Senhor Jackson
25 Capítulo 25
Notas iniciais
POV – Afrodite
Mandar o Apolo para a detenção foi a melhor coisa que eu poderia ter feito. Depois de unir o Percy e a Annabeth, afinal é um shipp, isso vem antes. Estava ajoelhada no chão, Apolo estava sentado na minha cadeira, com a calça e a cueca no calcanhar e seu pau estava dentro da minha boca. A minha cadeira encontrava-se virada com o encosto para porta, para caso alguém entrar não ver nada, também, eu não podia ficar me trancando no escritório com um aluno. O membro dele pulsava na minha boca, seus quadris se remexiam e seus gemidos eram abafados.
Alguém abriu a porta, mas como estava tudo perfeitamente planejado, nada seria visto. Contanto que a pessoa não resolvesse vir me olhar, e ver porque eu estou tão interessada com a janela.
– Diretora? – era Hermes.
– Sim. – cantarolei tirando o membro de Apolo da boca só para responder – O que houve, Hermes?
– Eu gostaria de falar sobre o aluno novo, o Apolo. – disse ele.
Encarei Apolo, dei um sorrisinho e lambi toda a extensão do seu membro, ele estava vermelho e se mordesse com mais força seus lábios, eles iriam sangrar.
– Hmm… – resmunguei com o membro todo de Apolo na boca.
– Ele é completamente inconsequente. Você precisa fazer algo rigoroso para mudar esse moleque, porque ele fica fumando na minha aula e me desrespeita completamente. – reclamou ele.
– Eu sei. – disse masturbando-o – Ele é um babaca metido a badboy. – Apolo me encarou erguendo a sobrancelha, sorri e continuei a masturbá-lo – Eu posso dar um jeito nele. Ele vai ficar bonzinho depois de passar umas boas semanas a tarde na escola. Eu odeio moleques como ele.
Lambi toda a extensão do membro dele o fazendo se contorcer.
– Obrigado, diretora. – agradeceu ele – Esse moleque precisa aprender a se comportar.
– Pode deixar, Hermes, eu irei fazê-lo aprender a se comportar, porque se não do contrario, ele vai ficar aqui comigo até de noite e duvido muito que ele gostaria de ficar tanto tempo preso na escola.
Ele riu.
– Tire o cigarro dele também. Quero ver se ele gosta. – disse ele.
– Vou fazer isso, vou fumar na frente dele.
Hermes riu.
– Eu amo você por isso, Afrodite, você é má. – afirmou ele rindo.
Sorri e Apolo mordeu os lábios quando meu polegar esfregou a cabecinha do membro dele.
– Eu sei.
– Licença agora que eu vou dar aula. – disse ele – Tchau, Afrodite.
– Tchau.
Ele fechou a porta e eu engoli o membro de Apolo, porém ele agarrou meus cabelos e puxou minha cabeça para cima me obrigando a olhá-lo. Ele parecia nervoso, o meu sexo pulsou com aquele olhar raivoso dele.
– Você odeia garotos como eu? – perguntou ele rosnando.
– É, eu odeio babacas. – disse sorrindo por ele ter apertado com mais força meu cabelo.
– Você merece um castigo. – afirmou ele.
– Mereço mesmo. – murmurei sentindo meu sexo pulsar com mais força, aquela voz sensual e melodiosa dele me dava tremeliques.
Ele me ergueu e me inclinou sobre a mesa. Ele puxou mais meu cabelo e sussurrou no meu ouvido:
– Você é tão má, diretora. Fica pagando boquete para alunos enquanto conversa com os professores. Você devia se envergonhar.
– Deveria mesmo. – disse.
– Não fale! – ordenou ele puxando mais meu cabelo.
Assenti e remexi os quadris. Apolo riu maldosamente no meu ouvido e tirou minha saia e minha calcinha. Eu estava tão ansiosa pelo castigo que meus quadris não paravam quietos. Ele me deu o primeiro tapa, eu gemi e me agarrei na mesa. Meu tesão escorreu pelas minhas pernas e ele tampou minha boca para abafar meus gemidos. Eu queria contar os tapas, mas aquela mão forte entrando em contato com a minha pele não me deixava pensar. Ele ria no meu ouvido me chamando de fraca por não parar de gemer.
– Eu adoraria vir para a detenção todo dia, diretora, e ficar até a noite com você. Quem sabe assim eu não te ensino a ser uma garota mais boazinha. – disse ele.
Assenti e gemi com mais um tapa que ele deu. Detenção nunca me pareceu tão gostoso.
POV – Percy
Busquei Annabeth pela primeira vez na frente da casa dela. A minha bebê estava radiante vindo ao meu encontro, era tão bom não ter que esconder nada de ninguém. O pai dela veio trazendo a mala dela até. Ela estava tão feliz. Eu ajeitei meus óculos e entrei no carro depois dela. Annabeth fez cara feia assim que saímos da frente da casa dela.
– O que foi, bebê? – perguntei acariciando a coxa dela.
– Você tem coragem de ir para a minha casa quando meus pais estão presentes assim?! – perguntou ela.
– Assim como? – não entendia, eu estou muito apresentável, minha roupa é bem adequada e apesar do calor, estava de calça comprida.
– Com esses óculos de nerd? Você sabe muito bem que eu não resisto! – exclamou ela bufando.
Eu ri.
– Desculpa, bebê. Eu não gosto de por lentes para ir ao chalé. – eu fiz biquinho quando paramos no sinal e fiquei olhando-a.
Ela apertou minhas bochechas e me deu um beijo voltando para o seu lugar bonitinha deixando-me voltar a dirigir.
– Você é tão fofinho e fica usando seus óculos contra mim. – disse ela – Você precisa parar de usar essa sua carinha fofa contra mim.
– Bem, se a minha carinha fofa não funcionar a minha cara de bravo funciona. – disse.
– Funciona quando sua cara tá no meio das minhas pernas.
Rosnei e apertei as coxas dela a fazendo rir.
– Pare com isso. Porque eu estou dirigindo.
Annabeth riu de novo.
– É engraçadinho deixar você irritado. – afirmou ela sorrindo.
– Não é, não. – fiz biquinho.
– É sim, porque aí quando chegarmos ao chalé eu vou ser castigada e você sabe que eu gosto.
Esfreguei a testa e não falei nada, era melhor ficar em silêncio pelo caminho para não atacá-la e causar um acidente. Dirigi mais rápido pela estrada de terra e parei na frente do chalé. Annabeth suspirou alegremente e desceu no carro. Eu estava ajeitando as coisas para poder sair, pegando a minha carteira, meu celular e as chaves quando a porta do meu lado se abriu e Annabeth estava ali, esticando uma mão para que pegasse e descesse.
– Mas é muito cavalheira. – disse.
Ela sorriu.
– O que eu não faço para deixar o meu senhor mais calmo.
– É bom, porque eu tenho uma ideia para nós hoje e eu não quero começar a querer te castigar. Apesar de eu querer fazer isso até quando você é boazinha porque afinal – me aproximei a agarrei a bunda dela colando seu corpo no meu – isso me excita.
Ela sorriu de canto e se esfregou em mim.
– Eu sei.
Soltei-a e dei um beijinho na bochecha dela e fui pegar as nossas malas. Annabeth me ajudou e assim que entramos no chalé eu dei uma de dominador novamente. Peguei Annabeth e a joguei sobre meu ombro e a coloquei no quarto a sentando na cama.
– Você vai ficar aqui de castigo hoje. – disse, Annabeth estava confusa, fez biquinho – Pelo menos, quando for mais ou menos seis e meia você não vai poder sair daqui.
– Por quê? – perguntou ela fazendo voz de criança mordendo o indicador.
– Porque eu tenho que fazer uma coisinha para você e você não pode ver. – respondi.
Annabeth fez biquinho e assentiu.
– Tudo bem então.
– Ótimo, agora vamos passear e ir naquele balanço perto do lago que você gostou.
Annabeth sorriu e se levantou pegando a minha mão. Fomos para o lago que fica depois de uma pequena trilha à direita do chalé. Caminhamos até o balanço de madeira diante do lado e sentei-me ao lado dela abraçando seus ombros e deitando minha cabeça sobre a dela, que estava deitada no meu ombro. Acariciei o cabelo de Annabeth e ela suspirou beijando a minha bochecha.
– Então, bebê, você está estudando na mesma escola que o seu ex-namorado. – comentei.
– É. – murmurou ela.
– Ele parecia meio assustador, porque você namorou aquilo?
Annabeth deu de ombros.
– Quando começamos a namorar, ele era bonzinho comigo, mas ele começou a ficar estranho e possessivo. Não queria que eu saísse com a Thalia. Aí eu terminei com ele porque depois de um tempo as coisas começaram a ficar muito chatas e eu não queria mais me afastar de Thalia. – contou ela baixinho, beijei a testa dela – Nem o Nico, ele permitia que eu falasse.
– Antes eu confesso que também fiquei com ciúmes.
– Mas você nunca falou nada para eu ficar longe deles, nem me ameaçou.
– Aquele babaca fez alguma coisa com você? – perguntei irritado.
– Não… não…
– Pode me falar, Annabeth.
– Ele me bateu uma vez. – confessou – E foi aí que eu terminei com ele. Até hoje na escola, Octavian não veio falar comigo, mas fica me encarando.
– Quer que eu o espanque? – perguntei rangendo os dentes.
– Não, só quando necessário. – afirmou ela casualmente me fazendo rir.
Puxei o queixo dela e lhe dei um beijo. Eu não podia permitir que aquele esquisitão tocasse na minha garotinha. É o meu dever protegê-la. Muito possivelmente ela não contou isso ao pai dela porque se não o moleque teria morrido. Se eu contar, ele me ajudaria a matar o moleque e sumir com o corpo. Acho melhor esperar, para caso ele ouse falar com a minha bebê, para que eu possa ter um bom motivo para matá-lo e diminuir a minha pena e a do pai dela. Eu sempre tenho os melhores planos.
(...)
Annabeth estava bonitinha sentadinha na cama no quarto, deixando que eu arrumasse o que eu tinha para arrumar na sala. Bom o tapete continuava lindo, a lareira estava acesa esquentando o local, lá fora estava muito frio. Tinha champanhe sem álcool ali porque a minha bebê ainda não pode beber, e morangos com chocolate também estavam ali. As almofadas estavam posicionadas para deixá-la confortável enquanto eu comesse… comesse a buceta dela.
Entrei no quarto, Annabeth estava sentada na cama, porém o modo como ela estava vestida me engasgou. Annabeth estava com uma linda camisola azul bebê, a parte que cobria seus seios era mais escura e descia delas uma seda aberta no meio tampando levemente sua barriga, a calcinha combinava com tudo e ela estava com uma linda meia-calça preta. Seu cabelo estava jogado para um lado, ela sorria fofamente para mim. Até parecia que ela não estava querendo me torturar.
– Você não presta, bebê. – afirmei.
– Obrigada, senhor. – agradeceu ela sorrindo.
Fui até ela, peguei sua mão e a encaminhei para fora do quarto. Annabeth encarou a sala toda pronta para ela e sorriu. Annabeth me beijou, sua língua safada brincou com a minha, eu até gemi.
– Isso está tão lindo, Percy. – murmurou ela com seus lábios perto dos meus. E novamente ela me beijou.
Se eu conseguir ter força de vontade para não meter um tapa na bunda gostosa dela, minhas mãos já estavam apertando a carne macia da área, eu talvez conseguisse fazer um amor mais calminho com Annabeth porque sempre acabo mandando-a me obedecer e fico apertando as mãos dela e a impedindo de falar, mas dessa vez eu queria uma coisa mais nossa, mais fofa, tudo para fazer a minha bebê feliz. Ela sorriu abertamente para mim e me puxou para o centro da sala, sentando-se no tapete. O primeiro problema de me controlar já estava aí porque seus olhinhos me encaravam brilhantes e sua posição era perfeita para que ela arrancasse minhas calças e me chupasse, era só eu pedir… Não! Eu tenho que resistir e fazer tudo ser fofo. Caralho é difícil ainda mais com Annabeth sendo tão gostosa assim.
Eu tenho que conseguir, porque sou perseverante e não estou sobpressão ainda, falta pouco para eu sentir a pressão dela me provocar, mas por enquanto eu estou bem. Certo que ela não ajudava afinal ela ficou de quatro para pegar os morangos e ficou na posição por mais tempo que o necessário, mas eu apreciei a vista.
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