Notas iniciais
XEGAY! QUEM TÁ PRONTA PRA SANGUE DO OLIMPO?!?!?! EU NÃO!!!! Boa leitura, Diamonds.

Annabeth com certeza não ia me deixar ser fofo e adorável. Ia dizer algo ou fazer algo para que eu perdesse a cabeça. Aquela camisola era a minha perdição, ela ficou de bruços brincando com o tapete, permitindo-me admirar sua bundinha… Tão boa de bater… Não! Eu quero ser fofo! Que ódio. Mas também quero segurar suas mãos presas em suas costas enquanto com a outra mão eu puxo seu cabelo falando o quão má ela é. E ainda tenho que resistir ao seu sorrisinho meigo de garotinha inocente, como se aquela safada fosse inocente.

– Senhor, você vai ficar aí me olhando? – perguntou ela me olhando sobre o ombro.

– Bebê – disse esfregando a testa para me controlar –, não me chama de senhor, por favor.

Ela se apoiou nos cotovelos e me encarou unindo suas sobrancelhas lindas.

– Eu não entendi.

– É que eu quero ser fofo com você hoje, e me chamar de senhor não me deixa ser fofo, eu vou querer bater em você e essas coisinhas legais. Então não me chame de senhor.

– Se eu te chamar de senhor eu vou apanhar? – perguntou ela sorrindo safada.

– Se eu falar que sim você vai me chamar assim, não vai?

Ela riu sapeca.

– Talvez.

Ajoelhei-me e fiquei sobre ela. Beijei sua boca linda e depois seu pescoço.

– Você não presta, bebê. – afirmei mordendo sua pele.

Voltei a beijar a minha garotinha deixando nossas línguas se enrolarem lentamente. Annabeth agarrou meus cabelos e esfregou-se contra mim. Suspirei e tentei me controlar, minha mão foi para a cintura dela, eu ia apertar, mas apenas acariciei. Eu não queria tirar à camisolinha da Annabeth, estava tão linda nela. Minha boca desceu pelo queixo dela e foi para o seu pescoço. Chupei a pele do pescoço dela para deixar roxo e marcar ela mais uma vez como minha. Annabeth gemeu e suspirou.

Olhei naqueles olhinhos cinza tão brilhantes. Sorri e acariciei o rostinho dela.

– Eu te amo, Annabeth. – murmurei.

– Eu também te amo… senhor. – ela sorriu como uma garotinha levada. E é isso que ela. Então foda-se, eu fui fofo até o momento, chega, eu não aguento a pressão e ela não ajuda. Rosnei e Annabeth mordeu o dedinho, fingindo ser inocente – Eu fiz coisa errada, não fiz?

– Você sabe que fez. – disse.

– Perdão, senhor, eu esqueci que não podia chamá-lo de senhor. – ela fez carinha de culpada – Opa. Eu fiz de novo.

Rosnei aprovando. Peguei a camisola dela e puxei para cima. Os peitos lindos dela balançaram algumas vezes e eu fiquei hipnotizado com aquele movimento gracioso. Toquei-os primeiro com delicadeza, Annabeth suspirou me dando uma brecha para apertar com força. Annabeth sorriu, inclinou a cabeça para trás e gemeu.

– Você gosta mais assim, não é? – perguntei.

– Muito, senhor.

Sorri de canto e me inclinei e coloquei seu seio direito inteiro na boca. Annabeth sorriu mordendo os lábios, ficou me olhando enquanto suas mãos agarravam meu cabelos, não tirei meus olhos dos seus mordendo seu mamilo e depois o lambi, voltando a colocar seu seio na boca chupando com vontade. Passei para o outro seio, fazendo a mesma coisa, mordendo, lambendo, chupando. Fiz uma linha de chupões que começava no seio dela e fui subindo pelo seu pescoço, queria deixar um caminho roxo naquela pele branca e macia. Beijei seu pescoço e depois sua boca, a minha bebê puxou meu lábio com os dentes e depois chupou.

Sorri e desci minha mão pela barriguinha dela e acariciei seu sexo sobre a calcinha. A mãozinha de Annabeth se encaminhou para o meu pau e acariciou-o enquanto meus dedos brincavam com sua buceta, ensopando mais ainda a calcinha dela. A minha garotinha fez biquinho e abriu o meu cinto.

– Deixa eu te chupar, senhor? – perguntou ela piscando os olhos.

– Como dizer “não” para a minha bebê? – acariciei o queixo dela sorrindo.

Ela sorriu e se ajoelhou. Fiquei em pé. A minha garotinha tirou minha calça e minha cueca e acariciou meu pau, sua mãozinha delicada subia e descia por ele enquanto me encarava sorrindo. Toquei o cabelo dela e ajeitei em um rabo de cavalo.

– Abra a boca. – ordenei.

Annabeth sorriu e fez o que eu pedi. Estoquei meu pau dentro dela e Annabeth apenas gemeu. Estoquei e estoquei meu pau dentro da boquinha dela. Annabeth me encarava lasciva, parei de ordenar os movimentos e permiti que ela se divertisse. A minha bebê lambeu toda a extensão, beijou a cabeçinha lambendo em seguida, eu gemia e apertava os cabelos. Annabeth foi engolindo meu pau, lentamente, até entrar todo na boca, até bater em sua garganta. Ela me olhou e começou a mover sua boca rapidamente para frente e para trás.

– Pare. – ordenei.

Annabeth parou e me encarou. Deitei no chão e ordenei que ela sentasse aquela buceta deliciosa na minha boca, que obedeceu prontamente. Passei minha língua por toda aquela buceta rosa, lambendo com vontade, minha mãos acabaram encaminhando-se para cima apertando seus seios. Eu fiz tudo que podia naquela buceta, chupei, beijei, lambi, o clitóris dela recebeu atenção especial, estoquei minha língua, e também os dedos. O gostinho dela só ficava mais doce. A minha loirinha esfregava sua buceta na minha boca e mexia os quadris. Logo meus dedos foram apertados e eu tirei-os de dentro dela e afastei Annabeth.

Ela gemeu desgostosa. Bati na bunda dela para ela parar de ser mimada e mandei-a ficar de quatro ao meu lado. Como sempre, obedeceu-me.

– Boa menina. – murmurei acariciando a bundinha dela, depois dei um tapinha e Annabeth gemeu sorrindo.

Penetrei lentamente, Annabeth agarrou o tapete, ao estar completamente dentro dela, saí rapidamente e voltei com força. Annabeth gritei gozando no meu pau. Apertando com força. Continuar a estocar lentamente, aproximei meus lábios da orelha de Annabeth, chupei o lóbulo e mordi. Annabeth gemia sofregamente.

– Deixa o seu senhor brincar com a sua bundinha, bebê? – perguntei sussurrando.

– Ah… sim… sim, senhor… – Annabeth arfava – O senhor é quem manda.

Sorri aprovando.

– Essa é a minha garotinha.

Tirei meu pau de dentro dela e cuspi nele, espalhando o cuspe por ele todo e comecei a penetrá-lo no seu rabinho. Annabeth agarrou o tapete e eu esperei um pouquinho. Quando os seus quadris começaram a se mexer, voltei a penetrar. Estando todo dentro dela, voltei a estocar. Annabeth gemia e jogava seus quadris contra meu pau. Inclinei-me para sussurrar em seu ouvido sem parar de estocar:

– Eu nunca vou me cansar dessa bundinha, bebê.

Mordi o lóbulo da sua orelha, e Annabeth gemeu mais alto e sua mãozinha foi na direção do seu clitóris. Sorri e mordi o pescoço dela. O corpinho de Annabeth já estava tremendo.

– SENHOR! – gritou ela, seu gozo até escorria por suas coxas.

Ela gozou mais rápido do que eu imaginei que iria, logo eu estava gozando também. Tirei meu pau do rabinho dela e gozei na bundinha dela. Deixando-a toda meladinha. Annabeth, que respirava com dificuldade, caiu no tapete, ficou deitadinha tentando normalizar sua respiração. Eu sorri e a puxei para o meu colo. Deixando a cabeça dela apoiada no meu peito. Olhei para a minha bebezinha e sorri, ela não conseguia parar de arfar, encarou-me sorrindo. O caminho roxo de chupões começava no colo do seu busto e subia até seu pescoço, eu sou um artista.

– Se a Afrodite ver essas marcas ela vai implorar pelo vídeo de como eu as fiz. – disse.

Annabeth sorriu.

– “Tutorial de como dar chupões por Percy Jackson”. – os dedinhos de Annabeth desenhavam coisinhas invisíveis no meu peito.

– “Percy Jackson”, não, “Senhor Jackson”.

– Isso. – concordou Annabeth assentindo.

– Uns dias para trás, eu notei que a Afrodite está com alguns chupões no pescoço. – comentei.

– A Thalia comentou que um garoto novo entrou na escola, e aparentemente esse moleque passa muito tempo no escritório da Afrodite. – Annabeth riu.

– Quer dizer que a Afrodite está seguindo meu exemplo e transando com alunos. – Annabeth me encarou unindo as sobrancelhas – Há tanto tempo que eu faço isso e a Afrodite nunca fez igual, demorou. Quantas alunas foram mesmo, além de você? Eu não fiz as contas.

Annabeth me encarou sem gostar nem um pouco da piada. Eu ri.

– Não gostei disso. – ela fez biquinho.

– É brincadeira, bebê. – afirmei levantando-a um pouco para que ao abaixar minha cabeça conseguisse beijar a pontinha do narizinho dela.

– Seu besta. – ela fez carinha de emburrada.

– Sabe o que acontece com garotinhas que fazem birra e chamam o seu senhor de besta? – perguntei.

Annabeth mordeu a ponta do indicador e me olhou com seus olhinhos infantis.

– O que? – perguntou ela sorrindo.

– Elas apanham. – respondi.

Annabeth sorriu mais ainda.

– Oba! – comemorou ela batendo palminhas.

– Mas agora não. Nós vamos tomar um banho, comer e depois vamos para a piscina.

Annabeth sorriu e assentiu levantando-se. Fomos os dois para o banheiro e tomamos banho juntinhos, ajudei Annabeth a se lavar e ela fez o mesmo para mim. Ter suas mãozinhas delicadinhas por todo meu corpo era delicioso. Beijamo-nos bastante antes de sair do chuveiro e irmos finalmente comer. fomos para a cozinha, Annabeth estava usando apenas uma blusa minha. Sobre o seu biquíni, ela não me deixou ver, sorriu pra mim como uma garotinha levada e disse que era surpresa. Ela me ajudou a cozinhar e dessa vez cozinhamos mesmo, fizemos macarrão com molho branco e cookies.

Depois de satisfeitos, Annabeth começou a me puxar para a piscina. Neguei com o dedo.

– Menininhas boas esperam uma hora para entrar na piscina. – disse.

– E quem disse que eu sou uma menina boa? – perguntou Annabeth sorrindo.

– Eu estou dizendo. Às vezes, você se comporta, então se comporte agora e vem comigo assistir algum filme.

Annabeth fez biquinho e bateu o pé.

– Tá bom. – disse ela.

Agarrei o braço dela e a puxei para perto.

– Faça pirraça de novo e você apanha.

Annabeth fez biquinho e bateu o pé de novo. Mordi o lábio tentando me controlar… mentira, mordi o lábio só pela sua audácia, agarrei suas coxas e a joguei sobre meus ombros. Caminhei para sala com ela assim, remexendo as pernas e me mandando colocá-la no chão, tudo para ser mais pirracento e para receber mais tapas. Coloquei-a no chão, peguei o controle da TV, quando ela tentou fugir, agarrei sua cintura.

– Não, não, minha garotinha, assim você apanha mais. – disse no ouvido dela, enquanto Annabeth ria por querer fugir.

Sentei-me no sofá e liguei a TV, peguei Annabeth e coloquei sua barriga sobre um travesseiro ao lado da minha perna esquerda enquanto suas pernas ficavam sobre minhas pernas e sua bundinha empinada ficou bem a minha disposição. Fiquei mudando de canais com tranquilidade enquanto acariciava a bundinha de Annabeth, dando leves apertões, só para deixar róseo. Annabeth suspirava baixinho ou prestando atenção em mim me olhando sobre os ombros ou olhando para a TV. Deixei em um filme que eu já havia assistido, e comecei o castiço. Apertei com força a bunda de Annabeth e dei o primeiro tapa estalado. Annabeth gemeu depois de dar um pulinho surpresa pelo tapa.

– Você tem sido tão infantil, Annabeth. – disse batendo novamente – Você fez isso de propósito, não fez? – Annabeth assentiu, apertei a bunda dela e bati – Responda!

– Sim, fiz sim, senhor. – afirmou ela remexendo os quadris.

Bati novamente.

– Quieta. – ordenei acariciando sua bunda – Porque você fez isso?

– Porque eu sou uma menininha má. E só o meu senhor pode me ensinar a ser boazinha.

Neguei com a cabeça.

– Você é muito malvada, bebê.

– Obrigada.

Annabeth sorriu para mim sobre o ombro e recebeu mais um tapa com força.

– Eu não mandei falar.

Bati novamente. Meu pau já estava ficando duro, era irresistível ver a bundinha de Annabeth ficar rosa e senti-la esquentar sob meus dedos, só me fazia querer dar mais tapas. Annabeth gemia e remexia os quadris com intuito de apanhar mais. Sorri e continuei a bater. Annabeth merecia, eu queria ser fofo e ela estragou tudo, ficava me provocando e não deixava eu seguir meu plano. Ela mandava em mim, eu tinha que lidar com isso, não sou tão dominante assim, Annabeth fazia birra só para eu bater nela, eu até poderia ignorar, mas gostava demais de ter meus dedos esquentados de tanto bater nessa garotinha linda que não podia simplesmente ignorar ou pedir que ela parasse de me desobedecer, ela gostava de ser ensinada e eu de ensinar.

POV – Afrodite

Era sábado à tarde e lá estava eu na sala de detenção com Apolo. Ele fumou na aula de Hermes de propósito, ele tinha que diminuir as coisas que fazia e aparecer aqui no sábado sempre que quisesse, se ele ficasse muito na detenção acabaria tendo que ser suspenso e eu não iria suspendê-lo tão cedo, tenho muitas necessidade para suprir. Só estávamos nós dois, eu sentei na beirada da mesa do professor e puxei minha saia para cima. Apolo me olhou sorrindo e foi até mim. Suas mãos seguraram na mesa, ele inclinou-se e seu rosto ficou próximo do meu.

– Você é muito safada sabia? – perguntou ele.

– Sabia. – sorri.

Apolo me beijou de um jeito calmo. Ele sempre me beija possessivamente, puxa meus lábios, morde-os, puxa meus cabelos e essas coisinhas interessantes, só que dessa vez ele estava sendo gentil. Suas mãos acariciavam minha cintura e subiam lentamente pela mesma, suspirei e acariciei os cabelos dele com a mesma calma que ele acariciava a lateral dos meus quadris. Nossos lábios se separaram e ele me encarou e deu um sorrisinho acariciando meu rosto voltando a me beijar. Ele estava sendo fofo. O que isso significa? Cadê os apertões? As mordidas? Os tapas? Os puxões de cabelo? Os chupões?

Sua boca desceu pelo meu pescoço e beijou meu ombro. Suas mãos tocaram meus seios e os massagearam com calma. Aquilo era gostoso pra caralho. Eu quero mais. Ele abriu minha blusa com calam e começou a beijar meus seios sobre o sutiã. Merda, quero mais da delicadeza, mas tembem quero apanhar com delicadeza, mas depois que ele fizer amor comigo como um amante apaixonado, sobre essa mesa.

Notas finais
Quem acreditou que o Percy conseguiria ser fofo? Vocês se ferraram, o Percy não ia nunca resistir. Gostaram, Diamonds? Comentem e me digam! Lembrem-se (Eu nunca vou fazer um melhor "Lembrem-se" do que o do Capitulo 22 de Minha Vida com Você): Se você quer ter um roedor de estimação, não pegue um hamsters, tenho medo deles (Viu, Diamond-Brubs?) Beijinhos, Diamonds, amo vocês, até a próxima, tchau.