Notas iniciais
[AAAAAAAA] Anjos, me desculpa se esse capitulo não ficar muito bom, é que eu tinha escrito TUDINHO aqui. Tava perfeitinho. Mas ai o Nyah deu erro e eu perdi tudo. Eu to quase chorando e com vontade de me matar, podem ter certeza ): Boa leitura..

Depois de longas horas de sono, acordamos la pelas 15h. Mandei a mensagem para Pedro, Tia Elena ja tinha ido trabalhar, fomos apé para o shopping, almoçamos e ficamos procurando roupa para ir de noite. Gabriela e Camila estavam esperimentando vestidos, fiquei sentada esperando.

-Não vai comprar um vestido, Ni? –Gabi perguntou.

-Não posso mais ir de short?

- Não. – Elas disseram em coro.

- Não tenho escolha né?

-Não mesmo. – Gabriela disse rindo.

Escolhi um vestido preto, um dos mais simples que tinha. Curtinho e justo. Camila quem escolheu, ela disse que “era a minha cara”. Ficamos andando um pouco, pra passar o tempo, e meu celular tocou. Bruno.

- Fala, maninho.

- Onde você tá?

- No shopping.

- Papai e mamãe viajaram?

- Sim, to passando os dias na casa da Gabi. Oque que se quer?

- Arruma suas coisas que eu to aqui em casa já, te esperando.

Como assim? E a faculdade? Essa é a melhor noticia que já recebi dele.

- Tá, vou terminar aqui, passar lá na casa da Gabi pra pegar minhas coisas e já vou.

Desliguei o celular e assim fiz, passei na casa da Gabi pra pegar minhas coisas, me despedi das meninas e combinamos de nos encontrar 6h la em casa para nos arrumarmos, como era só uma quadra, fui andando. Ou melhor, correndo. Entrei em casa e fui procurar o Bru, fui para seu quarto. Vi a porta meio aberta. Ele estava na estante arrumando as coisas.

- Bruno!

Gritei e pulei em cima dele, derrubando-o no chão.

- Nossa, isso tudo é saudades, pequena?

- Sim. – Senti uma lagrima caindo. Ele se levantou e me ajudou a ficar de pé e me abraçou.

Já tinha seis meses que não via ele, quando ele mudou para o Rio, fiquei tão mal, que comecei a me cortar, ai veio a pedrada no Pedro e nem se fala..Ainda tínhamos uma hora pra botar as novidades em dia, ele começou me contando que desistiu de fazer a faculdade no Rio de Janeiro, e pediu transferência. Ficamos jogando conversa fora, contei que de noite iria pra balada com o Pedro e os meninos, ele falo pra mim “tomar cuidado”, ninguém merece. Depois de um tempo subi para meu quarto e tomei um banho. Coloquei um short e uma blusa qualquer, coloquei as maquiagens e minha roupa em cima da cama. Ouvi a voz das meninas la em baixo e desci correndo. Elas estavam quase matando o Bruno com abraços. Subimos e fomos nos arrumar. Depois de fazer chapinha na Camila, fazer a maquiagem delas, a minha, me trocar, arrumar o cabelo, escolher sapato, já eram quase 8 horas. Pedro passaria em casa em poucos minutos. Descemos e ficamos esperando lá em baixo. A campainha tocou e fui lá atender. Era ele. Com seu famoso chapéu, uma camisa, com cara de envergonhado.

- Oi.

Ele disse coçando a cabeça e sorriu, me olhando dos pés a cabeça.

- Oi Pe.

- Nossa, você ta..linda.

Tenho certeza que fiquei um verdadeiro pimentão.

- Obrigada, você também.

Ele foi se aproximando de mim, estávamos realmente perto.

- É ele, Nicollie?

Camila gritou la de dentro. Merda.

Respirei fundo e nos afastamos.

- Sim, vamos.

Pedro sorriu envergonhado e eu fiz o mesmo, ele colocou a mão em minha cintura e fomos andando até a vãn. Camila e Gabriela vieram atrás. Entramos na vã e cumprimentamos os meninos e nos sentamos na seguinte ordem. Eu e Pedro, Gabi e Camila, Pedro Lucas e Lucas, e Thomas sozinho. Eu e Pedro fomos calados o caminho todo.

- Chegamos.

Disse mo motorista alto e loiro. Todos descemos e fomos para um camarote reservado, onde teria somente nós sete. A musica estava alta, estávamos todos muito animados dançando, Pedro estava do outro lado da pista, pedindo uma musica. Um tempo depois ele veio em minha direção e disse no meu ouvido, “Preciso falar com você”, arrepiei e o segui para um camarote onde ficaríamos somente nós dois.

- Senta ai. – ele disse e foi pegar uma bebida no Open Bar. – Vai querer oque? – Ele perguntou e sorriu inocentemente e eu ri de leve.

- Pedro, eu tenho 15 anos. Não bebo.

Ele arqueou a sobrancelha e se sentou ao meu lado. Abaixei a cabeça em quanto ele bebia. Senti sua mão tocando as minhas e ergui a cabeça, seu rosto estava muito próximo do meu, realmente próximo. Ele se aproximou mais ainda, e senti seus lábios nos meus. Depois de um longo tempo nos beijando, nos afastamos um pouco.

- Pe, eu acho melhor agente descer, vai que alguém vê.

- Ta de boa, só mais um pouquinho.

Ele me beijou por um bom tempo e descemos, de mãos dadas e eu com um sorriso de orelha a orelha no rosto.

- Finalmente né?

Pedro Lucas disse emburrando. Gabriela e Thomas estavam quase se “engolindo” e Lucas e Camila estavam conversando, nem tinham notado a nossa presença.

- Coitadinho do Pedro Lucas gente. – disse apertando suas buchechas e rindo.

Eu e Pedro nos sentamos.

- Coitadinho mesmo, é ruim ficar de vela, sabia?

- Sim, eu sei. Né Gabriela?

- Eu oque? – A loira parou de beijar o Thomas, os dois estavam em outro mundo.

Todos rimos e ficamos conversando. Os meninos – e Gabriela — bebiam. Eu e Camila somente coca cola. Um tempo depois, eu e as meninas fomos ao banheiro. Que estava vazio.

- Que sorriso é esse, Nicollie?

- Nada não, curiosa.

Tentei disfarçar, mas não adiantou. Elas me conheciam melhor do que ninguém.

- É, ela fico com o Pedro. – Camila disse.

- E daí? Você tava em outro mundo conversando com o Lucas –apontei para Camila. – E você – apontei para Gabriela – nem se fala né?

Sai do banheiro zangada e fui até a mesa.

- Ué, cadê o Pedro? – Perguntei assim que chegamos.

- Ele saio logo depois de vocês. Achei que estava com vocês. – Pedro Lucas disse, notei a preocupação em sua voz.

Os meninos se entreolharam e se levantaram.

- Agente vai ali e já volta. Fiquem aqui. – Lucas disse, muito preocupado.

Olhei para as meninas – que já estavam sentadas – e sai em direção a porta, sem dizer nada. Procurei em todo canto, a rua acabava em um beco escuro. Era mancada ir até lá, mas fui.

- Pedro? Você ta ai?

Gritei, e nada.

- Eai gatinha? Que ajuda?

Um cara, caiu veio em minha direção derrepente.

- Não, obrigada. To procurando um amigo.

Sai de lá com medo. Continuei andando, voltando até a porta da balada. Então o vi jogado no chão da calçada. Corri em sua direção e o ergui.

- Pedro? Você ta bem?

Perguntei, mas ele estava bêbado de mais para responder. O puxei até um taxi que estava parado na porta da balada. Passei o endereço de casa e em questão de segundos já estavamos no meu quarto, sem fazer barulho para Bruno não acordar. Como Gabriela –sempre- ficava bêbada, já estava acostumada. Tirei sua calça e sua camisa e o coloquei de baixo da água fria do chuveiro. Ele estava quase sóbrio – e eu quase o agarrando –, peguei uma toalha de lhe entreguei, joguei meu salto em qual quer canto, o deixei no banheiro e fui até o quarto do Bruno, com muito cuidado para ele não acordar, e peguei uma cueca e uma bermuda. Cheguei no banheiro e ele estava com a cabeça na pia vomitando. Meu coração de fã bateu mais forte do que nunca, senti uma dor no peito e uma lagrima caiu. Coloquei minha mão em suas costas, ele limpou o rosto na pia e me abraçou.

- Me desculpa? – Ele disse manhoso.

- Desculpar pelo que? Você só bebeu de mais, isso é normal. Você tem 20 anos.

- É.. – Ele pareceu misterioso, mas se eu tocasse nesse assunto seria pior.

Ele me abraçou mais forte ainda, e eu comecei a chora. Ele se afastou um pouco, limpou minhas lagrimas e me beijou.

- Princesas não choram.

- E eu não sou uma princesa.

Disse e ele riu, lhe entreguei as roupas e ele foi ao banheiro se trocar. Peguei um pijama no armário e esperei Pedro sair do banheiro. Ele saiu esfregando a toalha no cabelo, todo molhado.

- Pronto, pode ir.

Ele disse e eu entrei no banheiro. Me troquei, e quando sai, ele estava olhando meus posters na parede.

- Você era fã mesmo eim.

- Eu não era fã. Eu sou fã e sempre serei fã.

Ele riu e disse.

- Então, como vai ser? Eu durmo aqui ou ligo pros meninos virem me buscar?

- Pode ficar aqui mesmo, já ta tarde. Mas os colchões estão no quarto do meu irmão. Não da pra mim ir pegar agora, ele já ta dormindo. – Eu disse e ele sorriu maliciosamente. – Não, não foi isso que eu quis dizer.

- Eu sei, tava zuando contigo. Vou ligar pros meninos ta?

Depois do interrogatório de Lucas perguntando se ele estava realmente bem, nos deitamos, e Pedro me envolveu em seus braços.

- Boa noite, pequena. Obrigado.

Ele disse me dando um selinho e fechou os olhos.

Notas finais
Goxxxxxxxxtaram? Comentem muito pra me deixar feliz *-* hehehe, boa noite. Amanhã a tarde, la pelas 3 horas sai mais um capitulo ok?