Notas iniciais
DIAMONDS O NYAH VOLTOU! ESTOU TÃO FELIZ! EU DESCOBRI QUE SOU VICIADA PORQUE FICAR SEM ME DEU ABSTINÊNCIA! TÁ TÃO FAB! #AI #DIVASTES. Boa leitura, Diamonds.

Percy – POV

Eu estava animado até demais para ir àquele chalé com Annabeth. Eu tentei não demonstrar, mas até Thalia notou que eu estava alegre. Ela me perguntou no meio da aula o que eu iria fazer. Era um momento desses que um dos irmãos Stoll iria fazer uma piadinha maliciosa, mas como eu tinha colocado o Travis na detenção, eles ficaram quietos. Eu me senti culpado, eu gostava das piadinhas dele.

– Vamos, senhores Stoll, façam uma piadinha. Por favor. – pedi esperando.

– Nada de detenção? – perguntou Connor.

– Nada de detenção. – concordei.

– Ele está felizinho, Thalia, porque vai ter sexo no final de semana. – disse Travis, divertindo-se com isso.

– Cara, você teve a oportunidade para fazer uma piada sobre o professor com o consentimento dele e me fala uma coisa dessas. – reclamou Connor – Você me enoja.

Se o Connor soubesse o quanto o Travis estava certo. Olhei para Annabeth rapidamente dando um sorrisinho, ela corou um pouco e fingiu não ser com ela. Eu havia ligado para ela na noite anterior e tinha perguntado se ela já tinha resolvido à parte dela, a minha bebê disse que tinha e eu fiquei todo animado. Fiquei mais ainda quando aquela safada começou a me provocar e isso terminou no meu primeiro sexo por telefone. Aquilo foi tão sexy, a voz de Annabeth é tão sedutora e sensual que me deixou maluco. E aquela safada ainda teve coragem de rir quando comentei com ela, quando ela chegou e não havia ninguém na sala, o quão duro e louco ela me deixou.

No sábado, eu liguei para ela na hora que ela havia pedido, às dez horas, para perguntar se ela já estava pronta. Quando ela falou que estava me esperando, eu fui correndo para o carro, me certifiquei que estava tudo lá e fui direto para aquele quarteirão antes do da casa dela e liguei novamente, pedindo que ela viesse logo.

Ela entrou no carro e logo foi agarrada por mim eu mal consegui esperar ela se ajeitar. Já roubei a atenção dela, dando-lhe um beijo longo, estava com saudades daqueles lábios lindos. Annabeth não me deixou parecer muito maluco, porque ela também parecia desesperada para esse beijo, ela mordeu meus lábios e chupou minha língua antes de se separar de mim e respirar fundo.

– Vamos, Percy? – perguntou ela jogando a bolsa preta dela no banco de trás do carro.

– Eu quero mais um beijo. – choraminguei.

Ela deu uma risadinha.

– Quando chegarmos lá, posso te dar quantos beijinhos você quiser. As pessoas caminham por aqui esse horário, é melhor irmos rápido para que nossos beijos aconteçam. – disse ela.

– Mas eu quero agora. – eu fiz biquinho.

Ela riu de novo. Isso mesmo, bebê, ria do meu sofrimento.

– Se você for um bom menino, eu posso fazer uma coisinha durante a viagem até o chalé.

– Trocamos de posição? Você é a senhorita Chase agora que vai me ensinar a ser um bom menino? – perguntei erguendo a sobrancelha.

– Não me dê ideias, Percy. Só dirija.

Eu sorri.

– Então, pega para mim a capa dos meus óculos dentro do porta-luvas, por favor.

Annabeth abriu o porta-luvas e entregou a capa dos óculos para mim. Ela olhou para frente procurando para ver se ninguém estava passando. Eu coloquei meus óculos e a olhei.

– Pronta para ir? Pegou tudo? – perguntei.

Ela assentiu e quando me olhou o sorrisinho dela foi diminuindo, ela mordeu os lábios com força e sua mãozinha apertou minha coxa.

– Você usa óculos? – perguntou ela.

Ela nunca tinha me visto de óculos? Que estranho, acho que eu nunca os usei na escola.

– Eu uso lentes, mas hoje eu não peguei elas, é mais fácil só usar os óculos. – disse.

Ela mordeu os lábios novamente e atacou meus lábios com fervor, chupando a minha língua com vontade. Eu gostava tanto quando Annabeth ficava afoita assim, me deixava alucinado e ela sabia disso. Eu tive que soltar um gemido nos lábios dela.

– Você ficou tão lindo com esses óculos. – disse ela me olhando mordendo os lábios como se segura-se para não me atacar ali mesmo.

– Que bom que gostou. – disse sorrindo.

– Dirige. – mandou ela afobada – Dirige logo, eu preciso agarrar você com esses óculos e não pode ser aqui por causa das pessoas que podem aparecer. Então vamos logo! – disse toda serelepe.

Não imaginei que me ver de óculos iria deixá-la assim, se eu soubesse teria usado antes. Eu nem gostava tanto deles, achava que ficava estranho, mas se a minha bebê gostou significa que eu tenho que usá-los com mais frequência.

– Você é quem manda, senhorita Chase.– disse ligando o carro e pondo-o para andar.

– Não fala assim não. Não com esses óculos, não no carro, não tão perto da minha casa. – choramingou ela.

Eu só pude rir enquanto dirigia. Depois de um tempinho dirigindo, já estava na estrada, acho que a minha casa era mais longe que aquele chalé que ficava na parte de mato da cidade. Estava olhando distraidamente para Annabeth, alternando entre ela e a estrada. Ela mordeu os lábios mais uma vez desta vez parecia cogitar uma ideia e me olhou.

– O que você está cozinhando nessa cabeçinha, bebê? – perguntei.

– Só estou pensando se você vai gostar da coisinha que eu trouxe. – respondeu ela.

– E que “coisinha” é essa? – perguntei curioso dando um sorrisinho de canto.

– No chalé eu te mostro. Agora, enquanto você está lindo com esses óculos eu vou me limitar a te provocar enquanto você dirige. – ela se ajeitou no banco e veio mais para perto de mim depois de tirar o cinto de segurança.

– Não, Annabeth, eu estou dirigindo. – disse meio incerto.

– Eu sei que você quer. – sussurrou ela no meu ouvido.

Ela beijou o lóbulo da minha orelha, deu uma mordidinha e passou a beijar minha mandíbula e o meu pescoço, chupou e lambeu ali enquanto acariciava meu membro sobre minha bermuda. A safada ia devagar com as caricias só para me desconcentrar mais ainda e tornar tudo mais torturante ainda. Estávamos passando pela estrada cercada por árvores onde eu acelerei mais ainda para poder chegar mais depressa. Annabeth beijou minha garganta e deu uma lambidinha apertando meu pau com mais força. Estávamos chegando, era depois da trilha de terra, faltavam uns dez minutinhos, só isso. Dez, longos, intermináveis e torturantes minutinhos.

Annabeth abriu a minha bermuda, e mordeu os lábios sedutoramente enquanto deslizava a mão pela minha barriga até chegar ao elástico da cueca com o qual ela ficou brincando enquanto mordia o lóbulo da minha orelha e depois lambia, ela sabe que eu fico louco com isso e fica usando isso contra mim.

Eu parei o carro na clareira onde o chalé ficava, o chalé diante do carro. Eu abri a porta para sair só que Annabeth não deixou, segurou meu pulso e me puxou de volta para dentro do carro. Ela puxou o short que ela usava para baixo junto com a calcinha deixando-o no chão do carro junto com seus chinelos. Puxou a minha bermuda e a minha cueca para baixo sem tirá-las e subiu no meu colo.

– Annabeth, você não prefere fazer isso lá dentro? – perguntei.

Ela balançou a cabeça.

– Não, eu quero agora! – ela segurou meu pau e deu uma leve apertada e acariciou.

– Você manda.

Segurei meu pau sobre a mão dela e minha outra mão usei para segurar a cintura dela e impedir que ela sentasse sobre meu pau como tanto desejava. Ela choramingava e pedia para eu soltar meu pau e deixá-la guiá-lo sozinha. Eu sorria travesso.

Ela jogou sujo comigo quando ficou cansada de tentar. Tirou a própria blusa e o sutiã e deixou seus peitos deliciosos na minha cara.

– Por favor, senhor Jackson. – pediu ela, segurando os dois e os oferecendo para mim.

Eu não resisti, soltei meu pau para segurar aqueles peitos perfeitos. Coloquei um na boca e finalmente Annabeth enterrou meu pau dentro dela como queria tanto. Eu gemi junto a ela com seu seio na boca. Lambi o mamilo enquanto Annabeth subia e descia pelo meu pau. Ela agarrou meu pescoço enquanto cavalgava com força sobre meu pau. Eu alternava minha boca de um seio para o outro, querendo deixá-los deliciosamente avermelhados. Eram tão branquinhos e redondinhos com os biquinhos cor-de-rosa durinho, logo estavam vermelhos, mas só por ter atingido meu objetivo não significava que eu iria parar.

Annabeth gemia com vontade e segurava minha cabeça contra os peitos dela, eu abraçava sua cintura com um braço cuja mão ficava caída sobre a sua bunda, apertando e dando tapinhas de vez em quando.

– Ah… senhor Jackson…

Os gemidinhos dela preenchiam o carro de um jeito tão maravilhoso, os meus ficavam abafados pelos seus seios. Às vezes eu tirava minha boca de um dos seus peitos para gemer o seu nome e dizer alguma coisa safada só a fazendo dar um gemidinho mais alto.

A buceta dela logo começou a me apertar com força. Ela migrou sua mãozinha por entre nossos corpos até o próprio clitóris, o qual ela acariciou com rapidez, gemeu e empurrou minha cabeça contra os peitos dela, fazendo-me chupá-los novamente. Eu gemi mordendo o biquinho. A minha bebê gemeu mais alto o primeiro espasmo já dominava seu corpinho.

– Grita meu nome, bebê. – pedi.

Ela deu um sorrisinho fazendo movimentos mais forte contrários aos que eu fazia para estocar meu pau para dentro dela.

– Percy! – gemeu ela longamente enquanto seu corpinho era dominado por espasmos e sua buceta apertava meu pau, fazendo-me logo gozar. A minha bebê era tão inteligente, ela sabia que eu queria ser chamado de Percy, não de senhor Jackson, a coisa mais sexy era ouvi-la dizer meu nome quando alcançava o ápice. A voz dela sumia no meio do nome enquanto o orgasmo finalmente chegava e isso era tão erótico que chegava a arrepiar a minha nuca. Ela suspirou e me tirou de dentro dela esperando nós dois nos acalmarmos, enquanto isso, trocamos pequenos beijinhos e algumas lambidas nos lábios e um na língua do outro.

– A minha bebê está safada hoje. – murmurei acariciando a coxa dela. Ela sorriu me fazendo sorrir também, Annabeth era sempre safada.

– A culpa é sua. Eu não mandei você colocar esses óculos que te deixam tão gostoso. – ela me encarou, segurou meu rosto e rosnou tomando meus lábios com os seus.

Que se fodesse o nosso fôlego, beijá-la era delicioso então valia a pena. Beijamo-nos por tanto tempo, nem sei quanto, eu sempre ficava perdido quando minha língua e da Annabeth brincavam uma com a outra. Parecia que ficar no carro era uma boa opção também, mas precisávamos entrar, tínhamos que repetir isso lá dentro.

Separei meus lábios dos dela com relutância e respirei fundo olhando para aqueles lábios vermelhos por causa do beijo depois olhei naqueles olhinhos cinza lindos.

– Vamos entrar, bebê? – perguntei enquanto tinha minha clavícula beijada por ela e ficava inebriado com o cheirinho do cabelo dela.

– Vamos. – ela me deu um último selinho e voltou a sentar-se no seu lugar.

Eu ajeitei minha cueca e minha bermuda e depois fiquei observando ela ajeitar as roupas dela. Como ela era perfeita, chegava a ser estranho, chegava a ser não, era estranho, ela querer ficar comigo sendo que ela poderia ter qualquer cara na terra que ela quisesse.

Assim que nós estávamos prontos, saímos do carro, pegamos nossas coisas e entramos no chalé. O chalé tinha o teto de madeira e as paredes tinham pedras por fora e madeiras por dentro e o chão também era de madeira. É um local muito bonito. Annabeth pareceu gostar, ela deixou a bolsa dela no chão, assim como eu, e olhou para área confortável onde havia um tapete felpudo branco diante de uma lareira e dois sofás beges incrivelmente macios ao lado direito e esquerdo do tapete.

Annabeth pegou a minha mão e me levou para lá, sentou-me e sentou-se ao meu lado deitando a cabeça no meu ombro e se aconchegou contra mim. Ela suspirou quando a abracei e dei-lhe um beijinho na testa.

– É um lugar bem confortável, Percy. – disse ela desenhando coisas invisíveis no meu peito com o dedo indicador sobre minha camisa – Você… você já trouxe outras garotas para cá?

Uni as sobrancelhas, e a olhei. O que ela queria dizer?

– Quando o Grover faz algumas festas aqui eu trago algumas amigas comigo no carro. – respondi sem realmente entender.

– Não, outras garotas… só com você… alguma outra aluna sua…

Era isso que ela queria dizer. Como ela pode pensar isso de mim? Será que ela não vê que ela é única?

– Do que você está falando, bebê? – perguntei, ela se afastou de mim, mas não me olhava direito, às vezes seus olhos subiam aos meus – Você acha que eu sou esse tipo de homem que fica com um monte de garotas e ainda alunas minhas? – ela parecia envergonhada – Annabeth, você é a primeira e única aluna com quem eu me relacionei.

– Mas a Rachel disse que vocês já…

– É mentira daquela menina, ela já tentou transar comigo, só que eu não quis.

Acariciei o queixo dela e levantei um pouco para que ela pudesse me encarar.

– Mas porque eu? – perguntou ela – Eu nunca tentei chamar a sua atenção.

– Por isso eu gostei de você. Eu não gosto de mulheres oferecidas.

– Mas a Thalia também nunca se ofereceu pra você…

– Bebê, para. – pedi – Você não entende que eu gosto de você? – os olhinhos dela encontraram os meus, eles tinham um leve brilho naquelas íris acinzentadas perfeitas – Não existe outra, Annabeth. Não vai existir até você não me querer mais, acho que nem depois disso eu vou arrumar outra garota para mim. Eu gosto de você, Annabeth.

– Desculpa ter perguntado isso… É que eu estou um pouco insegura. – murmurou ela ficando com as bochechas levemente coradas.

– Você não é a única a estar um pouco insegura. – ela uniu as sobrancelhas – Eu estava por causa do Nico.

Ela me encarou com vergonha

– Desculpa, Percy. Eu saí com ele para fazer ciúmes em você. Não aconteceu nada demais entre nós, só um beijo, mas eu juro que só. – disse ela.

Eu sorri acariciando o rostinho dela e em seguida lhe dei um selinho.

– Não precisa jurar, eu acredito em você, bebê. E só para você saber, funcionou, eu fiquei possesso de ciúmes, por isso eu mandei o Travis para a detenção. Ele fez aquela piada insinuando que você e Nico fizeram sexo e isso me deixou muito nervoso.

Ela sorriu.

– Mas é muito fofo mesmo. – murmurou ela me dando um beijo.

Suspirei e acariciei a cintura dela.

– Então chega de inseguranças entre nós? – perguntei.

Ela assentiu.

– Sim, chega. – ela sorriu me deixando atordoado.

– Ótimo. Agora o que você quer fazer? Quer me mostrar àquilo que você trouxe? Quer trocar de roupa? Quer passear pelo lugar e conhecer? Quer me pagar um boquete? – eu juro que falei brincando, mas ela sorriu tão maliciosa que minha boca secou.

– Eu quero fazer a última opção primeiro, senhor Jackson. – murmurou ela contra meus lábios de um jeito sedutor enquanto apertava meu membro. Eu achava impossível ficar de pau duro de novo tão rápido depois de ter acabado de gozar, porém Annabeth conseguia me deixar deliciosamente ereto ansiando pela sua boquinha linda ou pela sua bucetinha rosa.

– Eu estava brincando, bebê. – disse com a voz um pouco baixa e rouca enquanto ela apertava mais ainda meu membro e se ajoelhava no chão.

– Mas eu não. Eu quero o seu pau na minha boca, senhor Jackson. – sussurrou ela sedutoramente.

– Se isso for por causa dos óculos, eu nunca mais tiro. – afirmei a fazendo rir.

– Você ficou lindo de óculos, mas não é por causa deles que eu te quero na minha boca. – ela deu um sorrisinho e tocou meus lábios com o dedo indicador me impedindo de continuar a falar – Shhh, fica quietinho agora.

É claro que eu ficava quietinho. Ela tirou minha bermuda e começou a brincar comigo, ela apertou meu pau sobre a cueca e deu uma mordidinha e um beijinho. Eu já comecei a respirar com dificuldade. Ela sorriu safada e puxou minha cueca para baixo tirando-a de mim. Ela apertou minhas coxas até suas mãozinhas chegarem ao meu pau. Acariciou meu pau lentamente subindo e descendo a mãos. Ela sorria para mim mordendo os lábios. Annabeth aproximou sua língua e deu uma lambida na glande, deixando-a melada de saliva, então usou a pontinha dos seus dedos da mão direita para acariciar ali, enquanto a sua outra mão apertava a base do meu pau.

Respirei com força. Sua boquinha chupou a ponta do meu pau e deu uma lambidinha deixando mais seus dedos brincarem com a área. Gemi a fazendo sorrir. Ela abaixou o rosto e deu um beijinho em cada um dos meus testículos, lambeu e chupou um depois o outro, demoradamente. Sua mão ainda brincava com a cabecinha do meu pau, fazendo ficar cada vez mais difícil respirar.

Annabeth subiu sua língua pela extensão do meu pau enquanto deixava a sua mão acariciar meus testículos. Quando sua língua alcançou a minha glande, ela abocanhou meu pau de uma vez só envolvendo-o com o calor úmido de sua boca. Ela gemeu e usou sua mão para ajudá-la segurando a parte que não cabia em sua boca, sua mão e sua boca faziam movimentos sincronizados, subindo e descendo vagarosamente pelo meu pau deixando-o molhado de saliva.

– Annabeth…

Minha lamuria só a fez sorrir, ela não ia aumentar aquele ritmo tão cedo, ela ia ficar me torturando por quanto tempo? Ela tirou sua boca do meu pau, lambeu a lateral e beijou a cabeçinha.

– Annabeth, por favor, para de me torturar.

Ela sorriu, engolindo completamente meu membro. Ela chupou-o com força e rapidez, sua mão acariciava meus testículos com mais vontade. Eu estava próximo. Annabeth continuou a me chupar, apertava minha coxa com uma das mãos enquanto sua boca engolia meu membro. Segurei o cabelo de Annabeth para que parasse de atrapalhá-la e dei uma leve ajudada nos movimentos, os fazendo mais intensos.

Meu membro tremeu nos lábios dela, e eu gemi e meu corpo tremeu e depois relaxou. Annabeth gemeu quando gozei em seus lábios, ela chupou tudo, limpando meu pau todo, não deixando nada escapar. Assim que estava tudo limpinho, ela deu um beijinho na cabeça do meu pau e subiu no meu colo, ficando com as pernas uma de cada lado do meu corpo.

– Ah, bebê, você ainda vai acabar comigo. – sussurrei tentando normalizar a minha respiração.

Ela sorriu.

– Calma, senhor Jackson, eu tenho que me divertir com você muito mais antes de acabar com você. – sussurrou ela sorrindo maliciosa.

Dei um tapa na bunda dela a fazendo soltar um gemido.

– Minha bebê é tão safada. – rosnei aprovando – Agora você quer conhecer o lugar?

– Quero. Quero ver onde é que eu vou usar aquilo que eu trouxe com você.

– O que foi que a minha menina safada trouxe? – perguntei acariciando as coxas dela subindo para aquela bundinha deliciosa.

– Algemas. – sussurrou ela no meu ouvido.

– Onde foi que você as arrumou, bebê? – perguntei sorrindo.

– A Thalia me emprestou.

– Você quer me prender e abusar de mim, bebê? – perguntei fazendo biquinho.

Ela assentiu mordendo o indicador fazendo uma carinha linda de inocente.

– Quero. – respondeu ela.

Sorri e dei uma apertada na bunda dela.

– Então vamos dar uma passeada antes de comermos.

Ela assentiu e se levantou, ajudou-me a colocar minha bermuda e cueca de volta e de mãos dadas começamos a passear pelo chalé e pela floresta. Ia ser um longo e maravilhoso final de semana.

Notas finais
HMMMMMM ALGEMAS! Ai que safadênha que essa Annabeth é. #adogo Então Diamonds, o que acharam? Vocês querem alguma posição sexual em especial. Teremos uns bons momentos com esses dois nesse chalé -v- Comentem minhas Diamonds, senti tanta falta de vocês, beijinhos, amo vocês, tchau.