Notas iniciais
Desculpa a demora amores. Mas falta de criatividade é foda né...hahaha.Boa leitura.

Pedro Povs.

Estava tudo indo bem, estávamos na pista de dança. La pelas onze horas, Nicollie resolveu ir ao banheiro, fiquei a esperando perto das bebidas quando alguém chamou minha atenção.

- Quem é você? – Um garoto de uns 16 anos me perguntou.

- Eu é quem pergunto.

- Sou Diego. Ex da Nicollie, e você é o calopsita né? Que casal lindo! Um calopsita e uma puta. Como será que aquela criança indesejada vai ser?

Senti meu sangue ferver. Não disse nada. Simplismente o joguei no chão sem pensar, e comecei a soca-lo. Muitas pessoas vieram tentar me tirar de cima dele, não enxerguei ninguém.

- Pedro!

Ouvi seu grito, então ela me tirou dali as pressas.

- Oque foi?

Ela me puxou para a van.

- Você é louco? Eu viro as costas por um segundo e você quase mata alguém?

Ela bufou e virou emburrada para a janela.

- Desculpa.

- Desculpa não vai tirar das capas de revista as fotos, e dos jornais de fofoca os vídeos. Você tem oque na cabeça? Todos vão descobrir que eu estou grávida.

Merda. Eu tinha esquecido disso. Ouvi seu choro quase sem som.

- Me leva pra casa.

Dei partida no carro e em cerca de dez minutos estávamos na porta. Ela saiu do carro sem nem se despedir.

Fiquei parado ali na frente por umas duas horas. Eu não tinha pra onde ir, minha carteira tinha ficado no seu quarto. Peguei meu celular e disquei o numero dela.

-Oque você quer?

Ela disse, brava com a voz manhosa.

- É..eu não tenho pra onde ir.

Ela desligou o telefone, alguns minutos depois ela já tinha aberto o portão para eu estacionar o carro. Ela nem me esperou descer, fechou o portão e subiu as escadas.

Nicollie Pov’s.

Eu não acredito que ele fez isso. Ele não presta.

Ele estava lá em baixo, e eu trancada no meu quarto. Estava tudo silencioso, resolvi ligar o computador e ver se já tinha alguma coisa. Tinham pelo menos cinco jornais online falando sobre a gravidez e a briga, e pelo menos um milhão de fãs me xingando pelo twitter. Desliguei o computador sem postar nada, eu estava sem reação. Oque eu iria postar? Não tinha cabimento.

Ouvi ele bater na porta. Fui atender, pronta pra gritar. Mas assim que abri a porta, ele grudou nossos corpos em um abraço apertado. Respirei fundo e desabei em lagrimas.

- Não chora, vai ficar tudo bem.

A noite passou em completo silencio com algumas caricias trocadas.

Acordei cedo, fiz minha higiene e fui fazer o café. Panquecas, suco de laranja e torradas. Era o máximo que eu consegui fazer.

- Que cheiro bom é esse?

Ele me abraçou por trás e me deu um beijo de lado.

- Panquecas, suco de laranja e torradas.

Disse sorrindo.

-Ah, eu to com fome de outra coisinha...

- Então pega o telefone e pede você. Só sei fazer isso.

Me virei de frente para ele.

- Não foi isso que eu quis dizer.

Ele mordeu o lábio, e então eu entendi.

- Coloca roupa de banho e eu te espero na piscina em cinco minutos.

Ele disse e foi para a piscina. Me troquei rápido, mil pensamentos na minha cabeça. Como todos sabem, Pedro Gabriel e piscina...vou nem comentar. Desci as escadas mais rápido ainda, ele estava na piscina só de cueca. Mordi o lábio, joguei a toalha na cadeira de praia e pulei na piscina.

Ele me grudou nossos corpos e começou a me beijar. Ele tirou a parte de baixo do biquine, e eu pude sentir seu membro sobre a cueca roçando minha intimidade. Coloquei minhas pernas em sua cintura e ele nos tirou da piscina, me colocando sobre a cadeira de piscina.

- Droga, deu nó.

Ele disse se referindo ao meu sutian. Me virei de costar para facilitar.

- Cuidado, Pedro.

Disse debochando.

Ele se estressou e rasgou meu biquine. Então, começou a mordiscar desde meu pescoço, seios, até a virilha.

Eu estava consumida pelo tesão, precisava dele dentro de mim agora.

- Nicollie?

Ouvi uma voz grossa e masculina me chamando na sala. Era familiar demais. Era meu pai. Levantei correndo da cadeira e fui atrás de meu biquine, coloquei a parte de baixo. E a parte de cima? Estava rasgada no chão. E Pedro só de sunga toda molhada –nos dois sentidos.

Me enrolei na toalha e fui para sala. Pedro ficou escondido atrás da churrasqueira.

- Ué, oque vocês estão fazendo aqui?

Perguntei dando um beijo na bochecha de cada um.

- Vimos os noticiários sobre você e Pedro, e corremos para cá.

-Ah, ta tudo bem.

- Hm, e cadê ele?

- Ele quem?

- O Pedro.

- Ah, ele foi dar comprar uma comida pra gente. Vou ali tirar o biquine e já desço.

- Claro, já leva ele junto. – minha mãe disse em tom de deboche, como se já soubesse tudo – Pode vim. – Ela gritou e ele subiu as escadas.

Entramos no quarto rindo, me deitei na cama e ele veio sobre mim.

- Vamos terminar oque começamos? – Ele disse retirando novamente minha calcinha, sem nem ligar pro sutian.

- Pe, melhor não. Já acabo o clima.

- Agente cria outro.

Ele disse e então retirei sua cueca molhada e joguei longe. Então ele penetrou em mim, com desejo e rapidez. Gemi alto e dei um forte chupão em seu pescoço. E provavelmente, ele iria ficar bravo.

-

Já estávamos a caminho do aeroporto. Eu, Pedro, Thomas, Lucas, Camila e Gabriela em um taxi, e no carro de meus pais, eles e as bagagens.

Chegamos no aeroporto atrasados, para variar. Fizemos o cheking e fomos nos despedir. Meus pais já tinham ido embora, pois meu pai teria um jantar de negócios hoje. Abracei Gabriela e Camila como se fosse a ultima vez que as veria.

- Nunca se esqueçam de mim.

Disse entre lagrimas e soluços.

- Jamais.

Camila disse e me apertou mais em seus braços.

- Cuide bem do nosso afilhadinho ou afilhadinha. – Gabriela disse com o rosto vermelho de tanto chorar.

Eleas eram meu porto seguro desde sempre, não sei como seria viver sem elas. Sem o abraço e o conforto que elas me davam até em momentos constrangedores.

Elas colocaram as mãos sobre minha barriga e então foram se despedir dos meninos. Camila fez o longo discurso “Se machucar ela, morre” e Gabriela somente riu. Então embarcamos.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.