Notas iniciais
Boa leitura, Diamonds.

Fazia duas semanas que eu não tinha a minha bebê só pra mim. Estava no final do bimestre e ela estava ocupada estudando para todas as provas que tinha e ainda ensinando para os retardatários a matéria que ia cair em alguma prova. Conseguíamos conversar um pouco no telefone a noite, mas só um pouco e eu estou sem beijos dela por todo esse tempo, finalmente a última prova é hoje e ela vai poder voltar a ser minha sem nenhum impedimento.

Eu fiquei todo serelepe quando as aulas acabaram, todo mundo foi embora e eu fiquei sentado na minha mesa esperando, me distraí com algumas provas esperando por Annabeth. Não a ouvi chegar, mas ao sentir uma presença na porta olhei na direção da mesma e sorri feito o idiota que eu era, um idiota apaixonado, Annabeth sorriu e se aproximou de mim e me deu um selinho. Quando eu avancei pra roubar os lábios dela e beijá-la com toda a saudade que eu sentia ela colocou o dedo sobre a minha boca e me impediu de seguir em frente.

– Não aqui. – murmurou ela.

Eu fiz biquinho me afastando dela.

– Porque não? Caso você não se lembre, senhorita Chase, você aceitou trepar comigo nessa mesa naquele nosso primeiro dia juntos.

As bochechas dela começaram a ficar vermelhas.

– Eu…

– Provocadora. – rosnei.

– Calma, Percy – ela se afastou um pouco –, vamos para a sua casa.

– Porque eu não posso escolher que quero trepar em cima da minha mesa de trabalho? Só você pode por acaso? – perguntei fazendo birra.

Ela riu.

– É! E se eu subir nessa mesa mais uma vez, ela vai quebrar.

– Não seja por isso, amanhã mesmo teremos uma mesa novinha aqui para você subir em cima dela quando quiser.

Ela sorriu sedutoramente e colocou o corpo no meu. Ela acariciou meu peito, suas mãozinhas delicadas subindo e descendo por ele, acariciando meus ombros.

– Quem sabe com uma mesa nova poderíamos trocar de papel. – disse ela com os lábios próximos ao meu.

Essa safada ficava ia me torturando, ela sabia que eu estava louco por ela e ficava me provocando sem deixar que eu a beijasse ou a tocasse.

– Você seria a professora gostosa e eu o aluno de castigo? – perguntei sorrindo.

Ela riu.

– É.

Bati palmas.

– Eba! – ela riu novamente, beijei a bochecha dela e peguei em sua mão – Vem, vamos para a minha casa que eu tenho que matar a minha saudade de você.

Ela mordeu os lábios e sorriu. Quando saímos da sala eu soltei a mão dela e fingi que estava apenas caminhando ao seu lado, ao entrarmos no carro eu não resisti, puxei-a pela nuca e roubei os lábios dela. Eu não ia aguentar ficar sozinho com ela naquele carro, o cheiro dela já estava começando a dominar o espaço e isso só me fazia lembrar as duas semanas horrorosas que eu passei só imaginando o que faríamos quando ela não estivesse mais tão ocupada. Annabeth gemeu e agarrou o cabelo da minha nuca fazendo meu corpo arrepiar, nossas línguas brigavam deliciosamente, eu queria poder ficar assim para sempre, só beijando dela e apertando aquela cintura. Desci meus lábios para o pescoço dela e dei uma mordidinha, Annabeth gemeu baixinho.

– Eu estava com tanta saudade, bebê. – murmurei contra o pescoço dela.

– Eu também estava, Percy, então vamos logo acabar com essa saudade na sua casa. Eu tenho medo de ficar muito tempo aqui no estacionamento com você. – disse ela gemendo de vez em quando, sempre que meus lábios beijavam o pescoço dela ou quando eu mordia.

– Tudo bem…

Dirigi até em casa, casualmente dando um beijinho na bochecha dela e recebendo outro em troca. Nós entramos em casa e eu nem esperei para fechar a porta direito, eu a empurrei contra a mesma e a tranquei enquanto beijava a minha loirinha. Annabeth agarrou meus cabelos e logo enlaçou as pernas no meu quadril, nossas línguas estavam brigando alucinadas. Eu caminhei com ela até meu quarto, sem desgrudar meus lábios desesperados dos dela. Annabeth acariciou a minha língua com a dela, fazendo meus olhos revirarem.

– Eu estava com saudades, senhor Jackson. – murmurou ela contra minha boca enquanto eu a deitava na cama.

– Eu também, bebê.

Beijei o pescoço dela e chupei, Annabeth gemeu baixinho e abraçou-me. Aquela safada ergueu os quadris e esfregou-se contra mim, esfregando sua buceta ainda coberta pela calcinha e por parte da saia no meu pau que já latejava por ela. Rosnei e mordi o pescoço dela a fazendo gemer engasgada pela surpresa, mas isso não a impediu de continuar a se esfregar em mim.

Apertei os quadris dela para ver se ela sossegava, mas só piorou porque ela começou a esfregar mais forte e eu não a impedia de fazê-lo. Separei meus lábios dos de Annabeth e suspirei, a boquinha dela tava vermelhinha, tão tentadora, eu queria beijá-la mais e deixar a boca dela mais vermelha.

Beijei o pescoço dela e dei uma mordidinha no lóbulo da sua orelha e voltei ao pescoço dando mais chupões, eu queria deixá-la cheia de marquinhas no pescoço. Comecei a abrir os botões da blusa de Annabeth e depois de apreciar a visão que era a gravata caída sobre o sutiã branco dela e a blusinha aberta me deixando ver aquela barriginha branca, tirei tudo vagarosamente. Primeiro tirei a gravata. Depois tirei a blusa deslizando-a pelos braçinhos de Annabeth e por fim o sutiã, passei delicadamente as minhas unhas pela pele dos braços dela a fazendo se arrepiar. Toquei os seios de Annabeth com ambas as mãos e os apertei em seguida desci os lábios. Chupei um biquinho e depois o outro.

Chupei com força, colocando o máximo que conseguia dentro da boca. Annabeth gemeu e agarrou o lençol. Mordi os biquinhos dos seios dela e depois chupei descendo a minha língua pelo vale de seus seios e pela barriginha linda que além de lamber eu dei beijinhos até chegar a barra da saia dela.

Sentei nas minhas pernas e tirei os sapatinhos dela e as meias. Puxei a saia dela e a calcinha a deixando nua na minha frente, a safada colocou os antebraços ao lado dos peitos para juntá-los e me provocar.

Eu sorri e comecei a beijar a perna da minha bebê e fui descendo os beijos até chegar na virilha dela. Annabeth soltou um suspiro. Desci minha língua pelo sexo dela e comecei a lambê-la com vontade e chupei-a com vontade. Depois comecei a estocar minha língua dentro dela e voltei a me focar no clitóris enquanto meus dedos pegavam o lugar da minha língua. A minha loirinha gemia e rebolava arqueando as costas segurando meu cabelo com força.

Agarrei a cintura dela com uma mão enquanto a outra se ocupava em estimulá-la. Tirei meus lábios do sexo dela e ela me olhou como se fosse uma pobre coitada.

– Não. – pediu ela fazendo carinha de coitada.

Eu sorri maldoso. Ela também sorriu e apertou meu membro sobre a minha calça e começou a me despir, acho que ela entendeu que eu tinha planos. Quando estava completamente despido, ela apertou meu membro, acariciou e começou a chupar com força. Eu gemi e acariciei o cabelo dela enquanto aproveitava a boquinha quente dela no meu membro. Quando eu senti que era o suficiente e quando notei que Annabeth estava se tocando enquanto me chupava a fiz parar. Annabeth me encarou com meu membro ainda na mão, passei meu polegar nos lábios dela e a fiz chupar. Annabeth sorriu.

– De quatro, minha loirinha. – pedi.

Annabeth fez o que eu pedi. Ela arrebitou aquela bundinha linda para mim, dei um tapa fazendo Annabeth gemeu. Ela rebolou pedindo por mais e eu fiz o que ela queria, dei mais um tapinha e Annabeth aprovou gemendo e agarrando o travesseiro com as mãos. Annabeth estava com a bundinha rosa e isso era muito tentador. Eu não tive como resistir, meti com tudo dentro da bucetinha melada dela. Annabeth gemeu alto e sua buceta apertada pulsou a minha volta.

Estoquei com força enquanto estapeava a bundinha dela, só parei quando ela estava com uma cor avermelhada que me agradou. Annabeth gemia cada vez mais sofregamente, depois de algumas estocadas e alguns tapas, o interior da minha loira começou a me apertar e finalmente ela gozou melando meu pau todo.

Tirei meu pau de dentro dela e escorreguei-o para a sua outra entrada. Annabeth gemeu e rebolou.

– Você quer, Annabeth? – perguntei apertando a bunda dela.

– Quero. – gemeu ela.

Continuei a forçar a minha entrada e Annabeth gemia e rebolava para me ajudar. Ao ficar todo dentro dela, parei um pouco e tentei controlar a minha respiração. Annabeth apertou os travesseiros de novo e jogou seu corpo contra mim fazendo meu pau mover-se dentro dela. Eu gemi e agarrei a cintura dela com uma mão estocando outra vez.

Annabeth e eu gemíamos juntos, a minha outra mão desceu pelo corpo dela e acariciou o clitóris dela, as pernas da minha loira tremeram. Comecei a estocar dois dedos dentro da buceta dela enquanto continuava a estocar. Annabeth gemia e rebolava.

– Percy! Percy! – gemeu ela – Mais forte…

– Annabeth…

Dei um tapa na bundinha dela e senti ela me apertar, tanto aos meus dedos quanto ao meu pau. Gemi e me inclinei para frente, indo mais fundo nela. Annabeth virou a cabeça na minha direção e entreabriu os lábios pedindo por um beijo que eu não fui estúpido de negar. Nós gememos um contra os lábios do outro e Annabeth gozou apertando-me de um jeito delicioso. Chupei meus dedos melados do gozo dela e continuei a estocar até eu sentir minhas pernas tremerem e logo eu estava gozando também gemendo alto, o corpinho de Annabeth parecia não aguentar mais, os braços dela tremeram e quando eu soltei a cintura dela, ela caiu no colchão afundando o rosto nos travesseiros, respirando com dificuldade.

– Isso… foi… – ela tentou dizer, mas ela não tinha fôlego.

– Eu sei. – murmurei aproximando meu corpo dela, abraçando-a, beijando suas costas – Minha bebê é tão safada.

Ela riu.

– A culpa é sua. – afirmou ela.

– Minha? Você quem me provocou para começo de conversa!

– Eu?!

– É. Você chegou lá na sala com o seu sorrisinho lindo e essa carinha sua de inocente e ficou conversando comigo e enchendo a sala com o seu cheirinho de morango.

Ela deu um sorrisinho e eu dei um beijinho na bochecha dela.

– Você que ficava espalhando esse cheiro de loção pós-barba pela sala sempre que ficava andando por ela durante as provas e me desconcentrava.

– Desconcentrada tira a nota máxima, imagina se você estivesse concentrada.

Ela riu. E se virou para mim e me beijou. Ficamos nos beijando pelo resto do dia, às vezes eu apalpava o corpo dela e ela sorria e dava tapinhas na minha mão para afastá-la, mas eu sempre voltava para apertá-la.

...

Eu tinha me esquecido de pedir naquele dia Annabeth em namoro, então eu fiquei esperando até que ela pudesse me encontrar novamente para pedir, passaram-se três dias de espera, parecia que ela estava me evitando, mas eu sabia que ela não faria algo assim, e finalmente ela pôde vir depois da aula até a minha sala para me ver. Ela parecia tristinha, não era a Annabeth de sempre, algo estava errado com a minha bebê.

– O que foi, bebê? – perguntei.

Ela deu um sorrisinho murcho, abraçou-se e me olhou com os olhinhos tristes.

– Problemas em casa. – eu sentia que era mentira, mas a minha bebê não mentiria para mim.

– Eu posso ajudar em alguma coisa? – perguntei. Aproximei-me, mas ela deu um passo para trás.

– Não, daqui a pouco está tudo resolvido.

Eu suspirei e pequei a caixinha de veludo do meu bolso.

– Olha, Annabeth, eu ia me ajoelhar e tudo, mas isso parece coisa de casamento e eu não quero ser tão precipitado, mas mesmo assim – estiquei a caixinha de veludo azul do meu bolso e abri – eu comprei esse anel para você usar, só para mostrar que você tem um namorado e que nenhum garoto pode mexer com você. Então, Annabeth, você quer namorar comigo?

Ela olhou para baixo, abraçando-se com mais força e tremeu, negando com a cabeça.

– Não, Percy. – ela levantou os olhos rapidinho para mim e eu vi as lágrimas nos olhos dela e novamente ela voltou a olhar para baixo. Eu estava devastado – Eu não quero.

– Porque não? Eu pensei que você me amasse.

– Eu… não…

– Mente para mim e diz que não me ama, Annabeth, vamos eu estou esperando. – eu estava começando a me irritar.

– Não me force, Percy… por favor…

Ela soluçou e saiu correndo da sala. Eu não pude segui-la porque várias líderes de torcida apareceram e acabaram levando Annabeth embora e eu não pude segui-la se elas estavam por perto. Voltei para a minha sala e sentei na minha mesa, estava devastado, assustado e não fazia ideia do que estava acontecendo. Será que eu fiz algo errado? Enfiei as minhas mãos nos cabelos e segurei a vontade de chorar.

– Professor? – perguntou uma mulher. Olhei na direção da porta e Afrodite estava ali, ela estava com uma cara de desentendida e parecia assustada.

– Sim? – perguntei sentando manter a minha voz firme.

– Algo aconteceu?

– Coisas de família. – quando você não quer conversar sobre algum assunto que te deixa triste é só falar isso que ninguém pergunta mais nada.

– Entendo. – ela deu um sorrisinho – Espero que tudo se resolva.

– Eu também, diretora, eu também…

Se eu pelo menos entendesse o que tinha acontecido.

Notas finais
Mazoq? Como assim, Annabeth? Como assim?! O que vocês acham que aconteceu, Diamonds? Comentem e me digam. Amo vocês, até a proxima, tchau, beijinhos.