, a olhando sempre. Annabeth esfregava-se contra mim lentamente, rebolando com calma, eu queria poder gemer mais alto, mas meus gemidos eram abafados pelos peitos de Annabeth. Quando terminei de me divertir com os peitos de Annabeth e me divertir com os gemidos sôfregos dela, puxei a calcinha encharcada dela.
Aquela bucetinha rosa estava melada e completamente perfeita para ser chupada, eu fiquei um pouco em dúvida se continuava a provocação deliciosamente doce ou se caia de boca logo. Encarei a minha loira que arfava pesadamente e dei um sorriso maldoso, a provocação continuaria.
Espalhei o chantilly por toda a buceta dela. Minha respiração sofreu, ela veio em arquejos. Annabeth não estava melhor do que eu. Passei meu polegar pelo excesso de chantilly e levei a boca. A minha bebê me olhava em expectativa, não parecia gostar muito das minhas provocações. Se bem que aquele boquete dela não foi sem provocações, ela ainda ficava sorrindo quando eu pedia para ela ir mais rápido, agora é a minha vez de vê-la implorar pelo orgasmo.
Desci meus lábios à buceta dela e lambi com calma, com intuito de baixá-la completamente limpinha antes de poder chupá-la. Eu me deliciava com as longas e doces lambidas, Annabeth não estava tão alegre assim. Ela rebolou e agarrou meus cabelos.
– Senhor Jackson, por favor…
Eu ainda não tinha acabado com a limpeza total do chantilly, já estava difícil fazer tudo aquilo na maior calma e ela não facilitava. Quando me dei por satisfeito e já não aguentava mais, chupei o clitóris dela com força a fazendo soltar um gemido alto delicioso. Chupei com voracidade segurando com força a bunda dela. Annabeth rebolava nos meus lábios segurando meu cabelo com força. Os gemidos dela foram ficando mais altos e mais altos até ela alcançar seu ápice, eu nunca pensei que gostaria de gemidos muito altos, lógico que berros me assustam, Annabeth sabe corretamente o quão alto ela pode elevar o seu gemido e aquele gemido dela só me fez gemer também sentindo o prazer dela inundar minha boca.
Limpei-a todinha e sorrindo levantei-me para poder alcançar seus lábios, a respiração de Annabeth estava péssima, e saber que ela estava assim porque eu a fiz ter um orgasmo alucinante me deixou com um sorriso imenso estampado na minha cara de otário apaixonado.
As mãozinhas afoitas de Annabeth se apressaram em abrir a minha bermuda e a empurrar para baixo, ela não conseguiu ter muito sucesso com a cueca, porém eu fiz o favor de livrá-la por ela. A minha bebê deve ter visto no meu sorriso que eu estava pronto para recomeçar a tortura. Então ela jogou sujo.
– Eu quero te sentir dentro de mim… por favor, senhor Jackson…
Foi meu fim. Meti nela com toda a força, tinha me controlado tempo demais. Annabeth gemeu e sorriu abraçando meu pescoço. Nós gemíamos juntos. Annabeth jogava seu quadril com força contra mim e eu metia com força. Annabeth beijou e mordeu meu pescoço.
– Mais forte… – pediu ela sem fôlego – por favor, senhor Jackson… oh…
Eu fiz o que a minha Annabeth pediu, lógico que fiz. Meti com mais força, eu e Annabeth gememos mais alto. Eu não ia aguentar muito, realmente não aguentei, gozei dentro da minha loira com força, gemendo alto e tremendo todo. Annabeth sorriu e seu corpinho lindo também tremeu, eu continuei a estocar dentro dela esperando a minha menina finalmente gozar. O interior dela me apertou com força e gemente e tremendo ela gozou no meu pau.
Annabeth arfava junto a mim, tirei-me de dentro dela e a puxei para meu colo, colocando as perninhas dela em volta da minha cintura e a levantei, caminhei com ela até o sofá e sei lá com ela por cima. Annabeth beijava meu pescoço enquanto esperava sua respiração voltar ao normal.
– Você ainda duvida que cozinhar é divertido? – perguntei.
Annabeth me olhou e franziu o nariz.
– Nós nem cozinhamos nada. Só estávamos na cozinha.
– Você tem razão. – disse contrariado – Mas cozinhar é divertido, eu juro.
Annabeth sorriu e se levantou. segurei a mão dela.
– Aonde você vai? – perguntei.
– Vou tomar banho. Você conseguiu me deixar realmente melada. – murmurou ela fazendo biquinho.
– Era esse o plano.
Ela riu e foi na direção do quarto. Fiquei parado boiando como um idiota, só que quando ouvi o barulho do chuveiro sendo ligado levantei rapidamente e fui atrás dela. Annabeth estava fazendo um coque. Ela estava se olhando no espelho quando me viu chegar ela sorriu e virou a cabeça para mim e me deu um beijo. Abracei a cintura dela e beijei o pescoço dela.
– Eu quero tomar banho com você. – murmurei contra o pescoço dela como uma criança querendo algo.
Ela sorriu e acariciou o meu cabelo.
– Tudo bem. – disse ela e novamente dei um beijo na boquinha dela.
Annabeth pegou a minha mão e me levou para o chuveiro. A minha bebê me beijou enquanto a água quente caía no meu corpo. Eu achei que nós não faríamos nada de diferente no banho, só tomaríamos banho juntos mesmo. Ficamos nos beijando e um ajudando o outro a tomar o banho um ajudando o outro a se lavar. Porém passar a esponja no corpinho de Annabeth e deixá-la toda ensaboada não foi uma experiência que me deixou calmo ou não excitado. Na verdade, assim que os seios dela ficaram cheios de espuma e essa espuma foi descendo pela barriga dela, eu nem aguentei. Logo meu pau ficou duro.
Annabeth sorriu e se aproximou mais de mim, apertando seus seios em mim, espalhando espuma pelo meu peito enquanto segurava meu membro e dava uma delicada apertada subindo e descendo a mão por ele.
– Annabeth… – murmurei enquanto ela se ajoelhava diante de mim.
A minha loirinha engoliu meu membro lentamente e quando tudo o que cabia do meu membro estava dentro da boca dela, Annabeth foi mais rápida. Sua mão a ajudava nos movimentos enquanto ela chupava meu pau com vontade. Sua outra mão massageava meus testículos. Eu não ia aguentar muito. Annabeth me olhava me desafiando a aguentar mais. Porém era impossível.
Segurei a cabeça dela e gentilmente passei a ditar meu próprio ritmo, quando tudo se tornou impossível, gemi e gozei nos lábios da minha Annabeth. Annabeth engoliu tudo e limpou completamente meu pau, deu um beijinho e se levantou. Ela lambeu os lábios, rosnei e agarrei a cintura dela beijando-a.
E finalmente o banho acabou. Enxuguei Annabeth com uma toalha branca, às vezes beijava o corpo dela, adorando a minha bebê. Beijei o pescoço, ombros, bochechas e lábios da minha Annabeth antes de terminar de secá-la completamente.
...
À noite, Annabeth disse que estava na hora de abusar de mim. Eu ri das palavras que ela usou, mas eu sabia que era exatamente o que ela faria, iria abusar de mim, me deixar doido, duro e com as mãos presas, só para poder se divertir mais com a minha cara.
Fomos para o quarto, Annabeth começou a tirar a minha roupa com calma. Minha respiração já estava cortada de antecipação. Quando eu estava completamente nu, ela me beijou e pediu que eu me deitasse. Fiz o que ela pediu e Annabeth veio para cima de mim segurando duas algemas prateadas. Minha respiração ficou mais descompensada ainda. Eu me deitei e estiquei meus braços na direção da cabeceira e ela me prendeu. Annabeth sorriu e voltou a me beijar. Seus lábios acariciavam calmamente os meus e depois desceu os lábios para o meu pescoço mordendo a pele e dando uma lambida.
– Bebê…
Eu nem conseguia falar.
– Calma, Percy. – pediu ela sussurrando contra meu pescoço depois chupou a minha pele – Eu quero tanto abusar de você…
– Eu sei que quer… só começa logo com essa tortura… não prolongue tanto… por favor…
Ela chupou o lóbulo da minha orelha.
– Vou pensar no seu caso.
Ela ia me torturar, ia deixar o mais lento possível só para me ver implorar, eu sei, chega a ser óbvio. Ela sorriu safada e novamente beijou minha boca, lambendo e chupando minha língua. Eu só pude suspirar e deixá-la fazer o que ela tinha vontade. Do jeito que ela é, se eu abusar muito da sorte, ela me deixa sozinho e preso de castigo. E não queremos isso, certo?
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