Notas iniciais
É véspera de ano novo, Diamonds, então feliz quase ano novo! Muitos delicias ano que vem, muito pipi vagina -v- #adogo Voltei de viagem e finalmente postei um capitulo, YEEY! Boa leitura, minhas Diamonds.

Beijei atrás da orelha da minha bebê e senti a pele dela se arrepiar. Abri minhas calças e a abaixei junto à minha cueca. Meu pau estava extremamente duro. Puxei a calcinha de Annabeth o mais para o lado que conseguia e esfreguei a cabeça do meu pau na entrada dela.

– Você me quer, bebê? – perguntei no ouvido dela.

Ela mordeu os lábios e assentiu.

– Muito, senhor Jackson.

Sorri e lambi o contorno da orelha dela e depois mordi o lóbulo penetrando lentamente fazendo Annabeth gemer longamente. Annabeth remexeu os quadris impaciente quando eu fiquei parado dentro dela.

– Senhor Jackson, por favor…

– Você me deixa louco, Annabeth.

Eu dei uma lenta e fraca estocada.

– Percy…

Eu não resisti. O simples fato de ela estar me chamando já me deixava completamente alucinado. Estoquei com força fazendo Annabeth gemer manhosa e apertar as bordas da minha mesa, agarrei o quadril dela e puxei-a para mim enquanto estocava meu pau dentro dela. fiquei fazendo movimentos rápidos e lentos, alternando, só para poder ouvir Annabeth gemer baixinho para mim por mais tempo. A minha bebê agarrou minha nuca e me puxou para seus lábios, jogando seus gemidos mais sôfregos na minha boca.

– Eu sou o “seu homem” então, bebê? – perguntei saindo lentamente de dentro dela, e fiquei parado esperando a resposta.

– Sim. – respondeu ela engasgada quando eu estoquei novamente dentro dela com força.

– Então diz para mim. – pedi saindo novamente lentamente de dentro dela.

– Meu homem. – murmurou ela.

Eu rosnei e estoquei novamente com força. Annabeth agarrou meus cabelos e apertou a minha mão que segurava a barriga dela, sutilmente, ela foi levando a minha mão em direção a sua buceta melada. Meu dedo do meio tocou levemente o clitóris dela, estava durinho como sempre. Mordi o pescoço dela e passei a manter um ritmo alucinado, forte e rápido das minhas estocadas enquanto esfregava o clitóris dela.

– Ah… Percy…

– Goza, minha gostosa, mela meu pau.

Annabeth tremeu toda e soltou um gemidinho engasgado, apertando-me mais ainda em seu interior e gozou. O coraçãozinho dela batia com força e sua respiração estava descompensada, estoquei mais umas duas vezes e a acompanhei, minha respiração ficou superficial e meu corpo amoleceu contra o dela. Acariciei a bundinha dela e ajeitei sua calcinha a pegando no colo levando-a comigo para sentar-se na minha cadeira. Coloquei no meu colo e abracei a cintura dela.

Depois de um tempo, conseguimos normalizar nossas respirações, Annabeth deu um beijinho no meu pescoço e foi subindo até meus lábios. A língua dela acariciou a minha enquanto suas mãos acariciavam o meu pescoço e ombros. Dei um selinho nela e abracei sua cintura.

– Eu tenho uma surpresa para você em casa. – afirmei.

Annabeth deu um sorrisinho.

– O que é? – perguntou ela, curiosa.

– Você vai saber quando formos até a minha casa hoje. – suspirei ao ficar observando o sorrisinho dela, acariciei o rosto dela com as costas da mão e apertei a bunda dela – Você estava tão linda me defendendo, você me deixou tão maluco que eu quase te agarrei no chão do refeitório mesmo.

– Eu não me importaria se fizesse, assim aquelas biscates que ficam falando coisas de você iam ver a quem você pertence no momento.

Eu sorri.

– Eu pertenço a você no momento? – perguntei.

– É, pertence sim. – Annabeth franziu o nariz determinada.

– E você pertence a mim?

– Não. – respondeu ela rindo junto a mim.

– E o que eu preciso fazer para você ser toda minha? – acariciei o rosto dela e passei o polegar pelos lábios dela.

– É só… – ela mordeu meu polegar e deu uma lambidinha – pedir.

Merda. Ela tinha acabado de me dar uma brecha para pedi-la em namoro, mas eu travei. Não sabia fazer esse tipo de coisa. Annabeth ficava me olhando em expectativa, esperando que eu dissesse algo, porém como eu sou um completo imbecil fiquei apenas a olhando, esperando que eu voltasse a funcionar.

Annabeth suspirou um pouco decepcionada e desceu do meu colo.

– É melhor eu ir, antes que acabem dando falta de mim. – disse ela, colocando o cabelo atrás da orelha indo em direção a porta.

Eu me levantei.

– Annabeth, eu…

Ela me olhou com aqueles brilhantes olhos cinza e eu travei novamente. Suspirei derrotado.

– Você vai comigo para minha casa hoje? – perguntei.

Ela assentiu lentamente.

– Vou sim.

Eu dei um sorriso.

– Certo. Te vejo aqui no fim do dia.

– Ok.

Ela não disse mais nada. Saiu pela porta, só isso. Como eu sou imbecil, porque eu simplesmente não falava para ela o que sentia? Que queria ficar com ela? Porque eu sou um idiota só pode. Eu sinto que não sou bom o suficiente para ela. Annabeth é tão linda e inteligente e eu sou só um professor de colegial que é burro o suficiente para ficar travado quando claramente dão a ele a oportunidade de se declarar. Mas verei pelo lado positivo, se Annabeth me deu a oportunidade de me declarar, é porque ela quer ouvir essa declaração, ou seja, ela também gosta de mim. Eu sorri. Quando chegarmos em casa, eu vou falar.

...

Annabeth estava quietinha no caminho para a minha casa, quando chegamos, peguei a mão dela a fazendo acordar do seu devaneio, ela estava tão distante que até deu um saltinho quando minha mão tocou a dela. Ela me deu um sorrisinho e me acompanhou ainda em silêncio até a casa. Abracei a cintura dela e beijei nos lábios. Annabeth correspondeu ao beijo depois de uns segundos, ela abraçou meu pescoço e amoleceu em meus braços, deixando-se levar. Separei meus lábios dos delas com pesar e acariciei o rostinho dela.

– Sente-se no sofá, eu vou trazer o seu presente.

Annabeth sorriu e sentou-se no sofá como eu pedi. A saia curta dela subiu pelas coxas dela, revelando aquela carne macia de apertar. Eu tive que sair logo dali para pegar o presente dela antes que sucumbisse a tentação e começasse a apertá-la e tocá-la e esquecesse que tinha coisas a fazer.

Fui até meu quarto e antes de entrar na sala novamente com o presente dela em mãos, pedi que ela fechasse os olhos. Espiei a sala antes de entrar para ver se ela tinha feito o que eu pedi e ela fez. Fiquei na frente dela e a minha bebê suspirou impaciente.

– Se eu abrir os olhos e você estiver na minha frente nu, eu vou bater em você. – disse ela.

Eu tive que rir, foi muito engraçado o que ela disse ainda mais vendo aquela carinha dela de brava.

– Não estou nu, pode confiar em mim. Vamos, abra os olhos.

Annabeth abriu os olhos e sorriu abertamente ao ver o urso de pelúcia imenso que eu tinha nas mãos. Ela agarrou o urso e abraçou ainda sorrindo. Vê-la sorrindo toda inocente abraçada àquele urso imenso dava vontade de agarrá-la também, essa Annabeth é impossível, acho que só o fato dela existir já é motivo para eu querer agarrá-la.

– Ele é lindo. Obrigada, Percy. – ela abraçou meu pescoço com um braço e o urso no outro.

Abracei a cintura dela e deu um beijinho no seu pescoço.

– De nada, minha bebê.

– Ele é tão fofinho. – afirmou abraçando o urso com força.

Sorri alegre, não sabia se ela ia gostar tanto do urso, mas era a melhor coisa que eu poderia dar a ela, eu queria dar um colar bonito para ela, ou até um anel de compromisso, mas eram um pouco caros. Peguei a mão dela e a levei para o quarto. Annabeth colocou o urso sobre a cama e deitou-se, ficando abraçada a ele. Deitei-me ao lado dela e acariciei o rosto dela.

– Como eu vou explicar isso para os meus pais? – perguntou ela, com os olhinhos arregalados – Ele é muito grande!

Eu ri e dei um selinho nela.

– Você pode deixar ele aqui.

Ela abraçou mais ainda o urso e fez biquinho.

– Tá bom. – murmurou ela como uma criança chateada.

Eu sorri e acariciei o rosto dela. Puxei o queixo dela, aproximando meu rosto do dela, colei meus lábios aos de Annabeth, dando-lhe um beijo apaixonado tentando mostrar a ela o quanto eu a quero. Ao separar meus lábios dos dela, mantive a proximidade.

– Eu… – Vamos, seu imbecil, encorajei-me, não fique aí gaguejando e olhando para ela com essa cara de tapado, diga logo! – Annabeth, eu… eu amo você.

Os olhos de Annabeth se arregalaram. Será que eu falei demais? Merda, ela iria me deixar agora, já estou até vendo. Ao invés de, sei lá, ir embora da minha casa, Annabeth agarrou minha nuca puxando meu rosto para o dela, beijando-me com paixão e afoitamento. Eu sorri enquanto a beijava e acariciei a cintura dela conforme nossas línguas se acariciavam com vontade.

– Eu amo você, Percy. – murmurou ela com os lábios próximos aos meus depois de separá-los por um tempinho.

Então ela voltou a me beijar, deixando-me completamente alheio ao que estava acontecendo em volta, eu podia ouvir um toque de celular, mas parecia tão distante. Só quando Annabeth separou seus lábios dos meus novamente que eu fui notar que o toque vinha da sala.

– É o meu celular. – murmurou ela, beijando minha mandíbula.

– Pode atender.

Annabeth me deu um selinho e foi até a sala. Ela voltou com o celular na mão, sentou-se na cama e eu a abracei a puxando para mim, deixando-a com as costas deitadas no meu peito.

– Que estranho, era a Thalia. – comentou ela, ligando para Thalia, ela esperou um pouco, dando-me beijos no queixo enquanto esperava Thalia atender o telefone – Oi, Thalia. O que foi? – ela fez uma pausa e depois olhou para mim colocando o celular sobre o peito para bloquear o microfone – Você vai querer sair hoje à noite?

– Você está perguntando isso porque quer me levar junto ou quer saber se estará livre para sair com a sua amiga? – perguntei.

– Talvez a segunda opção. – disse ela franzindo o nariz – Mas se você quiser ir, não tem problema.

Eu ri.

– Não tem problema, bebê. Pode ir, desde que seja só um encontro com as suas amigas. – afirmei sério a fazendo sorrir.

POV – Annabeth

A Thalia sabia perfeitamente o pior momento para ligar. Eu estava tendo um momento intimo com o Percy depois de ele ter dito que me amava e ela estragou tudo para me convidar para sair porque ela está solitária. Coloquei novamente o celular no ouvido.

– Eu vou sim, Thalia. – afirmei.

– O seu amante te chama de “bebê”? – perguntou ela.

Ai, caralho.

– Ãhh…?

– Que gracinha! – comemorou ela – Eu quero conhecê-lo.

– Ãh… um dia eu te apresento.

Olhei para Percy e ele estava neutro com o que eu havia dito, ele estava muito ocupado apertando a pele da minha barriga me fazendo dar pequenos saltos naquele momento.

– Para. – pedi baixinho voltando a falar com a Thalia – A gente se vê sexta.

– Tudo bem, sua safada, pode voltar a dar aí pro seu macho misterioso. – dizia Thalia enquanto eu tentava afastar as mãos de Percy de mim – Tchau.

– Tchau.

Desliguei o celular e olhei com cara feia para Percy que assoviava disfarçando, fingindo estar comportado.

– Você é um idiota. – disse ajoelhando na cama abraçando o pescoço dele, tendo a minha cintura abraçada por ele e dei um beijinho nos lábios dele.

– O seu idiota. – murmurou ele com aquela voz linda, fazendo-me derreter.

Eu não tive como ficar calminha diante de outra declaração dessas, eu agarrei-o, lógico que agarrei. Beijei-o com vontade, agarrando os cabelos dele e esfregando-me contra ele. Ele sorriu quando separei meus lábios dos dele e acariciou minha nuca puxando-me para um beijo calmo desta vez. Ele deitou-me lentamente na cama me beijando de modo terno, pegou o meu urso e empurrou para o chão.

– Ele ocupa espaço demais e eu quero amar a minha bebê. – murmurou ele voltando a me beijar.

Meus olhos até reviraram. Como eu podia ter tanta sorte? Espero que minha sorte continue assim e eu possa aproveitar o meu Percy em paz. Meus pais ouviram a Thalia dizer que eu tinha um cara em minha vida, mas nem se importaram e as minhas amigas estão até me apoiando então acho que está tudo bem. Desde que ninguém se meta, para mim está bom. Ninguém sabe mesmo. Só suspeito que a Afrodite sabe, ela me olha estranho as vezes, e o Percy disse que para ele também, mas aquela mulher é louca, então acho que ela é assim mesmo, talvez ela queira um ménage, vai saber.

Notas finais
Finalmente ele falou que ama ela que coisa mais linda *-* O que acharam Diamonds, gostaram? Comentem e me deixem saber. Beijinhos, até ano que vem (ai essa piada é tão boa), amo vocês, tchau.